30 de julho de 2013

Entre Aspas - A Quinta dos Peões

"Diário do Minho" 29/07/2013
 
A ASPA desde há muito tempo que defende uma preservação do espaço verde da Quinta dos Peões.

O "Entre Aspas" desta semana é dedicado a este tema, fazendo uma súmula histórica do processo.

A não perder.


29 de julho de 2013

JovemCoop na Galaicofolia

JovemCoop na Galaicofolia

A GalaicoFolia realizou-se nos dias 26, 27 e 28 de Julho, no Castro de S. Lourenço, em Esposende. A JovemCoop participou nesta actividade com seis cooperantes em regime de voluntariado, divididos por três espaços: a tenda de artesanato, o espaço “Caturo” e o “Arqueólogo por um dia”. 

A GalaicoFolia foi uma actividade muito positiva, com uma organização admirável. Estando a JovemCoop envolvida nos vários espaços, o balanço final é muito positivo.

JovemCoop no Espaço Caturo, com actividades para os mais pequenos


Quanto ao espaço Caturo, acreditamos que as finalidades pedagógicas foram alcançadas com sucesso e que todos os participantes levaram para casa uma lembrança da GalaicoFolia, percebendo sempre o fundamento da mesma.

Agradecemos à Câmara Municipal de Esposende e ao Centro Interpretativo do Castro de S.Lourenço o convite e a oportunidade de nos associarmos a este evento.

Diário do Património - Dia19

Actividade "Reflexões sobre a Cidade" orientada pelos Arquitectos Maria Tavares e Manuel Rocha

No passado dia 29/07, antes do início de "O Nosso Acampamento", a JovemCoop realizou uma sessão intitulada “reflexões sobre a cidade”, na qual surgiu um exercício em que punha os jovens participantes no Campo de Trabalho “O Nosso Património” a pensarem na requalificação de um determinado espaço.

Este workshop decorreu no GNRation, edifício com história na cidade de Braga e que recentemente foi bem requalificado, sendo um espaço aprazível e bastante dinâmico.

O dia começou com uma visita ao GNRation, guiada pela directora artística Ângela Ferreira. Posteriormente, os participantes de "O Nosso Património" foram acolhidos pelo Vereador da Juventude, Arq.to Hugo Pires, que incentivou os jovens a serem voz activa na cidade.

Esta sessão, orientada pelos Arquitectos Maria Tavares e Manuel Rocha, visou pôr os jovens participantes a pensar o conceito de cidade, como deve evoluir e quais as suas necessidades.


A nossa surpresa (ou talvez sem grande surpresa), os jovens, sem qualquer princípio de arquitectura profissional, redesenharam um espaço da nossa cidade, incluindo-lhe um novo ordenamento e muito verde, justificando que a nossa cidade necessita de mais espaços de descompressão. 

Esta abordagem, pelos olhos dos jovens participantes, mostra-nos como os agentes com responsabilidade sobre a Pólis devem exercer o seu cargo…com proximidade aos cidadãos e em constante auscultação das vontades da cidade. Torna-se necessário fazer este exercício  - técnicos e cidadãos debruçados sobre as mesas de trabalho, fazendo emergir ideias para a cidade mais florescentes e menos monótonas, tendo a capacidade de sair do papel e transformando o ambiente urbano.

26 de julho de 2013

Diário do Património - Dia18

CSI é uma actividade em forma de peddy-paper para conhecer os monumentos de Braga

O início da actividade começou na Senhora-a-Branca onde tivemos que descobrir várias informações sobre a praça e a igreja. De seguida partimos para o parque de Guadalupe, mas entre a Senhora-a-Branca e Guadalupe tivemos que completar algumas perguntas que nos eram feitas entre esse espaço. 

Seguidamente, fomos para a Arcada onde completámos mais uma ficha sobre o sítio. Continuando a actividade, a nossa paragem seguinte foi no Jardim de Santa Bárbara, onde tivemos que ter em atenção algumas marcas importantes. 

A Sé Catedral foi o próximo destino onde estivemos descobrir muitas coisas. Depois da Sé fomos para o Arco da Porta Nova e, como já era muito em cima da hora, os grupos acabaram por fazer lá a sua última paragem antes de irmos directos para a parte final que foi na Câmara Municipal.


Na Câmara ainda fizemos mais uma ficha e a actividade só acabava quando essa ficha fosse entregue aos monitores. Acabámos a manhã numa conversa na Junta sobre o acampamento que dará como terminada a 9ª edição do "Nosso Património". 

Bruno Teixeira ;)

O CSI Braga deu a conhecer vários monumentos de Braga

Neste último dia do património fizemos uma atividade especial, organizada pelos monitores, chamada "CSI Braga".

Nesta actividade cada grupo tinha que estar todo reunido e trabalhar em equipa, tendo ainda de ser rápido mas principalmente responder às perguntas correctamente.

Neste jogo, os grupos começaram com as pistas que encaminhavam até os monitores espalhados pela cidade, que tinham umas placas com informações para responder às perguntas expostas numa ficha dada pelos monitores.

Nós iniciámos a nossa partida no Largo da Senhora-a-Branca e a pista levou-nos até Guadalupe. De lá fomos para a Arcada, seguindo para o Jardim de Santa Bárbara e de lá fomos para a Sé. Da Catedral fomos para o Arco da Porta Nova e devido à falta de tempo não foi possível terminar este CSI, mas para acabarmos todos ao mesmo tempo o último destino foi na Praça do Município.

Foi giro conhecer, de uma forma diferente e mais activa, os monumentos de Braga

João Dias

25 de julho de 2013

Diário do Património - Dia17

Dia dedicado a S.Tiago de Compostela 

Hoje,dia 25 de Julho, chegámos à Junta às 09:30, como é habitual, e os monitores estiveram a falar sobre o dia de ontem em que fomos a S. João da Madeira, e sobre alguns aspectos do futuro acampamento. Depois saímos da Junta para que fôssemos fazer o nosso trabalho. 

No dia de hoje fomos a vários locais onde S.Tiago aparece na História de Braga, tendo em conta que hoje é o dia em que se celebra S.Tiago. 

S.Tiago de Compostela foi um dos 12 Apóstolos de Jesus Cristo.Seu nome era Jacob,que significava Iago.
Pouco tempo depois as pessoas começaram a chamar-lhe Santo Iago.Mas quando iam a dizer o seu nome diziam S.Tiago em vez de Santo Iago. E hoje em dia diz-se S.Tiago.

S.Tiago era irmão de S.João. Morreu pela espada em Jerusalém na perseguição desencadeada contra os chefes da igreja por Herodes Agripa. O seu martírio ocorreu no ano 42 d.c.

No século IX(814),o bispo Teodomiro de Iria descobriu milagrosamente o corpo do apóstolo e o rei Afonso II,O Castro,edificou uma igreja e um mosteiro sobre o sepulcro do santo.

Regressámos para a Junta ao meio dia e meia como de costume, após uma manhã muito cansativa de longas caminhadas, e assim chegou ao fim mais um dia da actividade "O nosso Património"

Ana Luísa Azevedo


Hoje (25-07-2013) é o dia do Mártir/Apóstolo Santiago.


Chegámos, como sempre, à Junta de Freguesia de S. Victor, por volta das 9:30. Esperámos que toda a gente chegasse e “metemo-nos a caminho”.
Em primeiro lugar fomos à igreja de S. Victor, ver a imagem do apóstolo/mártir Santiago, só que não pudemos pois estava a decorrer um funeral. O monitor Rui Ferreira falou-nos sobre a história de Santiago.      

Disse-nos que este foi apóstolo de Jesus Cristo e contou-nos a lenda: Santiago ressuscitou um profeta judeu, dando-lhe o nome de Pedro, quando o baptizou.

Depois fomos ao largo de Santiago onde o monitor Rui nos mostrou o sítio e falou-nos de como as pessoas passavam de Portugal para Espanha (ou para outros países). Também nos falou de uma curiosidade muito interessante: as igrejas antigas estão sempre viradas para ocidente (igreja de S. Vicente, Sé de Braga, entre outras …)

A seguir, fomos à Sé de Braga ver o "testemunho" do mártir Santiago e lá seguimos para a Fonte de Santiago, localizada na rua da Boavista, celebrizada como a Rua da Cónega.

Por fim, regressámos para a Junta de Freguesia de S. Victor, onde a monitora Gui conversou connosco sobre o acampamento que iremos realizar.

E assim acabámos mais um dia cheio de actividade.

Rodrigo Jesus




24 de julho de 2013

Diário do Património - Dia16

"O Nosso Património" visitou o Museu Nacional da Chapelaria

Hoje a JovemCoop, juntamente com algumas pessoas da Junta de Freguesia de S. Victor, foi visitar os amiguinhos de São João da Madeira.

A viagem foi longa… mas muito animada!

Primeira paragem: Museu da Chapelaria. Fomos recebidos pela diretora do Museu que nos apresentou a guia que nos acompanhou e informou sobre o processo de criação de feltros para os chapéus, de tinturação e acabamento dos chapéus. Nesta última fase, tivemos a companhia da D. Deolinda – antiga trabalhadora da fábrica – que nos contou algumas histórias curiosas da sua vida de trabalho. Pela sua originalidade, nunca me esquecerei do ‘’truque’’ utilizado para enganar os fiscais: accionavam uma luzinha quando os fiscais estavam a chegar para que os ‘’trabalhadores ilegais’’ se escondessem na casa de banho.

Segunda paragem: Assinatura do Tratado de Cooperação e Amizade entre as freguesias de S. Victor e de São João da Madeira. Depois de ouvirmos os discursos do presidente desta última junta de freguesia, do Presidente da Câmara e do Doutor Firmino, houve uma troca de ‘’prendinhas’’ entre todos.

A JovemCoop assistiu à assinatura do Tratado de Cooperação e Amizade, entre a JFS.Victor e a JFS.João da Madeira

Terceira paragem: O desejado ALMOÇO!!!!! Depois de tanta agitação estávamos ESFOMEADOS!!! Mas valeu a pena a espera: o almoço estava delicioso! Já não posso dizer o mesmo da sobremesa... tinha chocolate… que eu tanto adoro…:ccccc

Quarta paragem: Fepsa. À nossa espera, encontrava-se a guia Natália que nos apresentou o sr. António, que nos explicou o funcionamento das máquinas e nos mostrou o trabalho delas. A parte menos agradável foi o excesso de calor e o cheiro horrível… No final, mostrou-nos alguns chapéus já acabados e prontos a ser vendidos. O que eu gostei mais foi o da polícia inglesa porque era muito duro e muito bonito.

Quinta paragem: Viarco. À chegada, conhecemos o sr. Zé que nos disse que, quando fossemos adultos, teríamos de nos esforçar muito para viver num mundo melhor. Depois, a Natália guiou-nos na visita à fábrica, explicando as três fases por que tinham de passar os lápis para estarem prontos a ser utilizados. Na primeira fase, fazem-se as minas e isso dura sete semanas; na segunda fase, as minas são metidas entre duas placas de madeira (sanduíches) e, por fim, na terceira fase, decoram-se os lápis. No total, este processo demora cerca de três meses. No final da visita, fomos comprar umas lembrancinhas.

Sexta e última paragem: Junta de Freguesia de S. Victor. Depois de um dia longo e agitado, regressámos à nossa querida freguesia, prontinhos para ir para casa jantar e descansar desta jornada enriquecedora e maravilhosa.

Beijinhos da 

Ana Filipa :)

23 de julho de 2013

Diário do Património - Dia15

Percursos pelas antigas indústrias de Braga

Hoje, a JovemCoop passou a manhã a visitar os locais das antigas fábricas do Taxa, Pachancho, Confiança … Em algumas já não existe a fábrica em si, mas no caso da Confiança ainda perdura o edifício.

A “era industrial” na produção de chapéus, em Braga, inicia-se em 1851: foi nesse ano que se instalou na cidade a primeira unidade fabril, a Fábrica Taxa, com 110 trabalhadores. Começou por uma modesta oficina, mas depressa alcançou o estatuto de fábrica, muito embora, e durante um pequeno lapso de tempo, ainda recorresse ao trabalho manual e isto enquanto aguardava a chegada de novas máquinas. Mais tarde, em 1866, instala-se a Fábrica Social Bracarense, que ficava ao fundo das Goladas, na Rua Nova de Santa Cruz. Em 1921 voltaria a nascer uma outra, “A Industrial.”, no gaveto da Rua do Taxa, já “com modernos maquinismos” e “novos métodos mecânicos”. Em 1929, as três fábricas de Braga “ainda produziam cerca de 4 mil chapéus por dia”.

A  Fábrica Pachancho deve a sua existência a António Gomes do Vale Peixoto. Nascido a 25 de Dezembro de 1890 em Braga, cedo se tornou aprendiz de torneiro e fundidor. A certa altura da sua vida vê um automóvel (acontecimento raro num país pobre e pouco desenvolvido na altura), e essa visão fascina-o de tal forma , que irá ao longo da sua vida construir um pequeno império empresarial em redor dos veículos motorizados e componentes, a 20 de Outubro de 1920, funda uma pequena oficina para fabrico de peças para automóveis, capaz de empregar 8 trabalhadores. O fabrico de componentes para motores tais como pistões, camisas, colaças e segmentos, entre outros produtos, são um sucesso e a firma vai aumentando o nº de empregados e procurando instalações mais espaçosas às necessidades de uma empresa em constante crescimento. Em 1950, a Pachancho diversifica um pouco a sua linha de produtos e começa a construir motorizadas. Contrariamente à maioria dos outros construtores nacionais que se serviam de motores estrangeiros para equipar os seus modelos, a Pachancho cria o seu próprio motor para montar nas suas motorizadas. As motorizadas Pachancho ficaram conhecidas pela sua fiabilidade e robustez. O motor Pachancho ficou bem conotado, sendo até usado por outros fabricantes de motorizadas como a Vilar e até levado aos carros de fórmula 1.

A Fábrica Confiança foi uma das “últimas” a nascer desta “era industrial” em Braga, foi  fundada a 12 de Outubro de 1894 por Silva Almeida e Santos Pereira. A produção que inicialmente se destinava exclusivamente ao fabrico de sabão Offenbach, cuja inigualável qualidade oferece à empresa uma reputação invejável, mais tarde alargasse à produção da saboaria e perfumaria fina em 1919 o vasto catálogo de produtos que eram produzidos e comercializados pela Confiança incluía já sabonetes perfumados, pós de arroz, águas-de-colónia, sabonetes medicinais, extratos extrafinos e óleos provenientes das então colónias Portuguesas, distribuídos por cerca de 150 marcas diferentes. Uma centena de anos depois da sua fundação, a Confiança continua a escrever a sua história. Uma história rica, de muitas batalhas mas cheia de conquistas. Nos dias de hoje, a Confiança, que se continua a diferenciar pela aplicação dos seus métodos de produção seculares e oferece um vasto leque de produtos inovadores, de grande qualidade e adaptados às necessidades do nosso quotidiano. Uma marca que se mantém igual a si mesma. Com vista a não se perder esta “relíquia” como as restantes, foi criado um concurso pela Câmara Municipal de Braga para que se possa reabilitar este já velho edifício.

Concluo por isso que a atividade industrial em Braga foi muito importante para o desenvolvimento desta cidade percebendo o contexto histórico em que surgiram , a demografia da própria cidade nessa época, salientando o facto de serem empresas detidas por bracarenses, seremos obrigados a reconhecer os papeis fundamentais que desempenharam no desenvolvimento de Braga e o impacto na vida de uma das freguesias urbanas mais importantes do tecido urbano.

Mauro Franqueira


Trilhos Bragueses (19) Santiago em Braga

"Diário do Minho" 22/07/2013

Santiago é um dos santos mais venerados por todo o mundo. O maior centro de peregrinação dedicado a este santo será, seguramente, a catedral de Santiago de Compostela, na Galiza e bem perto da nossa cidade.

Em Braga há um roteiro dedicado a Santiago que pode e deve ser instituído. A "porta", a rua, a Igreja e a Fonte (todos estes locais com o nome Santiago) bem como a história associada ao Túmulo do Infante D. Afonso, evocam a necessidade de fomentar este percurso, descoberto pelos "Trilhos Bragueses".

22 de julho de 2013

Diário do Património - Dia14

"O Nosso Património" visitou a Casa das Convertidas, numa visita orientada por Leonardo Rodrigues

Hoje, dia 22 de Julho voltámo-nos a encontrar na Junta de Freguesia de S. Victor para dar início a mais um dia da actividade "O Nosso Património".

Quando nos encontrámos todos reunidos no auditório, a monitora Gui disse que queria falar connosco sobre a viagem que íamos ter a S. João da Madeira e também falar um pouco sobre o acampamento que se realizará no fim das actividades do Património. 

Explicou como tudo ia ser e distribuiu as respectivas fichas de autorização para os encarregados de educação assinarem.

Depois da entrega das fichas seguimos caminho para a Casa das Convertidas onde um amigo da JovemCoop, de nome Leonardo Rodrigues, nos explicou a história e um pouco das suas características.

O que eu achei interessante foi o facto de haver uma roda própria onde as pessoas depositavam alimentos para abastecer as mulheres que viviam naquela casa. Há quem defenda que aquela roda servia, ainda, para deixar recém-nascidos, indesejados pelas mães, e que ali os colocavam aos cuidados das senhoras que lá viviam. 

Outra coisa muito interessante foi que no jardim da casa havia um quarto muito pequeno onde as convertidas eram castigadas pelo sacerdote se fizessem alguma coisa contra as regras.

E assim se passou mais um grande dia na JovemCoop 

João Ferreira

19 de julho de 2013

Diário do Património - Dia13


 Hoje passámos o dia nas Sete Fontes, na actividade "O Nosso Património" da JovemCoop com a excelente participação do sr. Joaquim e da monitora Xaninha, que nos explicaram tudo ao pormenor.

Este dia foi especial porque recebemos, no nosso grupo, a visita de vários meninos e meninas da Fundação Bonfim que ficaram a conhecer as Sete Fontes juntamente connosco.

As Sete Fontes foram edificadas em estilo barroco, estendendo-se por 3.500 metros, sendo compostas por 14 galerias subterrâneas e 6 depósitos de junção (Mães d’Água). As Sete Fontes possuem minas subterrâneas que têm, no fundo, caleiros rasgados na pedra, que direccionam a água através de galerias até aos depósitos. Estas águas abasteciam as fontes e fontanários da cidade, bem como, quintas, conventos e casa senhoriais.

As minas de água são construídas em pedra e algumas delas encimadas pelos brasões de armas do Arcebispo D. José de Bragança. A última Mãe D’Água em abóbada a ser construída foi em 1752. Mais cedo foram construídas as minas gémeas do Dr. Alvim no ano de 1744. Até há pouco tempo, uma delas tinha um brasão que acabou por ser destruído numa possível tentativa de roubo.
Para além das minas principais (depósitos de junção), ainda se pode ver outras minas secundárias, com destaque para a Mina dos Órfãos (1804) que abastecia o Colégio dos órfãos de S. Caetano. 

Concluo que foi mais uma boa manhã passada na companhia dos meus colegas e da JovemCoop.


Frank Mauro


Diário do Património - Dia12

Hoje conhecemos os "Notáveis de Braga"

Mais um dia, mais uma aventura. Hoje fomos dar uma volta pela cidade para conhecermos os grandes notáveis de Braga, ou por outras palavras pessoas muito importantes da cidade de Braga. Como por exemplo o Salgado Zenha; o Santos da Cunha; Sérgio da Silva Pinto; Lúcio Craveiro da Silva; Alberto Cruz, entre outros.

O dia começou com o monitor e amigo Rui Ferreira a dar-nos um pequeno resumo da vida de cada Notável para que depois conseguíssemos preencher a ficha que os monitores nos tinham dado com as capas, que incluía pequenos resumos de cada personalidade e depois tinha um pequeno espaço para descobrirmos de que personalidade se tratava, quase como um pequeno jogo.

Começámos pela estátua de Alberto Cruz, situada no Largo da Senhora-a-Branca e fomos terminar na estátua do Mestre José Veiga, na Avenida Central. Passando por ruas, como a rua Júlio Lima, em S. Vicente, mas também a Rua Professor Doutor Elísio de Moura, em S. Víctor e a Rua Dr. Manuel Monteiro, também em S. Víctor. 

Depois de termos ouvido e percebido tudo acerca de cada um destas personalidades, voltámos para a Junta para terminarmos assim mais um dia de “O Nosso Património”.

Um Abraço da

Catarina/Katie 

Diário do Património - Dia11

"O Nosso Património" visitou a Casa das Velas

Neste dia 17 de Julho, os participantes da actividade "O Nosso Património" da JovemCoop foram visitar a Fábrica e Casa das Velas, na rua S. Domingos, em S. Victor em que soubemos como se faz as velas, desde a forma tradicional até à máquina dos dias de hoje. 

Preenchemos as fichas de sitio do local que visitámos e vimos uma caldeira aquecida, que continha cera líquida e é aí que se preenchem os moldes, que depois são arrefecidos no tanque com água.

Depois fomos visitar a Fonte do Ídolo, que é um Monumento Nacional e que tem uma grande história, com mais de 2000 anos.

Vimos um vídeo sobre a sua história e como se foi degradando ao longo do tempo, até à recuperação pela Direcção Regional de Cultura Norte.A Fonte encerra alguns mistérios, porque não se sabe bem qual das personagens lá representadas é o deus Tongoenabiagoi ou o dedicante Celico Fronto. São dúvidas para o arqueólogos esclarecerem.

Foi um dia espectacular, com muita brincadeira e diversão ao longo do caminho.
No final tirámos a tradicional foto de grupo JovemCoop .

Rui Silva ,participante há 5 anos no património


16 de julho de 2013

Diário do Património - Dia10

Exercícios na Palaestra das Termas Romanas

Hoje, dia 16 de Julho, como é habitual às 9h30min encontrámo-nos todos na Junta de Freguesia de S.Victor para começar o dia em grande com “O Nosso Património”.

A primeira fase da manhã foi conhecer a Igreja da Senhora-a-Branca e preencher as fichas de sítio da mesma. A actual Igreja é do século XVlll, e antigamente era denominada por Igreja da Nossa Senhora das Neves.

Em seguida, fomos visitar as “Termas Romanas do Alto da Cividade” que se localizam em Maximinos. Estas termas serviam para o povo romano (mais propriamente para homens e mulheres do que para crianças) tomarem o seu banho de acordo com as regras prescritas pela medicina da época. Este mesmo povo romano, antes de ir para as termas, praticava alguns exercícios físicos e banhava-se com óleos.

 Depois do “aquecimento” e de passar os óleos no corpo, passavam para uma sala onde a temperatura era razoavelmente alta, para que as pessoas pudessem transpirar abundantemente. Depois passavam para o caldário, uma sala ainda quente, onde os romanos podiam lavar-se para retirar os excessos de óleos ainda no seu corpo. Mais tarde passavam no tepidário por breves minutos e logo a seguir mergulhavam na piscina, que naquela altura lhe davam o nome de frigidário, cuja água gelada lhes “renovava” o corpo.

Depois deste tratamento os romanos saíam das termas como “novos em folha”!

A senhora que nos fez a visita guiada a este local, no fim da visita, convidou-nos a fazer também aquela “espécie” de exercícios que os romanos faziam antes de ir para as termas.

Eu próprio confesso que achei estes exercícios muito estranhos, até porque nós ao mesmo tempo que fazíamos os alongamentos, dizíamos coisas tipo como:

“Olá sol, como estás?!”

“Adeus sol, prometo para o ano cá vir!”

Para terminar, digo que gostei muito deste dia e soube mais coisas sobre a Igreja da Senhora-a-Branca e das Termas do Alto da Cividade!.... E vocês?

Até amanhã! :)

João Antunes!

Diário do Património - Dia9

"O Nosso Património" esteve no Diário do Minho

Hoje, dia 15 de Julho, tivemos mais uma actividade do projeto “ O Nosso Património “.

Inicialmente estivemos na Junta à espera que todos os participantes chegassem, para nos deslocarmos ao edifício da redacção do Diário do Minho.

Chegámos ao local e fomos guiados pelo jornalista José Carlos Ferreira que nos acolheu e nos mostrou as salas de fotocomposição.

Acabámos por ficar numa sala onde nos foi dado a conhecer o Suplemento “Património”, publicado todos os domingos por este jornal com o objectivo de tratar, alertar para a prevenção de monumentos e locais de todo o nosso Minho.

Sendo assim, os jornalistas exploram o local a visitar, tiram fotografias, relatórios e informações acerca desse sítio e, numa fase seguinte é que é produzido o texto para a divulgação desse mesmo lugar. 

Com este projecto tenta-se mostrar diferentes maneiras de visualizar os monumentos e como podemos ajudar estes.

 No final da explicação deste novo conceito o  Sr. Jornalista esteve-nos a esclarecer as nossas dúvidas e acabou por nos propor um desafio, no qual cada grupo terá de fazer um texto em que retrate um monumento de Braga e o melhor será seleccionado para aparecer numa edição do jornal do Diário do Minho.

Para acabar a manhã, regressamos à junta de freguesia e começámos o desafio discutindo o monumento que iriamos escolher.

 (:

Beatriz

Diário do Património - Dia8

O 8º dia foi passado na Igreja de S.Victor

Hoje foi mais um dia da nossa jornada que tem por objectivo conhecer o património da nossa cidade.
Como sempre o ponto de encontro foi às 9:30 na Junta de Freguesia de S. Victor, onde entregámos os passaportes para serem carimbados. Ficámos a conhecer duas novas participantes que se juntaram a este desafio.

Por razões alheias à organização, não pudemos ir, tal como estipulado, à igreja da Senhora-a-Branca, impedindo-nos de realizar a normal inventariação da mesma. 

Sendo assim, ficámos na Junta a fazer uma actividade cujo objectivo era saber o nome de todos os participantes e monitores.

Feita a actividade, deslocámo-nos à Igreja de S. Victor e o monitor Chico Cunha apresentou-nos a contextualização e foi-nos dado o respectivo “trabalho”.  S. Victor era natural de Braga e viveu na época dos romanos. Professava a fé cristã e ao deparar-se com um cortejo romano, rejeitou prestar culto aos deuses Ceres e Silvano e foi degolado por isso.

A data da construção da Igreja é 1686, conforme se lê numa das lápides da fachada, na época de D. Luis de Sousa. A igreja foi sagrada pelo arcebispo D. João de Sousa (1696-1703) em 19 de março de 1698.
Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 29 de setembro de 1977.

Cada grupo fez a ficha de sítio sobre a igreja e mais uns santos ou altares. É um trabalho simples mas divertido de se realizar.

Depois de estar tudo feito regressamos à Junta de S. Victor onde a monitora Gui propôs-nos o desafio de “Pensar no objecto que levaríamos para uma ilha deserta, sabendo que só poderíamos levar um”, foi engraçado ouvir as várias respostas de cada um.

Quando o jogo acabou, era hora de ir embora. Segunda- feira espera-nos mais uma aventura.

Pedro Freitas

Entre Aspas - As praças do interior da Cidade

"Diário do Minho" 15/07/2013

O "Entre Aspas" desta semana é dedicado ao conhecimento dos espaços da cidade de Braga, a partir da análise do "Mappa da Cidade Primas", datado de 1756 e da presumível autoria de André Soares.

Recomenda-se atenta leitura.


11 de julho de 2013

Diário do Património - Dia7

JovemCoop na Fonte dos Galos

JovemCoop no Parque da Ponte

No dia 11 , às 9:30, começámos  o nosso 7ª dia da actividade "O Nosso Património".

Chegámos todos à Junta e, como tinham chegado três novos jovens cooperantes para a actividade, os grupos repetiram, novamente, os seus gritos de guerra para os recém elementos se integrarem nos seus devidos grupos. Enquanto isso, esperamos por um monitor, o Rui Ferreira que foi quem nos guiou na actividade de hoje.

Saímos da Junta de S. Victor e fomos até à freguesia de S. Lázaro fazer uma visita guiada aos GALOS e ao PARQUE DA PONTE. Primeiro fomos aos Galos, onde falámos um pouco sobre a Fonte dos Galos e sobre aquela zona. Os Galos são uma zona ribeirinha, de cariz eminentemente rural, constituída por ruelas estreitas e casas de pedra, muitas delas construídas sobre o caudal do rio Este. Não se conhece a sua origem mas, provavelmente, esta relacionada com a existência de moinhos nesta zona, com registos já desde o século XIII.
Fizemos umas fichas sobre a capela e algumas residências lá situadas. 

Seguimos para o Parque da Ponte onde o Rui nos explicou um pouco da história do Parque da Ponte! 
0 que se conhece acerca dos primórdios do local onde se localiza o parque é que vem referido no mapa de Braga que remonta ao ano de 1594. No século XVI, o Arcebispo D. Diogo de sousa mandou edificar uma capela em honra de S. João Baptista, depois reconstruída em 1616. Todavia a capela não é a edificação mais antiga no parque. O cruzeiro de D. Frei Bartolomeu dos Mártires, erigido no século XVI, é uma obra em memória de um hospital para infectados pela peste e mandado construir por este prelado quando
Braga se viu afectada por esta epidemia em 1569.

A ponte, essa já deveria existir naquele local desde a Idade Média, uma vez que a estrada para Guimarães passava por ali. Esta ponte veio a dar o nome ao parque.

De seguida cada grupo fez outra ficha onde um grupo fez sobre um cruzeiro, outro sobre a capela de S. João da Ponte entre outros pontos importantes naquele local.

Ao fim das visitas guiadas pelo Rui Ferreira fomos visitar muito rapidamente uma fonte, perto da antiga casa dos arcebispos.

Até Amanhã !

Miguelinho !

10 de julho de 2013

Diário do Património - Dia6

O 6ª dia foi um dia de grande pintura


No dia 10 de Julho, começámos às 09:30 o 6ºdia da actividade "O Nosso Património".

Chegando à Junta, sentámo-nos no auditório, mas não por grupos. As monitoras Tânia e Catarina entregaram-nos os “passaportes” e a Gui explicou o que tínhamos que fazer com eles. O passaporte será uma espécie de diário, onde registamos as iniciativas diárias e onde poderemos propor ideias/projectos sobre os locais visitados.

Em seguida, saímos da Junta e dirigimo-nos para a Capela de Guadalupe, para terminarmos o projecto de reabilitação do seu exterior.

Assim que lá chegámos, tivemos que nos sentar por grupos para que fossem distribuídas as diferentes tarefas. O dia de hoje foi mais à base da pintura dos baloiços, das restantes aduelas, e de apanhar os lixos orgânicos e não orgânicos no exterior, para que o parque ficasse mais limpo. 

Felizmente, no dia de hoje, não estava tanto calor como nos outros dias, mas mesmo assim, fizemos várias pausas para beber água. O dia de hoje foi também muito divertido e o trabalho não foi tão duro como o dos dias anteriores.

Chegámos ao fim da manhã todos pintados, porque começámos a pintar-nos uns aos outros.
O exterior da capela não ficou 100% remodelado, mas nota-se perfeitamente a diferença e o trabalho realizado nestes três dias é distinto.

Em comparação com os outros dias, regressámos à Junta mais tarde, apenas às 12:50 e foi assim que demos por terminado mais um dia da actividade "O Nosso Património".
 

Até amanhã.
Lara Azevedo


9 de julho de 2013

Diário do Património - Dia 5

Acção de limpeza e de reabilitação do Parque de Guadalupe

Começámos, então, no dia 9 de Julho o 5º dia da atividade “O Nosso Património”. 

Chegando à Junta, os monitores disseram aos grupos para treinarem o seu grito de guerra… 

Acabados os gritos de guerra, dirigimo-nos para a Capela de Guadalupe, para continuarmos o nosso “projecto” de reabilitação da envolvente exterior da capela. 

Os trabalhos voltaram a ser divididos pelos respectivos grupos e iniciámos, então, as tarefas propriamente ditas. Limparam-se e pintaram-se as aduelas/canteiros, lixaram-se os baloiços e as armações metálicas, removendo a tinta antiga, limpámos o terreno exterior, retirando galhos, pedras, lixos, etc… 

Devido ao calor, íamos sempre fazendo uma pausas para beber, comer, descansar um pouco e visualizar o trabalho realizado pelos outros grupos de maneira a aprendermos o que teríamos também de fazer numa fase posterior. 

Como habitualmente, às 12.30, regressámos à Junta, e demos por encerrado mais um dia cheio de actividade e alegria. 

Ate amanhã. 
Jonas Belo

Trilhos Bragueses (18) Santo Adrião da Corrica

"Diário do Minho" 08/07/2013

Uma Capela que passa despercebida, junto de um local de grande passagem. A sua fundação é de 1576, apesar de poder ser ainda mais antiga. Santo Adrião da Corrica ganhou maior relevo quando foi elevada a paróquia, ainda que esta capela tenha perdido relevo com a construção da actual igreja paroquial.

A par desta Capela, os "Trilhos Bragueses" dão, ainda, destaque à Fonte dos Namorados e ao oratório do Senhor do Bonfim.

A não perder!


8 de julho de 2013

Diário do Património - Dia 4



Começámos então no dia 8 de Julho o 4º dia da actividade “O Nosso Património”. Chegando à Junta, os monitores disseram para nos sentarmos por grupos de maneira a que chegássemos a um consenso relativamente ao nome e ao grito de guerra. Passado algum tempo de diálogo, começaram então as apresentações dos grupos e respectivos gritos de guerra.

Acabadas as apresentações, dirigimo-nos para a Capela de Guadalupe onde ouvimos uma breve palestra, dada pela monitora Catarina, acerca desse monumento e de seguida tivemos a surpresa de, ao invés de irmos preencher fichas, fomos “trabalhar no duro” no exterior da capela.

Os trabalhos foram divididos pelos respectivos grupos e estes trabalhos iam desde lixar baloiços, até limpar uns canteiros com flores de maneira a reconstituir minimamente o jardim desta capela.

Devido ao calor íamos sempre fazendo curtas pausas para beber água e descansar um pouco mas rapidamente voltávamos ao trabalho. Foram momentos cansativos mas ao mesmo tempo divertidos pois quando estamos com os nossos amigos tudo é mais fácil.

“Terminados” os trabalhos (terminados porque o trabalho vai continuar amanhã) fomos todos arrumar os materiais de limpeza e dirigimo-nos novamente para a Junta para uma despedida habitual, acabando assim mais um dia em cheio da atividade “O Nosso Património”.
Até amanhã.

Chiquinho.

Diário do Património - Dia 3

Altar onde dizem estar localizada a pedra manchada com o sangue de S.Victor

No dia 5 de Julho, na Junta de Freguesia de São Victor, começámos por fazer um jogo.
O jogo baseava-se em cada um ter que representar o animal que lhes tinha sido dado. Serviu também para fazermos os grupos. Havia, se não me engano, 4 animais, ou seja, 4 grupos.

Após termos acabado o jogo, fomos ao Areal, ao Lugar de Passos, visitar a Capela de S. Victor-o-Mártir.

Falaram-nos sobre a história que a capela tem, tiramos fotos, preenchemos o
inventário, etc.


Continuámos o caminho para a Capela de São Víctor-o-Velho. Conta a história que na pedra dentro do rendilhado do altar lateral, está sangue de São Víctor onde este foi degolado.

Essa razão é a mais provável para que o local onde está a Capela ter sido conhecido na Idade Moderna pela designação de Goladas, tal como o Pavilhão das Goladas (Hóquei de Braga).

Respectivamente ao meu grupo, preenchemos as fichas das imagens de S. Bento, Nossa Senhora, Jesus Cristo.

Quando acabámos, voltámos todos para a Junta de Freguesia e cada um retornou às suas adoradas casas onde não existia o calor presente na rua. E já estamos prontos para regressar para outra atividade.

Joana Gonçalves

6 de julho de 2013

Diário do Património - Dia 2


Hoje foi o 2º dia e como é normal todos nos encontrámos na Junta de Freguesia de S.Victor .

Como já é costume nesta actividade fomos ao Museu D. Diogo de Sousa onde a jovem cooperante Carina nos acolheu com a maior das bondades.

Já dentro do museu todos assistimos a um pequeno vídeo que nos dizia onde havia vestígios da época romana, que os próprios vestígios se danificavam por causa da acidez da terra e como os arqueólogos os tratavam.

Acabado o vídeo, vimos um grande friso cronológico, depois do friso começou a exposição e respectiva apresentação, onde se falou da idade da pedra e onde vimos armas criadas pelos romanos, também se falou na idade do bronze, e das respectivas armas e jóias criadas .

Logo de seguida, fomos ver uma vitrina onde tinha material de importação e onde vimos duas pequenas taças mas muito valiosas, mesmo ao lado vimos objectos de cerâmica que os romanos usavam para todo o tipo de tarefas como carregar vinho e azeite ou para simplesmente guardar cremes.

Mesmo à frente havia pedaços de mosaicos onde a jovem cooperante Carina nos  explicou o quão difícil era completar um mosaico e onde por acaso se encontrou uma nova peça recentemente colocada. Descendo as escadas fomos ter a outro nível do museu, onde vimos a pata dourada de cavalo que já tínhamos visto no vídeo , mesmo ao lado estavam duas maquetas, onde uma delas representava um “spa” onde os romanos faziam exercício e logo depois os próprios iriam para o frigidário, tepidário e caldário que seriam os lugares onde tomavam banho e se quisessem poderiam ficar por lá para serem massajados .

Na maquete seguinte era representada uma casa com jardim interior e as suas grandes magnitudes e todas as lojas e quartos que a rodeavam, pouco depois vimos os grandiosos “marcos miliários” que eram usados para medir as milhas e onde tinha o nome do imperador da época e que seria também uma homenagem ao próprio. Logo de seguida vimos onde eram postos os romanos e seus valores pessoais depois da morte.

Para terminar em grande vimos os alicerces de uma fantástica “domus” romana, onde vimos mosaicos no chão e sua canalização, depois de uma pequena palestra dada pela Carina acabou a nossa bela visita ao Museu D. Diogo de Sousa e regressamos então para a Junta, e assim acabou mais uma manhã da actividade “O Nosso Património”..

Benny Belo 
Até Amanhã

5 de julho de 2013

Percurso Indústrias de Braga - Inscrições abertas

A actividade realiza-se no dia 13 de Julho

Braga não é, nem nunca foi, uma cidade industrial, mas teve também o seu processo de industrialização. Esse processo, longo e demorado, deixou marcas significativas na economia da cidade e na sua própria fisionomia urbana.

É o caso da área nordeste da cidade, local de grande concentração populacional a partir do século XVIII, e centro manufactureiro dos tradicionais ‘sombreeiros’, os fabricantes de chapéus, cuja importância comercial se sobrepôs às restantes actividades deste sector.

O surgimento de grandes indústrias de chapelaria ao longo do século XIX vem confirmar esta tendência. Salientamos as três maiores fábricas ‘a vapor’ que conseguiram singrar no tecido económico da cidade: “Taxa”, fundada em 1851; “Social Bracarense” cuja actividade se iniciou em 1866; e finalmente “A Industrial”, fundada em 1921. Na sequência de um crescimento urbanístico acentuado ao longo das últimas três décadas, Braga viu desaparecer grande parte das suas históricas indústrias, para dar lugar a novos edifícios residenciais, que silenciaram a memória do passado. Chegou até nós, como último reduto da modernização, a Saboaria e Perfumaria Confiança, fundada em 1894, cujo processo de reabilitação se encontra actualmente em curso.

Se poderá parecer exagerado falar da existência de uma cintura industrial em Braga, é bem verdade que a concentração das quatro grandes indústrias da cidade, ao longo das actuais ruas D. Pedro V (outrora das Golladas) e Nova de Santa Cruz, condicionaram a vida dos bracarenses nesta zona da cidade, e lhe conferiram uma identidade cujas raízes continuam por decifrar.

Num espaço de pouco mais de 300 metros de comprimento, estendiam-se os principais centros produtores de chapéus e sabonetes do nosso país, totalizando na década de 20 cerca de meio milhar de funcionários, que habitariam nas redondezas das fábricas e influenciariam o ritmo social da maior freguesia da cidade.

  Por isso mesmo, a JovemCoop e a Braga + vão promover no próximo sábado dia 13 de julho mais um percurso patrimonial, neste caso para abordar a memória industrial de Braga. O ponto de encontro é às 09h30 no largo de Infias (estacionamento Pingo Doce), seguindo o percurso pelas ruas de S. Domingos, D. Pedro V, Nova de Santa Cruz, terminando o percurso nos Galos, após uma caminhada junto às águas do rio Este.

No final deste percurso haverá lugar a um almoço convívio no restaurante Expositor. Quem pretender inscrever-se pode fazê-lo para o email fernando.melo.mendes@gmail.com.


3 de julho de 2013

Diário do Património -Dia 1


Hoje foi 1º dia de "O Nosso Património - 9ª edição", basicamente o dia de apresentações entre todos os participantes e monitores ... Umas caras já bastante bem conhecidas, outras novas...


Como todos os anos, o encontro foi no auditório da Junta de Freguesia de S.Victor pelas 9h.30min. Começamos com as apresentações dos monitores, seguindo-se com a apresentação do Dr.Firmino, atual presidente da Junta de Freguesia de S.Victor, que aproveitou também para dar uma pequena palestra sobre todos os anos passados desta "colossal" atividade, falando também de todos os monumentos da cidade de Braga.

De seguida, o nosso colega Rico (ex-coordenador principal da atividade), aproveitou também para dar uma palestra dizendo que apesar de já não ter o seu ex cargo, estará sempre que possível presente como monitor.
Depois fomos para a avenida central de Braga fazer umas atividades de maneira a que estas mesmas servissem para conhecermos todos os novos participantes e esses mesmos conhecerem os mais velhos. Fizemos 3 atividades bastantes divertidas, umas mais mentais outras mais físicas.

Por volta das 11h50min, demos por encerradas as atividades e voltamos à Junta de Freguesia, a nossa monitora Gui aproveitou para dar uma última palestra sobre as regras em geral da atividade.

Sendo assim, despedimo-nos dizendo um simples mas sentido "Até amanhã!"

Esteves ;)