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12 de junho de 2012

Braga: O que fazer aos edifícios emblemáticos

"Diário do Minho" 08/06/2012

É uma discussão actual e pertinente.

Fruto de um progressivo desenvolvimento da cidade, sobretudo no seu crescimento para zona descentralizadas, o rico conjunto patrimonial de Braga, neste caso caracterizado pelo espólio arquitectónico, vai sofrendo tropelias várias, desde o seu abandono, até à sua total degradação.

Nos tempos que correm, se por um lado assistimos, com clamores de lamento, à ruína de imóveis com valor histórico ou arquitectónico, por outro lado regozijamo-nos por haver uma preocupação dos cidadãos em querer encontrar melhores destinos para este conjunto edificado.

Muito se tem falado da recuperação da Casa das Convertidas, da necessidade de se intervir no Palacete Domingos Afonso (Rua do Carvalhal, obra de E. Korrodi - ver BRAGA MAIOR) ou mesmo as antigas instalações da Escola D. Luis de Castro (são poucos exemplos para aquilo que está em discussão).

Ficamos a saber, no fim da semana passada, que a Escola D. Luis de Castro, além de ser ocupada frequentemente por toxicodependentes que ali se refugiam da sociedade, foi alvo de novo incêndio, o quarto num espaço de poucos meses.

Certo é, que a cidade em si, não terá capacidade e vocação para recuperar todos os edifícios de valor histórico ou patrimonial, pelo que importa pensar em linhas estratégicas que conduzam à recuperação e salvaguarda de um conjunto edificado de valor.

Por isso, talvez não fosse descabido elevar a discussão ao patamar público, onde a parte pública e privada pudessem contribuir para ajudar a preservar edifícios capazes de caracterizar a História da Cidade de Braga. Talvez aqui, na óptica de pensar a cidade, pudessem os nossos agentes políticos tomar a rédea a esta vontade e encetar diálogos para compor estratégias.

Braga necessita de ouvir opiniões que ajudem a construir uma Braga do futuro, mas caracterizada na sua identidade.


16 de janeiro de 2012

BragaCEJ2012 - Trabalho em rede

"Correio do Minho" 16/01/2012

Ao segundo dia de CEJ, realizou-se no MDDS um encontro entre associações e representantes de países detentores do titulo CEJ para iniciar uma parceria em rede, produzindo trabalho que fomente a cooperação internacional.
Também aqui, a BragaCEJ poderá ter um papel determinante!!!

28 de abril de 2011

JovemCoop colabora com JFS.Vicente


A Junta de Freguesia de S. Vicente e a associação juvenil JovemCoop estabeleceram um protocolo de cooperação cujo principal objectivo consiste na coordenação, organização e cooperação de actividades que venham a ser inseridas na Capital Europeia da Juventude, que se realizará na nossa cidade em 2012.


Este protocolo, de todo coincidentes entre as duas instituições, foi assinado pelos presidente e vogal para a educação e cultura da Junta de Freguesia, respectivamente Jorge Pires e Domingos Alves, e pelos coordenador e vice-coordenador da JovemCoop, Ricardo Silva e David Mendes.


A Junta de Freguesia de S.Vicente, como parte integrante do município de Braga, desde 1933 e desempenhando um papel activo junto da comunidade bracarense, pretende uma cada vez maior e melhor aproximação da população à causa pública envolvendo, nomeadamente, os mais jovens na vida cívica.


A associação juvenil Jovem Cooperante Natureza/Cultura (JovemCoop), desenvolve, desde 1979. meritórias actividades de natureza cultural para a cidade como, por exemplo, as relacionadas com a protecção e divulgação do património e ambiente, entre outras.
"Correio do Minho" de 26/04/2011

"Diário do Minho" de 04/05/2011
"Diário do Minho" de 05/05/2011