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26 de dezembro de 2011

Casa das Convertidas:ecos da imprensa

"Correio do Minho" 22/12/2011

"Diário do Minho" 23/12/2011

A Casa das Convertidas foi alvo de publicação em Diário da República, encorpando o lote de monumentos classificados na cidade de Braga.

Esta publicação foi bem divulgada pelos jornais"Correio do Minho" e "Diário do Minho" que deram eco das nossas preocupações para com este imóvel.

Esperamos agora que em 2012 seja publicado o edital final que consagre o estatuto definitivo de monumento à Casa das Convertidas e que esta Casa possa beneficiar de obras de requalificação que devolvam segurança e dignidade ao imóvel.


26 de maio de 2011

Sete Fontes - Publicação do Monumento em DR


"Diário do Minho" de 25/05/2011


É com extrema satisfação que acolhemos a notícia da publicação das Sete Fontes, como Monumento Nacional, no Diário da República datado de 25/05/2011.

Não dizemos que é um milagre, mas uma situação em que a justiça foi reposta, pois este monumento já devia ter sido classificado há muitos anos atrás. Ainda assim, pela sua singularidade, características e interesse, mesmo que não fosse classificado, devia ser melhor preservado pelos bracarenses, sobretudo pelos que têm responsabilidades de pensar a cidade.

Como é óbvio, pena é que esta classificação apenas tenha ocorrido depois de executadas as obras para a estrada de acesso ao Hospital. É de lamentar, ainda, que o processo classificativo per si não tenha tido a força necessária para posicionar o Hospital de Braga noutra localidade...todos concordamos que o Novo Hospital de Braga é uma mais valia necessária, agora onde podemos ter diferentes opiniões é, precisamente na sua localização, que hoje prova ser péssima, facto já assumido pela própria empresa das Estradas de Portugal.

Mas em dia de festa, não vamos derramar lágrimas de lamento, vamos sim limpar as lágrimas de alegria e unir esforços para continuar a ajudar a proteger este Monumento. Afinal, é já sabido que o Ministério da Cultura não tem capacidade fiscalizadora para perceber o que se passa no terreno (prova disso deu o técnico da DRCN ao afirmar que a Mina das Verdosas não abastecia o Complexo das Sete Fontes e deu avalo para o desmonte da referida mina).É sabido que haverá área construtiva nas Sete Fontes, apenas faltando perceber onde se localizam. Sabemos que está a ser elaborado um Plano de Pormenor há mais de um ano, quando od espacho do vereador era para fazer uma análise prévia num espaço de poucos meses.
E a população, as entidades e individualidades não são tidas nem achadas. Numa cidade e sociedade que se quer plural e democrática, a CMB prefere estar orgulhosamente só, deixando para depois qualquer sugestão (dizemos isto porque esperamos que haja período de discussão pública). Ainda assim, havendo vontade, as sugestões podiam ser acolhidas desde já, para evitar que houvesse períodos de pausa e abrandamento deste processo.

Ficamos a saber, pelo Diário do Minho de ontem, que a CMB reviu a área do Parque Sete Fontes e que agora terá 30 hectares. Mas destes, 1/3 será área construtiva...um outro tanto ficará na área do Novo Hospital e a pergunta que subsiste é...afinal, que Parque é que vamos ter? Ladeado de um lado por estrada e Hospital e do outro zonas construtivas? Vai ficar um corredor verde? É que não basta colar a zona de protecção da área hospitalar para dizer que o Parque vai ter mais tantos hectares, se as pessoas não puderem circular lá. Para os mais desatentos, neste momento há vedações e portões na área do Novo Hospital. Quem se atreve a cruzar portões?

E as áreas construtivas pensamos nós serem nas franjas voltadas a Montariol...mas vai que a CMB decide abrir a construção no topo Norte das Sete Fontes, onde estão situados a maior parte das nascentes da água das Sete Fontes? Impermeabilizará os terrenos, afectará as nascentes, reduzirá caudais, prejudicará a qualidade da água...tudo cenários possíveis.

Se nós já antevemos cenários e temos esta preocupação de pensar a cidade e partilhamos a informação, porque não faz a CMB o mesmo que esta pequena associação juvenil?

Sete Fontes Monumento Nacional, infelizmente, ainda não é sinónimo de Sete Fontes Monumento Para todos os Portugueses perpetuado para a História!



9 de janeiro de 2011

A má fé do atraso da classificação


retirado do "Diário do Minho" de 08/01/2011

No âmbito das informações veículadas pelo Diário do Minho do dia 08 do corrente mês, a sociedade deve reflectir sobre o papel das estruturas e entidades do Estado.

Parece, pois inadmíssivel, que o Ministério da Cultura e o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) ajude a aprovar uma lei que refere que os processos de classificação de monumentos têm de ser encerrados numa dada data. Após perceberem que não conseguem cumprir a lei que eles próprios ajudar a firmar, solicitam um adiamento para fechar os processos de classificação pendentes.

Qual a surpresa do comum cidadão ao aferir que não pedem prorrogação para fechar um ou dois processos, mas sim uma lista que parece infindável de património que poderia estar melhor protegido, mas que graças à inércia e lentidão dos serviços do Estado correm o risco de ser alvo de delapidação, subtracção ou mesmo destruição.

Quando verificamos que há processos quem remontam à década de 80 do Séc.XX, qualquer cidadão deve perguntar como é que é possível o Estado e os seus Institutos não conseguirem trabalhar em tempo útil.
Se qualquer funcionário de uma empresa demorasse 30 a concluir um processo, com certeza que seria despedido (e ninguém esperaria 30 anos). Como é que é possível a Administração Central sustentar tantos técnicos durante tanto tempo?

O processo das Sete Fontes arrasta-se já há mais de 15 anos...não tendo havido coragem (porque o processo não pode dar mais voltas dentro da burocracia administrativa) para publicar em DR a classificação e a sua ZEP, esperamos que haja o bom senso de não ter de esperar até 31 de Dezembro de 2011 para executar o que muitos cidadãos de Braga solicitam ao Ministério da Cultura...a real protecção e interesse pelo Monumental Complexo das Sete Fontes.

N.B. - e para verem como os serviços funcionam mal e nem se dão ao trabalho de confirmar as fontes junto das autarquias locais, não é que colocaram a Casa/Recolhimento das Convertidas na área de S. Lázaro?! Para quem não sabe, aquele monumento situa-se dentro da área administrativa da freguesia de S.Victor.

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31 de dezembro de 2010

Terminamos 2010 com avisos...e sem a classificação!

retirado do "Diário do Minho" de 31/12/2010

A Assembleia de Freguesia de S. Victor concordou solicitar ao Ministério da Cultura que publique, em Diário da República a classificação como Monumento Nacional as Sete Fontes.

A JovemCoop alerta, ainda, para o perigo que as duas Minas das Verdosas correm de ser destruídas, devido às obras dos acessos ao Novo Hospital de Braga.

Terminamos 2010 com um aviso, e esperamos que 2011 comece com a classificação, já que hoje, último dia do ano 2010, isso não aconteceu!