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20 de outubro de 2011

O processo cabeludo do jardim das Sete Fontes


"Jornal de Notícias" 16/10/2011

Numa curiosa entrevista do Jornal de Notícias à Directora Regional de Cultura Norte, a Arq.ta Paula Silva fala do seu percurso pessoal e profissional, destacando a passagem por sítios como Braga, Guimarães e Porto. 

Aborda, ainda, a necessidade de fazer do Norte uma área mais atractiva e com condições de captar Turismo Cultural.

Termina a entrevista discutindo os processos difíceis que tem entre-mão e vaticina um final feliz para todos eles. Damos, natural, destaque ao facto de a Sr.ª Directora referir que as Sete Fontes serão protegidas...por um jardim! Que as Sete Fontes são um processo difícil, já nós sabemos, mas dar-lhe só a função de jardim é redutor.


Num sítio onde foi prometido um Parque Verde, esperamos que não se baralhem as convicções, pois um jardim nas Sete Fontes é claramente coisa pouca...reiteramos a necessidade de pensar e executar um GRANDE PARQUE VERDE nas Sete Fontes.





25 de maio de 2010

Falta de respeito pelo que é de todos

extraído da edição do "Diário do Minho" 24/05/2010


O projecto de recuperação que a Câmara Municipal de Braga tem vindo a desenvolver no Parque da Ponte é meritoso. Revitalizar uma área moribunda e urbanamente estigmatizada com os estereótipos sociais de discriminação social e local de uso de estupefacientes é querer devolver à cidade um local que foi, em tempos, um local de convívio e frequência quotidiana.

Contudo, com os casos de assaltos, toxicodependência e outros casos, o Parque da ponte tornou-se um local desagradável para frequentar, desconfortável para estar e inseguro para estar com os filhos e amigos.
Louvamos o esforço de recuperar este espaço e defendemos deve ser alvo de uma contínua aposta de recuperação e revitalização, para que a cidade não perca mais um espaço. Mas defendemos, claro, que com tantas histórias do passado, mesmo recuperado no presente, pode não ter futuro, isto é, torna-se necessário dar segurança às pessoas que lá querem ir. Incentiva-las a deslocar-se ao espaço e a usufruir dele...mas para tal é necessário reforçar o policiamento naquele local e até, quem sabe, dota-lo de video-vigilância.
O facto de se destruir um jardim, que ainda por cima tinha sido uma oferta de outra entidade, revela, desde logo, a falta de segurança e o desrespeito que pode ali conviver, sem aviso prévio.

Esperamos, claro, que em breve se dote aquele espaço de melhores condições de segurança.