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7 de agosto de 2012

Y.Nature - Peregrinos com Pedalada

"Diário do Minho" 03/08/2012

"Correio do Minho" 02/08/2012

Ao longo de três dias, os "Peregrinos com Pedalada" rumaram nas suas BTT até Santiago de Compostela.

Fizeram cerca de 230km ligando a cidade de Braga até Santiago de Compostela, pelo Caminho Português da Costa.

Muitas foram as aventuras, onde também houve lugar a pequenos contratempos, com 2 bicicletas a sofrer problemas quase em simultâneo.

Mas, felizmente, os nossos peregrinos chegaram a Santiago dentro das previsões, bem dispostos e já com vontade de planear a próxima incursão.

Esta actividade dos "Peregrinos com Pedalada", foi rubricada no programa Y.Nature da Braga2012:Capital Europeia da Juventude e realizada por sete membros da JovemCoop!





1 de agosto de 2012

Y.Nature - Peregrinos com Pedalada


A Jovemcoop e Braga 2012 organizam uma iniciativa de cariz desportiva e cultural, inserida em ambiente natural. A nossa atividade visa levar até aos nossos vizinhos de Santiago de Compostela um bocadinho da força e determinação da juventude de Braga, hasteando a insígnia da JovemCoop e de Braga 2012.

Assim, em bicicletas todo-o-terreno, os membros da JovemCoop pretendem alcançar Santiago de Compostela, percorrendo o Caminho Português pela Costa. O Grupo de Bikers da JovemCoop inicia a 3 de agosto a atividade “Peregrinos com Pedalada”, tendo em vista alcançar a Catedral de Santiago de Compostela, num exercício de força espiritual e de destreza física, durante 3 dias, um total de 230 quilómetros.

O primeiro dia terminará em Mougás (Galiza), onde os sete participantes pernoitarão no albergue local, após percorrem cerca de 90 Km. No dia seguinte, os participantes farão aproximadamente 80 km e irão parar para descanso na localidade de Pontevedra. No dia 05 os aventureiros chegarão ao seu destino, cumprindo o ritual de entrar na Catedral de Santiago, como forma de agradecer ao Santo a proteção nesta longa jornada.

É uma prova de extrema dureza física, na qual só participarão membros da JovemCoop com preparação física e anímica adequada ao desafio.

Curiosidades: O Caminho Português da Costa é uma variante do Caminho Central, o trajeto mais utilizado por quem peregrinava até Santiago de Compostela. O seu traçado ganhou visibilidade durante e após o século XV, altura em que diversos factores contribuíram para aumentar a atratividade das zonas costeiras.

Tudo começou no século IX, com a presumível descoberta do túmulo do apóstolo Santiago na Galiza. Segundo a tradição medieval, o eremita Paio alertado por luzes noturnas, que se produziam no bosque de Libredão, avisou o bispo de Iria Flavia, Teodomiro, que descobriu os restos de Santiago Maior e de dois dos seus discípulos, no lugar onde posteriormente se erigiu Compostela, topónimo que associado a “Campus Stellae”, isto é “campo de estrelas”, ou mais provavelmente de Composita Tella, “terras bem ajeitadas”, eufemismo de cemitério.

A descoberta propiciou que Afonso II das Astúrias, fizesse uma peregrinação que anunciou no interior do seu reino e no exterior, a um novo lugar de peregrinação da cristandade num momento em que a importância de Roma decaíra e Jerusalém não era acessível por estar em poder dos muçulmanos.


8 de maio de 2012

Diário do Peregrino - Etapa 2

Este "Peregrinos com Pedalada" contou com a presença de um amigo português
radicado na Dinamarca, que fez questão de se juntar a esta peregrinação!


ETAPA 2

Vila Franca del Bierzo – Portomarin ( +-74km )

O dia começou, naturalmente com Chuva, tendo nós sido compensados com o pequeno-almoço preparado pelo Carlos. Saímos e iniciámos o ataque a Cebrero, a 1300m de altitude, monte mítico do caminho que marca a entrada do caminho na Galiza, a 150km de Santiago. Muita Chuva, frio e vento. Mais uma vez condições climatéricas desagradáveis, de novo um dia de sofrimento.

Dois dos peregrinos ponderaram fazer o Cebrero por estrada, mas devido ao facto de ser a 1ª vez que percorriam este mágico percurso e correndo o risco de não se repetir tão cedo, decidiram atacar a ida pelo caminho de Santiago. Muito duro…muita lama…. Mas vencido.

Após uma paragem no Cebrero, onde tomámos mais uns chás para aquecer e onde visitámos a Capelinha (conhecida por ter uma imagem do Séc. XIII), avançámos para Tricastela, É uma descida brutal para quem gosta de BTT e dura para os peregrinos a pé mas que se tornou um castigo devido à lama e ao granizo que muito nos fustigou. Chegámos a Tricastela enregelados, e tivemos de correr para nos aquecer, aproveitando uma pequena aberta de sol que ajudou a evitar um mal pior. Em Triscastela pode-se tomar dois caminhos para chegar a Sarria. E foi devido a esta possibilidade que, por lapso, o grupo se fraccionou, tendo o Ricardo pedalado sozinho durante toda a tarde (fazendo o seu verdadeiro caminho) até nos reencontrarmos já perto de Portmarin. O resto do grupo seguiu pela variante de Samos que, para mim, foi uma novidade e é sem dúvida de uma beleza natural impar. Valeu a pena.

Para terminar esta etapa tínhamos de andar mais rápido, mas perdemos muito tempo à espera do Ricardo, que afinal seguia à nossa frente, o que condicionou o avanço da etapa, bem como provocou desgaste com as sucessivas perdas, quebras e arrefecimentos.

Devido ao estado em que pelo menos eu me encontrava, (exausto) o Luís foi à frente para nos arranjar albergue, missão que cumpriu na perfeição, pelas condições encontradas e pela simpatia das hospitaleiras Isabel e Nuria (que nos deixaram pôr o nosso calçado junto da caldeira numa tentativa de secar.

Após um banho reconfortante, nada como um belo jantar com vista para o Rio Minho acompanhado de cantares de um grupo de cinquentões da mesa ao lado (ajudados por umas quantas garrafas de vinho).

Animados pelos cantares dos “cavalheiros” do lado decidimos também regar a nossa refeição do peregrino com antioxidante segundo palavras do Luís, terminando assim o dia dois.

F.Silva





Diário do Peregrino - Etapa 1

Saída de Astorga, em frente ao Palácio do Arcebispo (obra de A.Gaudi)

ETAPA 1

Astorga – Vila Franca del Bierzo ( +- 93km )

A viagem iniciou em Astorga com optimismo uma vez que não chovia.

Seguimos em direcção ao 1º desafio, a Cruz de Ferro.

Tal como esperávamos, estava muito frio pelo que antes de se iniciar a subida parámos em “Rabanal del Camino” para beber um chá.

Atacámos a Cruz de Ferro com calma, ponto mítico do caminho situado a 1500m de altitude de onde se tem uma vista fantástica podendo mesmo avistar Manzaneda, que neste momento está coberta de neve.

Segundo a tradição dos peregrinos, neste sítio deve-se deixar uma pedra levada de casa, símbolo dos pecados do peregrino. Um companheiro de jornada assim o fez (Tito) e ficámos satisfeitos por verificarmos que o tamanho dos seus pecados era diminuto.

Após a passagem pela Cruz de Ferro descemos em direcção a Ponferrada, mas as condições climatéricas não ajudaram, pois a chuva, à altitude a que nos encontrávamos, era gelada.

Infelizmente, devido à quantidade de chuva tivemos de guardar as máquinas fotográficas pelo que temos desta nossa jornada poucas fotos.

Após passarmos em Ponferrada, onde, com muita pena nossa, não parámos, devido à chuva, para ver o castelo, seguimos em frente de forma a não arrefecermos.

Dirigimo-nos para Vila Franca del Bierzo onde após muita chuva já nos encontrávamos desgastados.

O Luís insistiu em que fizéssemos o esforço de pedalarmos mais 16km, de forma a ficarmos no albergue a “Petit Potata”, que de todos os albergues que já conhecemos (e não são poucos) é sem dúvida o melhor a nível de calor humano. No início questionamo-nos sobre o esforço extra pedido, mas, de facto, valeu a pena chegar ao “Petit Potata”! Não são as instalações mas sim os hospitaleiros (especialmente o Carlos) que fazem que a paragem dos peregrinos lá seja uma experiência única.

A quem decidir fazer o caminho deve tentar ficar lá uma noite e experimentar a carbonara do Carlos e acordar ao som de música clássica.

Maravilhoso!!!

F.Silva

7 de maio de 2012

Peregrinos com Pedalada

Saída de Astorga 04/05/2012

Chegada a Santiago de Compostela 06/05/2012


O Grupo de Bikers da JovemCoop testou, uma vez mais, a sua resistência física e espiritual, fazendo o caminho de Santiago em bicicletas todo o terreno, num curto período de 3 dias.

Apelando ao querer sorver a espiritualidade do caminho, mas também testando a forma física, o grupo de 4 bikers, saiu de Astorga na manhã do dia 04 e seguiu a direcção de Santiago.

Foram três dias sempre a pedalar, pernoitando na excelente rede de Albergues que existe neste caminho.

Após 263,5 km, o Grupo de Peregrinos com Pedalada, chegou a Santiago no fim do dia de ontem, visivelmente cansados, mas muito contentes por terem conseguido cumprir o seu objectivo.

A particularidade desta iniciativa foi contar com um amigo Peregrino Português radicado na Dinamarca, que quis experimentar a vivência do Caminho.

Foram extremamente corajosos, porque além de vencerem uma grande distância, os Peregrinos com Pedalada enfrentaram condições climatéricas extremamente adversas. Mas felizmente, venceram, com sucesso, todos os obstáculos.

Os nossos parabéns.

30 de janeiro de 2012

JovemCoop: Peregrinos com pedalada

Peregrinos com Pedalada à saída da Sé Catedral de Braga

Peregrinos com Pedalada à chegada à Catedral de Santiago de Compostela

O Grupo de Bikers realizou, entre os dias 27 e 29 de Janeiro, mais uma edição de Peregrinos com Pedalada, actividade que visa atingir a Catedral de Santiago de Compostela, fazendo os vários caminhos conhecidos.

Desta vez, a opção recaiu sobre o Caminho Português, por Ponte de Lima, num total de cerca de 170km, a partir de Braga.

Os "peregrinos" sairam da Sé Catedral no dia 27, por volta das 07h35 e a primeira paragem para pernoita foi nas imediações de Valença.

Os bikers alcançaram a Catedral de Santiago por volta das 15h do dia 29, concluindo com sucesso mais esta "peregrinação".

13 de agosto de 2009

Notícias JovemCoop

Ao fim de um mês de actividade, a JovemCoop é notícia de jornal, dando ênfase às actividades "O Nosso Património" e aos "Peregrinos com Pedalada".

É óptimo que as nossas actividades possam captar a atenção dos órgãos de comunicação social, pois ajudam-nos a transmitir a nossa mensagem a quem ainda não nos conhece e a reiterar as nossas convicções junto dos nossos associados e amigos.

Empregaremos sempre o nosso melhor na realização de actividades, para que possamos ter cada vez mais jovens cooperantes na nossa associação.