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17 de abril de 2012

Barbearia Matos - mais um contributo

"Diário do Minho" 14/04/2012

O fecho da Barbearia Matos tem gerado várias opiniões, desde as que defendem a protecção deste atractivo turístico, passando por algumas vozes que reclamam os direitos do proprietário do imóvel.

Cremos que não está em causa a propriedade do imóvel, nem tão pouco se é lícito um proprietário reclamar o que é seu.

Simplesmente, entendemos que esta barbearia, pela sua centenária história e actividade, bem como pela atracção turística que provoca, sendo mais um incremento nas ruas do centro da cidade, deveria ter tido uma maior interevnção e proximidade por parte dos serviços da CMB, que têm a obrigação de pensar a cidade. Se se tivesse promovido a classificação municipal e se tivesse havido acordo prévio entre as partes, não assistiríamos a este desfecho e a mais uma delapidação turística do centro da nossa urbe.

Aqui fica o texto de Armando Malheiro, um contributo de um histórico dirigente da ASPA!


13 de fevereiro de 2012

Entre Aspas: Reabilitar o Centro Histórico

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"Diário do Minho" 13/02/2012

O "Entre Aspas" desta semana aborda uma temática muito actual, debruçando-se no "Programa Estratégico de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Braga", estudo elaborado para a CMB, tendo em vista operações de requalificação do Centro Histórico.

O texto, da autoria do arqueólogo Francisco Sande Lemos é uma breve lição sobre a História de Braga e ajuda à interpretação do eixo urbano da nossa cidade e sobre o desenvolvimento da mesma ao longo dos séculos (curiosamente, uma temática sobre a qual se debruço o arqueólogo Luis Fontes nos textos publicados no Diário do Minho e que podem ser consultados no post imediatamente a seguir).

Verdade é que uma operação de reabilitação em Braga merece e carece de uma equipa multidiscipinar que tenha a capacidade de avaliar e encontrar soluções que conjuguem o passado, o presente e o futuro (algo em que os dois arqueólogos citados estão de acordo).

Todavia, apesar do Plano Estratégico ter estado até há pouco tempo em discussão pública,  a verdade é que pouca divulgação se fez, nem houve sequer a vontade de interceder junto da população para que consultasse o documento. Assim é dificil validar as propostas da CMB ou ajudar a encontrar opções que se adequem melhor à cidade!



30 de janeiro de 2012

Braga: Espaços tertúlia para conhecer as opções para a nossa cidade


"Correio do Minho" 29/01/12


"Diário do Minho" 29/01/12

Na passada 6ª feira, dia 27, decorreu na sede da Rusga de S. Vicente, a 56ª sessão dos Serões do Burgo, iniciativa que, em jeito de tertúlia, visa discutir e partilhar temas, assumindo-se como uma espécie de forum de discussão.

A sessão passada, subordinada ao tema Braga - do passado para o futuro, que projetos e políticas se exigem para a cidade?, muito se falou de património, de cultura, do centro histórico e da qualidade de vida.

Foram chamados a discutir o assunto quatro intervenientes das forças políticas partidárias com assento na Assembléia Municipal (dado a existência de uma coligação de direita, o eleito do PSD também exerceu a responsabilidade de representar o CDS/PP e o PPM).

Daquilo que tivemos oportunidade de ouvir e ler, realçamos as políticas patrimoniais, com as forças da oposição a afirmar um mau planeamento da cidade e com consequências directas para o património e o responsável municipal a subverter estas afirmações, dando a conhecer que há um equilibrio entre a preservação e o desenvolvimento (entenda-se construção) da cidade.

Foi citado, pelas forças da oposição, os caso das Sete Fontes, mas o representante da autarquia nem pronunciou o nome do monumento nacional.

Não deixa de ser curioso o Correio do Minho ter tido a preocupação de auscultar a opinião do arqueólogo Luis Fontes, da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, que taxativamente passou um atestado de desconhecimento da História local aos representantes partidários.
A ser verdade que os decisores políticos desconhecem a realidade local, os arqueólogos têm o dever ético ( e moral), tal como qualquer cidadão,  fazer valer opiniões que demonstrem os erros e apontem soluções. Se se remeterem ao silêncio, em nada contribuem para o avanço cultural e para o tal equilibrio preservação/desenvolvimento. Além do mais, a se rverdade que Braga é a cidade que mais património recupera, então faz falta que haja mais divulgação dessas acções, para que os cidadãos fiquem correctamente informados.

Um outro tema abordado foi os das Piscinas Olímpicas, cuja obra está estagnada há imenso tempo. Quando o executivo municipal, por várias vezes e em diversas situações, afirma recorrer ao QREN como solução para viabilizar novos projectos (GeNeRation, Pousada da Juventude, Fábrica Confiança), então porque é que as Piscinas ficam de fora desta hipótese? Agora que já se investiu 8 milhões de euros de fundos públicos, porque é que se induz a possibilidade de entregar a obra a um investidor privado? Ainda que as prioridades mudem ao longos dos tempos, qual a razão que leva o executivo municipal a afastar as Piscinas como um investimento estratégico para a cidade? Como deixar um esqueleto de obra apodrecer ao lado de uma estrutura desportiva, que tem um processo de classificação a decorrer e que con tribuiu para o seu autor alcançar um prémio Pritzer?
Parece haver falta de planeamento na nossa cidade e que as decisões e grande sopções são feitas aos soluções ou impetos pontuais.

Dai que estas tertúlias são importantes para discutir a cidade e as opções a tomar, pois permitem a partilha de ideias e de opiniões. Haja mais espaços como este em Braga!

2 de novembro de 2011

Sete Fontes:Convite para Discussão Pública

"Correio do Minho" 31/10/2011

Na próxima 6ª feira, dia 04 de Novembro, a JovemCoop vai participar, a convite da Junta de Freguesia de S. Victor, na Discussão Pública dos Termos de Referência do Plano de Pormenor das Sete Fontes.

Como é um tema actual, que interessa a Braga e pode fazer "escola" no que concerne à participação pública, à vontade dos bracarenses e no que toca a Planeanento e Ordenamento em Braga, 
CONVIDAMOS TODOS OS NOSSOS AMIGOS a trazer um amigo e a participarem nesta Discussão Pública.

Dia 04 de Novembro - 21h30 - Auditório da Junta de Freguesia de S. Victor !



21 de junho de 2011

Porque a desertificação é real...

"Correio do Minho" de 15/06/2011

"Correio do Minho" de 16/06/2011

Não fazemos a apologia dos "coitadinhos", mas importa transmitir o sentimento geral que reina no centro de Braga. Os mais desatentos, entre as festas da Braga Romana e o ambiente de S. João, podem ainda não se ter apercebido, mas começam a insurgir-se as vozes de descontentamento com a falta de estratégia da CMB relativamente ao planeamento do centro histórico.

Porque tinhamos um centro muito dependente da vivência do Hospital de S. Marcos, a bruta deslocalização do equipamento hospitalar deixou várias pessoas com decisões dificeis de tomar e com negócios dificeis de gerir.

Leiam, com calma, estes breves excertos retirados do Correio do Minho e vejam as opiniões dos entrevistados. Notarão que, uns mais perto do antigo Hospital e outros mais longe, todos sentem a diferença de ambiente, procura comercial e capacidade de negócio.

É este Centro Histórico que nós queremos para a nossa cidade? Um centro deserto, desprovido de pessoas, que se enche só em dias de festa? Que exemplo de política sustentável e sustentada estaremos a dar às gerações mais novas, sobretudo em vésperas de sermos Capital Europeia da Juventude, onde é suposto dotarmos os jovens de ferramentas de aprendizagem?

E tudo isto podia ter sido minimizado, senão mesmo evitado, se tivesse havido uma política de crescimento e ordenamento do território sustentada...





12 de junho de 2011

Estamos de acordo...descubram com quem!

"Diário do Minho" de 10/06/2011

"Correio do Minho" de 10/06/2011

Há já algum tempo e vários posts atrás que temos vindo a defender uma Pousada da Juventude em Braga, mas no Centro da Cidade. Vários motivos foram já por nós expressos, mas o executivo da CMB parece continuar a querer fazer "ouvidos moucos" e a tomar posições que em nada são vantajosas a médio prazo.
Que a Pousada pode funcionar razoavelmente bem em Real, no ano de 2012, acreditamos que sim, mas porque não pensar num investimento para além de 2012?

Aliás, a julgar pelas notícias, a Pousada vai ter pouca actividade em 2012, dado que estará, ainda, em construção. Pede-se, portanto, coerência nas actuações.

E mais, o Convento de S. Francisco precisará de intervenções arqueológicas. Quem as irá executar, a que preço e em tempo? Qual será a finalidade a dar aos achados arqueológicos e se o projecto da Nova Pousada já prevê a hipótese de incluir eventuais achados na realização arquitectónica?
É que se o projecto está feito e não se prevê a arqueologia e a eventual salvaguarda do espólio encontrado, então estão já a esconder uma acção preventiva (tantas vezes reclamada antes do período de obra) e a provocar um crime lesa património por antecipação.

Estarão as entidades da tutela atentas ou será preciso haver vigilância voluntária de pessoas e organizações?


8 de junho de 2011

Assim é a "VOX POPULI"

"Diário do Minho" de 08/06/2011

Parece cada vez mais necessário discutir as opções da cidade, opções que passam pelo planeamento urbanístico, pelo ordenamento do trânsito, as obras, justiça, saúde entre vários outros assuntos.
É notória alguma insatisfação de vários cidadãos que agora, em vez de esperarem pela resolução (ou não) dos problemas, optam por exprimir a sua opinião e buscam, a partir dela, uma sociedade melhor e mais participada.
Bem hajam por essa vontade, força e coragem!