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4 de janeiro de 2011

As extensas preocupações com as Sete Fontes...


retirado do "Diário do Minho" de 04/01/2011

São longas, e vêm de trás, as preocupações com a protecção do Vale das Sete Fontes.
A conclusão que a JovemCoop vai extraindo deste processo das Sete Fontes é que nunca poderemos alhear-nos desta vigilância activa e nunca poderemos descansar, assumindo que "já cumprimos a nossa parte".

Na verdade, entre planos de pormenor, discussões públicas, intervenções arqueológicas e compromissos urbanísticos, o nosso compromisso é ajudar Braga a ter um sítio verde, um local de atracção turística, uma zona monumental por excelência, uma área ambiental que sirva de habitat a quem durante anos manteve o ecossistema equilibrado.

Por isso, quando nos pedem colaboração, nós auxiliamos, não a troco de dinheiro, mas a troco de compromissos de confiança e informação. Não reclamamos para nós a salvação das Sete Fontes, com o espírito comerciante de quem vê ali uma fonte de riqueza financeira...olhamos para as Sete Fontes como um imenso tesouro natural, que neste momento interessa partilhar com os cidadãos e com quem se desloca a Braga.

E neste espírito de colaboração, continuaremos a fomentar as nossas cooperações com qualquer instituição que venha por bem, protegendo as Sete Fontes. Sabemos que nem toda gente olha para o Vale das Sete Fontes da mesma forma pura e cândida que a JovemCoop...mas estaremos atentos a manobras e jogadas de pressão com intuitos comerciais.

Pelo trabalho que outros não fizeram até à data, e vêm agora reclamar paternalismos e pelo sacrífico que os Peticionários, a Junta de Freguesia de S. Victor, a ASPA e a JovemCoop têm feito, nós continuaremos vigilantes e interventivos.

11 de agosto de 2010

Divulgamos um excelente projecto!


Projecto "Revelações" para autores nascidos ou residentes no concelho

Pelouro da Cultura e Museu da Imagem

promovem fotógrafos de Braga



O Museu da Imagem, entidade cultural dedicada à fotografia, criada em 1999 por iniciativa do Pelouro da Cultura na Câmara Municipal de Braga, propõe-se potenciar o trabalho de autores que, no contexto local, privilegiam a fotografia como meio de expressão artística.

Fá-lo consciente do crescente número de criadores radicados na cidade e da qualidade que o seu trabalho tem granjeado a nível nacional e internacional.

Fá-lo consciente da atenção prestada ao território fotográfico, enquanto formato de mediação nos discursos da contemporaneidade, que tem sofrido um alargamento de espaços e o reconhecimento consolidado de variadas instituições ligadas à arte contemporânea.

Fá-lo no cumprimento da inerente missão de valorizar os autores locais, designadamente os emergentes, assim potenciando a sua projecção no panorama da fotografia nacional e internacional.

Assim, o projecto “Revelações”, consubstanciado na promoção anual do trabalho de dois a quatro autores, nascidos ou residentes em Braga, passa a integrar, a partir de 2010, mais um dos objectivos do Museu da Imagem, assumindo a forma de candidatura, no âmbito do qual os interessados devem sujeitar as suas propostas à apreciação de um júri reconhecido.

Além do incentivo à criatividade dos autores locais, com o projecto “Revelações”, o Museu da Imagem procura – assim a qualidade dos trabalhos concorrentes o justifique – tirar vantagem da rede de contactos que construiu ao longo desta década, promovendo a itinerância das obras apresentadas.

É com estes propósitos que – sublinha-se – o projecto se assume, não apenas como plataforma de projecção local e nacional, designadamente através de uma mostra anual no espaço de exposições do Museu da Imagem, mas procura igualmente a sua expansão internacional.


Condições de Candidatura

Os concorrentes ficam obrigados a:

1. comprovar a naturalidade ou residência no concelho de Braga há um ano ou mais;

2. enviar um ou dois portefólios, de tema livre, com um mínimo de 10 e máximo de 20 imagens, cada um;

3. entregar os trabalhos concorrentes nas instalações do Museu da Imagem (Campo das Hortas, 35 – Braga) até 3 de Setembro de 2010;

4. apresentar cada portefólio com um título de série e uma breve descrição, texto que não pode ultrapassar os mil caracteres, incluindo formatação e espaços;

5. apresentar apenas imagens em formato “JPEG”, cujo lado mais pequeno tenha exactamente 700 px;

6. entregar cada portefólio agrupado numa pasta com o título de série;

7. indicar o formato final de cada fotografia para efeitos de exposição pública;

8. em caso de selecção, assumir como implícitas todas as autorizações legais para o bom uso das respectivas imagens por iniciativa da entidade promotora – Pelouro da Cultura do Município de Braga.

Refira-se que o júri de selecção é constituído por cinco membros, concretamente um fotógrafo, dois galeristas e dois directores de instituições fotográficas de reconhecido prestígio.

O Município de Braga, através do seu Pelouro da Cultura, enquanto tutela do Museu da Imagem, assume os custos de impressão até um máximo de 300 euros por autor seleccionado.

O Museu da Imagem, através do Gabinete Municipal de Comunicação e de outros meios considerados pertinentes, tornará público, em tempo, os resultados do trabalho desenvolvido pelo júri de selecção.

Inscrições e demais informação:
Divisão de Cultura / Câmara Municipal de Braga (cultura@cm-braga.pt)
Museu da Imagem (rui.prata@gmail.com)


6 de julho de 2010

O Monte Picoto

retirado da edição do "Diário do Minho" de 04/07/2010

Tivemos oportunidade de assistir à Sessão Pública de Esclarecimento sobre o Monte Picoto, bem como já manifestamos AQUI a nossa opinião sobre o mesmo.


Abandonadas várias ideias, o projecto contempla, ainda assim, uma via estruturante a meia encosta e uma zona grande de equipamentos construídos, que uma vez mais farão parte de estratégia encapotada de transformar um Parque Verde numa zona de densidade construtiva.


Há uma espécie de aversão em Braga a espaços verdes, devidamente pensados e requalificados, pensados na óptica do simples utilizador, caminhante, turista, pedestrianista, vertendo os planos para uma óptica de consumidor, ocupador, proprietário.


Esperamos que este processo, e com esta chamada de atenção da Arquidiocese que diz ainda não ter tido resposta às suas preocupações, seja uma forma de reequacionar o espaço e o projecto.

As imagens que apresentamos mostram a necessidade urgente de intervir no Monte Picoto. Requalificar e limpar os espaços, ajardina-los, dar mais segurança aos moradores e aos fruidores daquele Monte são premissas urgentes com que, por certo, todos os cidadãos de Braga se identificam e clamam intervenção.
 
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