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27 de outubro de 2011

Rusga visita Nova Pousada da Juventude

"Diário do Minho" 26/10/2011

"Correio do Minho" 25/10/2011

O local da Nova Pousada da Juventude tem vindo a ser procurado pelos curiosos e apaixonados pela História e Arqueologia.


No âmbito de um compromisso com a CMB, os responsáveis da UAUM têm aberto o local da intervenção arqueológica ao público, orientando visitas guiadas e interpretadas ao local.


A Rusga de S. Vicente, ao abrigo do seu projecto "Rusgus Vicentinus Visita..." também fez questão de ir conhecer o local da Nova Pousada e descobrir os segredos que lá jazem.





20 de outubro de 2011

Pousada da Juventude: Visitas Abertas às Escavações

"Diário do Minho" 18/10/2011

"Correio do Minho" 18/10/2011

Já aqui foram abordados os resultados arqueológicos da Nova Pousada da Juventude;
Tivemos, no passado, oportunidade de questionar a localização da pousada e, mais recentemente, reflectir o porquê de uma intervenção que em Novembro de 2010 era julgada contraproducente e onze meses depois capacitou o imóvel de S.Francisco como a melhor pousada de juventude de Portugal.

Felizmente, seguindo as recomendações europeias, os intervenientes neste processo têm vindo a abrir a zona arqueológica ao público, possibilitando um maior contacto das pessoas com as realidades arqueológicas.

Realçamos, ainda, a importância das intervenções arqueológicas prévias que, como se pode comprovar pelas peças jornalísticas, atempadamente e se se justificar, podem obrigar a mudar os projectos arquitectónicos, inserindo-lhes a componente da reintegração.

Se, de facto, for possível não interferir nos pisos térreos, integrar as estruturas do antigo convento, reactivar a as caleiras de água e servir de sítio de formação a jovens que queiram experimentar arqueologia de uma forma séria, então estamos a abordar um projecto inovador em Braga e que esperamos que faça "escola".


14 de outubro de 2011

Pousada da Juventude: Opiniões


Em Novembro de 2010 a Pousada da Juventude era incompatível com o património de S. Frutuoso!

"Diário do Minho" 22/11/2010

Em Outubro de 2011, será a melhor Pousada da Juventude de Portugal!!!
"Diário do Minho" 08/10/2011

Afinal...o que leva a esta mudança de opinião? Deixou de ser considerada uma intervenção avulsa? Já não será um projecto efémero, casuístico e de sustentabilidade e rentabilidade duvidosas?
O que leva a este câmbio de opinião? E a fundamentação da intervenção agora executada permite uma inversão de sentidos?


Apesar de entender que há uma clara duplicação de custo (tendo em conta que esta infraestrutura poderia ocupar parte do novo GeNeRation), (e aqui também estávamos todos de acordo, até Novembro de 2010) parece claro que não houve a preocupação em atender às condições de mobilidade dos futuros utentes, nem tão pouco fazer parte de uma estratégia concertada para revitalizar o centro. Prefere-se, pois, privilegiar uma zona em franca expansão urbana, para justificar o investimento.

Mas é motivo de regozijo saber que S. Francisco terá melhor sorte. Apenas gostaríamos que as visitas abertas ao público para conhecer as intervenções arqueológicas fossem a dias mais convenientes ao público e não à Segunda-Feira, em horário de expediente. Se houvesse um a melhor concertação de horários, a divulgação e aproximação à temática arqueológica e patrimonial podia ser maior e com mais afluência.


21 de setembro de 2011

Pousada da Juventude: Para reflexão

"Diário do Minho" 19/09/2011

Já muito foi dito sobre a localização da Nova Pousada da Juventude de Braga, e agora, a ASPA e os seus sócios vêm relançar mais algumas dúvidas sobre o posicionamento desta estrutura e a possibilidade de novas descobertas arqueológicas (de relevo) que possam, inclusivé, justificar o atraso ou a interrupção das obras.
Será isto uma estratégia de conveniência?

Quanto a nós, relembramos o que escrevemos sobre a localização da Pousada da Juventude, defendendo-a no centro da cidade de Braga (Novembro de 2010):

No âmbito da preparação da cidade de Braga para acolher a Capital Europeia da Juventude (CEJ), em 2012, começam a surgir, agora, algumas notícias interessantes e que merecem a nossa reflexão.
Em primeiro lugar, merece a nossa felicitação uma aposta tão séria e tão carregada de valor como a criação de duas infra-estruturas exclusivamente dedicadas à Juventude.

Falamos, pois, da nova Pousada da Juventude e da Casa do Conselho Municipal da Juventude. Se a primeira estrutura é, indubitavelmente, necessária para Braga e para os jovens que cá acorrem, a segundo é o culminar de um sonho que poderá transformar o panorama da juventude bracarense, na sua forma de encontrar arte, cultura e abrir-se ao modelo do associativismo e voluntariado.

Duas estruturas, duas valências, um objectivo...proporcionar mais acção e oferta à juventude.
Ainda assim, queremos partilhar com os nossos leitores algumas considerações sobre estas notícias.

1 - A localização da Nova Pousada da Juventude fica distante do Centro Histórico da Cidade de Braga;
Não se compreende porque se privilegia o Convento de S. Francisco, em Real, em deterimento de outros edíficos do nosso casco histórico. A localização da pousada em Real não é central e cria uma série de dificuldades de mobilidade.

Geralmente, quem procura alojamento nas Pousadas de Juventude não dispõe de meio de transporte próprio, e todos sabemos como a rede de transportes urbanos é insuficiente em Braga, ou, pelo menos, inadaptada à realidade jovem. Imaginemos um evento nocturno que atraia jovens ao centro da cidade e que acabe à meia noite (um espectáculo de teatro, música, dança ou uma exposição). A essa hora os jovens já terão dificuldade em regressar à Pousada da Juventude pois não terão transportes (e não estamos a pensar só em 2012, onde, certamente, serão criadas carreiras especiais).

  • Se a Pousada ficasse localizada no centro de Braga, como nós defendemos (seja na Casa das Convertidas ou no antigo Quartel da GNR), todos os jovens ficariam perto dos centros de conhecimento: Universidade do Minho, Universidade Católica, Instituto Ibérico de Nanotecnologias, onde facilmente se poderão deslocar a pé.
  • Os jovens ficariam perto das estruturas de transporte e mobilidade - Central de Camionagem, Estação de Caminhos de Ferro, várias praças de Taxi; etc;
  • Situar-se-iam na zona cultural do Theatro Circo, a Escola de Música do Carandá, o Parque de Exposições de Braga,do Auditório Vita e da Gulbenkian, do Estaleiro Cultural da Velha-a-Branca, etc;
  • A pousada estaria no centro dos Parque Verdes - entre o Parque Norte (Dume), o Parque Sul (S.João da Ponte/Picoto), o Parque Nascente nas Sete Fontes e o Parque Oeste perto da zona de Maximinos.
  • Uma pousada no centro também ficaria localizada entre zonas de desporto, desde o estádio Axa e o Primeiro de Maio, os Campos da Rodovia e o Parque Radical;
  • Situar-se-ia, também, no centro do património cultural de Braga, onde os jovens poderiam facilmente visitar, a pé, a Sé Catedral e as Igrejas de Braga, os Museus (D.Diogo de Sousa, Biscainhos, Nogueira da Silva, Pio XII) estruturas arqueológicas como as Termas Romanas, a Domus da Escola Velha da Sé e as Carvalheiras, etc.
  • Os jovens que estivessem na Pousada da Juventude estariam perto do Posto de Turismo de Braga onde poderiam recolher informações várias;
  • Uma pousada da Juventude no centro de Braga proporcionaria, ainda, a vantagem de possibilitar a mobilidade jovem entre espaços de diversão nocturna como o Sardinha biba, o Insólito, o Sabão Rosa, o Populum, etc;
  • E, sobretudo, uma pousada da juventude no centro da cidade de Braga proporcionaria o contacto dos jovens com as pessoas, daria mais vida ao centro histórico que está cada vez mais deserto, e permitiria uma melhor e maior acepção cultural da nossa história. Mais ritmo, mais movimentação, mais gente.

2 - A decisão de situar a nova Pousada de Juventude de Braga não deveria ser tomada somente entre a CMB e a MoviJovem. Deveriam ser chamadas à participação as associações e entidades que habitualmente trabalhem com jovens, pois estas detêm informações e trabalhos que possam ajudar a formular esta decisão;

3 - Desviar a pousada da Juventude do centro de Braga só retirará gente do casco central urbano, sobretudo numa zona já por si populacionalmente deprimida e que ficará ainda mais, logo que o Hospital de Braga se mudar para Sete as Fontes.

4 - As pousadas de Juventude não têm que ser necessariamente estruturas de luxo, uma vez que os jovens muitas vezes requerem conforto a preços baixos, não querendo/tendo vontade de pagar preços altos;

5 - O antigo Quartel da GNR é um edifício de características singulares no centro da cidade de Braga que é demasiado grande para albergar unicamente a casa do Conselho Municipal da Juventude. Aliás, este Conselho não tem reunido com a frequência devida e, se funcionasse correctamente, deveria, ainda, ser chamado à decisão e modelo de funcionamento, tendo em conta a finalidade a que se destina a estrutura;

6 - O antigo edifício da GNR poderia albergar, num modelo misto, quer a casa do Conselho Municipal da Juventude, quer a Pousada da Juventude de Braga, porque tem espaço para tal;

7 - Além do mais, sabendo que as apostas na Juventude e na Cultura ficam sempre para último no Plano de Actividades do executivo da CMB, o edifício a reformular terá de ser auto-sustentável, logo, mais um motivo para ter mais valências que gerem receita, do que somente uma Casa Municipal da Juventude.

8 - A atenção prestada às associações de Braga tem sido diminuta, pelo que para se fazer a Casa do CMJ é preciso unificar o movimento associativo, que neste momento não trabalha em sinergia, mas antes "cada um a remar no seu próprio barco"; Por isso, pensar fazer a Casa do CMJ implica, antes de mais, ouvir as associações, conhecer o seu trabalho e saber as suas necessidades!

A JovemCoop mantém a sua ideia de que não será benéfico retirar a Pousada da Juventude do centro da cidade de Braga. Se não é possível aproveitar a Casa das Convertidas, como haviamos defendido numa primeira instância, para "converter" o edifício na tão desejada Pousada, achamos, então, que se deve pensar e ponderar a utilização do antigo Quartel da GNR, e instalar lá a Pousada da Juventude que trará á nossa cidade muitos mais benefícios!

E claro, a nossa recomendação é que não se pense na Pousada da Juventude e na Casa do CMJ só para o ano 2012, porque o desafio é manter estas estruturas em funcionamento depois da Capital Europeia da Juventude terminar. Torna-se fulcral que a CMB pense a cidade, o restauro urbano integrado e a sustentabilidade dos seus projectos, para que tenham dignidade e façam de Braga uma cidade maior e melhor, com mais qualidade de vida!

12 de setembro de 2011

Braga Maior - S. Frutuoso

"Diário do Minho" 06/09/2011

Um excelente contributo para nos ajudar a "desvendar" a Capela de S. Frutuoso, em Real!

27 de julho de 2011

A pousada e a arqueologia...

"Diário do Minho" de 26/07/2011

É louvável este acompanhamento tão próximo de uma intervenção arqueológica por parte de elementos do executivo da CMB.

Outrora, não tão longe no tempo, sacudia-se as responsabilidades e nem se queria ouvir falar de arqueologia.
Mudam-se os tempos...falta saber se se mudam as vontades.

De qualquer forma, assistiremos, com expectativa, ao desenvolver das intervenções arqueológicas neste local, pois a importância/relevância dos achados ainda poderá fazer com que a Pousada tenha de mudar de sítio...ou será que não se pôs a hipótese se aparecerem achados substanciais que interessem preservar sem a pousada ali?