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9 de janeiro de 2013

Braga sem RUMo?!


A Rádio Universitária do Minho vem por este meio informar os seus ouvintes sobre os motivos que levaram aos sucessivos cortes de emissão que iniciaram na passada sexta-feira, aproveitando para esclarecer os contornos daquilo que considera ser um evidente atentado à liberdade de programação e informação por parte da Antena Minho.

No dia 4 de Janeiro de 2013, pelas 12H00, a Rádio Universitária do Minho, RUM, deixou de poder transmitir a sua emissão, por falta de energia elétrica no emissor localizado em Santa Marta das Cortiças, concelho de Braga. (ver aqui o comunicado na íntegra)


Assim começa o comunicado que a Administração da Rádio Universitária do Minho (RUM) lançou no passado dia 07, para esclarecer, os seus ouvintes, da razão pela qual a rádio não está a emitir nas frequências normais.

Parece incrível que se proceda de uma forma agressiva e inflexível, privando os ouvintes da RUM da "sua" rádio. Havendo, ou não, dívida e partilha de emissores, custa acreditar que em vez do diálogo e da espera pela decisão judicial, parta-se logo para uma postura de insulto (chamaram "parasitas" à RUM) e se tenha cortado o abastecimento eléctrico ao emissor da RUM.

Perante esta atitude, que impede a RUM de manter as emissões na frequência rádio, estando agora a difundir via internet, está a ser convocado, no facebook, um encontro/manifestação "Não Calam a Rádio Universitária do Minho" (aderir aqui),  que visa apoiar o restabelecimento da situação normal da RUM.

No evento lê-se "Manifestação de apoio à Rádio Universitária do Minho que se encontra sem emitir! Para quem tem a RUM como rádio de eleição, como modo de ser e estar na vida. Local inicial da manifestação: Rádio Universitária do Minho em Santa Tecla!"

Prova que em Braga não há uma política construtiva para os jovens, pois se o maior canal informativo e recreativo audio, ouvido por várias faixas etárias, é silenciado e nenhuma força viva faz qualquer pergunta, qualquer pedido de informação e não toma posição para a resolução deste conflito, então os agentes da cidade não merecem esta rádio, nem a sua postura aberta e independente. 

Que seja na 6ª o movimento dos cidadãos e amigos da RUM a melhor resposta para pressionar positivamente para a reposição a emissão da RUM! Desejável seria, ainda, que o Sr. Reitor pudesse, de alguma forma, entrar em contacto com os administradores da Antena-Minho para ajudar a resolver este conflito.

7 de maio de 2012

Cartaz do ENTERRO DA GATA


Estão a chegar as MONUMENTAIS FESTAS DO ENTERRO DA GATA, um dos eventos mais esperados pela comunidade académica, da responsabilidade da Associação Académica da Universidade do Minho.

Para informação dos nossos cooperantes universitários (e não só), aqui fica o cartaz da "Gata Borralheira", do dia 11 a 19 de Maio 2012.


9 de março de 2012

Zona da UMinho:Sensibilizar para melhor ambiente urbano

retirado daqui


É sabido que a cidade cresceu, e muito, ao longos dos últimos anos, sobretudo na zona de Gualtar, graças à localização da Universidade do Minho.

É certo que a configuração dos prédios em torno da UM parece uma espécie de labirinto confuso e que é pouco harmonioso. E as dificuldades começam agora a sentir pela falta de melhor qualidade de vida urbana.

Obviamente que, em primeira circunstância, a poluição de um local ou o respeito pelo espaço público faz-se a partir do individuo e da sua instrução pessoal.  Agora, é certo que se se é permissivo a quem constantemente não respeita os seus concidadãos, então deve ser chamado à atenção.

A verdade é que os moradores daquela zona têm os mesmos deveres que todos os outros cidadãos de Braga, logo, também têm os mesmos direitos. Se pagam as taxas municipais, também lhes é devido que se faça uma manutenção mais rigorosa e cuidada de um espaço que parece ter mais apetência para estar sujo (poder-se-ia, pela proximidade, falar da pouca vergonha que é a rotunda e baía de autocarro nos Peões, junto do MacDonald's, sobretudo ao fim de semana).

Será justo apelar à sensibilização das pessoas para ter mais cuidado, mas também devem os serviços municipais de limpeza identificar os pontos mais críticos da cidade e actuar com mais incidência.
A qualidade do ambiente urbano depende de todos nós!


23 de janeiro de 2012

Braga: Um livro para o futuro

"Correio do Minho" 21/01/2012

Foi apresentado, no passado dia 20, um livro que pode ajudar autarcas e gestores da cidade a planear e a desenvolver as suas cidades de uma forma mais sustentada e equilibrada.

O livro de José Mendes, Vice-reitor da Universidade do Minho, introduz e desenvolve várias questões relacionadas com a urbe, sobretudo a necessidade de abrandar a política do betão e promover a organização e competitividade entre as cidades, através de um modelo de cidades-incubadoras.

Será, com certeza, um livro muito apreciado e lido pelos autarcas e futuros governantes, pois ajuda-los-á a refletir na forma de ver a cidade.

27 de outubro de 2011

26 de setembro de 2011

Universidade do Minho: Aplicação Interessante

"Diário do Minho" 24/09/2011

A Universidade do Minho colocou à disposição dos seus alunos uma interessante aplicação para telemóvel que permite aceder a referências bibliográficas, bem como reservar e consultar livros.

A UM torna-se pioneira num serviço que, claramente, facilita promove o incentivo à pesquisa a partir de um simples telemóvel.

Ciência das Saúde: Pedagogia para os pequeninos

"Correio do Minho" de 25/09/2011

Aproximar os futuros médicos dos seus pacientes e fazer desaparecer o medo das crianças nas idas ao médico ganha sentido com esta iniciativa do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde, da Universidade do Minho.

Além do contacto mais próximos entre pacientes e médicos, esta actividade é uma forma encorajadora de, desde pequenino, se descobrir a vocação para as Ciências da Saúde. Afinal..."de pequenino se torce o pepino", moldando os talentos de cada um.

Esta notícia merece destaque, ainda, pelo facto de na foto central aparecer a "nossa" Sara a cuidar dos pequeninos e dos seus amigos. Bra-vo!!!

12 de setembro de 2011

Viana do Castelo - Arqueologia em Santa Luzia

"Correio do Minho" 07/09/2011

A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai apoiar o desenvolvimento de trabalhos arqueológicos no monte de Sana Luzia, possibilitando aos arqueólogos conhecer um pouco melhor a História daquele local.
O Monte de Santa Luzia, célebre pelo Santuário ali existente, é detentor de um grande povoado da Idade do Ferro, mas estes investigadores recuarão na cronologia, procurando vestígios de gravuras rupestres.


28 de junho de 2011

A qualidade da água e o manancial desaproveitado das Sete Fontes

"Diário do Minho" de 28/06/2011

A Universidade do Minho acolheu o primeiro de vários encontros regionais destinados a abordar a questão da água. Realizados pela Administração da Região Hidrográfica do Norte, estipularam-se metas e apresentou-se um panorama ainda débil sobre a qualidade das massas de águas, sobretudo em alguns pontos dos cursos do Ave, Leça e Cávado - estas últimas são as mesmas que, à partida, abastecem a Cidade de Braga.

Não deixa de ser interessante como se fala, com preocupação da água e se relega para o esquecimento o manancial potável das águas das Sete Fontes.

Estas águas, que estão a ser subaproveitadas, por falta de vontade ou estratégia, poderiam ser um plano de recurso para quando houvesse algum problema com as águas que abastecem os cidadãos bracarenses; mas podiam servir ainda para abastecer fontanários públicos que servissem gratuitamente a população sedenta. Afinal, qual a cidade europeia que não tem fontanários e bebedouros públicos - em Roma, cidade antiga, vê-se na actualidade as águas das colinas envolvente à cidade a abastecer os fontanários e a servir cidadãos e turistas...e a qualidade da água deles nem é tão boa como a nossa.

Porque não conduzir as águas das Sete Fontes para fontanários públicos que neste momento são meras peças decorativas, porque não tendo água, perderam a sua função?

Porque não dar água aos fontanários que estão secos...lembramos o fontanário que se encontra na parede perto das escadas de acesso à Igreja de S. Vicente, o fontanário da Rua D. Pedro V, o fontanário que hoje se situa junto das Habitações Económicas da Avenida João XXI (do outro lado da Escola Secundária Carlos Amarante), o Chafariz que se encontra na parede lateral da Igreja do Pópulo ( que outrora recebia água das Sete Fontes, quando a sua localização era na Rua Infantaria 8), e o que se encontra no Muro da Capela de S. Sebastião das Carvalheiras (este deslocado das imediações da antiga Igreja de S. Lázaro)?

E o fontanário do Campo Novo (Praça Mouzinho de Albuquerque) que ora recebe água, ora pinga ou está seco? Na atitude cobarde ou preguiçosa, prontamente colocou-se lá uma tabuleta a dizer "Água Imprópria para Consumo". Se, de facto o é, de quem é a culpa? Quem pode rectificar a situação? Porque a Água que de vez em quando abastece o fontanário vem das Sete Fontes e essa, sabemos por análises feitas pela Junta de Freguesia de S. Victor que nasce límpida e potável.

Para reflexão...quando se fala em qualidade de vida e estratégia e ambiente urbano, também se fala de pequenas coisas que melhoram a  nossa vivência na cidade. Chafarizes com água são excelentes para quebrar o ruído da cidade, o tom poluente dos pós cinzentos e a paisagem monótona de uma cidade sem espaços verdes. A água melhora a qualidade de vida dos cidadãos porque também pode ser um elemento para refrescar nos dias de calor e saciar a sede ao transeunte. Pensar na qualidade da água e garantir que não se perde, mas antes que cumpre uma função, é sinónimo de pensar a cidade e os cidadãos. Isso é serviço público.

Agora, se não se aproveitam as águas das Sete Fontes para devolver a função aos fontanários e chafarizes, das duas uma...ou os nossos agentes políticos não bebem água; ou quem pensa a cidade não pensa nos cidadãos, porque parece haver uma política sombria, por parte da entidade que gere e faz a manutenção das águas de Braga, para retirar a água livre dos chafarizes e substituí-la por água que passa em contadores...pode a Autarquia onerar-se a si própria?

24 de maio de 2011

A História tem futuro...!!!

"Correio do Minho" de 24/05/2011

Os alunos de História deram uma lição a todos quantos têm dúvidas do futuro das Ciências Sociais...o dinamismo e o engenho fazem-nos superar e alcançar bons objectivos.
Ontem, o Dia da História foi um desses exemplos e aproximou alunos, docentes e demais pessoas ao conceito e à importância da História.
Aqui fica um reconhecimento por essa iniciativa!

18 de abril de 2011

Encontro sobre Água, Cultura e Património - Escola de Ciências da UM


No dia 18/Abril celebra-se o dia "Dia Internacional dos Monumentos e Sítios", criado em 1982 pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios) e aprovado pela UNESCO.

Assinalando esta data, o Centro de Investigação Geológica, Ordenamento e Valorização de Recursos da Universidade do Minho (CIG-R) promove no próximo dia 18/Abril uma iniciativa com comunicações dedicadas ao tema deste ano "Água: cultura e património".

Esta actividade terá início pelas 16h00 do referido 18/Abril do presente ano e será realizada no Anfiteatro da Escola de Ciências da Universidade do Minho em Gualtar, Braga.

A localização da entrada para o Anfiteatro da Escola de Ciências da Universidade do Minho pode ser vista na seguinte ligação:


O programa previsto para este encontro é o seguinte:

16h00: Apresentação

16h05: Origens das águas das nascentes - Prof. Alberto Lima

16h35: Arquitecturas da água na região de Braga: estudo e valorização patrimonial - Prof. Manuela Martins

17h05: Intervalo

17h25: Deterioração e conservação do património construído do complexo das Sete Fontes (Braga) - arqueólogo Ricardo Silva,

17h40: A água como factor de deterioração dos materiais do património - Prof. Carlos Alves

18h10: Considerações finais

A entrada (participação) neste encontro é totalmente gratuito e endereça-se a todos os interessados na matéria.

Com os melhores cumprimentos

Carlos Alves
Director
Centro de Investigação Geológica, Ordenamento e Valorização de Recursos da Universidade do Minho

29 de março de 2011

As origens de Bracara Augusta no centro de Braga

retirado do "Diário do Minho" de 28/03/2011

A história da cidade de Braga confunde-se com os vestígios arqueológicos e arquitectónicos. Uma das constantes batalhas que se trava na recuperação urbana é a ponderação do que é para destruir e do que é para conservar. Após isto, levantam-se, ainda, outras dúvidas, como por exemplo, quem deve suportar os encargos das escavações arqueológicas e se o estado, além de exigir, se devia comparticipar.
Folgamos em saber que há bons exemplos em Braga, que permitem unir a arqueologia à arquitectura e proporcionar um ambiente urbano de qualidade, sobretudo naquilo que somos tão defensores, que é o património para o turismo.
Se as negociações nem sempre são fáceis, louvamos a paciência dos promotores da obra pela vontade em dar um acréscimo à história da nossa cidade. É, além de uma missão social, uma responsabilização para outros promotores, para que possam seguir este exemplo.
Assim, Braga terá mais "história", mais vestígios, mais património para sustentar uma qualificação do seu centro histórico e afirmar Braga como cidade eternamente viva!


24 de março de 2011

DIVULGAÇÃO - Workshop: A água na região de Braga



O Workshop que terá lugar no dia 25 de Março, de manhã, em Gualtar, no Anfiteatro da Escola de Engenharia, subordinado ao tema "A água na região de Braga", insere-se no âmbito da realização da 2ª Reunião do Projecto Europeu As "Formas" da água. Significados, usos e arquitecturas do bem comum mais precioso, financiado pelo Programa Cultura (2007-2013).

A sessão tem por objectivo dar a conhecer à comunidade académica os objectivos do Projecto bem como o trabalho que se encontra em desenvolvimento por parte da Universidade do Minho, enquanto parceira, incidente sobre as formas culturais da água na cidade de Braga e região envolvente. O âmbito cronológico abarcado compreende o período entre a Época romana e o período pré-industrial.

Pretende-se sublinhar, por esta via, a importância da água enquanto recurso indispensável à vida, mas também como património cultural identitário da região euro-mediterrânica. Pretende-se igualmente destacar a necessidade de valorizar o uso e significado da água, ao longo dos tempos, bem como sensibilizar a comunidade para a preservação das expressões arquitectónicas a que deu origem. Quer como recurso, quer como património cultural tangível e intangível, a água merece ser estudada tendo em vista divulgar as diferentes e complexas expressões utilitárias, simbólicas e arquitectónicas, que o seu uso assumiu na história das regiões europeias.

Público alvo:
Comunidade académica em geral
Comunidade discente graduada e pós-graduada das áreas de História, Arqueologia e Património

Mais informações: http://www.watershapes.eu

Cumprimentos

Rafaela Sousa/CITCEM
605280
sala 226 ICS

30 de setembro de 2010

Festival de Outono da Universidade do Minho



retirado da edição do "Correio do Minho" de 29/09/2010

Um evento muito interessante, repartido pelas cidades de Braga e Guimarães, para acolher os novos alunos e dar-lhes a conhecer as potencialidades das duas cidades, as suas histórias e pulsar cultural.
Vale a pena estar atento e participar!