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15 de julho de 2012

Destaque Percursos do Barroco - "De Azul e Dourado"


"Diário do Minho" 15/07/2012

No âmbito das actividades da JovemCoop, inseridas na programação oficial da BragaCEJ2012, realizou-se, ontem, o V Percurso do Barroco, desta vez dedicado à Talha Dourada e aos Azueljos da época do Barroco.


A visita, orientada pelo jovem investigador e amigo Rui Ferreira, consistiu em descobrir a História e alguns dos locais com elementos em Talha Dourada e Azueljos do mais expressivo em Braga.


Esta actividade contou com cerca de oito dezenas de pessoas que percorreram as Igrejas de S. Victor, S.Vicente, Salvador (Conde Agrolongo), Pópulo, Misericórdia, Seminário de Santiago, Conceição (Instituto Monsenhor Airosa) e Santa Cruz.


Além da oportunidade para conhecer alguns dos locais mais emblemáticos de Braga, foi uma ocasião de ouro para perpetuar esta visita, através de várias fotografias.


Aqui ficam alguns desses registos:





12 de julho de 2012

Braga Maior: Cidade do Barroco

"Diário do Minho" 11/07/2012

Braga é uma cidade de várias cronologias. Todas elas marcaram a vivência da cidade e o legado histórico enriquece a nossa cidade.

É certo que há períodos da História da cidade mais ou menos expressivos ou mais ou menos visiveis aos nossos sentidos.

O Barroco é um estilo artístico que muito marcou a nossa cidade, deixando a sua marca por toda a cidade, sobretudo nos edifícios religiosos.

Rui Ferreira, autor do blog Braga Maior sugere um conjunto de ideias sobre como a cidade, com tantos recursos patrimoniais pode e deve aproveitar para exponenciar este rico património, algo que pode ser conseguido a baixos custos.

Vale a pena ler o artigo e reflectir sobre o papel da actuação dos agentes culturais do nosso Município.

Nós damos uma ajuda a divulgar o nosso património, com o precioso contributo de Rui Ferreira.
Já este Sábado, dia 14, o Percurso do Barroco que dará destaque ao Azulejo e à Talha Dourada (o quinto percurso, depois de mostrarmos quatro percursos sobre a mesma expressão artística).

A não perder, basta aparecer na Igreja de S.Victor, às 9h30.


10 de julho de 2012

Percursos do Barroco - De Azul e Dourado


"Correio do Minho" 08/07/2012


O próximo Percurso do Barroco visa dar a conhecer fantásticas obras deste período, quer na área do Azulejo, quer na parte da Talha Dourada.

Em Braga e nas obras monumentais da cidade, várias personagens de renome assinaram para a posteridade um conjunto patrimonial de enorme relevo, que tantas vezes nos passa despercebido.

No próximo Sábado, dia 14, vamos fazer um percurso por várias igrejas de Braga, onde é possível entrar em contacto com azulejaria e talha dourada belíssimas e bastante expressivas (e impressionantes).

Aqui fica o convite:

Sábado, dia 14
Ponto de Encontro: Igreja de S. Victor às 09h30

OBJECTIVOS:       

 - Conhecer a importância do barroco no contexto das artes decorativas da arquitectura religiosa na fase 1650-1750, sublinhando a evolução da talha dourada e do azulejo.

- Identificar os principais artífices da arte barroca bracarense neste âmbito, nomeadamente os azulejistas “lisboetas” e os principais entalhadores.

- Compreender a história e a importância de cada edificação religiosa, percebendo os principais traços do seu passado e o grau de relevância no contexto urbano bracarense.

- Perceber a importância da natureza para a sociedade do período barroco.

19 de dezembro de 2011

A importância de preservar o património azulejar

"Correio do Minho" 16/12/2011

"Diário do Minho" 16/12/2011

É importante criar condições para preservar o património azulejar.

Apesar de na última acção, promovida pela CMB e pelo Museu do Azulejo da Polícia Judiciária  ter ficado a ideia de que não há queixas contra o furto deste tipo de património, isto não significa que tal não aconteça.

No caso de Braga, cidade rica em azulejo, seria interessante criar um Base de dados que arquivasse padrões e tipologia de azulejos.

Na verdade, uma cidade em constante mutação e com vários edifícios a necessitar de intervenção, muitas vezes por descuido ou desinteresse, são retirados e/ou partidos azulejos que fazem parte da História do imóvel.

Ainda que não seja muito expressivo o roubo de azulejos, certo é que a sensibilidade para com este património também é relativamente recente.

Por isso, se tiver informações sobre azulejos ou quiser denunciar alguma situação lesiva, sugerimos a consulta do site www.sosazulejo.com ou visita à página do facebook http://www.facebook.com/#!/projectososazulejo.

12 de dezembro de 2011

Gabinete de Arqueologia e PJ -seminário sobre azulejos

"Diário do Minho" 10/12/11

O Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga, conjuntamente com o Museu da Polícia Judiciária promoverá, no próximo dia 15 do corrente mês a iniciativa "IV Seminário Anual SOS Azulejo".

Esta iniciativa merece o nosso aplauso porque dá a conhecer as boas práticas no que toca à conservação e restauro do património azulejar, bem como induz em cuidados a ter na prevenção ao seu furto (por exemplo, o registo do padrão de azulejos).

A par do seminário, irá ser atribuído o Prémio SOS Azulejo, destacando acções de restauro.

A JovemCoop, no âmbito da actividade "O Nosso Património" tem vindo a recolher, em desenho e em fotografia, vários padrões de azulejo, em edifícios da freguesia de S. Victor.

Temos mais de duas dezenas de padrões levantados e sabemos que, se um dia uma determinada casa for abaixo ou se furtarem azulejos num determinado imóvel, nós temos registado o padrão.

É exemplo de uma tarefa simples, mas de grande utilidade para repôr situações lesivas.

1 de abril de 2011

Divulgação - "Vamos Azulejar?!"



Gabinete Municipal de Arqueologia promove ateliês de pintura em azulejo

“Vamos Azulejar” pela segunda vez

 


A Câmara Municipal de Braga, através do seu Gabinete de Arqueologia, retoma durante o trimestre de Abril a Junho a iniciativa “Vamos azulejar”, com que pretende sensibilizar para a importância do legado patrimonial de que neste âmbito é fiel depositária.
Iniciando-se amanhã (1 de Abril) e prolongando-se até final de Junho, dirige-se a um público particularmente infanto-juvenil e consubstancia-se em ateliês de pintura sobre azulejo.
Estes ateliês – para grupos, de terça a sexta-feira, das 9h30 às 12h00 e das 14h30 às 17h00 – propõem-se abordar as diferentes técnicas de pintura em azulejo, do giz aos pigmentos cerâmicos, da corda-seca à técnica do claro-escuro.
Neste âmbito, os participantes tomam também contacto, mediante visita guiada, com o conjunto azulejar da escadaria central do Convento do Pópulo, recentemente recuperado.
Apreciam ainda a exposição de trabalhos resultantes da primeira edição do “Vamos azulejar”, que decorreu no verão passado, patente numa das alas reconstruídas do Convento do Pópulo.
Neste âmbito, é ainda disponibilizado um desdobrável com informação sobre o revestimento azulejar do Convento do Pópulo, assim como o acesso a um quiosque multimédia, instalado na escadaria do edifício, onde pode ser visto um filme, que funciona como interface de divulgação e informação sobre o processo de restauro realizado.
Os interessados em frequentar estes ateliês devem proceder, obrigatoriamente, a uma inscrição prévia, que podem fazer pelo telefone 253 203 150 ou pelo correio electrónico
arqueologia@cm-braga.pt .
A construção da igreja e convento do Pópulo iniciou-se em finais do século XVI, por ordem do arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus, com o intuito de albergar o seu jazigo. Ao longo do século XVIII foram introduzidas diversas alterações de carácter barroco, ainda hoje visíveis em múltiplos elementos decorativos do interior da igreja e no revestimento azulejar da escadaria nobre do convento.
Este conjunto de azulejos enquadra-se no período da azulejaria portuguesa denominada como “ciclo dos mestres”, que se destaca pela monocromia azul e pela contratação de pintores de cavalete para a execução dos painéis de azulejo, que pretendiam conferir o efeito de tridimensionalidade ao espaço onde estavam inseridos.
Iconograficamente, apresentam temas religiosos, directamente relacionados com a ordem religiosa que ocupava o convento, a Ordem dos Ermitas de Santo Agostinho.
Em finais do século XVIII, e sob a autoria do engenheiro e arquitecto Carlos Amarante, procedeu-se a obras de reconstrução, conciliando as matrizes barrocas com o neoclássico, recebendo o conjunto edificado a imagem que chegou até nós.
Após 1834, altura em que a ordem que ocupava o convento foi extinta, o imóvel foi transformado em quartel militar, perdurando essa função até à última década do século XX, altura em que foi adquirido pela Câmara Municipal de Braga, que iniciou os trabalhos de restauro e reabilitação necessários à salvaguarda do imóvel e à instalação dos serviços municipais.
Em 2006, com a colaboração do Instituto do Património Arquitectónico e Arqueológico, o Município iniciou estudos que conduziram à intervenção de restauro deste revestimento azulejar da escadaria, trabalhos que tiveram por base o levantamento do estado de conservação e o recurso ao uso de réplicas, colmatando lacunas que impediam a completa leitura e percepção estética do silhar de azulejo.

Câmara Municipal de Braga, 31 de Março de 2011
P’ O Gabinete de Comunicação,
 
(João Paulo Mesquita) 


_____________________________________________________________________
Para eventual contacto, utilize 253 203 153 - 966 787 083 - 
comunica@cm-braga.pt www.cm-braga.pt ;http://municipiobraga.blogspot.com 
Se não está interessado em receber informação através deste meio, queira remeter-nos
mensagem para comunica@cm-braga.pt , com o termo remover no campo adstrito ao assunto.
(Directiva 2000/31/CE do Parlamento Europeu; Relatório A5-0270/2001 do Parlamento Europeu).
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2 de agosto de 2010

Recuperação dos Azulejos da Igreja de S.Vicente

retirado da edição "Diário do Minho" de 31/07/2010

No âmbito do encerramento das actividades de "O Nosso Património", os nossos participantes tiveram a oportunidade de visitar as obras de recuperação e restauro dos painéis de azulejos da Igreja de S.Vicente.
Além da contextualização histórica da Igreja, foi explicado aos nossos participantes, pelos técnicos da Signinum, qual o problema dos azulejos, quais os factores que os levam à deterioração, qual o processo de recuperação e os procedimentos a seguir.

Foi uma experiência muito interessante, porque os nossos participantes tiveram, ainda, a oportunidade de pegar nos azulejos, limpar as superfícies vidradas, retirar os faceamentos e colar os fragmentos partidos.
Foi uma forma de perceber como se pode recuperar património e tomar parte da História.





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