14 de novembro de 2011

Braga Por um Canudo:Alerta na Fonte do Idolo

"Diário do Minho" 14/11/2011

Os vestígios arqueológicos existentes na zona da Fonte do Ídolo são muito, por isso, a lei obriga a que qualquer intervenção no subsolo seja acompanhada de técnicos arqueólogos. Só por isso, esta "canudada" já tinha razões de vir hoje publicada.

Mas o facto é que além disso, os buracos que lá se encontram não foram realizados pela arqueologia, mas o resultado final foi a pouca sensibilidade para com os cidadãos com dificuldades motoras, pois a terra dos buracos foi colocada no sítio de aparcamento para pessoas com deficiência.

Será que é possível remediar esta situação em tempo útil, para que as pessoas com dificuldade de locomoção possam ver garantidas uma pequena ajuda com os sítios a elas reservadas?

7 de novembro de 2011

Sete Fontes - (quase) Todos em consonância

"Diário do Minho" 06/11/2011

"Correio do Minho" 06/11/2011

"Diário do Minho" 05/11/2011

Uma vez que estão em discussão pública os Termos de Referência para o Plano de Pormenor das Sete Fontes, são já várias as sugestões que têm vindo a ser formuladas e que serão entregues ao Sr. Presidente da Câmara de Braga.


Estruturas Partidárias, Movimentos Colectivos e Cidadãos individuais expressam a sua preocupação com os planos da CMB para a zona das Sete Fontes.


Na Discussão pública promovida pela Junta de Freguesia de S. Victor, no passado dia 04 de Novembro, sobressaem algumas ideias que deixamos aqui expressas:


1 - A necessidade de incluir na equipa técnica elementos técnicos de Arqueologia e Hidrogeologia. Aliás, na discussão, a JovemCoop teve e a oportunidade de mostrar os elementos arqueológicos já conhecidos no Vale das Sete Fontes, realçando o muito que ainda estará por descobrir;


2 - Invocar para a área verde uma Zona Non Aedificandi para que de uma vez por todos as expectativas de construção sejam sanadas e se proteja os lençóis de água; Ver aqui o que a JovemCoop propôs em Novembro de 2009 e o que o IGESPAR responder em Novembro de 2010


3 - Aliviar a pressão construtiva da envolvente para outras zonas marginais;


4 - Não incluir novos traçados rodoviários nem nós de acesso pelo Vale das Sete Fontes, suspendendo a pretensão de construir a variante à E.N. 103;


5 - Promover estudos técnicos de hidrogeologia para reforçar o conhecimento dos lençóis freáticos no Vale das Sete Fontes, salvaguardando a qualidade da água;


6 - Realizar para a área das Sete Fontes não um Plano de Pormenor, mas sim um Plano de Pormenor de Salvaguarda, aduzindo aos técnicos do IGESPAR/DRCN a necessidade de instituir a lei orgânica de protecção do património cultural português.


Se os nossos leitores quiserem contribuir com mais ideias, podem fazê-lo para o nosso e-mail info@jovemcoop.com .Temos até ao próximo dia 18 de Novembro para convencer o executivo da Câmara Municipal de Braga a inverter uma tendência construtiva e a dignificar o Complexo Monumental das Sete Fontes.





Sem Abrigo - Reportagem Diário do Minho


"Diário do Minho" 07/11/2011

Não é um assunto que costumemos abordar neste espaço de ideias. Muitas vezes, quando debatemos ideias para a cidade, falamos de estruturas, infra-estruturas, rede viária, parque escolar, informático e esquecemo-nos do mais importante...as pessoas. Ou melhor, tendencialmente lembramos as pessoas que têm um tecto, comida na mesa, roupa lavada e que todos os dias se levantam para ganhar o seu salário, levar os filhos à escola ou ir para a escola...trabalhar e com sacrifício, vencer as dificuldades do dia-a-dia. 

E então sim, no meio das nossas preocupações, esquecemos quem fez opções de vida errada ou teve infortúnios que os conduziram à desgraça.

Felizmente, estas pessoas tantas vezes esquecidas e marginalizadas têm quem se preocupe com elas, dando-lhes motivos para sorrir, entre tantos momentos do dia em que estão de boca fechada.

Para pensar numa melhor cidade, temos de pensar nos casos sociais e tentar arranjar maneira de sair do nosso individualismo para, em conjunto, arranjar soluções que permitam ajudar quem quer ser ajudado.

Afinal, até passamos por muitas destas pessoas diariamente e elas fazem parte da nossa vivência na cidade. Muitos de nós chamam-lhes os "cromos" ou as "figuras" da cidade, mas estas pessoas têm nome, têm idade e tiveram, um dia, uma vida melhor. E pedem respeito, porque nunca nós imaginamos à noite que além do frio, há quem lhes atire pedras ou lhes roube os cobertores.

Por isso, apelamos à leitura atenta do espaço "Reportagem" do Diário do Minho e que invistam um momento na reflexão do texto.
Obrigado!!!


Fábrica Confiança - reclama uma nova vida

"Diário do Minho" 07/11/2011





Quem vê, por fora, a grandeza da fachada, imagina que lá dentro encontrará um amplo local industrializado que justifique a sua presença ali, na Rua Nova de Santa Cruz.


Infelizmente, quem vê por fora, não imagina o lastimável estado interior, e quem entra, já não consegue imaginar os tempos áureos de grande laboração desta fábrica. Renomeada nacional e internacionalmente, a Fábrica/Saboaria Confiança levava aos quatro cantos do mundo o nome de Braga.


Em Braga, marcava a sua localização o melhor e o pior dos aromas. Se por um lado se tapava o nariz para não sentir o terrível e nauseabundo cheiro que emanava da transformação da matéria prima, por outro lado, era agradável sentir o cheiro dos sabonetes e o doce odor dos perfumes.


Actualmente o edifício está em ruínas. Actualmente, parece estar "em cima da mesa" a possível aquisição do imóvel, por parte do Município, e convertê-lo num equipamento para a cidade. 


Aceitamos com muito agrado o convite que nos foi endereçado pela Coligação Juntos Por Braga para nos juntarmos a uma visita pelo edifício. Estamos de acordo que ali deveria nascer um edifício multidisciplinar, ligado à memória da indústria bracarense, relevando o Museu da Fábrica Confiança e acrescentamos que devia surgir um espaço dedicado a artes cinematográficas, aludindo ao tempo em que se filmou a saída dos operários, aos estilo dos irmãos Lumière. 
Mas advogamos, ainda, conversações com a Universidade do Minho e com a Associação Académica pois seria interessante que ali nascesse um espaço dedicado aos alunos, ao estudos (bibliotecas 24h), à Rádio Universitária do Minho; E que a Junta de S. Victor pudesse ter ali o seu Centro Cívico, dotando-o das "mil actividades" que vai realizando.


Braga ficaria a ganhar, e muito, com a criação de um espaço cultural e académico, que servisse de alternativa às poucas opções de que dispomos actualmente.





Braga CEJ2012 - Indústrias Criativas

"Diário do Minho" 07/11/2011

A Fundação Bracara Augusta organizou, na passada Sexta-feira, uma conferência subordinada ao tema das "Indústrias Culturais e Criativas", bem a propósito da aposta que Braga Capital Europeia da Juventude quer fazer.

Os convidados destacaram a actual conjuntura económica, afirmando que é difícil a aposta na cultura, mas que o facto de Braga ser Capital Europeia da Juventude e Guimarães Capital Europeia da Cultura realça a necessidade de investir nestas áreas, adequando-as aos tempo e de forma mais próxima das pessoas.

Agora que os "dados" estão lançado, esperamos que as organizações da CEJ2012 e CEC2012 captem este repto e saibam como gerir as melhores capitais europeias de sempre!


2 de novembro de 2011

Crónica A Voz à Juventude (3) Correio do Minho

"Correio do Minho" 01/11/2011



PLANEAR BRAGA PARA EVITAR “O FIM DO MUNDO”!

Se o meu amigo leitor está a ler esta crónica, então o mundo não acabou no passado dia 21, conforme Harold Camping havia vaticinado. Mas acredito que muitos portugueses, em geral e os bracarenses, em particular, tenham achado que o fim do mundo estava próximo, aquando das longas chuvadas do dia 26.


A cidade de Braga ficou “mergulhada” no caos e assistimos a infindáveis filas de trânsito, onde ambulâncias furavam com muita dificuldade e pais, com filhos no carro, se viam desesperados para acalmar os seus rebentos.


Se o mau tempo tem destas contrariedades e não se pode assacar responsabilidades a S. Pedro, certo é que os efeitos das intempéries poderiam ser minimizados se a nossa cidade tivesse crescido a um ritmo que permitisse aplicar, de forma correcta, os instrumentos de Ordenamento e Planeamento (não fazendo destas meras figuras ilustrativas).


Na verdade, hoje pagamos o erro de se ter deixado construir imóveis nos leitos de cheia do Rio Este (são corredores de protecção que deveriam estar livres para serem ocupados quando o caudal do rio sobre). Torna-se claro que estando estes leitos ocupados, o rio invade-os de igual forma, pelo que causa estragos incalculáveis. Se é agradável morar em cima do rio? Acredito que deve ser interessante, mas se se devia ter permitido? Creio que hoje todos os moradores afectados estarão de acordo que não é a melhor opção. Afinal, se o Homem invade racionalmente o território da natureza, certo é que a natureza não será tão clarividente em não invadir algo que é seu…por natureza!


É, ainda, recorrente, em dias de chuva, os túneis da cidade de Braga ficarem alagados e intransitáveis. Ora isto dá-se devido às acentuadas pendentes destas estruturas, havendo um claro défice de escoamento, o que permite concentrar as águas e transformar os túneis em verdadeiras piscinas (não deixa de ser engraçado como a natureza encarrega-se de fazer piscinas em Braga, quando a Piscina Olímpica do alegado Parque Norte continua estagnada).


As estratégias para a cidade ficam rubricadas na carta de ordenamento, pertencentes ao Plano Director Municipal. Um melhor ordenamento do território evitaria esta luta de titãs, onde se digladiam Homem versus Natureza.


Sabemos que as forças da Natureza são difíceis de controlar, pelo que deviamo-nos preocupar em minimizar os seus impactos. Relembro que com as chuvadas do dia 26, voaram telhas da Casa/Recolhimento das Convertidas, entre a Av.Central e a Rua de S. Gonçalo. Numa zona central da cidade, onde passam milhares de pessoas diariamente e onde existe uma escola que alberga crianças e adolescentes, imaginem se à hora da saída das aulas as telhas caíssem em cima dos jovens? E enquanto não se restituem as telhas, dão-se mais infiltrações no edifício histórico, promovendo uma célere destruição deste imóvel histórico. Não minimizando os efeitos, podemos perder vidas humanas e património legado por um dos maiores humanistas do Séc.XVIII de Braga, D. Rodrigo Moura Telles. Torna-se urgente converter a Casa das Convertidas num espaço requalificado e aberto ao público.


Outro local que necessita de um bom Planeamento e que carece de um forte conceito de Ordenamento é a zona das Sete Fontes. Uma zona de água onde se prevê uma forte componente construtiva poderá vir a sofrer os mesmos destinos das construções na zona do rio Este. E impermeabilizar os solos e reduzir as espécies arbóreas tornará Braga uma cidade mais quente no Verão e com forte possibilidade de inundação nos dias de chuva. Por isso, convido o amigo leitor a participar na Discussão Pública, no próximo dia 4 de Novembro, às 21h30 na Junta de Freguesia de S. Victor sobre o Plano de Pormenor para as Sete Fontes. Todos juntos poderemos pensar uma cidade amiga da natureza e com maior qualidade de vida para os seus habitantes, sem estarmos preocupados com o fim do mundo.


Entre Aspas: Pousada da Juventude

"Diário do Minho" 31/10/2011

Este interessante texto da autoria do Professor Sande Lemos, vai de encontro às nossas ideias.

Requalificar e conhecer o património do Convento de S. Francisco, merece nota positiva...agora, construir aqui a Nova Pousada da Juventude e esquecer questões como a mobilidade dos jovens ou a revitalização do centro histórico de Braga é algo que merece destaque negativo.

Jornal Público: Reportagem Sete Fontes

"Público" 24/10/2011

O Jornal "Público" dedicou atenção ao Complexo Monumental das Sete Fontes.

Numa peça jornalística rubricada por Samuel Silva, houve o cuidade de auscultar alguns dos vários intervenientes e responsáveis para a protecção deste Monumento Nacional.

Ficámos com a nítida sensação que este é um processo complexo e que a Câmara Municipal de Braga, a Junta de Freguesia de S. Victor, Peticionários e Associações que se dedicam à defesa das Sete Fontes ora coincidem na necessidade de protecção, ora divergem na maneira como o este processo está a ser conduzido.

Recomendamos atenta leitura e convidamos os nossos leitores a partilhar ideias na caixa de comentários.



Arqueologia: Nova Versão da Pousada da Juventude

"Diário do Minho" 30/11/2011

A peça jornalística do Diário do Minho, assinada por Joaquim Martins Fernandes, é bastante esclarecedora.

A Pousada está projectada para aquele local há 10 anos, mas só agora houve condições para avançar com a sua execução. Como é uma zona de forte sensibilidade arqueológica, já foram efectuadas alterações ao projecto, não se colocando de parte novas alterações.

Resumindo...provavelmente não teremos a Nova Pousada da Juventude pronta a tempo de albergar os jovens que se desloquem em 2012 à Capital Europeia da Juventude

Se por um lado, a intervenção arqueológica é um excelente exemplo do conhecimento da História da Cidade de Braga, por outro, tanto atraso na construção do equipamento é um péssimo exemplo a dar à Juventude.

A nossa posição sobre a Nova Pousada da Juventude já é conhecida, mas acrescentamos agora que se já está programada há 10 anos para aquele local, então poder-se-iam ter feitos todos os estudos arqueológicos e avaliado se era ou não o melhor sítio para construir este equipamento.

Sete Fontes:Convite para Discussão Pública

"Correio do Minho" 31/10/2011

Na próxima 6ª feira, dia 04 de Novembro, a JovemCoop vai participar, a convite da Junta de Freguesia de S. Victor, na Discussão Pública dos Termos de Referência do Plano de Pormenor das Sete Fontes.

Como é um tema actual, que interessa a Braga e pode fazer "escola" no que concerne à participação pública, à vontade dos bracarenses e no que toca a Planeanento e Ordenamento em Braga, 
CONVIDAMOS TODOS OS NOSSOS AMIGOS a trazer um amigo e a participarem nesta Discussão Pública.

Dia 04 de Novembro - 21h30 - Auditório da Junta de Freguesia de S. Victor !



Casa das Convertidas: O nosso alerta no Correio do Minho

"Correio do Minho" 31/10/2011

No passado dia 28/10 demos o alerta aqui no nosso blog, e demos conhecimento aos nossos leitores dos evidentes sinais de avançada deterioração a que a Casa/Recolhimento das Convertidas está sujeita.

Felizmente, as nossas palavras fizeram eco e o Jornal Correio do Minho deu a conhecer ao grande público esta nossa enorme preocupação.

O nosso muito obrigado ao Correio do Minho e pedimos a todos os nossos leitores que nos ajudem a travar a ruína deste património de Braga.

Fundação Bracara Augusta: Conferência Indústrias Culturais e Criativas



Braga receberá, no próximo ano, a designação de Capital Europeia da Juventude.

Além de um vasto programa de actividades, irá ser requalificado o antigo Quartel da GNR para se transformar num espaço polivalente, onde, entre outras coisas, nascerá um espaço dedicado às Indústrias Criativas.

Assim, parece-nos pertinente a participação nesta conferência, no próximo dia 04 de Novembro, que contará com oradores renomeados, como o Dr. Rui Catarino e  e o Prof. Doutor Rogério Santos, moderados pelo Cónego Prof. Doutor José Paulo Abreu.

Mais informações no desdobrável acima publicado.

Braga Maior:Os Jesuítas e a Cidade de Braga

"Diário do Minho" 01/11/2011


Um excelente contributo para maior conhecimento sobre a História da Cidade de Braga.
Para mais informações, consultar o Blog http://bragamaior.blogspot.com .

Vamos ajudar a enriquecer o Património Fotográfico

"Correio do Minho" 30/10/2011

O projecto Esseene do Museu da Imagem de Braga pretende reunir mais informações sobre imagens e fotografias das quais não possuem dados mais relevantes.

Por isso, se olhando para esta foto reconhecer alguma pessoa, local ou tiver conhecimento de alguma história associada, solicitamos o favor de contactar a responsável pelo projecto, pelos contactos contidos ao lado da foto.

Braga agradece o seu contributo!

Famalicão:Património à Prova de Água

"Diário do Minho" 02/11/2011


Este inspirado titulo podia ser alvo de uma reflexão para o estado real dos nossos monumentos, nesta época de grandes intempéries.

Contudo, este sugestivo titulo reporta uma acção das Autarquias de Famalicão/Trofa para a salvaguarda dos Moinhos e Açudes daquele concelho.

Prevê-se, portanto, a inauguração de uma exposição, bem como de um seminário que promova a reflexão sobre estes monumentos e a sua relação com o espaço envolvente.

Talvez possamos pôr os olhos em Famalicão/Trofa e aprender a valorizar este género de património.