9 de fevereiro de 2012

Divulgação:Curso de História da Cidade de Braga

"Diário do Minho" 08/02/2012

"Correio do Minho" 09/02/2012

A iniciativa do Curso da História da Cidade de Braga: Parte 1, com o tema "Da Pré-História à Fundação de Bracara Augusta" foi divulgada pelos jornais "Diário do Minho" e "Correio do Minho" e espelha a nossa vontade de querer que muitos cidadãos venham conhecer mais sobre a História da nossa cidade.
Todos serão benvindos!!!

COMO FAZER A INSCRIÇÃO NO CURSO DA HISTÓRIA DA CIDADE DE BRAGA:

Estando em
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.bragacej2012.com%2Fevents%2Fdetails.php%3Fid%3D6%26type%3D1&h=NAQEUmQjBAQEcM0NYi8HGEWtsHJU-_YClWO0TOj-_WvKG9g no fim do texto descritivo aparece uma caixa que diz Ticket Information. Tem de carregar no botão que diz REGISTER. Aí passa para um formulário onde coloca Nome, Apelido e EMail. Faz submeter. No e-mail vai receber a confirmação da inscrição com a seguinte inscrição "Your order for Curso da História de Braga - Pré-história is complete!" Neste e-mail está um anexo PDF que é o bilhete. Deve imprimir esse bilhete e trazê-lo consigo no dia 17!


7 de fevereiro de 2012

Braga: A agenda cultural sem divulgação das iniciativas CEJ

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"Diário do Minho" 06/02/2012

Ainda que haja um dever de divulgação entre os municípios do Quadrilátero Urbano, não deixa de ser insólito que a Agenda Cultural da CMB faça referência aos eventos da Capital Europeia da Cultura, relegando as actividades da Capital Europeia da Juventude ao esquecimento.

Será mais fácil acreditar na inexistente articulação dos serviços camarários, o que a ser verdade é motivo de preocupação. Nem os elementos da BragaCEJ sabem os instrumentos e canais que o Município dispõe para divulgação, nem os restantes serviços da CMB tem solidariedade institucional na divulgação.

Não faz sentido haver um canal de comunicação desperdiçado, afinal, há muita gente que recebe e segue atentamente a Agenda Cultural. Se os Serviços Municipais não conseguem articular tarefas (uma qualquer entidade com instuitos de divulgação de actividades sabe que deve enviar o programa para a Agenda Cultural até ao dia 15 do mês  anterior), então mal estará a organização dos eventos propriamente dita.

Em suma, nesta situação em particular, quem fica a ganhar é Guimarães, que vê as iniciativas da Capital Europeia da Cultura a serem divulgadas junto do público bracarense!!!


3 de fevereiro de 2012

Sete Fontes: Plano de Pormenor de Salvaguarda


"Diário do Minho" 03/02/2012

Depois de no início da semana termos sido "brindados" (aplica-se o tema devido à água das Sete Fontes) pela notícia de que o Plano de Pormenor (PP) que a CMB está a preparar para a zona do monumento nacional será transformado num Plano de Pormenor de Salvaguada(PPS) - tal como exige a lei  - hoje assistimos a um revés!

Ontem, durante a reunião do executivo da CMB, o Sr. Presidente do Município afirmou que não haverá reconversão do PP em PPS e que a autarquia apenas anexará as sugestões da DRCN ao processo do PP.

A ter em conta esta vontade do Sr. Presidente, lembramos que não pode limitar-se a fazer um PP pois é de lei um PPS. Além de ser vinculativo, bem como todas as decisões que a DRCN/IGESPAR tomar na elaboração do referido plano, a autarquia deve formular e rubricar um protocolo com a entidade da tutela para agilizar o processo. Mas mesmo que não formalize o protocolo, a DRCN/IGESPAR são parte integrante e obrigatória da realização do PPS, por se tratar de um MONUMENTO NACIONAL.

Por isso, deixamos aqui um extrato do DL 309/2009 para dar conhecimento à autarquia de que TEM de cumprir a lei.

De qualquer forma, iremos dar conhecimento desta notícia à DRCN e à Secretaria de Estado da Cultura para agirem de forma a instruirem a CMB na prática do PPS, pois se tal ainda não aconteceu, é por neglicência destas entidades da tutela.

CAPÍTULO VI
Plano de pormenor de salvaguarda
Artigo 63.º
Regime jurídico aplicável
O plano de pormenor de salvaguarda obedece ao disposto no regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com as especificidades introduzidas pelo presente decreto -lei.
Artigo 64.º
Objecto
O plano de pormenor de salvaguarda estabelece as orientações estratégicas de actuação e as regras de uso e ocupação do solo e edifícios necessárias à preservação e valorização do património cultural existente na sua área de intervenção, desenvolvendo as restrições e os efeitos estabelecidos pela classificação do bem imóvel e pela zona especial de protecção.
 Artigo 65.º
Âmbito territorial
O plano de pormenor de salvaguarda pode abranger o solo rural e o solo urbano correspondente à totalidade ou parte de um bem imóvel classificado e respectiva zona de protecção.

Artigo 66.º
Conteúdo material
Sem prejuízo do conteúdo material próprio dos planos de pormenor nos termos do artigo 91.º do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, o plano de pormenor de salvaguarda deve adoptar o conteúdo material específico apropriado à protecção e valorização dos bens imóveis classificados e respectivas zonas especiais de protecção, estabelecendo, nomeadamente:
 a) A ocupação e os usos prioritários;
b) As áreas a reabilitar;
 c) Os critérios de intervenção nos elementos construídos e naturais;

d) A cartografia e o recenseamento de todas as partes integrantes do bem imóvel e zona especial de protecção;
e) As linhas estratégicas de intervenção, nos planos económico, social e de requalificação urbana e paisagística;
f) A delimitação e caracterização física, arquitectónica, histórico -cultural e arqueológica da área de intervenção;
g) A situação fundiária da área de intervenção, procedendo, quando necessário, à sua transformação;
h) As regras de alteração da forma urbana, considerando as operações urbanísticas e os trabalhos de remodelação de terrenos;
i) As regras da edificação, incluindo a regulação de volumetrias, alinhamentos e cérceas, o cromatismo e os revestimentos exteriores dos edifícios;
j) As regras específicas para a protecção do património arqueológico, nomeadamente, as relativas a medidas de carácter preventivo de salvaguarda do património arqueológico;
l) As regras a que devem obedecer as obras de construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação e demolição;
m) A avaliação da capacidade resistente dos elementos estruturais dos edifícios, nomeadamente, no que diz respeito ao risco sísmico;
n) As regras de publicidade exterior e de sinalética;
o) A identificação dos bens imóveis, ou grupos de bens imóveis, que podem suscitar o exercício do direito de preferência em caso de venda ou dação em pagamento.

Artigo 67.º
Relação entre autarquia e administração do património cultural
1 — A elaboração do plano de pormenor de salvaguarda compete à câmara municipal e é objecto de parceria com o IGESPAR, I. P., e com a direcção regional de cultura territorialmente competente.
2 — Os termos da parceria referida no número anterior, entre o IGESPAR, I. P., a direcção regional de cultura territorialmente competente e a câmara municipal competente podem ser objecto de um protocolo, sem prejuízo do acompanhamento obrigatório do plano de pormenor de salvaguarda.

Artigo 68.º
Elaboração
1 — O IGESPAR, I. P., pronuncia -se sobre os termos de referência do plano de pormenor de salvaguarda, ouvida a direcção regional de cultura territorialmente competente.
 2 — A elaboração do plano de pormenor de salvaguarda deve ser realizada por equipa pluridisciplinar, com as qualificações profissionais exigidas por lei.
 3 — Concluída a elaboração da proposta de plano pormenor de salvaguarda cuja área de intervenção contenha ou coincida com bens imóveis classificados, ou em vias de classificação, como de interesse nacional ou interesse público, e respectivas zonas de protecção, o IGESPAR, I. P., ouvida a direcção regional de cultura territorialmente competente, emite parecer obrigatório e vinculativo no prazo de 60 dias, findo o qual se considera o parecer como favorável.
 4 — O parecer referido no número anterior, quando desfavorável, indica especificadamente as objecções à proposta do plano de pormenor de salvaguarda e quais as alterações necessárias para a viabilização, sempre que possível, das soluções do plano, em ordem a promover uma solução concertada para a protecção e valorização dos bens imóveis e respectivas zonas de protecção.
 Artigo 69.º
Projectos, obras e intervenções
1 — Após a entrada em vigor do plano de pormenor de salvaguarda a câmara municipal pode conceder licença para as operações urbanísticas, admitir comunicação prévia, ou emitir autorização de utilização previstas no regime jurídico da urbanização e da edificação, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, sem prejuízo do dever de comunicar ao IGESPAR, I. P., e à direcção regional de cultura territorialmente competente os alvarás concedidos no prazo de 15 dias.
2 — O plano de pormenor de salvaguarda não dispensa o parecer obrigatório e vinculativo do IGESPAR, I. P., em relação a projectos, obras ou intervenções em imóveis individualmente classificados de interesse nacional e de interesse público nos termos do Decreto -Lei n.º 140/2009,de 15 de Junho.
3 — O plano de pormenor pode prever expressamente a necessidade de emissão de parecer prévio favorável por parte do IGESPAR, I. P., relativamente a operações urbanísticas que incidam sobre bens imóveis classificados ou em vias de classificação como de interesse nacional ou de interesse público ou sobre imóveis situados nas respectivas zonas de protecção, procedendo à sua identificação em anexo ao regulamento e em planta de localização.
4 — Em qualquer caso, não pode ser efectuada a demolição total ou parcial de bem imóvel classificado ou em vias de classificação sem prévia e expressa autorização do IGESPAR, I. P., aplicando -se as regras constantes do artigo 49.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro.


Fábrica Confiança: A participação

"Correio do Minho" 03/02/2012

Quando há abertura dos executivos municipais para se aproximarem da população e auscultarem as suas ideias, a participação acontece. E no caso da Fábrica Confiança aconteceu com 84 ideias.

Independentemente da solução a adoptar, fica aqui o registo desta enorme participação numa cidade que muitos acusam de ser adormecida ou acrítica.

Bom sinal da cidade e para a cidade!

Braga: GeNeRation no final do Verão?

"Correio do Minho" 03/02/2012

O principal marcador físico da Capital Europeia da Juventude 2012 parece estar a dias de conhecer a luz sobre o seu processo de execução.

Notícia veículada hoje dá conta de que, provavelmente, até ao final do mês se adjudicará a obra e, com o prazo de execução, o GeNeRation poderá estar pronto a entrar em funcionamento no final do Verão.
Obviamente que esta estrutura será importante para ancorar eventos e potenciar os fins para a qual foi pensada (empreendedorismo, associativismo, entre outros), pelo que se torna urgente encontrar a resolução deste processo.

Não seria benéfico para a BragaCEJ2012 ter o seu principal legado em funcionamento após o término do evento. Para credibilizar a estrutura e o investimento é fulcral que este esteja pronto durante a vigência da CEJ.

Aguardamos os desenvolvimentos deste processo!

2 de fevereiro de 2012

BragaCEJ2012 - novo site!

"Diário do Minho" 02/02/2012

"Correio do Minho" 02/02/2012

Já está disponível o site oficial da Braga Capital Europeia da Juventude! Agora, além da página oficial no Facebook, a BragaCEJ conta com mais um canal de comunicação para anunciar os eventos, permitir consulta de fotos, publicar comentários, entre outras valências.

Vale a pena passar por lá e conhecer:



Revista Bracara Augusta: Novas Publicações

"Correio do Minho" 02/02/2012

"Diário do Minho" 02/02/2012


Foram apresentados, ontem, dois números da Revista Bracara Augusta, publicação de referência da nossa cidade, que materializa textos, reflexões e investigações de pessoas de renome, de enorme capital técnico, humano e científico.

As boas notícias são que após um longo período de inactividade, a revista sai logo com 2 números, ainda que referentes a textos e investigações com mais de cinco anos. Além disso, parece haver a vontade e o compromisso de diminuir o tempo entre publicações e aumentar o número de páginas.

Contudo, a publicação nesta revista é feita, quase em exclusivo, por docentes universitários, que contribuem para encorpar a revista. Mas perguntamos nós se, em ano de Capital Europeia da Juventude, não se poderia incentivar jovens investigadores a submeter trabalhos para serem publicados. Obviamente que isto requererá uma comissão de avaliação dos conteúdos e da matéria, mas estes senhores docentes seriam os mais capacitados e experimentados para desempenhar esta tarefa.

Pensamos que se a CEJ quer ser empreendedora e dar maior visibilidade aos jovens, dando-lhes ferramentas para competir num mercado de trabalho e deixar capital cultural para o futuro, então esta é uma oportunidade para dar voz e lugar aos jovens e incentiva-los à participação e possibilitar-lhes acesso a uma das revistas de maior prestígio da cultura do Norte.

Fábrica Confiança - Uma proposta para a requalificação

"Correio do Minho" 01/02/2012

"Diário do Minho" 01/02/2012

O Partido Comunista Português, secção de Braga, apresentou, durante o período de vigência do concurso de ideias, uma proposta para a requalificação da Fábrica Confiança.

As propostas visam transformar as antigas instalações num espaço cultural, com várias valências, desde centro de artes, a salas de estudo, Museu da Indústria e espaços de restauração. Devido à proximidade do edifício com a Universidade do Minho, o PCP/Braga propõe que nasça, ainda, um centro de diversidade cultural, dando destaque a alunos de outros países e etnias.

Pelo que sabemos, muitos cidadãos participaram no Concurso de Ideias. Esperamos que os resultados sejam divulgados para se avançar com o concurso de ideias para a parte de arquitectura.


Quadrilátero Urbano:Cartão Cultural


"Diário do Minho" 02/02/2012

Os Municípios de Braga, Barcelos, Guimarães e Vila Nova de Famalicão apresentaram o Cartão Quadrilátero Cultural, que dará vantagens aos seus titulares, bem como permitirá uma maior facilidade na reserva, aquisição e fruição dos espectáculos culturais que decorrerem nestas cidades a partir de uma bilheteira electrónica.

É uma fantástica iniciativa que promove a cooperação inter-municipal, que traz vantagens aos cidadãos que querem assistir aos espectáculos realizados numa destas cidades. A fácil mobilidade e a atracção dos vários programas artísticos podem reforçar, assim, as plateias e as dinâmicas culturais.

Finalmente, uma aposta séria na cultura das principais cidades da região minhota!


Barcelos: Requalificação da Torre de Menagem

"Diário do Minho" 02/02/2012

"Correio do Minho" 02/02/2012

A Cidade de Barcelos vai investir 625 mil euros para requalificar a Torre de Menagem dessa cidade. Esta empreitada vai permitir albergar o Centro de Interpretação do Galo e criar um miradouro, com dois binóculos, para os visitantes poderem apreciar a cidade de outra perspectiva.

É uma excelente notícia porque permitirá preservar um património imóvel, testemunho da Cidade Medieval, bem como possibilitará uma aposta na componente do design cultural e na fruição da envolvente paisagística.

Parece-nos um bom modelo a seguir na nossa cidade. Tendo em conta que Braga possui a Torre de Menagem a coroar a Av.Central, porque não investir naquele espaço, dando-lhe vida e retirando-lhe a conotação de abandono que sobre ele paira?

Tal como em Barcelos, estar-se-ia a apostar na recuperação do Património, bem como poder-se-ia apostar num conceito inovador, para que as pessoas pudessem conhecer a Torre de Menagem por dentro, com algo que as atraísse. Hoje, a Torre de Menagem só está aberta quando há exposições e nem sempre os turistas têm a sorte de encontrar a porta aberta.

Certo que se a Torre de Menagem por dentro nada tem de especial, mais um motivo para lhe dar maior expressão com a colocação de um Centro de Artes ou um Centro Interpretativo.

A aposta mais séria seria, ainda assim, a abertura da Torre como miradouro para a Cidade. A paisagem é bonita e permite contemplar desde as cercanias montanhosas e os seus santuários até ao Centro Histórico da Cidade, afinal, tem uma perspectiva 360º sobre a cidade.

É uma ideia que deve ser aproveitada, rentabilizando a estrutura e dinamizando o património cultural, bem como potenciando o turismo.

À atenção da cidade de Braga!!!


31 de janeiro de 2012

Sete Fontes: A pressão dos cidadãos e o mea culpa tardio!

"Diário do Minho" 31/01/12

"Correio do Minho" 31/01/12

Assim que foi dado conhecimento oficial do período de discussão pública dos Termos de Referência para a elaboração do Plano de Pormenor das Sete Fontes, uma das primeiras medidas que os amigos deste monumento nacional fizeram questão de promover foi uma Reunião Pública para se perceber o que eram estes termos de referência e partilhar ideias e dar sugestões a incluir no Plano de Pormenor.

Referimos, de forma sucinta, que as propostas emanadas deste discussão tida no dia 04 de Novembro, na Junta de Freguesia de S. Victor foram, de forma geral, as seguintes:

  • Converter o Plano de Pormenor da CMB num Plano de Pormenor de Salvaguarda  (como exige a lei);
  • Promover estudos hidrogeológicos;
  • integrar, na equipa técnica, geólogos e arqueólogos;
  • Dar mais força e inflexibilidade à ZEP;
  • Não incluir novos traçados viários e rotundas que afectem as Sete Fontes,
  • outros tópicos (podem ser consultados aqui);
Pelo que se percebe das recomendações da DRCN à CMB, as sugestões que os cidadãos facultaram e partilharam foram acolhidas pelos órgãos do Estado, ou seja, os cidadãos é que estão a promover a salvaguarda do monumento nacional, tendo em conta que, pelos vistos, a DRCN iria deixar passar o Plano de Pormenor se não houvesse contestação.
    Nessa mesma reunião pública, a JovemCoop transmitiu 2 argumentos sérios:
    1. A participação de todos (e consequente vigilância e protecção) é imprescindível, tendo em conta que toda aquela área (monumental, verde, com água) apenas tem a lei cultural a protegê-la (de fora ficam leis relacionadas com a protecção da água ou da paisagem). Por si só, é uma lei ténue aplicada por organismos com fracos recursos humanos para proceder a fiscalizações;
    2. A elaboração de um simples Plano de Pormenor não era inocente, uma vez que está consagrada na lei. Foi uma estratégia para ganhar tempo e voltar a adiar execuções legais para o monumento e para a envolvente. Assim, continuamos a ter uma espécie de lei folgada, propensa a não sancionar quem claudicar. Foi uma estratégia para adiar os 300 dias de elaboração do Plano de Pormenor e as Sete Fontes ficam menos protegidas.
    Não é nada de novo que haja este volte-face.

    Naturalmente ficamos contentes por finalmente o instituto da tutela dar sinais de vida - ainda que para isso tenham sido os peticionários a ir ao encontro das instituições - e afirmar que a CMB vai fazer um Plano de Pormenor de Salvaguarda, mas é uma intenção que vem tarde, tendo em conta que já passaram quase três meses do término do periodo de discussão pública.

    Adiaram-se decisões, deita-se trabalho fora e volta-se ao início.

    Enquanto isso, as Sete Fontes sofrem abate de árvores, incêndios, derrocadas e ninguém com responsabilidade faz rigorosamente nada.


    30 de janeiro de 2012

    JovemCoop: Plano de Actividades 2012 em Reportagem Diário do Minho



    "Diário do Minho" 29/01/12

    O Plano de Actividades da JovemCoop mereceu atenção e destaque na edição de ontem do Jornal Diário do Minho.

    Ao longo de três páginas, a reportagem aborda o plano de actividades, as iniciativas que nos propomos realizar, dá destaque à nossa vertente patrimonial, passando pela aposta nas actividades internacionais, ambientais e desportivas.

    A reportagem dá, ainda, especial enfoque à participação da JovemCoop em assuntos de interesse da nossa cidade, temas que entendemos ser parte da nossa responsabilidade social de pensar a cidade.
    Iremos, ainda, promover um salutar convívio e partilha de ideias através de foruns de discussão e relembramos que os acampamentos são, para nós, de extrema importância porque nos permitem experiências que conduzam à coesão de grupo.

    Agradecemos ao jornal Diário do Minho e ao jornalista José Carlos Ferreira a oportunidade que nos concederam em apresentar publicamente, à cidade de Braga, as nossas actividades, intenções, preocupações e realizações.

    JovemCoop: Peregrinos com pedalada

    Peregrinos com Pedalada à saída da Sé Catedral de Braga

    Peregrinos com Pedalada à chegada à Catedral de Santiago de Compostela

    O Grupo de Bikers realizou, entre os dias 27 e 29 de Janeiro, mais uma edição de Peregrinos com Pedalada, actividade que visa atingir a Catedral de Santiago de Compostela, fazendo os vários caminhos conhecidos.

    Desta vez, a opção recaiu sobre o Caminho Português, por Ponte de Lima, num total de cerca de 170km, a partir de Braga.

    Os "peregrinos" sairam da Sé Catedral no dia 27, por volta das 07h35 e a primeira paragem para pernoita foi nas imediações de Valença.

    Os bikers alcançaram a Catedral de Santiago por volta das 15h do dia 29, concluindo com sucesso mais esta "peregrinação".

    CEJ - artigo de opinião

    "Diário do Minho" 28/01/12

    No passado Sábado, dia 28, foi publicado no Diário do Minho um artigo de opinião que transmite uma forte opinião da CEJ.

    A autora do artigo, de Braga, afirma haver falta de estartégia e de planemamento das actividades CEJ, pois de outra forma, os espaços públicos de Braga, nomeadamente os de produção cultural (por exemplo, o Palco da Avenida Central) deviam ter mais animação e actividades, tendo em conta que a nossa cidade já inaugurou a CEJ há, pelo menos, de 15 dias.

    Além disso, a  autora reflecte na janela de oportunidades que a CEJ é, até porque associações de outros concelhos vieram até Braga e aproveitaram o tempo de antena das estações de televisão para se promoverem - mas sem ligação directa à CEJ e à cidade!

    Acreditamos que este artigo deve fazer reflectir os dirigentes da CEJ para avaliar o modus operandi e apostar, cada vez mais, num dinamismo e energia que se requer desta Capital da Juventude.

    Entre Aspas - 35 anos ao serviço de Braga e do Minho

    "Diário do Minho" 30/01/12

    A ASPA, associação para a defesa, estudo e divulgação do património cultural e natural, é uma entidade de referência na cidade de Braga no que concerne à protecção do património arqueológico e arquitectónico da nossa região.

    Durante vários anos, a ASPA foi a associação que mais e melhor combateu as opções lesa património e que tentou sensibilizar os cidadãos para o potencial cultural e turístico que ora mais rápido, ora mais lento, estava a ser subtraído à nossa cidade.

    Muitos foram os académicos e cidadãos, com várias profissões e áreas distintas de saber que se juntaram a esta associação e lhe deram maior expressão.

    A partir do exemplo da ASPA, seguiram-se alguns exemplos, nomeadamente o Projecto Braga Tempo ou as mais recentes actuações da JovemCoop (recordamos que as duas associações só distam 2 anos de idade, pois a ASPA é de 1977 e a JovemCoop de 1979).

    Apesar da ASPA hoje viver mais das opiniões do Entre Aspas, certo é que o capital que deixa para o futuro é enorme, sobretudo no que toca à responsabilidade e participação em cidadania.

    Por isso, aqui deixamos publicamente os nossos sinceros parabéns à ASPA e aos seus dirigentes e associados pelos 35 anos de vida e pela prática de boas causas.

    Braga precisa destes exemplos. Um grande Bem Haja pelas suas convicções e determinações.