14 de março de 2012

BragaCEJ: As actividades EM Caixote

"Diário do Minho" 12/03/2012

"Correio do Minho" 11/03/2012

A BragaCEJ2012 preparou, para os próximos meses, uma panóplia de actividades, de variadas índoles, que visam celebrar o facto de Braga ser capital Europeia da Juventude e animar o Centro da Cidade.
Parece a resposta (tardia?) a todos aqueles que reclamavam mais animação urbana e dinamização cultural, num ano de excepcional importância para a nossa cidade.

A relevância do [Em] Caixote é transmitida pelo Director Geral da Associação Comercial de Braga que, em breves palavras, demonstra qual o efeito esperado por estas acções. Obviamente que numa cidade jovem e com grande capital de juventude, esperamos que este programa seja um sucesso e que dinamizar a cidade, os cidadãos, mas que seja factor impulsionador das associações e demais entidades em saber participar e colaborar na vida activa da nossa cidade!


Braga: A Campanha Limpar Portugal

"Diário do Minho" 12702/2012

A iniciativa "Limpar Portugal" irá ser levada a cabo já no próximo dia 24 de Março.

Contribuir para um mundo melhor, mais limpo e onde o respeito mútuo se traduz em pequenos gestos de vivência comunitária, é um pequeno, mas forte exemplo, para termos um País mais participativo e responsável.

Este movimento "Limpar Portugal" é uma excelente oportunidade para todos contribuirem, a partir de uma acção totalmente voluntária.

Os interessados podem inscrever-se na página http://www.amoportugal.org/


9 de março de 2012

Sete Fontes: Intervenção Arqueológica a decorrer

Movimentações de terra que indicam trabalhos arqueológicos

Terrenos onde se abateram as árvores em Setembro 2011

"Diário do Minho" 24/09/2011

Iniciaram-se, esta semana, os trabalhos arqueológicos numa das parcelas das Sete Fontes.
Curiosamente, os terrenos que estão a ser intervencionados pela equipa de arqueologia são os mesmos onde se abateram, indiscriminadamente, árvores de copa frondosa e que alteraram, completamente, a paisagem no Complexo Monumental das Sete Fontes.

Lembrando que em Setembro do ano passado, o Presidente do Município afirmou que o proprietário iria realizar sondagens arqueológicas, é curioso que estas só estejam a ser feitas 6 meses depois, levando-nos a pensar que só após o abate das árvores e consequente embargo, foi instruído o processo.

Contudo, o facto de agora se estar a fazer sondagens arqueológicas é um sinal positivo e de grande confiança para os amigos das Sete Fontes, porque agora, de uma vez por todas, vão ser dissipadas as dúvidas quanto à inviabilidade de construir empreendimentos urbanos dentro da Zona Especial de Protecção.

A equipa responsável pela intervenção é afecta à Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, entidade que há muito se debate com a necessidade de estudar melhor as Sete Fontes, tendo, em tempos passados, pedido que se alargasse o projecto de Salvamento de Bracara Augusta àquela zona.

Seguramente, que a UAUM em virtude dos trabalhos que estão a ser executados verificará a importância histórica daquele local e a ríqueza patrimonial do subsolo das Sete Fontes, como sensibilízará o proprietário que qualquer construção ali poderá afectar os lençóis de água e destruir a paisagem verde, o que substraíria a função técnica ao monumento, algo que a lei não permite.

Por isso, acreditamos que estamos perante excelentes notícias e que finalmente os estudos arqueológicos irão confirmar aquilo que temos vindo a afirmar...há cronologias mais latas no Vale das Sete Fontes, houve reaproveitamentos de materiais no Séc. XVIII e o subsolo daquela zona é uma "caixinha de surpresas".


Arqueologia - A Rua de S.Vicente e a Canalização Sete Fontes




No âmbito do Programa “A Regenerar Braga”, está a ser levada a cabo uma intervenção de requalificação no Largo dos Penedos e Rua de S. Vicente, cujas primeiras acções incidem, precisamente nesta rua.

A reformulação da rua, visando ampliar a área pedonal, inibirá a circulação automóvel no troço a jusante, fazendo ligação ao Largo dos Penedos.

Nestas obras de intervenção estavam previstas acções de acompanhamento arqueológico, sobretudo devido à passagem da Via XVIII por aquele local.

Contudo, ao iniciar a remoção da pavimentação em paralelo, foram descobertas umas lajes graníticas que pareciam perfazer cobertura de uma estrutura subterrânea. Procedendo ao levantamento destas cápeas de granito, a equipa de obras ter-se-á deparado com a existência de uma galeria subterrânea que acolhe e protege uma extensão considerável de canalizações de pedra para condições de água.

Pela morfologia e tecnologia destas condutas, bem como pelos conhecimentos históricos já aferidos, percebe-se que estamos perante um ramal de canalizações que ligava a Caixa de Água existente no adro da igreja de S. Vicente (Imóvel de Interesse Público Decreto 1/86) ao Chafariz existente na Praça Alexandre Herculano (Largo dos Penedos) e daí, seguramente com derivação para o Fontanário Público da Cárcova, existente no Largo de S. Francisco, num dos extremos da Arcada.

Esta condução de águas era proveniente do lugar das Sete Fontes através de um complexo sistema de engenharia hidráulica do Séc.XVIII, obra sob a égide de D. José de Bragança, arcebispo de Braga.

Obviamente que estes achados não são propriamente uma total surpresa dado que por volta dos anos 40-50 do século passado interrompeu-se a ligação entre as condutas de pedra e ligaram-se tubos de ferro para evitar perdas de água e facilitar a manutenção.

Prova disso mesmo é o facto de a tubagem em ferro ainda conduzir água e a presença do sistema de apoio da canalização férrea em elementos pétreos. Contudo, sabia-se que as condutas de pedra não tinham sido destruídas. Também a própria AGERE, sempre que necessário, faz intervenções para melhorar o abastecimento de água ou o escoamento das águas de saneamento, como prova a construção de uma caixa de saneamento que está situada entre condutas de pedra. E há cerca de dois ou três anos foram ali colocadas novas tubagens de cada lado dos passeios, bem como arranjaram os escoamentos das águas pluviais.

Contudo, a exposição deste achado, associado às Sete Fontes, imóvel classificado como Monumento Nacional, bem como as circunstâncias de, com esta intervenção, colocar aquela parte da Rua de S. Vicente pedonal, justificam a hipótese de musealizar e valorizar este troço de condutas.

Em primeiro lugar, acreditamos que a regeneração do Largo dos Penedos e parte jusante da Rua de S.Vicente poderá ser benéfica para a qualidade de vida dos cidadãos, bem como poderá incrementar uma melhoria urbanística na imagem da cidade.

Contudo, a perda do trânsito automóvel na Rua de S. Vicente poderá o efeito de afastar pessoas que diariamente por ali passavam. Retirando esta mais-valia, devemos poder criar outros benefícios que, a par da própria requalificação urbanística, atraiam as pessoas àquela rua. Ora, a fruição do património e os dividendos turísticos são cada vez maiores, quanto mais se investe na sua preservação e divulgação.

A prosperidade e o bem-estar da nossa cidade dependerá das ideias que tivermos evoluírem. Precisamos saber aproveitar as condições que se nos afiguram e fazer delas oportunidades, encontrar novas e revigorantes perspectivas. As nossas heranças culturais e as tecnologias artísticas não são algo acessório, são, também, uma forma de pensar e uma prática inovadora de trabalho com a realidade. Integrando mais amplamente a cultura no planeamento urbano, na política social e no desenvolvimento das empresas, podemos tornar as cidades muito mais sustentáveis do ponto de vista económico e também mais atraentes e agradáveis. (Elbaek, U. e Vassiliou, A.)

O troço de canalização, agora posto a descoberto, ganha maior motivo de interesse porque não se resume unicamente às peças de granito do Século XVIII.

As canalizações estão inseridas num sistema de galeria técnica subterrânea, que permite a circulação de uma pessoa para efectuar a manutenção às peças de canalização. Prova disso mesmo é o facto de as manilhas graníticas terem os pontos de acesso para manutenção (vulgarmente denominados por “raposos”) posicionados lateralmente e não no topo como se verifica nas Sete Fontes.

A tecnologia de colocar as manilhas graníticas de lado permitia que o funcionário circulasse na galeria, acedesse aos “raposos” e retirasse a vegetação e outros elementos que prejudicassem a qualidade e fluidez da água. Esta galeria técnica permitia proteger a condução de água, a passagem da pessoa responsável pela manutenção no seu interior, mas possibilitava, ainda o trânsito de pessoas e veículos à superfície, uma vez que esta estrutura estava coberta por lajes de granito, compondo a cota de circulação.

Assim, pelo exposto, solicitamos a V/ Ex.ª que se possa estudar uma forma de conservar, musealizar e fruir deste troço de canalização, que enaltece a memória de D. José de Bragança, arcebispo de Braga, pensador da cidade e da qualidade de vida dos cidadãos, bem como perpetua a profissão dos agueiros (responsáveis pela manutenção da condução de água) dos canteiros (operários que trabalhavam a pedra) e da própria toponímia do local (Largo dos Penedos, onde havia uma pedreira, e a Rua de S. Vicente que antigamente se chamava Rua dos Chãos de Cima, seguramente associado à existência de pisos em lajes de pedra).

Uma vez que a canalização e galeria estão posicionadas mais ou menos no eixo da via, estas podem ser conservadas se se mantiver a vala aberta, coberta com um material reforçado (tipo vidro/acrílico extremamente resistente) ou por uma grelha que permitisse quer a visualização para a cota inferior, quer permitisse a circulação das pessoas e de veículos excepcionais (moradores, veículos prioritários) à superfície.

Obviamente que esta sugestão carece de estudos mais aprofundados, sendo considerada apenas uma hipótese rudimentar, mas que acreditamos poder vir a trazer uma mais-valia nas políticas de conservação de valorização do património, bem como um substancial incremento turístico daquela zona da cidade.


Percursos do Barroco - últimas inscrições!



Começamos amanhã, os primeiros Trilho Medievais e Percursos Barrocos, numa visita guiada e interpretada pelos monumentos de Braga, desta feita, da autoria de André Soares.

Ponto de Encontro: Praça do Município, 9h30

Percurso :
1. Praça do Município: - Introdução histórica e enquadramento artístico da obra de André Soares;
2. Praça do Município: Casa da Câmara e Palácio dos Arcebispos;
3. Arco da Porta Nova;
4. Torre de Santiago;
5. Igreja de Santa Cruz;
6. Palácio do Raio;
7. Avenida Central: Igreja da Lapa;
8. Congregados: convento, igreja e capela do Monge;
9. Casa Rolão;
10. Igreja de Santa Teresa;
11. Igreja da Senhora-a-Branca: sacrário;

Objetivos:
Perceber a importância de André Soares na história da cidade de Braga:
- Compreender as principais características da sua obra e estilo arquitectónico;
- Identificar as principais obras da sua autoria;

Queremos, com esta actividade dar a conhecer a História da Cidade de Braga e esta é uma oportunidade fantástica para tal.
Se ainda não te inscreveste, aproveita as últimas vagas disponíveis em http://www.bragacej2012.com/events/details.php?id=190&type=1

Inscreve-te na parte que diz "TICKET INFORMATION" carregando no botão "REGISTER"


A Cultura: a arte de rentabilizar os nossos valores

"Correio do Minho" 08/03/2012

Foi uma enorme surpresa ver publicado no Jornal Correio do Minho um texto da autoria de Uffe Elbaek, Ministro da Cultura da Dinamarca e de Androulla Vassiliou, Comissária Europeia da Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude, a propósito da vocação do sector cultural em poder ser um alicerce no combate à crise financeira.

Tocando em pontos que a própria JovemCoop vem defendendo há já algum tempo, interessa relembrar que a crise financeira não é uma crise cultural e que cada País deve poder rentabilizar as suas especificidades, mostrando que as diferenças, no meio de um mundo globalizado, são factores de interesse e de procura.

A Cultura, nos seus mais variados ramos, é uma forma de identificação e de destaque, que pode funcionar como alavanca ao desenvolvimento económico, sustentando uma estratégia de valorização das artes e do património no sector do turismo.

A procura tem sido grande e tem dado bons resultado. Braga, puxando o caso da nossa cidade, precisa de encontrar uma estratégia de valorização dos seus recursos e saber adoptar uma linguagem de comunicação e divulgação que seja atraente.

A Cultura Minhota e o património, em todas as áreas - arquitectónico, arqueológico, etnográfico, musical, ambiental, gastronómico, etc -  da nossa região pode e deve ser factor de competição com outras áreas, simplesmente porque temos argumentos para nos debater neste campo.

O "produto" é real e sério, só falta haver uma aposta sólida e com vontade de ser rentabilizada!


Mosteiro de Rendufe:Uma Boa Notícia

"Correio do Minho" 08/03/2012

Depois de demasiados anos abandonado, depois de várias tentativas de concertação com proprietários privados e de inúmeros esforços da Câmara Municipal de Amares para revitalizar aquele imóvel, eis que o Secretário de Estado da Cultura anunciou a compra da parte do Mosteiro que faltava e a sua recuperação.

O imóvel classificado ficará ao serviço da vertente cultural, e será agora alvo de estudos e de projectos de execução.

Será desejável é que se tenha já ideia definida sobre o que fazer ali, para não se gastar dinheiro em algo que depois tem de ser reformulado.

O Mosteiro de Rendufe é um belíssimo exemplar de arquitectura monástica e que ainda preserva vários traços de uma vivência religiosa isolada. Desejamos que este isolamento seja agora quebrado por um bom investimento e uma forte noção de rentabilização do espaço, pondo-o à fruição do público!


Semana Santa:Concurso Fotografia


"Correio do Minho" 08/03/2012

Foi apresentada, esta quarta-feira, 7 de Março, na Fnac de Braga, a quarta edição do concurso de fotografia da Semana Santa de Braga, este ano inserido na programação de Braga 2012: Capital Europeia da Juventude. As inscrições já estão abertas e decorrem até ao próximo dia 8 de Abril.
Para mais informações podem consultar o site www.semanasantabraga.com.
A novidade deste ano é a categoria jovem para participantes dos 18 aos 35 anos. O prémio único é de 100 euros em cartão TANTO, da FNAC, e ainda um workshop de fotografia, oferecido pela agência Wapa Photo. Este workshop consiste no acompanhamento durante um dia de um fotógrafo profissional, em contexto real de trabalho. Será também atribuido um livro de fotografia, um kit CEJ e um diploma de participação no concurso.
 

Zona da UMinho:Sensibilizar para melhor ambiente urbano

retirado daqui


É sabido que a cidade cresceu, e muito, ao longos dos últimos anos, sobretudo na zona de Gualtar, graças à localização da Universidade do Minho.

É certo que a configuração dos prédios em torno da UM parece uma espécie de labirinto confuso e que é pouco harmonioso. E as dificuldades começam agora a sentir pela falta de melhor qualidade de vida urbana.

Obviamente que, em primeira circunstância, a poluição de um local ou o respeito pelo espaço público faz-se a partir do individuo e da sua instrução pessoal.  Agora, é certo que se se é permissivo a quem constantemente não respeita os seus concidadãos, então deve ser chamado à atenção.

A verdade é que os moradores daquela zona têm os mesmos deveres que todos os outros cidadãos de Braga, logo, também têm os mesmos direitos. Se pagam as taxas municipais, também lhes é devido que se faça uma manutenção mais rigorosa e cuidada de um espaço que parece ter mais apetência para estar sujo (poder-se-ia, pela proximidade, falar da pouca vergonha que é a rotunda e baía de autocarro nos Peões, junto do MacDonald's, sobretudo ao fim de semana).

Será justo apelar à sensibilização das pessoas para ter mais cuidado, mas também devem os serviços municipais de limpeza identificar os pontos mais críticos da cidade e actuar com mais incidência.
A qualidade do ambiente urbano depende de todos nós!


6 de março de 2012

Trilhos Medievais e Barrocos de Braga



DATA:  10 de Março de 2012, 09h30-12h30

TEMÁTICA:  “Em busca de André Soares”

OBJECTIVOS:

- Perceber a importância de André Soares na história da cidade de Braga

- Compreender as principais características da sua obra e estilo arquitectónico

- Identificar as principais obras da sua autoria
 
PROPOSTA DE PERCURSO:               

1. Praça do Município: - Introdução histórica e enquadramento artístico da obra de André Soares (nas escadas do topo oriental da praça)

2. Praça do Município: Casa da Câmara  e Palácio dos Arcebispos

3. Arco da Porta Nova

4. Torre de Santiago

5. Igreja de Santa Cruz ( visualização do Livro de Estatutos de 1747)

6. Palácio do Raio

7. Avenida Central: Igreja da Lapa

8. Congregados: convento, igreja e capela do Monge (por confirmar)

9. Casa Rolão

10. Igreja de Santa Teresa

11. Igreja da Senhora-a-Branca: sacrário (por confirmar)

                                              
OBSERVAÇÕES:                   

- o objectivo da entrada no interior da Casa da Câmara é abordar a importância de D. José de Bragança, como promotor da obra de André Soares, a partir do painel de azulejos ali existente;

- caso o tempo seja escasso, anula-se a passagem pela igreja das Teresinhas.

- o objectivo é que os participantes possam identificar os pormenores estilísticos soarescos, quando iniciarmos a abordagem aos edifícios.

- caso a Reitoria da Universidade esteja aberta, poder-se-á entrar para admirar os painéis de azulejos desenhados por André Soares, que sobreviveram ao incêndio de 1866.

- Na igreja de Santa Cruz o objectivo não é admirar o templo, pois nele nada há da autoria de André Soares, mas poder aceder ao Livro de Estatutos, que tem o desenho mais antigo atribuído ao artista.



BragaCEJ na BTL - A JovemCoop representada

"Diário do Minho" 05/03/2012

Cartaz "Todos os Caminhos Vão dar a Bracara Augusta - foto Inês Barbosa

Post facebook sobre YNature "Trilho do Castelo" - foto Inês Barbosa

No passado fim de semana realizou-se, em Lisboa, a Bolsa de Turismo de Lisboa, feira de cariz internacional bastante procurada por operadores turísticos e outros interessados.

A BragaCEJ2012 esteve representada neste certame com stand próprio e recebeu visitas de reconhecidas individualidades que elogiaram o facto de Braga acolher a distinção de Capital Europeia da Juventude.

Foi com agradável surpresa que a nossa cooperante Inês Barbosa descobriu que as nossas actividades estavam a ser divulgadas na BTL, inseridas no programa da BragaCEJ.

É, para nós, sentimento de que estamos a cumprir bem a nossa missão, pois percebemos que temos tido um papel preponderante nas actividades ambientais e patrimoniais da BragaCEJ.

Nós havíamos dito que com apoio certo, nós somos parceiros responsáveis e determinados.

Agradecemos esta boa surpresa e fazemos votos de mais actividades!


YNature - Caminhada Trilho Águia do Sarilhão


YNature – Trilho Águia do Sarilhão

Para um maior contacto com zonas ambientais de excelência, propomos uma caminhada por um dos mais belos locais do norte de Portugal, na zona do Concelho de Terras de Bouro.

Inicialmente estava previsto fazermos o Trilho do Castelo, mas as condições climatéricas bastante negativas não tornaram possível a realização deste trilho ( estava muito nevoeiro e além de não vermos o percurso, não íamos aproveitar e usufruir da paisagem).

Por isso, realizamos o Trilho da Águia do Sarilhão, numa zona paisagisticamente muito interessante, dado que se trata de uma zona inserida na área protegida do Parque Nacional da Peneda Gerês.

Saímos do Museu da Geira, em Campo do Gerês, atravessámos a aldeia de Campo do Gerês, passámos pelo Parque de Campismo da Cerdeira, alcançámos a zona baixa da Fraga do Sarilhão e descemos até ao estradão do Parque Nacional, onde após alguns metros voltámos a descer até junto da Albufeira de Vilarinho da Furna, caminhando pela Via Romana XVIII (Geira), seguindo novamente até ao Museu.

Neste percurso falámos da geografia do traçado, da fauna (o urso, a águia, as cabras e o lobo), bem como sobre a flora (o tojo, a carqueja e os medronheiros).

Sendo uma iniciativa sobre sensibilização ambiental, falou-se, ainda, sobre as nefastas consequências dos incêndios e como isso se ressente nos solos e na vegetação. 

Fica prometido, para breve, realizar o TRILHO DO CASTELO



1 de março de 2012

Casa das Convertidas - Os maus fados do Património

"Público" 13/02/2012

Para conseguir ler estes textos, sugerimos que carregue no botão
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Dependendo do brower e da versão do utilizador, esta sugestão pode ou não funcionar!

A Casa/Recolhimento das Convertidas é um dos locais que merece a nossa maior atenção. Como sabemos, a sua história está relacionada com proporcionar qualidade de vida a mulheres que se convertessem a Deus. Este imóvel, considerado Monumento de Interesse Público em Dezembro de 2011, foi uma obra do arcebispo D. Rodrigo Moura Telles.

A JovemCoop tem pugnado por dar a conhecer este património arquitectónico a jovens bracarenses, sobretudo nos meses de Verão, quando decorre a iniciativa "O Nosso Património", em parceria com a Junta de Freguesia de S.Victor.

Temos alertado para a degradação da propriedade, abandonada há vários anos, que se tem deteriorado a olhos vistos, sobretudo aquando das más condições climatéricas.  As nossas preocupações tem sido seguidos pelos órgãos de comunicação social, a quem agradecemos a divulgação deste património e da necessidade da sua recuperação.

Aquilo que estranhamos é, ao ler a notícia do Público, ter conhecimento que o Ministério da Administração Interna prevê instalar ali os Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, bem como uma delegação da Protecção Civil.
Ora, isto é uma ideia de quem não conhece o interior do edifício e não sabe que está dividido em celas e áreas de recolhimento, nada propícias a Serviços Administrativos, que obrigariam a adaptar o imóvel, descaracteriza-lo e fazer perder a sua essência.
Somos contra as obras de demolição interior, que apenas se preocupam em preservar as fachadas.
Isso desqualifica o monumento e retira-lhe interesse Histórico.

Se a Pousada da Juventude de Braga não vai avançar a pronto imediato, em vez de se esquecer este assunto, porque não trazê-lo à discussão pública e pôr em hipótese a sua colocação na Casa das Convertidas?
A estrtutura já está montada, mantem a funcionalidade de albergar pessoas e dar-lhes pernoita. Situar-se-á no centro da cidade, dinamizando uma área com tendência para ser populacionalmente deprimida e permitiria a fácil movimentação dos jovens.

Será que não podemos pensar a cidade e a sua estratégia em vez de realizar obras avulsas e sem sentido?
A JovemCoop manifesta o seu desagrado com esta ideia avançada ao Jornal Público e daremos nota disso mesmo ao Ministério da Administração Interna.


Regenerar Senhora a Branca - Cuidar do Património Ambiental

"Diário do Minho" 01/03/2012

Está em curso a acção de requalificação do Largo da Senhora-a-Branca, no âmbito do Programa "Regenerar Braga".

Uma das primeiras acções levadas a cabo foi arrancar as laranjeiras (tão típicas) da Senhora-a-Branca, para permitir redesenhar o Largo e a consequente movimentação das máquinas.

Segundo informações que colhemos no local, a primeira laranjeira foi arranca fazendo cair os seus frutos, esmagando-os no chão.

Não pode o património ambiental ser tratado desta forma, sobretudo quando as laranjas são perfeitamente comestíveis e sumarentas. Por sugestão do executivo da Junta de Freguesia, as laranjas foram recolhidas e distribuídas por instituções.

A par disto, a reorganização do Largo previa apenas a colocação de oito novas laranjeiras, mas percebemos que por força do executivo da Junta de Freguesia de S. Victor, o topo norte foi reforçado com mais 2 laranjeiras.

As laranjeiras do largo da Senhora-a-Branca, tal como, por exemplo, as do Campo Novo são típicas daquelas praças e são um património ambiental que embelezam os espaços e dão colorido.
Pena é que não sejam alvo de maior atenção e prevenção, para continuarem no seu sítio durante muitos mais anos.


Uma questão de Confiança

"Diário do Minho" 28/02/2012


"Diário do Minho" 29/02/2012

Após o Diário do Minho ter noticiado, na passada 3ª feira, que o imóvel da Confiança está a pagar de imposto um valor muito abaixo dos 3,5 milhões, confirmando a sobreavaliação que a Câmara Municipal de Braga fez, ontem os bracarenses foram brindados com a notícia que a entidade proprietária da Confiança abandonava a intenção de vender o espaço.

Desde logo, surgiu a ideia de que, afinal, todo este processo é obscuro e que parecia beneficiar uma das partes.
Em seguida, surgia a dúvida: qual seria o destino do imóvel e o que fazer ao produto do concurso de 84 propostas para dinamizar a Fábrica.

Segundo noticia a RUM, o Município vai avançar para a expropriação do edifício, revigorando a aposta de transformação cultural.


Quem sabe se esta expropriação não acabará por sair mais barata aos cofres do Município?

Este assunto vai ser alvo de discussão na Assembleia Municipal que será realizada amanhã à noite. Num acto de cidadania participada, devem os cidadãos bracarenses ir até ao PEB e, através da sua presença, provar aos agentes políticos que deve ser concretizado esta acção de aquisição, desde que legítima e transparente, não beneficiando uma parte, mas um todo que é a população de Braga.