8 de julho de 2015

O Nosso Património #8




Olá a todos! 

Hoje, no dia 8 de julho, reunimo-nos mais uma vez na sede da Junta de Freguesia de S. Vítor às 9:30, onde nos informaram que iríamos visitar o parque da Ponte. Por volta das 10 da manhã chegamos à rua dos Galos, onde vimos o rio, e a fonte com os dois galos gravados em baixo relevo. Sentamo-nos à sombra, onde ouvimos a história daquele local contada pela monitora Gui, e vimos o rio a passar ao nosso lado. Infelizmente, ao contrário do que fizemos nas Sete Fontes, não podemos encher as nossas garrafas com a água da fonte, pois esta é imprópria para consumo. Tiramos uma foto de grupo, e seguimos caminho ao lado do rio em direção ao parque onde se encontra a capela de S. João Baptista. Mais uma vez, a Gui contou-nos tudo sobre a capela e também sobre o Convento dos Remédios, que foi demolido no início do Século XX. No entanto, os elementos decorativos encontram-se espalhados pela cidade, estando algumas imagens presentes no parque. De seguida separamo-nos por grupos, e cada um teve algo atribuído, para que pudessem preencher fichas das partes móveis e imóveis do parque.


Quando todos acabamos, voltamos pelo mesmo caminho que antes tínhamos percorrido, e pouco tempo depois chegamos à Junta de Freguesia, onde demos por encerrado o 8º dia no património.

Beijinhos,
Daniela e Beatriz

7 de julho de 2015

O Nosso Património #7




Olá,


Hoje dia 07  de julho fomos até ao Rio Este para cooperar com a iniciativa do Projeto Rios. A grande missão deste projeto é que a cidade e os seus habitantes não voltem as costas ao rio, mas antes se preocupem com o seu estado e preservação. Este projecto consiste na adoção de um troço de rio, de 500m ( o troço adotado pela JovemCoop Começa no INL e termina nos Campos da Rodovia), e tem como objetvo  sensibilizar a sociedade para os problemas e para a necessidade de protecção dos rios. Para ajudar nesta tarefa é fornecido um kit didáctico.


Quanto chegamos ao Rio Este, percorremos as margens do rio para escolhermos em que ponto do troço iríamos realizar a nossa análise. Depois, alguns participantes do “O Nosso Património” (pois não avia equipamento para todos) e a Estagiária Rita entraram no Rio para medir o pH da água, os nitritos, os nitratos, entre outros dados. Quem ficou fora da água teve de analisar com muito cuidado as margens do rio, e a fauna e a flora existentes nas mesmas.  Com este trabalho em cooperação conseguimos analisar com melhor pormenor a fauna e a flora existente dentro, e fora do Rio Este.

Até amanhã, 
Rita

6 de julho de 2015

O Nosso Património #6

Olá!

Hoje, no sexto dia da XI Edição do "Nosso Património" , entrámos na Junta de Freguesia de S. Víctor, pelas 9:30. Os novos colegas apresentaram-se e foram integrados nos grupos de trabalho. Antes de partir para a aventura do dia, a Gui deu alguns recados e adiantou algumas informações. De seguida, fomos a pé até à Fábrica “Saboaria e Perfumaria Confiança”, situada na rua Nova de Santa de Cruz e que foi construída no ano de 1894. No local, ouvimos uma explicação sobre a Fábrica e os acontecimentos mais recentes. No final de explicação organizámo-nos por grupos e realizámos uma “ficha de sítio”.
Posteriormente, dirigimo-nos à Capela de S. Víctor-o-Velho, que se situa no início da mesma rua. No interior, sentámo-nos por grupos para ouvir uma explicação sobre a história deste edifício e dos seus fundadores. Após a explicação da monitora Tânia, dois elementos do grupo dirigiram-se ao exterior e realizaram uma “ficha de sítio” e os restantes membros permaneceram no interior e realizaram duas “fichas de património móvel”.
Antes de regressar à Junta tirámos uma foto de grupo.
Por último, foi proposto um desafio aos grupos para responderem à seguinte questão: “se pudessem construir algo no local da fábrica, o que seria?” Os grupos tiveram cerca de 20 minutos para reunir, trocar opiniões e apresentar um projecto.
E, assim terminou mais um dia!

Manos Vieira

(Beatriz e Hugo Vieira)

O Nosso Património #5


Como planeado, hoje, dia 3 de Julho, a Jovem Coop direcionou-se às 7 fontes (localizado em Braga, na freguesia de S. Vitor), monumento avaliado como património nacional e protegido de empresários famintos por lucro, pelo governo de Portugal, em 2014.

Sendo uma jovem cooperante veterana, desde sempre oiço falar nas 7 fontes. Apesar de o nome não se aplicar, infelizmente, ao monumento em si, pois uma das “mães d’água” foi destruída por uma construtora civil para dar lugar a blocos habitacionais, este monumento constituído por 6 fontes, das quais 4 são edificadas por uma planta circular em pedra aparelhada e teto em abóbada, mais as minhas abertas na pedra com condutas e galerias, é m dos monumentos mais antigos e repletos de história em Braga.

A história das 7 fontes começou quando o então arcebispo de Braga, José de Bragança, chegado à mesma cidade em Agosto de 1741, questionou a Câmara sobre o estado dos muros da cidade e do fornecimento de águas. João V de Portugal, ao construir o Aqueduto de Águas Livres, serviu de exemplo para José de Bragança, seu irmão, e então o arcebispo decidiu construir em Braga a Engenharia Hidráulica. Esta construção decorreu com benefícios para a população bracarense porque a primeira “mãe d’água” está datada em 1744 e a última 8 anos depois.

D. José de Bragança não só melhorou a qualidade de vida de Braga como também foi autor de obras como o convento de Santa Clara, no Carmo, no convento de Santa Rosa, etc.

Dito isto, posso afirmar que a Jovem Coop teve uma manhã excelente, onde os jovens cooperantes foram acompanhados por monitores incrivelmente bem humorados e simpáticos, com um tempo perfeito para caminhar e elevar o conhecimento histórico e, sem falta, também veteranos, o Presidente Ricardo P. Silva e o Sr. Joaquim, que trabalha nas 7 fontes desde 1978 até ao presente.

Joana


Olá a todos! (:
Hoje, dia 3 de Julho, reunimo-nos mais uma vez na junta de freguesia de S.Vitor, á hora do costume para dar início a mais uma actividade de ‘’ O Nosso Património ‘’.

Antes de sairmos para a grande visita até as Sete Fontes, a monitora Gui recolheu os trabalhos realizados pelos grupos sobre os santos que lhes foram propostos no dia anterior.

Feito isto, fomos acompanhados pelos monitores e pelo Sr. Joaquim até ao local onde se situam as minas, para a respetiva visita.

As Sete Fontes, foram mandadas construir pelo antigo Arcebispo de Braga cujo nome era D. José de Bragança. O início das obras deu-se em 1744, sendo estas prolongadas até 1752 quando foi construída a última mina. O conjunto hidráulico das Sete Fontes foi classificado como monumento nacional em Maio de 2011.

Visitamos dois tuneis dos quais fomos acompanhados pelo monitor Chico e o Sr. Joaquim.

Num dos tuneis, conseguimos observar a nascente de uma das minas e alguns sítios por onde a água corria… no outro túnel, que estava seco, pudemos observar que no topo da estrutura existiam uns buracos que serviam para que o oxigénio entrasse na mina e que fizesse com que a água existente nesta, corresse e também é pelos buracos que, os morcegos entram durante a noite para se alimentarem dos insectos.

Subindo mais um pouco, até á ultima mina, os monitores disseram que podíamos encher as nossas garrafas com água das sete fontes, sendo esta potável e de grande qualidade.
E assim terminou mais um grande dia na JovemCoop!!!

João Ferreira

2 de julho de 2015

O Nosso Património #4




Olá a todos!


No dia de hoje, fomos ajudar a arquiteta Maria, na a avenida central e enquanto uns participantes estiveram a cortar fios de 3 diferentes cores, outro tiveram a cobrir uma área avenida com tecido, para ser uma das entradas da feira do livro. Depois fomos para a igreja da Senhora-A-Branca para percebermos quem é esta santa e outros pontos de interesse sobre está igreja. 

Vamo-vos contar um pouco sobre quem era a senhora das neves e porque se tornou conhecida e muito importante. Então,o nome de Nossa Senhora das Neves é devido a uma antiga lenda segundo a qual um casal romano, que pedia à Virgem Maria um sinal, recebeu em sonhos a mensagem de que Santa Maria desejava que lhe fosse dedicado um templo precisamente no lugar do monte Esquilino. Durante a noite de 4 para 5 de agosto, o terreno onde hoje se ergue a Basílica de Santa Maria Maior amanheceu com muita neve e assim ficou conhecido como um milagre. 

Agora vamos contar-vos alguns factos que nós tivemos gosto em saber sobre esta igreja. Esta igreja do século XVIII,inicialmente chamava-se Igreja de Nossa Senhora Das Neves,mas como no nicho está nossa senhora vestida com uma este branca, passou-se a chamar Igreja Da Senhora-A-Branca (nome atual).
No final fomos para a junta de freguesia. 


E assim terminou mais um dia divertido com a JovemCoop♥,

Inês Velho & Carina



1 de julho de 2015

O Nosso Património #3




Olá a todos :)

No terceiro dia de atividades da XI edição d` O Nosso Património conhecemos novos participantes e dialogamos com os nossos monitores.
Após termos recebido os novos colegas demos inicio à primeira atividade do dia. Dirigimo-nos para a capela de Guadalupe situada em S. Vítor, na rua da Regueira. Entramos na capela e os monitores explicaram-nos algumas curiosidades sobre a capela. De seguida preenchemos as fichas sobre a capela, não só sobre o interior da mesma, como também sobre o espaço exterior.
Ficamos a conhecer factos importantes sobre este monumento, tais como que André Soares é  o autor do altar e também que a capela foi erguida no século XVIII.
Quando acabamos de preencher as fichas tivemos que inventar um grito de guerra para o nosso respetivo grupo. Todos os grupos apresentaram os seus gritos, sendo alguns mesmo muito engraçados. Depois disso fizemos um jogo com um novelo de lã onde tínhamos que descrever 2 qualidades e 2 defeitos nossos. Quando acabássemos de dizer segurávamos num bocado do fio e atirávamos para outra pessoa para que ela dissesse as suas qualidades e os seus defeitos. No final todos ficamos unidos por uma teia de aranha gigante, resultado do desenrolar do fio. Para mim esta atividade foi  muito interessante e divertida.
Acabado o jogo saímos da capela e fomos para a junta. Os monitores falaram da atividade do próximo dia e fomos embora mas com uma certeza:


We`ll be back!!!

Vasco

30 de junho de 2015

O Nosso Património #2

    


   Hoje, dia 30 de junho, reuni-mo-nos mais uma vez às 9:30h para mais um dia n’”O nosso Património”.
     Para iniciarmos o nosso dia, recebemos novos participantes que se juntaram a nós nesta jornada. De seguida, fomos divididos em grupos para uma melhor organização, onde todos os integrantes do mesmo, terão de colaborar na realização das várias propostas que nos serão feitas ao longo das nossas visitas a diversos monumentos, até ao final desta iniciativa. Depois dos grupos já estarem formados tivemos a agradável surpresa de ouvir o Presidente da Junta, Ricardo Silva, que nos incentivou a participar noutras atividades realizadas pela JovemCoop. Ouvidas as suas palavras saímos e dirigi-mo-nos ao nosso primeiro destino: a igreja de São Vítor.
     Quando lá chegamos, ouvimos uma breve história sobre o jovem Vítor, atualmente conhecido como São Vítor, também representada nos belos azulejos que revestem as paredes da igreja. Após esta pequena contextualização, reuni-mo-nos com os nossos respetivos grupos para realizarmos duas fichas acerca da parte móvel e imóvel da Igreja de S. Victor.
     Consideramos a igreja, sem dúvida, uma das mais únicas e bonitas de Braga, devido aos seus esbeltos altares, ao seu significado e à sua história.
     Terminada a visita, voltámos à Junta onde demos por encerrado o 2º dia no património.
     Apreciamos muito esta viagem e achamos que foi bastante interessante e divertida. Esperamos que se repitam mais dias como este!


Kika e Praça  

O Nosso Património #1



Olá!
Hoje foi o primeiro dia da XI edição da atividade "O nosso Património".
Este dia é sempre diferente todos os anos já que ficamos a conhecer novos participantes e monitores.
Após uma breve apresentação dos monitores, onde a monitora Gui falou sobre o objetivo da atividade e sobre a JovemCoop,fomos para a avenida central.
Lá fizemos vários jogos dinâmicos. No primeiro jogo cada um dos participantes escrevia no mínimo três perguntas como intuito de serem respondidas por outro participante/monitor.
De seguida fizemos um jogo de confiança e o jogo do Nó. No último, tínhamos que formar um círculo e decorar quem está no nosso lado direito e esquerdo e de seguida baralha-mo-nos e demos novamente as mãos aos que tinham estado ao nosso lado.
Assim, num espírito de equipa e entreajuda tínhamos que voltar ao círculo inicial.
No final regressamos à Junta de Freguesia de S.Vitor onde realizamos outro jogo como objetivo de nos ajudar a memorizar os nomes dos participantes .
Gosto sempre destas manhãs porque é sempre produtivo para o convívio e para incentivar a comunicação entre os novos e os antigos participantes.
Concluindo, esta manhã foi mais uma para relembrar de muitas que já fazem parte da minha memória dos últimos quatro anos de participação.

Beijinhos a todos e até amanhã. 

Joana Oliveira

Não percam o próximo episódio porque nós também não :)

Olá :)
Chamo-me André, tenho 12 e hoje foi o meu primeiro dia na atividade "O Nosso Património" organizada pela JovemCoop.
Neste primeiro dia encontra-mo-nos todos no auditório, onde os monitores se apresentaram, e falaram da JovemCoop. De seguida, fomos para os jardins da avenida central. O monitor Belo explicou-nos o primeiro jogo, que consistia em atirar uma bola de uns para os outros, quando recebíamos a bola tínhamos de falar sobre nós durante 20 segundos sem parar, eu disse o meu nome, a minha idade, a minha escola e a minha comida favorita. Quando terminamos o primeiro jogo, deram-nos uma folha em que tínhamos de escrever três questões, para o nosso colega do lado responder, mas os monitores misturaram as perguntas todas e afinal cada um respondia às questões que lhe saíssem. O último jogo era o jogo do "NÓ". Neste jogo aprendemos a trabalhar em equipa, pois só com a ajuda de todos foi possível desfazer o nó.

Chegou assim ao fim um grande dia na companhia dos meus colegas.

André Soares

23 de junho de 2015

Crónica JovemCoop - O São João dos bracarenses



O São João dos Bracarenses

Em época de santos populares, o São João é aquele que mais se vive em Braga. As ruas estão repletas de decorações alusivas ao Santo e as típicas bancas de manjericos e farturas também já enchem a avenida. Com a cidade “vestida” a rigor, dão-se início às festas que se celebram durante mais de uma semana.
A programação é bastante ampla podendo, assim, agradar a um maior número de pessoas que por lá passam. Desde os mais variados concursos, dos quais destacamos o concurso de cascatas sanjoaninas, onde a JovemCoop teve a honra de participar como representante da União de Freguesias de S. Lázaro e S. João do Souto e que pelo segundo ano consecutivo se destacou com o honroso segundo lugar, até às abundantes exposições que enchem as salas dos museus de Braga. Certo é que este ano ninguém tem desculpa para ficar fora da festa mais popular da cidade.
Tal como a JovemCoop, muitas são as associações que decidiram cooperar com a Associação de Festas de S. João, de modo a abrilhantar as festividades históricas da cidade. Prova disso, foi o Cortejo Histórico que contou com a presença de várias associações e grupos culturais da cidade. Composto por vários quadros, como o candeleiro, a dança das pelas, a serpe ou o Rei da Mourisca, o cortejo histórico (ou do porco preto) saiu às ruas na passada sexta feira pelo segundo ano consecutivo e retrata as mais antigas tradições das festas de São João. À JovemCoop coube interpretar o quadro do Rei e Imperador, que durante do século XVI foi um dos quadros principais das festas. Apesar da escassa informação sobre este quadro, sabe-se que era caracterizado por ter uma dança que acompanhava o Rei e o Imperador, ainda que se desconheça o figurino da mesma. Os elementos deste quadro deveriam ir com trajes à época e de rigor cronológico. Apesar da falta de informação, tentamos sempre aproximar as recriações o máximo possível da realidade das antigas festas de S. João.
Um outro momento de originalidade das festas de S. João que importa referir, é o cortejo das rusgas, que se realiza esta noite. Passando pela Rua do Souto e percorrendo toda a Avenida da Liberdade, este é um dos momentos mais vividos pelos bracarenses e, por esse motivo, convidamo-lo a si, caro leitor, a passar pela rua e ver o cortejo. Damos particular atenção para a Rusga de Guadalupe, por ser uma rusga moderna, composta por jovens que pretendem dar continuidade às tradições, não permitindo assim o desaparecimento das rusgas espontâneas que se juntavam nos arredores da cidade e partiam para as festas de São João.
Mas não só de tradições se vive o São João. Este ano realizou-se, pela primeira vez, a Gala Sanjoanina “E Repenica…”, onde se homenagearam as mais importantes entidades da história das festas de S. João, ao som das tradicionais músicas que nos invadem durante as festividades ao Santo. A JovemCoop teve a oportunidade de ver a gala, uma vez que fomos receber o prémio das cascatas sanjoaninas e, em nosso entendimento, foi um momento magnífico onde a história e a tradição se uniu à música, e onde os grupos musicais da cidade se juntaram para interpretarem temas históricos como o hino da cidade, o hino de S. João, entre muitos outros. Por esse motivo deixamos aqui o nosso aplauso a todos os participantes na gala, sobretudo pela capacidade de aproximarem a população das tradições e por mostrarem que as tradições não têm que ser parolas nem saloias.
Com uma oferta cultural tão abundante, e sendo amanhã o dia do “nosso” santo popular, só o podemos convidar a sair de casa e a juntar-se às comemorações, porque, felizmente, cada vez mais o S. João não é só de Braga, mas é de todos os que o queiram viver.

13 de junho de 2015

XI Edição "O Nosso Património" - Inscrições Abertas


É já na próxima 2ª feira, 15 de Junho que abrem as inscrições para a XI Edição de "O Nosso Património", que irá decorrer de 29 de Junho a 24 de Julho nas instalações da Junta de Freguesia de São Victor.
  
"O Nosso Património", é uma atividade direcionada para o público jovem, com idades compreendidas entre os 12 e os 18, e que visa uma aprendizagem divertida sobre a História e Monumentos dos locais a visitar, bem como ajudar a criar consciências e a promover uma sensibilização ativa na proteção das nossas heranças culturais. 

Ao longo de parte do mês de Junho e do mês de Julho, os jovens participantes serão desafiados a conhecer a História de Braga, em geral, e da freguesia de S.Victor em particular. 

Durante quase 4 semanas, os participantes percorrerão as ruas em busca de monumentos, sítios de interesse e pessoas com relatos orais que interessem ser registados. Os jovens que participarem nesta atividade andarão munidos de uma mala com instrumentos de registo, com o objectivo de fotografar, desenhar e escrever as principais caraterísticas de um edifício histórico ou de um objecto patrimonial. Para tal usarão bússolas, máquinas fotográficas, fitas métricas, gravadores, entre outros equipamentos. 

O objetivo deste trabalho, além da latente consciencialização dos participantes, é compilar informação que possa ser utilizada como avaliação de um edifício de interesse patrimonial, que funcione na sua classificação ou que nos permita perceber, ao longos dos tempos se um determinado sítio apresenta danos e sinais de abandono ou obras de conservação e restauro. 

"O Nosso Património" – XI Edição, é uma atividade realizada pela JovemCoop e pela Junta de Freguesia de S.Victor, permitindo-nos cumprir o nosso objectivo de alargar a nossa área de intervenção e conhecimento, quer na parte patrimonial, mas também na área das políticas não formais para a Juventude de Braga.

As inscrições poderão ser feitas na Junta de Freguesia de São Victor, ou através do nosso email info@jovemcoop.com.
 

1 de junho de 2015

Respira com a JovemCoop




Ontem a JovemCoop abriu as portas de Braga para cooperar com a Associação Respira. Respira com a JovemCoop foi uma atividade direcionada a todos os fumadores e não fumadores para alertar para os riscos do tabagismo, que podem levar a uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). O desafio era colocar uma mola nasal e respirar apenas pelo tubo de uma palhinha, enquanto subiam os escadórios do Bom Jesus. A experiência  sentida, era semelhante à de quem vive com DPOC nível 3 ou 4. E o resultado foi chocante para todos, que não conseguiram subir muito além de alguns degraus. Com a missão de alertar os nossos jovens para os riscos que podem correr deixamos a mensagem do Vice Presidente a Associação Respira José Duarte Albino:

É mais fácil nunca fumar, do que mais tarde deixar de ser fumador!

Respire com a JovemCoop e faça esta experiência em casa: com uma mola nasal e a respirar por uma palhinha, tente realizar tarefas do quotidiano.

27 de maio de 2015

Dia Mundial Sem Tabaco - Associações JOVEMCOOP e RESPIRA desafiam população a subir Escadório do Bom Jesus



31 de Maio - Dia Mundial Sem Tabaco

Associações JOVEMCOOP e RESPIRA alertam para as consequências do tabaco e desafiam população a subir Escadório do Bom Jesus de Braga

“Já pensou o que sente uma pessoa com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) quando tenta respirar?” é o desafio que a  Associação RESPIRA e JOVEMCOOP lançam à população, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Pneumologia.

No Dia Mundial Sem Tabaco, a Associação Respira e a JovemCoop mostram como se sente uma pessoa com DPOC quando tenta respirar e desafia a população a subir o Escadório do Bom Jesus, com uma mola nasal e respirando por uma palhinha. A iniciativa visa alertar para as consequências do consumo de tabaco, pois a grande maioria dos casos de DPOC são de pessoas que fumaram. 

·         80% dos casos da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) são consequência do tabagismo;

·         As pessoas com DPOC têm muita dificuldade ou podem não conseguir desempenhar tarefas diárias banais como, por exemplo, fazer a higiene diária, realizar tarefas domésticas, subir escadas ou conduzir;

·         A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) afecta 44 milhões de pessoas na Europa e estima-se que seja a 3ª causa de morte em 2030.

    A acção de sensibilização decorre no dia 31 de Maio (Domingo), às 10h, com ponto de encontro no Pórtico de acesso aos escadórios!
    A participação é gratuita.

Peregrinos com Pedalada - Diário Etapa12




Penúltimo dia
Via da Prata - dia décimo primeiro A Xunqueira - Lalin
O dia amanheceu cinzento, muitas nuvens a ameaçar chuva. 
Despedimo-nos deste Pueblo com o vento frio no rosto, a descer rapidamente e a contar com cerca de 90 km pela frente.
Demorámos uma hora e meia até Ourense. Havia que encontrar um oficina de bicicletas para reparar a do João, pois esta deixara de travar à frente havia já dois dias. 
Na primeira tentativa não tivemos sorte, pouca disponibilidade para ajudar e ganhar dinheiro. Continuámos a procurar e encontrámos uma excelente oficina onde a bicicleta se recompôs. 
Saímos de Ourense pela imponente ponte romana, que permite passar o rio Minho para a margem Norte, que nos presenteia de imediato com uma subida de primeira categoria. 
Percorrendo o caminho real, chegámos à ermita de São Marcos, de onde se tem uma panorâmica de toda a cidade de Ourense.
Sempre a subir, vamos ouvindo a bicicleta do Eduardo a queixar-se, o céu a abrir e o calor a começar a apertar. 
Passámos por entre quintas e bosques, com belíssimos trilhos para passear. 
O Eduardo tinha-se adiantado e esperava-nos com uma saca de cerejas que um agricultor havia apanhado da árvore e oferecido momentos antes. Que saborosas e que bem souberam. 
Já a tarde iniciara e com cerca de metade da etapa cumprida, o ruído da bicicleta do Eduardo ia aumentando! 
A determinada altura percebemos que algo tinha mesmo corrido mal. Uma avaria na roda de trás impedia que os pedais parassem, ou seja, para poder andar os pedais não podiam parar. O "cepo", assim se chama a peça avariada partira. 
Ainda faltavam mais de 40km de etapa num caminho de montanha e a oficina de bicicletas mais próxima estava a 30km. 
Com muita pena tivemos que prescindir de seguir o caminho por Oseira, optando pela estrada até Lalin.
Foram 30 km muito penosos, tendo subido até aos 800 metros com bicicletas pouco amigas do alcatrão. O caminho colocava-nos, mais uma vez, à prova.
A primeira oficina que encontrámos fazia lembrar as dos antigos garagistas, onde tudo fizeram para reparar a avaria, mas era necessária uma peça nova, que não tinham. 
Na segunda, uma loja mais moderna, também tudo fizeram para a reparar e conseguiram, mas somente entregaram a Bike pronta para lá das 20:30!
Decidimos dormir em Lalin, a 50 km de Santiago!

Peregrinos com Pedalada - Diário Etapa11



Via da Prata - dia décimo Vilavella - Xunqueira

Este foi dos dias mais duros fisicamente.
Em A Gudigna ficamos a saber que, devido às obras do TGV, o caminho sofria um desvio! 
E que desvio, com descidas e subidas brutais, de grande dificuldade e incerteza. As deficientes marcações provocaram erros que nos custaram alguns km a mais!
Com o objectivo de chegar a Laza até ao almoço, animámos a pedalada, contentes por faltar pouco e por estarmos com um dia de sol limpo e temperatura a gosto!
Encontrámos alguns peregrinos pelo caminho, a faixa etária continua alta e curiosamente, a maioria são franceses. Excepcionalmente, a meio de um trilho de montanha, um australiano provava a excepção, só, a pé, na via da prata a caminho de Santiago!
Pelas 5h da tarde, numa aldeia de montanha, encontrámos um bar com uma decoração curiosa. As paredes estão repletas de vieiras com os nomes dos peregrinos que por lá passaram desde 2004! Os nossos nomes também lá ficaram.
Depois de um dia muito cansativo, compensado com momentos de BTT irrepreensível, chegámos à bonita localidade A Xunqueira.

Peregrinos com Pedalada - Diário Etapa10



Via da Prata - dia nono
Rionegro del Puente - Vilavella
Sim, de facto, já estamos a pedalar há uma semana! M****!!! 
Acordei, ouvi o telefone cair ao chão... tinha adormecido. 
Haveria de querer dizer alguma coisa, não o recordo.
O jantar do dia anterior foi muito bom, a noite de sono foi para todos tranquila, embalada pelos "chupitos" oferecidos pelo chefe. 

Mais uma vez a manhã estava fria. Iniciámos viagem por terrenos baldios a acompanhar a estrada nacional e a autoestrada que liga a Madrid. Uma hora depois estávamos na localidade onde deveríamos ter terminado ontem! Encontramos o "bar central" e o cabo das mudanças que nos haviam deixado no dia anterior. 
Fazendo-nos mecânicos, mudamos o cabo da Bike do João e seguimos viagem. 
Sempre em zona agrícola, de aldeia em aldeia, ou melhor dizendo, de igreja em igreja, percorremos os 40 km até Puebla Sanabria, onde almoçámos. 
Puebla Sanabria é uma cidade histórica, tipicamente de montanha, muito bonita!
A partir daqui o caminho mudou. As subidas e descidas aumentaram a frequência, sublinhando gradualmente o nível de altitude, muitas vezes acima dos mil metros, com picos de subida de um grau de dificuldade muito alto, surgindo zonas em que pedalar era impossível! 
A espaços, o esforço era compensado com descidas fantásticas, de puro divertimento. 
Às 6 da tarde estávamos em Lubian, onde os dois albergues possíveis estavam cheios. Decidimos continuar até Vilavella. 
Quando chegámos a Vilavella ficámos a saber que o albergue havia encerrado três anos antes. Seguir viagem não era opção, pelo que um hostal foi a solução!