14 de julho de 2015
O Nosso Património #12
Olá a todos,
Hoje, dia 14 , fomos visitar dois monumentos, as Termas Romanas da Cividade e a Fonte do Ídolo. Primeiro vistamos as termas. Chegamos ao local e fomos para uma pequena casa onde nos sentamos para visualizar um vídeo que retratava como as termas eram antigamente e os percursos que os romanos faziam nas termas. Depois de acabar o video, a Guia disse-nos alguns pormenores, como por exemplo que as mulheres iam de manhã e os homens durante a tarde, entre outras coisas. Depois fomos a parte exterior e vimos as ruínas das termas e a guia identificou as várias partes das termas. No final vimos as ruínas do teatro romano, um pouco degradadas devido ao clima.
De seguida, deslocá-mo-nos para fonte do ídolo, um antigo santuário rupestre, edificado pelos romanos no início do século I. A visita iniciou-se com a apresentação de um vídeo sobre a história deste santuário e de como havia resistido ao longo dos tempos, até se ter sido considerado um monumento nacional. De forma resumida, o monumento é constituído por um nicho e por duas estátuas, ambas na vertical de uma das paredes, sendo consideradas togada e edícula, respectivamente. No final da vista voltamos para a junta.
Este foi o nosso dia.
André e João
13 de julho de 2015
O Nosso Património #11
Hoje, dia 13 de Julho, reunimo-nos
mais uma vez na sede da Junta de Freguesia de S. Vítor, pelas 9:30h. Por volta
das 10:15h da manhã, partimos da Junta em direção à Praça do Município,
entusiasmados por descobrir em que consistiria a aventura do dia. Quando
chegamos, os monitores informaram-nos que iríamos fazer um peddy paper pela
cidade de Braga.
Antes de partirmos para a aventura
que prometia uma enriquecedora e entusiasmante manhã, organizamo-nos em grupos
e fizemos o nosso respetivo grito de guerra, todos ao mesmo tempo. Os postos do
peddy paper eram idênticos para cada grupo, apenas a ordem era diferente.
A primeira pista foi igual para
todos, situada na Praça do Município, que seria, portanto, o nosso ponto de
partida e de chegada. Os grupos, chefiados pelos respectivos monitores,
percorreram a cidade de Braga, procurando as pistas e respondendo a perguntas
sobre os locais históricos onde se encontravam. Os postos foram o Campo das
Hortas, o Museu dos Biscainhos, Jardim de Santa Bárbara, Museu Nogueira da
Silva, Arcada e Largo Carlos Amarante.
Após este momento de convívio e aprendizagem,
os grupos reuniram-se novamente e, aliados a um espírito alegre e a um longo
período de tempo ainda restante, realizamos alguns jogos dinâmicos, como o
peixinho humano (sendo nós as cartas e os monitores os jogadores) e outras
atividades coletivas, cultivando assim o nosso espírito de união e
companheirismo.
Quando terminamos, regressamos à
Junta de Freguesia, onde demos por encerrado o 11 dia da XI edição do
"Nosso Património", cientes de que a aprendizagem e a diversão são
grandes aliados!
Ana e Sofia
Nota: este texto foi realizado por videochamada hehehehe :)
10 de julho de 2015
O nosso património #10
Fomos ver, em primeiro lugar, os
marcos miliários, que marcavam as milhas das estradas que liagavam Bracara Ausgusta a Austurica Augusta. De
seguida vimos o Palacete Matos Graça (séc.XVII-1880,) que foi construído por
Manuel Rocha Veloso, onde a sua fachada continua intacta. Vimos também a
Basílica dos congregados que foi erguida no final do séc. XVII (1784). A seguir
fomos para a avenida central. Depois andamos até à Sé de Braga que ao longo
destes anos sofreu constantes intervenções. Em último, observamos o arco da Porta
Nova, que foi construído a mando de D. Diogo de Sousa. Em 1910 tornou-se
monumento nacional.
Posso concluir que foi uma visita
interessante e que adquiri novos conhecimentos.
Bruna Proença
Olá amigos,
Tudo bem?
Hoje, dia 10 de Julho, a atividade 'O Nosso Património' fez uma visita ao centro histórico bracarense. Saímos da Junta de Freguesia de S.Vítor e fomos até ao largo existente frente à Igreja da Sra. A Branca, onde nos questionamos acerca de um marco ali presente que, após explicação da Gui, percebemos ser uma espécie de "sinal" que assinalava a existência de estradas que uniam várias cidades romanas, entre elas obviamente Bracara Augusta.
Prosseguimos até à Igreja/Convento dos Congregados onde nos foi explicada a sua evolução desde a sua construção e todas as suas funções e datas relevantes, desde a sua principal função religiosa até á sua vertente de ajuda aos doentes e mais recentemente ao incentivo e desenvolvimento da aprendizagem de música.
Fomos também à Sé de Braga e ao Arco da Porta Nova onde relembramos vários factos e histórias acerca destes monumentos, nunca sendo demais recordar e aprender.
Relembrar estes aspetos da nossa cultura ajuda-nos a desenvolver a nossa identidade e cidadania, aproximando-nos e integrando-nos na nossa cidade, tornando-nos capazes de conhecer melhor a cidade que tanto gostamos!
Até breve,
Tomás Pinhão
9 de julho de 2015
O Nosso Património #9
Começamos por visitar os
laboratórios, onde os artefactos encontrados nas escavações são estudados e
restaurados para exposição. A maioria dos objetos encontrados são em cerâmica,
uma vez que esta resiste melhor à acidez do solo da nossa região.
De seguida, vimos vários
instrumentos da Idade da Pedra e da Idade do Bronze. Os primeiros incluíam não
só ferramentas simples do Paleolítico mas também machados, flechas e arcos mais
elaborados e vasos decorados com paus ou com os dedos, datados já do Neolítico.
Os artefactos da Idade do Bronze incluíam machados em bronze e vários adornos,
bem como uma estátua em pedra de um guerreiro que estaria à entrada de um
castro.
Seguidamente, passamos às
áreas dedicadas ao período romano. Inicialmente, vimos vários objetos de
cerâmica de decoração mais elaborada e feitos em série através de moldes, bem
como várias moedas. No piso inferior, vimos maquetas de alguns edifícios
romanos da cidade, como as termas da Cividade, e também vários objetos da vida
quotidiana dos romanos, como adornos, panelas ou vasos. Vimos ainda a coleção
de marcos miliários do museu, a maior do mundo, e algumas sepulturas juntamente
com os objetos encontrados dentro das mesmas.
Por fim, fomos visitar as
ruinas de uma casa romana que se encontra na cave do museu. Estipula-se que a
parte da casa encontrada seria um jardim interior ou um tanque.
Termino agradecendo ao
arqueólogo Victor, que nos guiou na visita aos laboratórios, e à Carina,
funcionária do museu e membro da JovemCoop, que nos guiou na visita ao museu,
por despenderem da sua manhã para nós.
Manuel Barbosa
Hoje, dia 9 de julho fomos visitar o museu D. Diogo de Sousa.
Quando chegamos ao local, tivemos a ajuda da Carina que
nos guiou nesta visita. De início, dirigimo-nos ao auditório, onde nos foi
apresentado um pequeno vídeo sobre alguns aspetos interessantes a ter em conta,
como a abundância do barro para cerâmica na zona de Braga.
De seguida , tivemos o prazer de conhecer os laboratórios do
museu, nesse mesmo local podemos observar o modo como fazem o restauro de algumas peças.
Terminada a visita aos laboratórios, dirigimo-nos para a parte
onde se encontravam expostos os artefactos descobertos. Nesse local podemos
ficar a conhecer a história dos nossos antepassados e observar as suas invenções
ao longo do tempo. Podemos constatar que alguns objetos são semelhantes aos que
encontramos no nosso quotidiano.
Já naquele tempo se construíam objetos semelhantes às "nossas" facas e alguns objetos para a caça. Dado isto, descemos e podemos ver
em forma de miniatura um local onde se afirma ser as termas ou o que chamamos
hoje de spa. Nesse local foi nos explicado que os senhores que iam a esse local
levavam consigo escravos apenas para tomarem conta da sua roupa.
De seguida, podemos ver uma sepultura, que continha no seu
interior joias e alguns vasos que continham as cinzas do corpo cremado.
Para finalizar a visita observamos vestígios de uma
habitação que foi encontrada durante as escavações arqueológicas onde hoje se
encontra o museu.
Com a visita terminada dirigimo-nos à junta, chegando assim
ao fim de mais um dia. J
Lipa e Carla
Hoje na atividade "O Nosso Património" da Jovem Coop fomos ao Museu D. Diogo de Sousa, no qual após termos entrado fomos para uma onde nos fizeram algumas perguntas sobre a arqueologia e do que é que esta se tratava depois, disto vimos um vídeo que nos explicava como é que os arqueólogos e investigadores trabalhavam.
Mais tarde fomos para o laboratório, e lá explicaram-nos como é que é feito o processo de recuperação dos artefactos antigos, nomeadamente a cerâmica e mosaicos.
Após isto fomos para uma sala que estava dividida entre várias partes desde a idade da pedra à idade do bronze, na parte da idade da pedra vimos instrumentos que eram usados mais na era paleolítica como para cortar a carne dos animais que estes caçavam ou as quais poderiam ter usado para acender fogueiras através da fricção e na parte da idade do bronze vimos um elmo que um guerreiro romano possa ter usado, também vimos uma estátua que estaria em frente a um castro para mostrar que estariam guerreiros fortes para caso os quisessem atacar assim como vimos acessórios que as pessoas deste tempo possam ter usado.Depois fomos para uma outra sala do museu na qual vimos um artefacto que seria único no mundo assim como falamos do facto de os romanos usarem moldes para certas cerâmicas. No final desta parte do museu estava localizado um tesouro na qual estariam 11 moedas de prata e 45000 moedas de cobre (espero não estar a exagerar :) ).A seguir vimos uma pata de um cavalo pertencente a uma estátua na qual este estaria a ser montado pelo imperador dessa época, vimos uma coleção de marcos miliários existentes nesta época, cerâmicas encontradas recentemente onde está o Liberty Street Fashion e uma sepultura na qual uma mulher estaria enterrada devido aos pertencentes que esta levava para a outra vida.No final da visita vimos as ruínas do que seria um jardim localizado no interior da casa ou um tanque. Estas ruínas seriam do tempo dos romanos e foram encontradas quando se estava a planear a construção do museu.A visita foi interessante e penso que todos ficamos a saber mais sobre o que se passou na nossa cidade no passado.
Até amanhã ,
Duarte
8 de julho de 2015
O Nosso Património #8
Olá a todos!
Hoje, no dia 8 de julho, reunimo-nos mais uma vez na sede da Junta de Freguesia
de S. Vítor às 9:30, onde nos informaram que iríamos visitar o parque da Ponte.
Por volta das 10 da manhã chegamos à rua dos Galos, onde vimos o rio, e a fonte
com os dois galos gravados em baixo relevo. Sentamo-nos à sombra, onde ouvimos
a história daquele local contada pela monitora Gui, e vimos o rio a passar ao
nosso lado. Infelizmente, ao contrário do que fizemos nas Sete Fontes, não
podemos encher as nossas garrafas com a água da fonte, pois esta é imprópria
para consumo. Tiramos uma foto de grupo, e seguimos caminho ao lado do rio em
direção ao parque onde se encontra a capela de S. João Baptista. Mais uma
vez, a Gui contou-nos tudo sobre a capela e também sobre o Convento dos
Remédios, que foi demolido no início do Século XX. No entanto, os elementos decorativos encontram-se espalhados pela cidade, estando algumas imagens presentes no parque. De seguida
separamo-nos por grupos, e cada um teve algo atribuído, para que pudessem
preencher fichas das partes móveis e imóveis do parque.
Quando todos
acabamos, voltamos pelo mesmo caminho que antes tínhamos percorrido, e pouco
tempo depois chegamos à Junta de Freguesia, onde demos por encerrado o 8º dia
no património.
Beijinhos,
Daniela e Beatriz
7 de julho de 2015
O Nosso Património #7
Olá,
Hoje dia 07 de julho fomos até ao Rio Este para cooperar com a iniciativa do Projeto Rios. A grande missão deste projeto é que a cidade e os seus habitantes não voltem as costas ao rio, mas antes se preocupem com o seu estado e preservação. Este projecto consiste na adoção de um troço de rio, de 500m ( o troço adotado pela JovemCoop Começa no INL e termina nos Campos da Rodovia), e tem como objetvo sensibilizar a sociedade para os problemas e para a necessidade de protecção dos rios. Para ajudar nesta tarefa é fornecido um kit didáctico.
Quanto chegamos ao Rio Este, percorremos as margens do rio para escolhermos em que ponto do troço iríamos realizar a nossa análise. Depois, alguns participantes do “O Nosso Património” (pois não avia equipamento para todos) e a Estagiária Rita entraram no Rio para medir o pH da água, os nitritos, os nitratos, entre outros dados. Quem ficou fora da água teve de analisar com muito cuidado as margens do rio, e a fauna e a flora existentes nas mesmas. Com este trabalho em cooperação conseguimos analisar com melhor pormenor a fauna e a flora existente dentro, e fora do Rio Este.
Até amanhã,
Rita
6 de julho de 2015
O Nosso Património #6
Olá!
Hoje, no sexto dia da XI Edição do "Nosso Património" , entrámos na Junta de Freguesia de S. Víctor, pelas 9:30. Os novos colegas apresentaram-se e foram integrados nos grupos de trabalho. Antes de partir para a aventura do dia, a Gui deu alguns recados e adiantou algumas informações. De seguida, fomos a pé até à Fábrica “Saboaria e Perfumaria Confiança”, situada na rua Nova de Santa de Cruz e que foi construída no ano de 1894. No local, ouvimos uma explicação sobre a Fábrica e os acontecimentos mais recentes. No final de explicação organizámo-nos por grupos e realizámos uma “ficha de sítio”.
Posteriormente, dirigimo-nos à Capela de S. Víctor-o-Velho, que se situa no início da mesma rua. No interior, sentámo-nos por grupos para ouvir uma explicação sobre a história deste edifício e dos seus fundadores. Após a explicação da monitora Tânia, dois elementos do grupo dirigiram-se ao exterior e realizaram uma “ficha de sítio” e os restantes membros permaneceram no interior e realizaram duas “fichas de património móvel”.
Antes de regressar à Junta tirámos uma foto de grupo.
Por último, foi proposto um desafio aos grupos para responderem à seguinte questão: “se pudessem construir algo no local da fábrica, o que seria?” Os grupos tiveram cerca de 20 minutos para reunir, trocar opiniões e apresentar um projecto.
E, assim terminou mais um dia!
Manos Vieira
(Beatriz e Hugo Vieira)
O Nosso Património #5
Como planeado, hoje, dia 3 de Julho, a Jovem Coop direcionou-se às 7 fontes (localizado em Braga, na freguesia de S. Vitor), monumento avaliado como património nacional e protegido de empresários famintos por lucro, pelo governo de Portugal, em 2014.
Sendo uma jovem cooperante veterana, desde sempre oiço falar nas 7 fontes. Apesar de o nome não se aplicar, infelizmente, ao monumento em si, pois uma das “mães d’água” foi destruída por uma construtora civil para dar lugar a blocos habitacionais, este monumento constituído por 6 fontes, das quais 4 são edificadas por uma planta circular em pedra aparelhada e teto em abóbada, mais as minhas abertas na pedra com condutas e galerias, é m dos monumentos mais antigos e repletos de história em Braga.
A história das 7 fontes começou quando o então arcebispo de Braga, José de Bragança, chegado à mesma cidade em Agosto de 1741, questionou a Câmara sobre o estado dos muros da cidade e do fornecimento de águas. João V de Portugal, ao construir o Aqueduto de Águas Livres, serviu de exemplo para José de Bragança, seu irmão, e então o arcebispo decidiu construir em Braga a Engenharia Hidráulica. Esta construção decorreu com benefícios para a população bracarense porque a primeira “mãe d’água” está datada em 1744 e a última 8 anos depois.
D. José de Bragança não só melhorou a qualidade de vida de Braga como também foi autor de obras como o convento de Santa Clara, no Carmo, no convento de Santa Rosa, etc.
Dito isto, posso afirmar que a Jovem Coop teve uma manhã excelente, onde os jovens cooperantes foram acompanhados por monitores incrivelmente bem humorados e simpáticos, com um tempo perfeito para caminhar e elevar o conhecimento histórico e, sem falta, também veteranos, o Presidente Ricardo P. Silva e o Sr. Joaquim, que trabalha nas 7 fontes desde 1978 até ao presente.
Joana
Olá a todos! (:
Hoje, dia 3 de Julho, reunimo-nos mais uma vez na junta de freguesia de S.Vitor, á hora do costume para dar início a mais uma actividade de ‘’ O Nosso Património ‘’.
Hoje, dia 3 de Julho, reunimo-nos mais uma vez na junta de freguesia de S.Vitor, á hora do costume para dar início a mais uma actividade de ‘’ O Nosso Património ‘’.
Antes de sairmos para a grande visita até as Sete Fontes, a monitora Gui recolheu os trabalhos realizados pelos grupos sobre os santos que lhes foram propostos no dia anterior.
Feito isto, fomos acompanhados pelos monitores e pelo Sr. Joaquim até ao local onde se situam as minas, para a respetiva visita.
As Sete Fontes, foram mandadas construir pelo antigo Arcebispo de Braga cujo nome era D. José de Bragança. O início das obras deu-se em 1744, sendo estas prolongadas até 1752 quando foi construída a última mina. O conjunto hidráulico das Sete Fontes foi classificado como monumento nacional em Maio de 2011.
Visitamos dois tuneis dos quais fomos acompanhados pelo monitor Chico e o Sr. Joaquim.
Num dos tuneis, conseguimos observar a nascente de uma das minas e alguns sítios por onde a água corria… no outro túnel, que estava seco, pudemos observar que no topo da estrutura existiam uns buracos que serviam para que o oxigénio entrasse na mina e que fizesse com que a água existente nesta, corresse e também é pelos buracos que, os morcegos entram durante a noite para se alimentarem dos insectos.
Subindo mais um pouco, até á ultima mina, os monitores disseram que podíamos encher as nossas garrafas com água das sete fontes, sendo esta potável e de grande qualidade.
E assim terminou mais um grande dia na JovemCoop!!!
João Ferreira
2 de julho de 2015
O Nosso Património #4
Olá a todos!
No dia de hoje, fomos ajudar a arquiteta Maria, na a avenida central e enquanto uns participantes estiveram a cortar fios de 3 diferentes cores, outro tiveram a cobrir uma área avenida com tecido, para ser uma das entradas da feira do livro. Depois fomos para a igreja da Senhora-A-Branca para percebermos quem é esta santa e outros pontos de interesse sobre está igreja.
Vamo-vos contar um pouco sobre quem era a senhora das neves e porque se tornou conhecida e muito importante. Então,o nome de Nossa Senhora das Neves é devido a uma antiga lenda segundo a qual um casal romano, que pedia à Virgem Maria um sinal, recebeu em sonhos a mensagem de que Santa Maria desejava que lhe fosse dedicado um templo precisamente no lugar do monte Esquilino. Durante a noite de 4 para 5 de agosto, o terreno onde hoje se ergue a Basílica de Santa Maria Maior amanheceu com muita neve e assim ficou conhecido como um milagre.
Agora vamos contar-vos alguns factos que nós tivemos gosto em saber sobre esta igreja. Esta igreja do século XVIII,inicialmente chamava-se Igreja de Nossa Senhora Das Neves,mas como no nicho está nossa senhora vestida com uma este branca, passou-se a chamar Igreja Da Senhora-A-Branca (nome atual).
No final fomos para a junta de freguesia.
E assim terminou mais um dia divertido com a JovemCoop♥,
Inês Velho & Carina
1 de julho de 2015
O Nosso Património #3
Olá a todos :)
No terceiro dia de atividades da XI edição d` O Nosso Património conhecemos novos participantes e dialogamos com os nossos monitores.
Após termos recebido os novos colegas demos inicio à primeira atividade do dia.
Dirigimo-nos para a capela de Guadalupe situada em S. Vítor, na rua da Regueira.
Entramos na capela e os monitores explicaram-nos algumas curiosidades sobre a
capela. De seguida preenchemos as fichas sobre a capela, não só sobre o interior
da mesma, como também sobre o espaço exterior.
Ficamos a conhecer factos importantes sobre este monumento, tais como que André Soares é o autor do altar e também que a capela foi
erguida no século XVIII.
Quando acabamos de preencher as fichas tivemos que inventar
um grito de guerra para o nosso respetivo grupo. Todos os grupos
apresentaram os seus gritos, sendo alguns mesmo muito engraçados. Depois disso
fizemos um jogo com um novelo de lã onde tínhamos que descrever 2 qualidades e
2 defeitos nossos. Quando acabássemos de dizer segurávamos num bocado do fio e
atirávamos para outra pessoa para que ela dissesse as suas qualidades e os seus
defeitos. No final todos ficamos unidos por uma teia de aranha gigante, resultado do desenrolar do fio. Para mim esta
atividade foi muito interessante e
divertida.
Acabado o jogo saímos da capela e fomos para a junta. Os
monitores falaram da atividade do próximo dia e fomos embora mas com uma
certeza:
We`ll be back!!!
Vasco
30 de junho de 2015
O Nosso Património #2
Hoje, dia 30 de junho,
reuni-mo-nos mais uma vez às 9:30h para mais um dia n’”O nosso Património”.
Para iniciarmos o nosso
dia, recebemos novos participantes que se juntaram a nós nesta jornada. De
seguida, fomos divididos em grupos para uma melhor organização, onde todos os
integrantes do mesmo, terão de colaborar na realização das várias propostas que
nos serão feitas ao longo das nossas visitas a diversos monumentos, até ao
final desta iniciativa. Depois dos grupos já estarem formados tivemos a
agradável surpresa de ouvir o Presidente da Junta, Ricardo Silva, que nos
incentivou a participar noutras atividades realizadas pela JovemCoop. Ouvidas
as suas palavras saímos e dirigi-mo-nos ao nosso primeiro destino: a igreja de
São Vítor.
Quando lá chegamos, ouvimos
uma breve história sobre o jovem Vítor, atualmente conhecido como São Vítor,
também representada nos belos azulejos que revestem as paredes da igreja.
Após esta pequena contextualização, reuni-mo-nos com os nossos respetivos grupos
para realizarmos duas fichas acerca da parte móvel e imóvel da Igreja de S. Victor.
Consideramos a igreja, sem dúvida, uma das
mais únicas e bonitas de Braga, devido aos seus esbeltos altares, ao seu
significado e à sua história.
Terminada a visita,
voltámos à Junta onde demos por encerrado o 2º dia no património.
Apreciamos muito esta
viagem e achamos que foi bastante interessante e divertida. Esperamos que se
repitam mais dias como este!
Kika e Praça
O Nosso Património #1
Olá!
Hoje foi o primeiro dia da XI edição da atividade "O nosso Património".
Este dia é sempre diferente todos os anos já que ficamos a conhecer novos participantes e monitores.
Após uma breve apresentação dos monitores, onde a monitora Gui falou sobre o objetivo da atividade e sobre a JovemCoop,fomos para a avenida central.
Lá fizemos vários jogos dinâmicos. No primeiro jogo cada um dos participantes escrevia no mínimo três perguntas como intuito de serem respondidas por outro participante/monitor.
De seguida fizemos um jogo de confiança e o jogo do Nó. No último, tínhamos que formar um círculo e decorar quem está no nosso lado direito e esquerdo e de seguida baralha-mo-nos e demos novamente as mãos aos que tinham estado ao nosso lado.
Assim, num espírito de equipa e entreajuda tínhamos que voltar ao círculo inicial.
No final regressamos à Junta de Freguesia de S.Vitor onde realizamos outro jogo como objetivo de nos ajudar a memorizar os nomes dos participantes .
Gosto sempre destas manhãs porque é sempre produtivo para o convívio e para incentivar a comunicação entre os novos e os antigos participantes.
Concluindo, esta manhã foi mais uma para relembrar de muitas que já fazem parte da minha memória dos últimos quatro anos de participação.
Beijinhos a todos e até amanhã.
Joana Oliveira
Não percam o próximo episódio porque nós também não :)
Chamo-me André, tenho 12 e hoje foi o meu primeiro dia na atividade "O Nosso Património" organizada pela JovemCoop.
Neste primeiro dia encontra-mo-nos todos no auditório, onde os monitores se apresentaram, e falaram da JovemCoop. De seguida, fomos para os jardins da avenida central. O monitor Belo explicou-nos o primeiro jogo, que consistia em atirar uma bola de uns para os outros, quando recebíamos a bola tínhamos de falar sobre nós durante 20 segundos sem parar, eu disse o meu nome, a minha idade, a minha escola e a minha comida favorita. Quando terminamos o primeiro jogo, deram-nos uma folha em que tínhamos de escrever três questões, para o nosso colega do lado responder, mas os monitores misturaram as perguntas todas e afinal cada um respondia às questões que lhe saíssem. O último jogo era o jogo do "NÓ". Neste jogo aprendemos a trabalhar em equipa, pois só com a ajuda de todos foi possível desfazer o nó.
Chegou assim ao fim um grande dia na companhia dos meus colegas.
André Soares
23 de junho de 2015
Crónica JovemCoop - O São João dos bracarenses
O São João dos Bracarenses
Em época de santos populares, o
São João é aquele que mais se vive em Braga. As ruas estão repletas de
decorações alusivas ao Santo e as típicas bancas de manjericos e farturas
também já enchem a avenida. Com a cidade “vestida” a rigor, dão-se início às
festas que se celebram durante mais de uma semana.
A programação é bastante ampla
podendo, assim, agradar a um maior número de pessoas que por lá passam. Desde
os mais variados concursos, dos quais destacamos o concurso de cascatas
sanjoaninas, onde a JovemCoop teve a honra de participar como representante da
União de Freguesias de S. Lázaro e S. João do Souto e que pelo segundo ano
consecutivo se destacou com o honroso segundo lugar, até às abundantes
exposições que enchem as salas dos museus de Braga. Certo é que este ano
ninguém tem desculpa para ficar fora da festa mais popular da cidade.
Tal como a JovemCoop, muitas são
as associações que decidiram cooperar com a Associação de Festas de S. João, de
modo a abrilhantar as festividades históricas da cidade. Prova disso, foi o Cortejo
Histórico que contou com a presença de várias associações e grupos culturais da
cidade. Composto por vários quadros, como o candeleiro, a dança das pelas, a
serpe ou o Rei da Mourisca, o cortejo histórico (ou do porco preto) saiu às
ruas na passada sexta feira pelo segundo ano consecutivo e retrata as mais
antigas tradições das festas de São João. À JovemCoop coube interpretar o
quadro do Rei e Imperador, que durante do século XVI foi um dos quadros principais
das festas. Apesar da escassa informação sobre este quadro, sabe-se que era
caracterizado por ter uma dança que acompanhava o Rei e o Imperador, ainda que
se desconheça o figurino da mesma. Os elementos deste quadro deveriam ir com
trajes à época e de rigor cronológico. Apesar da falta de informação, tentamos
sempre aproximar as recriações o máximo possível da realidade das antigas
festas de S. João.
Um outro momento de originalidade
das festas de S. João que importa referir, é o cortejo das rusgas, que se
realiza esta noite. Passando pela Rua do Souto e percorrendo toda a Avenida da
Liberdade, este é um dos momentos mais vividos pelos bracarenses e, por esse
motivo, convidamo-lo a si, caro leitor, a passar pela rua e ver o cortejo. Damos
particular atenção para a Rusga de Guadalupe, por ser uma rusga moderna,
composta por jovens que pretendem dar continuidade às tradições, não permitindo
assim o desaparecimento das rusgas espontâneas que se juntavam nos arredores da
cidade e partiam para as festas de São João.
Mas não só de tradições se vive o
São João. Este ano realizou-se, pela primeira vez, a Gala Sanjoanina “E
Repenica…”, onde se homenagearam as mais importantes entidades da história das
festas de S. João, ao som das tradicionais músicas que nos invadem durante as
festividades ao Santo. A JovemCoop teve a oportunidade de ver a gala, uma vez
que fomos receber o prémio das cascatas sanjoaninas e, em nosso entendimento, foi
um momento magnífico onde a história e a tradição se uniu à música, e onde os grupos
musicais da cidade se juntaram para interpretarem temas históricos como o hino
da cidade, o hino de S. João, entre muitos outros. Por esse motivo deixamos
aqui o nosso aplauso a todos os participantes na gala, sobretudo pela
capacidade de aproximarem a população das tradições e por mostrarem que as
tradições não têm que ser parolas nem saloias.
Com
uma oferta cultural tão abundante, e sendo amanhã o dia do “nosso” santo
popular, só o podemos convidar a sair de casa e a juntar-se às comemorações,
porque, felizmente, cada vez mais o S. João não é só de Braga, mas é de todos
os que o queiram viver.
13 de junho de 2015
XI Edição "O Nosso Património" - Inscrições Abertas
É já na próxima 2ª feira, 15 de Junho que abrem as inscrições para a XI Edição de "O Nosso Património", que irá decorrer de 29 de Junho a 24 de Julho nas instalações da Junta de Freguesia de São Victor.
"O Nosso Património", é uma atividade
direcionada para o público jovem, com idades compreendidas entre os 12 e
os 18, e que visa uma aprendizagem divertida sobre a História e Monumentos
dos locais a visitar, bem como ajudar a criar
consciências e a promover uma sensibilização ativa na proteção das nossas
heranças culturais.
Ao longo de parte do mês de Junho e do mês de Julho, os jovens participantes serão desafiados a conhecer a História de Braga, em geral, e da freguesia de S.Victor em particular.
Durante quase 4
semanas, os participantes percorrerão as ruas em busca de monumentos,
sítios de interesse e pessoas com relatos orais que interessem ser
registados. Os jovens que participarem nesta atividade andarão munidos
de uma mala com instrumentos de registo, com o objectivo de fotografar,
desenhar e escrever as principais caraterísticas de um edifício
histórico ou de um objecto patrimonial. Para tal usarão bússolas,
máquinas fotográficas, fitas métricas, gravadores, entre outros
equipamentos.
O objetivo deste trabalho, além da latente consciencialização dos participantes, é compilar informação que possa ser utilizada como avaliação de um edifício de interesse patrimonial, que funcione na sua classificação ou que nos permita perceber, ao longos dos tempos se um determinado sítio apresenta danos e sinais de abandono ou obras de conservação e restauro.
"O Nosso Património" – XI Edição, é uma atividade realizada pela JovemCoop e pela Junta de Freguesia de S.Victor, permitindo-nos cumprir o nosso objectivo de alargar a nossa área de intervenção e conhecimento, quer na parte patrimonial, mas também na área das políticas não formais para a Juventude de Braga.
As inscrições poderão ser feitas na Junta de Freguesia de São Victor, ou através do nosso email info@jovemcoop.com.
1 de junho de 2015
Respira com a JovemCoop
Ontem a JovemCoop abriu as portas de Braga para cooperar com a Associação Respira. Respira com a JovemCoop foi uma atividade direcionada a todos os fumadores e não fumadores para alertar para os riscos do tabagismo, que podem levar a uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). O desafio era colocar uma mola nasal e respirar apenas pelo tubo de uma palhinha, enquanto subiam os escadórios do Bom Jesus. A experiência sentida, era semelhante à de quem vive com DPOC nível 3 ou 4. E o resultado foi chocante para todos, que não conseguiram subir muito além de alguns degraus. Com a missão de alertar os nossos jovens para os riscos que podem correr deixamos a mensagem do Vice Presidente a Associação Respira José Duarte Albino:
É mais fácil nunca fumar, do que mais tarde deixar de ser fumador!
Respire com a JovemCoop e faça esta experiência em casa: com uma mola nasal e a respirar por uma palhinha, tente realizar tarefas do quotidiano.
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