22 de fevereiro de 2016

Bracarenses Apaixonam-se pelas Sete Fontes




Os jornais Diário do Minho e Correio do Minho, juntaram-se à iniciativa da JovemCoop e da Junta de Freguesia de S. Victor para comprovarem que mais de uma centena de bracarenses se deixaram apaixonar pelas Sete Fontes. 

A fasquia estava elevada pois garantimos que todos sairiam da atividade apaixonados por este monumento ímpar. É certo que muitos foram renovar os votos de um eterno amor, mas seguramente metade dos participantes ainda não conhecia "pessoalmente" as Sete Fontes. 

Esperamos que todos tenham vindo embora com o coração cheio, e com a sensação de que ainda há muito para fazer até termos o Parque Eco Monumental das Sete Fontes, um parque verde que Braga merece. 


15 de fevereiro de 2016

Apaixone-se pelas Sete Fontes


Seguindo o mote de que todos os dias são bons dias para nos apaixonarmos, dia 21 de Fevereiro junte-se a esta iniciativa da JovemCoop e da Junta de Freguesia de S. Victor e apaixone-se pelas Sete Fontes.
Esta iniciativa teve de ser adiada devido às condições climatéricas previstas para o dia 14 de Fevereiro, dando agora uma segunda oportunidade a quem ainda não se inscreveu. 

As inscrições são gratuitas, pedimos apenas que as façam por uma questão de logística. Caso já se tenha inscrito para o dia 14 de Fevereiro, as inscrições mantém-se, não havendo necessidade de realizar uma nova inscrição.

Se ainda não se inscreveu poderá fazê-lo aqui!

Contamos consigo para se deixar apaixonar pelas Sete Fontes.


12 de fevereiro de 2016

Apaixone-se pelas Sete Fontes - ADIADO





Caros amigos e associados, devido às condições climatéricas, a atividade Apaixone-se pelas Sete Fontes que se iria realizar no próximo domingo, dia 14 de Fevereiro foi adiada para o domingo, dia 21.

Pedimos desculpa por este imprevisto.

4 de fevereiro de 2016

O Renascer do S. Geraldo




Tal como a fénix renasce das cinzas, também o antigo cinema S. Geraldo irá renascer para a vida dos bracarenses. 
A segunda sala de cinema portuguesa vê agora a (re)abertura das suas portas como um objetivo próximo. Com um projeto audacioso que inclui um hotel, um mercado cultural, um espaço para voltar a projetar filmes e talvez os serviços da Junta de Freguesia de S. Lázaro e S. João do Souto, o famoso edifício S. Geraldo poderá ver as suas portas abertas já em dezembro deste ano.
Para nós esta é uma feliz notícia que dignifica a continuidade de um edifício histórico que marca uma das principais praças centrais da cidade. No entanto achamos importante que esta não seja apenas a reabilitação de mais um edifício que com o passar do tempo começa a perder os seus objetivos e as suas marcas, tal como já aconteceu anteriormente com o edifício GNRation. 
Acreditamos que este projeto irá honrar a tão aclamada sala de cinema dos bracarenses e que irá sempre ter em conta a história do edifício, mantendo o seu traço original e não esquecendo a sua verdadeira finalidade, o cinema.

3 de fevereiro de 2016

Apaixone-se pelas Sete Fontes


A JovemCoop, com o apoio da Junta de Freguesia de S. Victor, desafia todos os bracarenses a apaixonarem-se pelas Sete Fontes. Um monumento nacional no coração da cidade que é desconhecido por muitos. Aceite o nosso desafio e traga um amigo também.
A visita ao Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes inclui a entrada nas galerias, por esse motivo aconselhamos a utilização de lanternas e calçado impermeável.

Pode adquirir gratuitamente o seu bilhete aqui.

Contamos consigo :)


2 de fevereiro de 2016

Crónica: "Apaixone-se pelas Sete Fontes"



Apaixone-se pelas Sete Fontes

Certamente já todos ouviram falar sobre o Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes, mas ainda são muitas as pessoas que desconhecem o monumento nacional e o seu inigualável valor.
Escavações arqueológicas realizadas no local confirmam que o antigo sistema de abastecimento de água remonta ao tempo de Bracara Augusta, no entanto só obteve a forma que lhe conhecemos hoje em meados do século XVIII. Durante a primeira metade desse século, o Arcebispo de Braga D. Rodrigo de Moura Telles reconheceu naqueles mananciais de água o seu verdadeiro valor e começou a projectar o monumento que aquelas fontes de água potável mereciam. No entanto, foi D. José de Bragança, Arcebispo de Braga que se seguiu a D. Rodrigo de Moura Telles, quem mandou edificar as Sete Fontes tal como as podemos ver hoje. Este monumento de estilo barroco começou a ser construído em 1741, terminou em 1756 e estende-se ao longo de cerca de 3500 metros, mas as suas condutas atravessavam toda a cidade, pois eram o único sistema de abastecimento de água que a cidade possuía.
Contudo, o Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes nem sempre teve o protagonismo e a valorização que mereceu. Prova disso, foi a destruição de uma das minas para dar lugar a um prédio. E essas pedras trabalhadas desapareceram, não havendo quem conheça o seu paradeiro. Apesar da ocorrência de episódios menos felizes e até “criminosos”, as Sete Fontes são hoje um símbolo vivo de consecutivas vitórias e de muita luta. Ameaçado durante anos, este monumento viu o seu fim anunciado com a construção do novo hospital de Braga. Com a sua área sobrevalorizada, foram muitos os empreiteiros que desejaram possuir aqueles terrenos para futuras construções. Ainda assim, entidades como a Junta de Freguesia de S. Victor, a JovemCoop e os Peticionários das Sete Fontes não baixaram os braços e lutaram realmente pela vida deste monumento, conseguindo inicialmente que o Complexo das Sete Fontes fosse discutido na Assembleia da República e fosse, posteriormente, considerado Monumento Nacional. Determinada a Zona Especial de Proteção e suspenso o PDM naquela zona, houve a preocupação de estudar a possível área a afetar ao Parque Verde, prevendo uma substancial redução da área construtiva e proibindo a edificação no coração do monumento.
Outro momento de elevada importância para a conservação das Sete Fontes foi o restauro das Mães D’Água existentes e as suas envolventes, um passo dado pelo município que lhe valeu uma menção honrosa no prémio IHRU (Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana). Não esquecendo também as atuais intervenções que estão a decorrer junto da última Mãe D’Água com o objetivo de requalificar a bica pública, que ainda abastece muitos bracarenses que lá se dirigem para ir buscar água.

Todas estas conquistas são a prova viva de que se as pessoas se preocuparem, se as pessoas defenderem as suas convicções, juntas conseguem mudar o rumo das coisas. As Sete Fontes tinham um fim anunciado, mas hoje estão protegidas, restauradas e à espera de serem valorizadas pela livre fruição humana. Apesar disso, ainda existe muito trabalho pela frente, sendo urgente obrigar os proprietários dos terrenos envolvente ao complexo a limparem os terrenos cobertos de mato. Torna-se imperativo gizar a estratégia que ceda aqueles terrenos ao usufruto público para que se possa realizar o Parque Eco-Monumental. É importante não esquecer as Sete Fontes e continuar a lutar pelo Parque Eco-Monumental que Braga merece e pelo qual sempre lutamos. Por esse motivo, convidamos todos a “Apaixonarem-se pelas Sete Fontes”, no dia 14 de Fevereiro, pelas 9h15. A caminhada pelo Complexo, organizada pela JovemCoop, com o apoio da Junta de Freguesia de S. Victor, inicia-se no Largo da Senhora-a-Branca e tem, como finalidade, combater o anonimato daquele tesouro bracarense e evitar que este caia no esquecimento. A cor vermelha das Mães d’Água darão o mote para uma manhã de paixão por um sítio que se quer romântico. Deixe-se apaixonar pelas Sete Fontes, pois juntos protegeremos aquilo que tanto amamos.

25 de janeiro de 2016

100% Youth City - Uma oportunidade para refletir

O Projeto 100% Youth City desafia os jovens bracarenses, entre os 16 e os 35 anos, a refletirem sobre as políticas de Juventude locais. Este Projeto é constituído por 4 momentos distintos de reflexão, que se realizarão ao longo do ano. A primeira fase do projeto já começou e aborda o financiamento do sector juvenil.
Para nós, refletir é fundamental para se conseguir melhorar, e por esse motivo aceitamos o desafio e respondemos ao questionário. Aproveitem esta oportunidade para pensarem sobre os financiamentos à Juventude de Braga, o questionário está disponível no site do Município de Braga, em www.cm-braga.pt, ou através do link https://goo.gl/FEtPg5.

Seja coerente e aproveite para pensar no que podemos melhorar no sector juvenil da nossa cidade.

5 de janeiro de 2016

Crónica "Da CEJ’12 para a CIAJ’16"



Da CEJ’12 para a CIAJ’16

Esperamos que o estimado leitor tenha tido umas boas festas e que tenha entrado em 2016 cheio de energias positivas e vontade de fazer cada vez mais por Braga. Até porque 2016 será um ano marcante na história da cidade que será designada como Capital Ibero-Americana da Juventude (CIAJ).
Criado pela Organização Ibero Americana da Juventude, o título de CIAJ, visa promover a cooperação entre os países Ibero-Americanos no que a políticas de juventude diz respeito.
Na nossa opinião, mais do que um título, ser Capital Ibero-Americana da Juventude é o reconhecimento das políticas da juventude realizadas em Braga. É reconhecer o associativismo vivo e ativo da cidade, ao mesmo tempo que se projecta mais um pouco de Braga para o Mundo. Esperamos, por isso, que 2016 seja um ano onde os incentivos relacionados com os jovens e a cidadania se multipliquem e que imperem na cidade, a par do diálogo intercultural que deverá surgir neste novo ano. Por esse motivo acreditamos que mais do que um ano de atividades na cidade, este seja um ano de iniciativas para os cidadãos, em que todos possam ser envolvidos. Pelo menos, esse deverá ser o mote deste desafio lançado a Braga, que já deu o seu pontapé de saída nesse sentido, uma vez que ainda em 2015 todos os jovens foram desafios a criarem o logotipo e a mascote do evento. O logotipo escolhido é um “i” de iuvenes, que significa jovem em latim. O Iuve, nome da mascote, é metade azul, que é a cor da cidade, tem um pouco de vermelho e verde, cor da bandeira portuguesa e é, ainda, completado com as cores das restantes bandeiras dos países ibero-americanos. Agora, quando encontrar o Iuve nos media já saberá o que representa, no fundo, a união de todos os países.
Para nós é impossível falar do Iuve sem recordar o Bracari, a nossa mascote da Capital Europeia de Juventude 2012. Quatro anos depois, Braga volta a ter um ano que se espera ser uma espécie de “réplica” do anterior, Braga volta a ser uma Capital da Juventude.
Apesar da CIAJ não ter as mesmas verbas da CEJ2012, existirão, certamente, lições a tirar que poderão unir os dois eventos e ser mais valia para que este ano seja tão memorável como o de 2012.
Acreditamos é que nem o Município, nem o Conselho Municipal de Juventude, nem as associações juvenis fizeram o real balanço da BragaCEJ2012, isto porque os legados esboroaram-se, as atividades perderam-se e dissipou-se aquele ambiente fervilhante das realizações das associações. Falta perceber ser a BragaCEJ2012 construiu máxima crítica no associativismo de Braga e quantas das associações estão preparadas para enfrentar este novo desafio.
Sem dúvida, a envolvência das associações foi uma conquista para a CEJ, preparada por Bracarenses, não só para Braga como também para o mundo. Em 2012, todas as associações, das mais diversas áreas, envolveram-se e dispuseram-se a dar o seu contributo no plano de atividades. A CEJ foi uma abertura de portas da cidade, foi assim que Braga se mostrou e que foi continuando de portas abertas para o mundo. Outro dos bons resultados obtidos em 2012 foi a produção formativa e artística contínua da cidade que envolveu todos aqueles que por cá moram. Quem visitou Braga viveu, certamente dias de festividades, mas também de atividades de conhecimento e formação, para as quais a JovemCoop contribuiu com o Curso da História da Cidade de Braga, Arqueólogo por um Dia, Os Trilhos Históricos, entre outras.
Deste modo, esperamos que 2016 seja um ano promissor para Braga Capital Ibero-Americana da Juventude, dando o envolvimento e o desenvolvimento necessário ao associativismo Bracarense. Esta é a hora de mostrar ao mundo o que nos torna tão singulares, mas ao mesmo tempo tão semelhante neste maravilhoso “mundo” Ibero-Americano, pleno em Histórias, Tradições e Culturas.


8 de dezembro de 2015

Crónica "Solidariedade...todos os dias do ano!"

"Correio do Minho" de 08/12/2015


Solidariedade…todos os dias do ano!

No passado dia 5 de Dezembro, a JovemCoop reuniu-se com outras entidades para, finalmente, ver o Projeto Rios atingir a sua forma plena. Para quem ainda não ouviu falar, o projeto Rios nasceu em Espanha e baseia-se na adoção de um troço, de aproximadamente 500 metros, de um rio. Esta adoção, na prática, significa que cada entidade deverá estar sempre atenta ao que se passa no troço do Rio, fazendo duas visitas obrigatórias durante o ano para analisar e comparar o estado não só da água, verificando o seu ph e dos seus componentes, mas também as suas margens, registando as espécies arbóreas que nelas existem e a sua limpeza. 

Contudo, para que toda esta análise seja realizada com o devido rigor, existe um kit de apoio ao projeto que todas as entidades devem adquirir, pois só assim conseguirão realizar as suas visitas com sucesso. Até à data, todas as visitas que a JovemCoop realizou no seu troço do rio foram com a condicionante de termos um kit emprestado. No entanto, desde do dia 5 de Dezembro essa condicionante, que nunca foi para nós um entrave, deixou de existir, pois recebemos, pelas mãos das entidades superioras do projeto o nosso próprio kit. Para nós, foi como uma verdadeira prendinha de natal deixada no sapatinho. O kit, que só foi possível receber devido ao apoio que a Junta de Freguesia de S. Victor nos deu, é, para nós, um instrumento que nos ajudará a melhorar um pouco a nossa cidade, mais propriamente os 500 metros de Rio por nós adotados.

De ano para ano, o Projeto Rios vai ganhando força e forma, e acreditamos que, tal como aconteceu com outras missões, dentro de uns anos não só o Rio Este, como os restantes rios do país terão a merecida atenção e proteção por parte de todos os voluntários deste projeto.

O Banco Alimentar, por exemplo, é um excelente modelo de como um projeto pode crescer e atingir proporções nunca antes imaginadas. Com dois peditórios anuais, este é um dos projeto que mais pessoas consegue mover por todo o país, desde os voluntários que vão entregar os sacos aos supermercados, passando por quem recolhe os bens alimentares oferecidos, por quem os arruma organizadamente e nunca esquecendo quem dá, em cada peditório mais ao Banco Alimentar, principalmente na campanha de Dezembro, em que a época natalícia adoça e amolece o coração de todos, fazendo-os pensar nos mais necessitados.

Na verdade, é no Natal que surgem as mais variadas missões de solidariedade, quer a nível nacional, quer a nível local para a todos poder ajudar. Há imensas recolhas de bens alimentares, com as mais variadas tarefas, há recolha de brinquedos, de bens de higiene, há campanhas para adultos e crianças.
Salvaguardando que todas essas missões são meritórias e fundamentais, acreditamos que o Natal devia ser todos os dias! Não é só em Dezembro que há necessidades essenciais, é durante todo o ano e a nossa ajuda não termina quando deixamos um bem alimentar no saco. Claro que faz toda a diferença na vida de alguém que terá uma ceia de natal mais composta, mas com o natal a aproximar-se e com um novo ano quase a começar, deixamos o desafio de que em 2016 dispense algum do seu tempo e que se junte a uma causa. Hoje em dia, podemos ajudar nas mais diversas áreas, só é necessário ter vontade de ajudar.

Caso ainda não tenha tido oportunidade de contribuir para uma causa, lembramos que, tal como já vem sendo habitual, o Grupo Coral de Guadalupe leva a bom porto as missões “Põe Azeite” e “Sobre a Manjedoura”, visando recolher garrafas de azeite e bens infantis que podem ser entregues, todos os domingos, a partir das 11h, na Capela de Guadalupe. Todos os bens angariados servirão para reforçar os ideais de Natal da Comissão Social da Freguesia de S. Victor. Esta Comissão tem tido um papel preponderante na vida dos cidadãos, com o exemplo de no passado dia 07 ter entregado material ortopédico a todas as Escolas da Freguesia de S. Victor.

Não deixe de ajudar, porque a melhor prenda não se recebe…dá-se!


A todos os nossos amigos e leitores do Correio do Minho, fazemos votos de um Santo e Feliz Natal.

10 de novembro de 2015

Edifícios bracarenses – que futuro?



Edifícios bracarenses – que futuro?


Caro Leitor,
Quem anda por Braga de cabeça erguida e com uma mente aberta para a imaginação e criatividade cruza-se com inúmeros edifícios aos quais daria um outro destino, uma outra função. Referimo-nos não só a edifícios devolutos mas também aos edifícios que estão em “funcionamento” e que ninguém compreende ao certo o que são ou fazem. Falamos especificamente no antigo edifício Francisco Sanches e no famoso edifício GNRation. Aparentemente são locais com pouco em comum, no entanto, apesar de distintos, ambos têm o seu destino por decifrar.
O antigo Quartel da GNR surgiu para ser um local de criação artística e para dar espaço ao desenvolvimento de atividades criativas. Contudo, quem observa de perto a vida deste edifício compreende, desde logo, a elevada variedade de utilidades que lhe é atribuída. Desde a agenda cultural que é divulgada ao público, que diverge entre concertos e exposições, existe ainda a Loja Europa Jovem, e os diversos apoios que o local dá, por exemplo ao Conselho Municipal da Juventude, que realiza lá todas as suas reuniões, albergando, ainda, os gabinetes dos vereadores da oposição, o gabinete do provedor do munícipe e o centro de recrutamento do exército. Acreditamos que dar um melhor aproveitamento ao edifício é realmente bom, mas que se deve seguir uma linha objectiva com as finalidades do imóvel, em vez de este servir para o que for preciso. Muitas são as pessoas que se devem questionar sobre a real utilidade do GNRation, o que realmente o define. No coração da cidade este é um dos melhores exemplos de restauro de um edifício. No entanto, após as suas portas abrirem perdeu a sua definição original, deixando de ser a prometida casa da juventude, para ser tudo e mais o que lá couber.
Diferente do GNRation é o antigo edifício da Escola Francisco Sanches. Ainda por restaurar o destino deste local já foi alvo de inúmeras discussões. Sabemos do interesse da Junta de Freguesia de S. Victor mudar para lá as suas instalações, mas nada mais se sabe acerca da recuperação e do futuro deste edifício. Para que não se repita o “erro” de criar um segundo GNRation na cidade, parece-nos prudente e necessário que se definam as linhas gerais que irão guiar este edifício. Só assim todos ficaremos esclarecidos sobre o funcionamento dos locais. Antes de se fazerem obras, é preciso definir o programa de conteúdos do edifício, sob pena de voltar tudo a caber dentro de um espaço onde se sobrepõem as iniciativas.
O destino de qualquer um destes dois imóveis pode ser variado, mas parece-nos fundamental que sejam traçadas linhas de organização, de modo a evitar que sejam investidos fundos e que depois os espaços fiquem vagos sem qualquer utilidade, servindo assim para diversos fins.
São inúmeros os desígnios que qualquer um destes locais poderia ter. Tal como já sugerimos anteriormente, falta à cidade um centro associativo, um local para todas as associações trabalharem, principalmente aquelas que se encontram em funcionamento e sem uma sede própria, sem um local para reunirem, para trabalharem, sem local para nascerem novas parcerias e novos projetos. Muitas associações reúnem em diversos locais e contam com a ajuda de vários parceiros para planearem e desenvolverem atividades, sem terem um local definido para o fazer. Seria interessante que, ao abrigo de uma vontade comum, surgisse o Centro Associativo ou a Casa das Associações, onde as associações pudessem partilhar recursos e ideias, contribuindo para a animação sócio-cultural da cidade.
Contudo é importante salvaguardamos que, apesar de tudo, é de louvar o restauro do GNRation e a preocupação com o Edifício da Escola Francisco Sanches, pois estes edificados centenários merecem ser requalificados, tornando-se “cartões de visita” da cidade. Neste lote de edifícios a requalificar, importa lembrar a Fábrica Confiança e a Escola D. Luis de Castro. O que sugeria o leitor para estes imóveis?

6 de novembro de 2015

JovemCoop no Passa a Palavra


No início de Novembro, a Junta de Freguesia de  S. Victor lançou o jornal "Passa a Palavra" que visa ser uma nova forma de comunicar com todas as pessoas que queiram acompanhar de perto o que se passa na freguesia. Nesta edição número 0 o "Passa a Palavra" abordou duas das atividades que a JovemCoop se orgulha de desenvolver em parceria com a Junta. O Nosso Património e o Projeto Rios são dois exemplos de que quando há vontade as coisas acontecem. Foram dois grandes desafios que nos orgulhamos de aceitar e aos quais pretendemos dar continuidade. 

Já espreitou este novo jornal?

Caso ainda não o tenha feito pode faze-lo no seguinte endereço  eletrónico:


No final não se esqueça de "Passar a Palavra"







28 de outubro de 2015

Braga Assombrada


No próximo sábado, dia 31, as associações JovemCoop e Braga+ voltam a unir-se para a segunda edição da atividade Braga Assombrada.


Este ano realizar-se-à uma visita noturna ao Museu dos Biscainhos, onde os participantes terão encontro marcado com as suas mais sinistras personagens. Para tal basta comparecer às 21h30 na porta do Museu dos Biscainhos e deixar-se levar pela história de um dos mais belos e ilustres museus bracarenses.

Junte-se a nós e venha conhecer o lado mais sinistro de Braga, surpresas são garantidas.

13 de outubro de 2015

Crónica Juventude - Projetar Braga: do passado para o futuro


Projetar Braga: Do passado para o futuro

Na última sexta-feira realizou-se mais uma Assembleia Municipal em Braga. Apesar dosdiversos assuntos em discussão foram dois os temas que mais se destacaram, e é sobre eles que resolvemos reflectir hoje. 

Começamos por destacar a unanimidade conseguida para ceder o Convento de S. Francisco à Universidade do Minho, com o propósito de albergar ali a Unidade de Arqueologia.

O Convento de São Francisco situa-se na freguesia de Real, junto à igreja de S. Francisco e à Capela de S. Frutuoso, esta última classificada como monumento nacional. Este Convento já foi alvo de várias reconstruções, sendo a última intervenção notoriamente do século XVIII.

A decisão de ceder o Convento à Unidade de Arqueologia da U.M. foi, na nossa opinião, uma boa opção, pois um edifício com tanto valor histórico e que já viu o seu futuro ser adiado por várias vezes, merece não ficar esquecido e ver aprovado um projeto que abra as suas portas ao público. Para este antigo convento o futuro, que passa pela sua requalificação, contém um espaço para a Unidade de Arqueologia com a finalidade de realizar atividade pedagógicas e uma área museológica aberta ao público. Não temos qualquer dúvida das capacidades que Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho possui para cuidar do edifício e levar este projeto a bom porto. No entanto, esperamos que o convento de São Francisco seja, realmente, um bom exemplo de requalificação e que, tal como consta no projeto aprovado por unanimidade, as suas portas se mantenham abertas ao público e com fácil acesso. Foram já várias as situações em que a Unidade de Arqueologia teve ao seu cuidado várias peças da história de Braga para investigar ou documentar e que, no final, por diversos motivos as escondeu, não as deixando visíveis ao público. 

Outro dos principais assuntos em discussão nesta Assembleia Municipal, e que não reuniu a unanimidade como o anterior, foi a doação, por parte da Câmara Municipal de Braga ao Sporting Club de Braga dos terrenos adjacentes ao Estádio Municipal

Tal como o Convento de São Francisco, que já viu o seu futuro passar por uma Pousada daJuventude, também estes terrenos já tiveram como destino a criação do Parque Norte. Contudo ambos foram actualmente alvo de novas decisões. No que a estes terrenos diz respeito, a CMB optou por doa-los ao SCB, o que não sendo a decisão ideal, porque a cidade precisa de espaços de lazer partilhados por todos, é sempre melhor do que ter os terrenos em estado selvagem, sem usufruto nenhum. Por proposta dos eleitos da CDU, ficamos a saber que o circuito de manutenção, que atravessará os terrenos deste parque desportivo, estará livremente fruível por todos os cidadãos. Outra sugestão que está em cima da mesa é a possibilidade de doar o “monstro” de betão que deveria ser a piscina olímpica. Esta parece-nos uma excelente proposta, uma vez que aquela mancha cinzenta está parada no tempo e precisava que alguém tire algum proveito do elevado investimento feito naquelas paredes escuras. As vozes discordantes, que não apresentam soluções realistas, são aquelas que outrora prometeram um Parque Verde nas Sete Fontes, ao mesmo tempo que tinham um PDM que previa a sua destruição para construção de habitações de alta densidade populacional, com prédios de muitos andares.

Não sendo este um projeto ideal, parece-nos, a nós, JovemCoop, uma boa opção para o reaproveitamento do espaço. No entanto, qualquer que seja o destino daqueles terrenos é fundamental, na nossa opinião, realizar escavações arqueológicas antes de qualquer outra intervenção. Confirmou-se, com a construção do estádio, que existiu naquele local um castro e por isso, qualquer marca de história que tenha resistido às intervenções já realizadas naquele local, deve ser preservada e incluída nos projetos. Ao contrário do que Braga tem vindo a fazer, é preciso preservar e mostrar, para que as pessoas possam vivenciar, experimentar e aprender.Só assim faremos da cultura uma nobre arte da educação.

1 de outubro de 2015

Hoje fiz algo pela minha Cidade


Hoje no suplemento Igreja Viva, do jornal Diário do Minho, a JovemCoop mostra um pouco do que a move. A Margarida, a Tânia, o João e o Pedro representam todos os membros que dedicam parte do seu tempo à JovemCoop. O Projeto Rios é só um dos desafios que nos honramos em abraçar. É preciso despertar consciências, e colocar mãos à obra. Garantimos que o sentimento de missão cumprida vale cada minuto do "trabalho", que se transforma rapidamente em momentos de amizade inesquecíveis. 
Um agradecimento ao Diário do Minho, ao seu suplemento Igreja Viva e em especial às Filipa's que nos acolheram da melhor maneira, ajudaram-nos a esconder os nervos e conseguiram transmitir a essência da JovemCoop nesta reportagem.