6 de julho de 2016

O Nosso Património - Dia 2


Olá a todos,

Hoje foi o segundo dia do "O Nosso Património ". O dia começou na Junta de Freguesia de S.Victor onde nos dirigimos para o auditório e os novos participantes se apresentaram. Realizamos um jogo de mímica que foi muito divertido e engraçado. Em seguida, vimos dois episódios da websérie de S. Victor, um sobre a lenda de S.Victor e outro sobre a Igreja de São Victor. Vídeos muito interessantes porque foi uma maneira diferente de aprendermos mais sobre a vida do santo e a história da igreja! 
Depois de fazermos os grupos de trabalho, seguimos caminho para a igreja de São Victor onde o monitor Filipe nos falou um pouco sobre a história desta Igreja. Sabiam que o órgão que está na igreja tem por volta de 600 tubos? 

Realizamos as fichas de sitio e móvel e dirigimo-nos outra vez para a Junta de Freguesia. 


E assim foi o segundo dia no "O Nosso Património"

Até amanhã,

Érica


Hoje foi o nosso segundo dia no Nosso Património da Jovem Coop, os monitores dividiram os participantes em seis grupos tentando, como sempre, não juntar pessoas conhecidas com o objetivo de incentivar novas amizades.
Também vimos um vídeo sobre S. Victor e a sua igreja e de seguida visitamo-la e fizemos as nossas primeiras fichas, a móvel e a imóvel.
A igreja era muito bonita e agradável e a sua história muito comovente.


Ana Vicente Barroso

4 de julho de 2016

O Nosso Património - Dia 1

Olá a todos,

Hoje foi o primeiro dia da XII edição de “O Nosso Património” e, sendo o primeiro dia, as atividades de hoje focaram-se em conhecermo-nos uns aos outros.
Começamos por nos reunir na Junta de Freguesia de S.Vitor, onde a Gui e os restantes monitores nos deram as boas vindas e nos pediram que todos nos apresentássemos. Após isso, alguns participantes que já tinham participado no “O Nosso Património” em anos anteriores explicaram, aos novos participantes, em quê que consiste esta atividade.
Assistimos, também, a uma conferência de imprensa onde, representantes de diferentes atividades e instituições, discutiram a importância da valorização do nosso património e da cooperação entre as pessoas de forma a preservá-lo e dá-lo a conhecer aos outros.
No fim, fomos para um jardim onde nos reunimos em circulo e fizemos o Jogo da Teia, que tinha como objetivo conhecer-mo-nos melhor. Fizemos também outro jogo que consistia em dizer o nome da pessoa ao lado e o nosso, a pessoa seguinte dizia o nome das duas anteriores e o seu, e assim em diante. No fim, fomos embora.

Foi um dia bom, em que podemos conhecer-mo-nos uns aos outros enquanto nos divertia-mos.
André Lopes




Olá,

hoje foi o 1º dia da décima segunda edição da atividade "o nosso património " organizada pela JovemCoop em colaboração com a junta de freguesia de s.victor.
Primeiramente a Gui começou por nos explicar um pouco mais sobre o que é a atividade e falou também um pouco sobre a JovemCoop, depois passamos para as apresentações onde cada monitor se apresentou e em seguida cada participante também. Foi nos dito que iria ser realizada uma conferência de imprensa na junta onde ficamos todos para assistir, nessa conferência os oradores presentes falaram um pouco das atividades que se iriam realizar no mês de julho e também falaram um pouco sobre a freguesia. E para terminar a nossa manhã fomos todos para a avenida realizar algumas dinâmicas de grupo para nos conhecermos melhor e também para nos divertirmos um pouco.
Bem, foi assim o 1º dia de Património...

Bruna Araújo



21 de junho de 2016

Crónica "Um São João Cooperante"



Um S. João Cooperante

Caro Leitor,

Vivem-se, em Braga, dias de grande festa. A cor e a música popular invadiram a cidade e com elas trouxeram não só o sabor das sardinhas, mas também o cheiro dos manjericos, é S. João e a cidade está em festa.

Nas seculares festas sanjoaninas, as tradições fundem-se com os novos hábitos, sempre de braços dados com a cultura. Numa festa tão culturalmente enriquecida, mas acima de tudo tão nossa, a JovemCoop não podia ficar de fora e, por esse motivo, prontamente nos juntamos às festividades, fazendo sempre prevaler a cultura, a tradição, a sua identidade.
A nossa participação no S. João começa muito antes dos dias de festa. Como membros organizadores do Cortejo Histórico, desde cedo começamos a dar forma a este desfile que representa as mais antigas tradições das nossas festas, do medieval ao barroco, do candeleiro à serpe, sem nunca esquecer o tão característico quadro do porco preto, é no cortejo histórico que é possível encontrar parte das origens destes festejos da cidade.

Também o Concurso de Cascatas, ao qual concorremos desde a primeira (re)edição, nos faz viver as festas com muita antecipação. Para nós é um gosto participar nesta atividade, não pela competitividade, mas sim pelos momentos de educação não formal que a construção da cascata nos proporciona. Desde o estudo das tradições, passando pela planificação e pela construção da cascata, todos os momentos são propícios ao desenvolvimento de novos conhecimentos e novas apetências. Foi por esse motivo que resolvemos complementar a nossa cascata com explicações históricas das tradições nela expostas. Deste modo todos podem compreender o que está representado na nossa cascata sanjoanina, que se encontra no Largo Francisco Sanches até ao dia de S. João.

Um outro momento que o Concurso de Cascatas acabou por nos proporcionar foi a II Gala Sanjoanina que decorreu no Theatro Circo. Um momento de homenagem, não só ao S. João, mas a todo o “Cancioneiro Minhoto” do Dr. Gonçalo Sampaio. Foi no meio dos cantares mais tradicionais da nossa região, que tivemos a honra de receber o primeiro prémio do Concurso das Cascatas, um momento muito especial, em que vimos os nossos serões de trabalho serem reconhecidos.

Vivência especial e muito particular, para nós nas festas da cidade, foi a visita ao centro histórico que realizámos com o Grupo Folclórico da Camacha, Madeira. Termos a oportunidade de acolher um grupo de fora, que com muito gosto e interesse se prontificou a conhecer um pouco da nossa cidade, e que nos proporcionou um intercâmbio cultural de tradições sanjoaninas, foi um momento único. É fundamental que todos os grupos se sintam bem acolhidos para levarem não só o nome de Braga mais longe, mas também um pedacinho da nossa história com um grande desejo de cá voltar. Por esse motivo, acreditamos, que todos os grupos participantes nas festas da cidade deveriam incluir nos seus programas um passeio histórico pela cidade.


Existem na nossa festa popular inúmeras atividades, para todos os gostos, tradição, cultura, desporto, tecnologia, entre muitas outras áreas.Todas estão presentes no programa das festas, o que faz com que ninguém tenha desculpa para faltar ao S. João, que é para nós muito mais que uma festa secular. É um momento em que toda a cidade se une, todas as associações cooperam para criarem dias de festa tão únicos e tão nossos. Por esse motivo, caro leitor, convidamo-lo a vir viver o S. João na primeira pessoa e poder comprovar a quantidade de entidades, escolas e associações que estão envolvidas neste grande projeto. O S. João é de todos, é da cidade e prova disso é a cooperação que vemos nestes dias. Para nós, todos os dias deviam ser assim, cooperantes.

20 de junho de 2016

XII Edição de "O Nosso Património" - Inscrições Abertas


Já abriram as inscrição para a tão aguardada XII Edição de "O Nosso Património", que irá decorrer de 4 a 29 de Julho nas instalações da Junta de Freguesia de São Victor.
  
"O Nosso Património", é uma atividade direcionada para jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 18, que tem como objetivo dar a conhecer, de um modo divertido e informal, um pouco da história da cidade em geral, e da freguesia de S. Victor em particular. Com esta atividade pretendemos também ajudar a criar consciências e a promover uma sensibilização ativa na proteção das nossas heranças culturais. 

Durante 4 semanas, os participantes percorrerão as ruas em busca de monumentos, sítios de interesse e pessoas com relatos orais que interessem ser registados.

As inscrições poderão ser feitas na Junta de Freguesia de São Victor, ou através do nosso email info@jovemcoop.com.

6 de junho de 2016

Cascatas Sanjoaninas - Revista Rua


O Concurso de Cascatas Sanjoaninas foi uma tradição esquecida durante alguns anos, nas festas do S. João em Braga. No entanto em 2014 esta tradição foi retomada e desde aí todos os anos escolas e associações são desafiadas para participarem no concurso que anos após ano tem vindo a crescer.

Hoje orgulhamo-nos de participar nesta iniciativa, que é, para nós, muito mais que um concurso. Os momentos que a planificação e montagem da cascata nos proporcionam, fazem com que todos os anos tenhamos uma grande vontade de participar. 

As cascatas Sanjoaninas são na nossa opinião um momento pedagógico em que todos conseguem viver desde dentro as grandiosas festas da cidade. Desde a interpretação das tradições, passando pelo reaproveitamento de materiais, e pelo desafio do trabalho em equipa, as cascatas sanjoaninas dão, a todos os que nela participação, uma lição de aprendizagem não formal, que levamos connosco para toda a vida. 

E no final, no momento da inauguração, pouco importa o lugar conquistado no concurso, o mais importante é o sentimento de missão cumprida que une todos os participantes, e as partilhas das aventuras que as cascatas proporcionaram.

Este mês a Revista Rua recolheu o testemunho da JovemCoop, que já vive a construção da cascata deste ano. 

28 de maio de 2016

Património de Braga - I Encontro de Associações



Decorreu na manhã de sábado, dia 28 de Maio, enquadrado nos eventos da "Braga Romana", o I Encontro de Associações de Defesa e Divulgação do Património, organizado pela Câmara Municipal de Braga.

Este encontro é motivo de regozijo por parte das Associações de Defesa do Património, pois, na verdade, a apresentação de ideias e o debate de alguns assuntos estiveram, até a um passado recente, à margem da discussão pública e da esfera municipal.

Com este encontro, todos ficaram a ganhar, dado que ouviram-se vozes experientes, tal como a ASPA; pudemos auscultar novas sensibilidades, como a APRUPP e Braga+, ou mesmo realidades distintas, tais como as da FRAUGA e da ADDPCTV.

Este evento permitiu uma partilha de experiências muito enriquecedora e salutar ao movimento associativo, denotando vários denominadores comuns: o Grupo de Amigos que se forma, o trabalho em rede que se desenvolve, a formação de consciências e o lutar pelas causas públicas.

Tivemos presentes neste encontro, moderado pelo Vereador Miguel Bandeira, explanando a nossa história, os nossos objetivos, as nossas atividades, bem como as nossas lutas, lembrando, desde logo, o Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes.

Enaltecemos a organização deste encontro, louvando o diálogo e o estabelecimento de contactos.

Fica a promessa de dar continuidade e estes encontro das Associações de Defesa e Divulgação do Património.

Descobrir Bracara Augusta - sessões de História



Porque a Braga Romana não é somente um evento festivo, propusemo-nos a dar a conhecer o contexto histórico e científico que originou o aparecimento de uma das cidades romanas mais importantes do Noroeste Peninsular.

A sessão do dia 23, contou com a presença do Dr. Gonçalo Cruz, cujo tema versou os tempos desde a Pré-História até Bracara Augusta.

Já a sessão do dia 24, permitiu-nos perceber que Bracara Augusta foi uma das cidades mais imponentes do noroeste Peninsular. 

"Dives Bracara", segundo Ausónio, foi elevada a Província, destacando-se de Lucus e Asturica.

A importância da nossa cidade foi-nos revelada pela sessão "Descobrir Bracara Augusta", conduzida pelo Prof. Rui Morais.


Acreditamos que esta é uma das formas mais profícuas de dar a conhecer a nossa História e a nossa Identidade, promovendo um conhecimento generalizado e acessível a todos.

Quisemos, desta feita, incrementar o programa cultural da "Braga Romana", para que os participantes, bem como os visitantes pudessem melhor viver e interpretar o período representado neste grande evento.

"Descobrir Bracara Augusta" foi uma organização da JovemCoop e da Junta de Freguesia de S. Victor, com o apoio do Município de Braga.

18 de maio de 2016

Descobrir Bracara Augusta - para melhor conhecer a Braga Romana


Aproveitando a realização do evento “Braga Romana”, a JovemCoop e a Junta de Freguesia de S. Victor, com o apoio da Câmara Municipal de Braga, vão realizar duas sessões sobre história local, com o intuito de ajudar a contextualizar e informar sobre o período cronológico de Bracara Augusta.

“Descobrir Bracara Augusta” é o mote de um ciclo de sessões informativas que visa dar a conhecer as condições geográficas, sociais e políticas que permitiram a fundação desta cidade romana.
A primeira sessão, subordinada ao tema “Da Pré-História a Bracara Augusta”, realiza-se na Segunda-feira, dia 23 e será orientada pelo arqueólogo Gonçalo Cruz.

No dia 24, o tema da segunda sessão será “Bracara Augusta: Cidade Bimilenar” tendo por orador Rui Morais, docente universitário e autor do livro “Bracara Augusta”, entre outras publicações alusivas à cidade romana.

Para melhor vivenciar o evento “Braga Romana”, torna-se necessário que as pessoas possam conhecer as origens dos povos, os usos e costumes, bem como os fatores que proporcionaram a entrada dos romanos nesta região. A edificação de Bracara Augusta e o modus vivendi romano ainda hoje marcam o nosso dia-a-dia, influenciando a nossa visão de cidade.

As duas sessões “Descobrir Bracara Augusta” são de entrada livre e realizam-se no auditório da Junta de Freguesia de S. Victor, tendo início às 21h30.


13 de maio de 2016

Braga Romana 2016


A JovemCoop já está a organizar a sua participação no Cortejo Triunfal da Braga Romana, que se realizará no dia 27 de Maio. Esta é mais uma atividade onde a JovemCoop tem a honra de participar e de abrir as suas portas à participação de todos, pois sendo esta atividade um regresso às origens da cidade de Braga, só faz sentido quando partilhada com todos os bracarenses. 
Deste modo, convidamos todos os bracarenses a juntarem-se a nós para viverem de perto a nossa história. As inscrições terminam dia 20 de Maio, mas são limitadas, por isso se se quiser juntar a nós basta enviar um e-mail para info@jovemcoop.com, onde lhe serão fornecidas as devidas instruções.


26 de abril de 2016

Crónica "Os Cravos do Associativismo"



O dia 25 de Abril, mais precisamente o do ano de 1974 simboliza, de um modo intenso, o verdadeiro sentido da palavra liberdade. Liberdade, foi a grande herança que a Revolução dos Cravos deixou para todo o povo, e que quarenta e dois anos depois é vivida de forma inconsciente.
As reuniões secretas para discutir ideologias, a PIDE, os presos políticos e o “lápis azul” não passam hoje de relatos dos manuais de história onde as mais novas gerações não se reconhecem. No entanto esses relatos foram vividos e sentidos na primeira pessoa por uma grande parte da população que (re) lembra tempos em que viviam “sufocados” pelo regime. Já imaginou, hoje em dia, não poder expressar o seu ponto de vista livremente? Já pensou se o seu telemóvel fosse controlado e só algumas informações chegassem até si? Ou se as suas publicações nas redes sociais fossem censuradas? Se o acesso à internet, ou aos livros fosse condicionado? Noutros tempos, textos como este, já habitualmente escritos pela JovemCoop, seriam revistos, riscados, alterados caso necessário, porque não era permitido a nenhuma entidade expressar-se com ideologias que não fossem de encontro aos princípios do governo.
Hoje em dia, para nós, é natural expressarmo-nos e discordarmos de diversos assuntos publicamente, e quando nos criticam depressa argumentamos o nosso direito à liberdade de expressão. Contudo, nem sempre foi assim, este direito de liberdade devemo-lo a uma geração que há quarenta e dois anos atrás, não baixou os braços e “lutou” para que hoje tivéssemos essa liberdade. Essa geração, a quem muito devemos, teve uma ajuda fundamental para incrementar os ideais defendidos na revolução de Abril, o associativismo.
Nos tempos da ditadura o associativismo era oprimido. Raras foram as associações que perduraram durante o Estado Novo. Só após a queda do regime, consequência da revolução de 74, é que o associativismo floresce em massa, vindo assim reforçar todo o movimento existente na época. O associativismo surge assim como um praticante ativo da democracia. Por um lado este movimento vive a democracia desde a própria associação, como as eleições dos dirigentes ou com a tomada de decisões colectivas. Por outro, devido ao seu papel na sociedade como um agente que consciencializa e que dinamiza a vida dos cidadãos, o associativismo revelou-se uma ferramenta fundamental para a integração e a prática da democracia.
Deste modo percebemos que associativismo é hoje uma das casas da democracia, onde há uma grande liberdade para se reflectir sobre os mais diversos assuntos da sociedade. Hoje, felizmente abundam as associações, com os mais diversos objetivos e temas existindo assim inúmeras oportunidades para que qualquer pessoa tenha oportunidade de refletir e trocar ideias e experiências com pessoas que partilham os mesmos ideais. Assim, acreditamos que também o próximo dia 30 de Abril, tal como o dia 25 do mesmo mês, é um dia muito especial, pois comemora-se o Dia do Associativismo Jovem.

Deste modo, caro leitor, depois de reflectirmos sobre a importância do associativismo desafiamo-lo a juntar-se a uma associação e a dedicar uma parte do seu tempo em prol de uma cidade melhor.

19 de abril de 2016

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios


Ontem, dia 18 de Abril, comemorou-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. De forma a celebrar este dia a JovemCoop desafiou todos os amigos da associação a partilharem uma foto de um local ou um monumento que, de algum modo, fosse especial.

O resultado não podia ser mais abrangente, desde o centro histórico de Braga até ao Museu da Geira em Terras de Bouro, muitos foram os locais escolhidos e homenaeados neste dia de comemoração.
Porque o Dia dos Monumentos e Sítios devia ser todos os dias...


29 de março de 2016

Crónica "Dia Mundial da Juventude - O dia de Braga"



Dia Mundial da Juventude – o dia de Braga

Sendo a JovemCoop uma associação juvenil, não podíamos deixar passar o dia de hoje sem lhe dedicarmos esta crónica. Hoje é o dia mundial da juventude, e como se não bastasse esta ser a geração primordial da nossa associação, é também a faixa etária maioritária da nossa cidade, pois Braga é verdadeiramente uma cidade jovem.

Para uma associação como a JovemCoop, não é possível falar do dia mundial da juventude sem o relacionar com dois grandes momentos da cidade. Foi em 2012, aquando da atribuição à cidade do título de Capital Europeia da Juventude, que todos os cidadãos reconheceram Braga como uma cidade oficialmente jovem, apesar dos seus dois mil anos de história. Durante todo esse ano Braga respirou juventude nos seus mais variados eventos, nas suas mais variadas formas e expressões. Porém, este não foi um ano só pensado para os jovens, mas com um grande objetivo de fomentar um diálogo intergeracional, de unir os jovens à sua cidade, à sua história, criando assim fortes laços de identidade fazendo de Braga uma cidade de todos, para todos. Nesse ano, o movimento associativo fez-se ouvir e surgiram inúmeras associações desejando dar o seu contributo para o ano de comemoração que se vivia pelas ruas da cidade. A JovemCoop não foi exceção, mostrando-se desde cedo disponível para aproximar Braga dos bracarenses, em especial da juventude que enchia as ruas da cidade. Este foi para nós um momento alto da vida da cidade que deixou uma grande herança a todos os bracarenses. Prova do sucesso de 2012 é o facto de, no presente ano, Braga ser a Capital Ibero Americana da Juventude. Um ano que vivemos com grandes expectativas e que desejamos que seja vivido por toda a cidade, tal como aconteceu anteriormente.

Apesar dos títulos atribuídos, na nossa opinião o fundamental é o legado que essas experiências podem e devem deixar na cidade. É essencial que depois de uma grande reflexão se colham os melhores frutos destas sementes lançadas à cidade. Já temos provas dadas de que existindo iniciativas e uma boa divulgação há adesão. Os bracarenses são cidadãos ativos e participativos na cidade que apenas precisam de ser estimulados pela cidade.

É certo que Braga é cada vez mais ativa e que se esforça diariamente para se aproximar dos cidadãos. Por exemplo a Semana Santa Bracarense, vivida nestes últimos dias, é um evento solene da cidade, mas hoje existem diversas possibilidades para que cada um se aproxime e se identifique com esta semana tão singular. Através de exposições, concertos, concursos, ou até mesmo da participação como figurante nas procissões, a Semana Santa é hoje um momento de religião abraçado à cultura. Hoje a tão aclamada semana é tão religiosa quanto cultural. Deste modo, é para nós fundamental trabalhar na aproximação dos jovens bracarenses aos principais momentos vividos na cidade, às nossas tradições, à nossa identidade.

Sabemos que manter os jovens ativos, dinâmicos e interessados é um trabalho difícil, com inúmeros obstáculos, mas é essencial. Os jovens de hoje são os adultos de amanhã e por esse motivo consciencializa-los é uma tarefa fundamental se queremos um futuro participativo na nossa cidade. Esse é um dos grandes objectivos da JovemCoop, queremos mostrar às gerações vindouras, que são o nosso futuro, e que tal como nós conseguem cuidar da cidade para que esta se torne cada vez melhor.
Hoje, dia mundial da juventude reconhecemos que Braga está cada vez mais próxima dos que nela habitam, mas que ainda muito há para fazer. Desejamos assim que Braga não deixe o seu legado esquecido, e que trabalhe para que todos os anos sejam dignos de ser capital, não só da juventude, mas de todos os bracarenses. 

17 de março de 2016

Semana Santa de Braga



As associações JovemCoop e Braga + organizam, no próximo sábado, dia 19, mais um percurso pelo património bracarense, desta feita para memorar a Semana Santa de Braga.

Esta iniciativa, tem início pelas 14h30, na igreja do Pópulo.

Este percurso pretender dar a conhecer a história dos principais cerimoniais públicos que têm lugar durante a Semana Santa de Braga, nomeadamente as grandes procissões. Com início na igreja do Pópulo, o percurso conta com algumas passagens nos templos vinculados às Irmandades de Santa Cruz e da Misericórdia, as principais protagonistas das procissões.

A visita guiada conta ainda com passagens pelos Congregados e pela igreja de S. Victor.

Contamos consigo para mais um percurso bracarense.

9 de março de 2016

Cheque às Convertidas e ao Edifício do Castelo



Foi dado a conhecer, esta 4ª feira, dia 09 de março, a intenção de colocar à venda dois imóveis emblemáticos da nossa cidade.

Por um lado, a Direção Geral do Tesouro e Finanças e o Ministério da Administração Interna compactuam com a venda da Casa/Recolhimento das “Convertidas”, tão só Monumento classificado como Imóvel de Interesse Público.

Apesar de se tentar recordar a Casa das Convertidas a partir de um processo vergonhoso associado à venda do antigo Lar da Palha, adossado à Casa das Convertidas, nunca, em circunstância alguma, a Casa das Convertidas se abordou o assunto na ótica da venda a um proprietário, mas sim, na cedência deste monumento para a fruição pública.

Concretamente, de há uns anos a esta parte, que se envidaram esforços para que a gestão do edifício das Convertidas fosse transferido para a CMB, mas somente após obras de recuperação, para que a CMB não ficasse com um presente envenenado.

Mas as obras que decorreram foram, até à data, de fachada, estando o interior à espera de melhor sorte. Enquanto se protela a decisão, o monumento apodrece e definha. Juntamente com a Casa das Convertidas, corre-se o risco de se perder a Capela, belíssima no seu singelo interior, mas com rebuscado altar.

Sabemos de reuniões, de entendimentos e até tivemos a oportunidade de vislumbrar a vontade do Sr. Secretário-geral do MAI, Dr. Carlos Palma em contribuir para a solução de recuperação e possível transferência do imóvel para a CMB.

Descobrir, pela imprensa, que a Casa das Convertidas está à venda, é desgostoso e um processo vergonhoso para as entidades tuteladas pelo Governo da Nação.

Num movimento de cidadãos, tanto se abordou a necessidade de recuperar a Casa das Convertidas, tanto se alertou para a necessidade de tê-lo à fruição pública, algo que até foi ratificado pelo próprio Governo que classificou a Casa das Convertidas como IMÓVEL DE INTERESSE PÚBLICO.

O Interesse Público mantém-se e o imóvel não deveria estar sujeito a uma alienação com objetivos financeiros.

Contudo, o Município deve ter o direito de preferência em adquirir o imóvel e, moralmente, não poderá pôr uma pedra neste assunto, deixando a decisão para terceiros. O Município na senda de zelo que tem tido para com o património, deve usar de todos os recursos ao seu alcance para manifestar a importância deste imóvel como equipamento e monumento da cidade de Braga. Deve propor-se adquiri-lo ou geri-lo, sob pena de comprometer a História local. Estamos cientes das dificuldades financeiras pelas quais o Município atravessa, mas está na hora de assumir estratégias para o futuro, empenhando-se para que a História da cidade não saia lesada.

Já o edifício do Castelo, pela sua imponência e localização deve ser alvo de um sério plano de recuperação, assumindo a Universidade do Minho um direito preferencial, dado ser já detentor de parte do imóvel.

Choca, com certeza, andar no centro da cidade e visualizar um edifício monumental degradado, com sinais de abandono.

Há já anos que se fala num Hotel de Charme ou na Galeria de Arte Contemporânea…as ideias são boas, mas são um cheque em branco para alguém assumir a despesa.

Cheque foi aquilo que as Infraestruturas de Portugal e a GDTF fizeram à cidade de Braga…colocaram, sem aviso prévio, imóveis de grande valor histórico e/ou geográfico à venda, numa intenção que parece irreversível.


Não queremos que seja um cheque mate, pugnando para que os edifícios reis da cidade possam escapar ilesos, sendo esta situação a oportunidade de gizar estratégias de valorização do património.

7 de março de 2016

Girls Lean In



A Coordenadora Geral da JovemCoop é a oradora do Girls Lean In que ocorre amanhã pelas 19h na Junta de Freguesia de S. Victor. 
O Girls Lean In é um encontro mensal que tem como objetivo dar voz a mulheres empreendedoras, e assim, partilhar as suas experiências. Este projeto surgiu em Braga, mas já se estende um pouco por todo o país, desde Viana do Castelo até Faro, passando pelo Porto e por Lisboa. 

Para conhecer de perto a experiência da Margarida, basta inscrever-se em aqui!