11 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 6


Boa noite a todos, 

Estamos na segunda semana do património e hoje fomos ao Parque da Ponte, onde vimos e visitamos a capela de S. João da Ponte, o coreto e outros monumentos em redor da capela.
Em seguida a monitora Joana falou-nos sobre história da capela, depois fomos preencher as fichas de sítio e as fichas de móvel.
Quando acabamos de preencher as fichas, os grupos reuniram-se e debateram ideias para melhorar, promover e restaurar os monumentos da cidade de Braga.
Quando cada grupo acabou de debater as suas ideias voltamos para a Junta de Freguesia de S. Vitor.

E assim foi nosso primeiro dia da segunda semana do património.
  

Tiago Loureiro





Olá! 

Hoje dia 11 de julho fomos ao Parque da Ponte ou também conhecido como Parque de São João da Ponte.
Quando lá chegamos foi-nos contada a história do uso inicial do parque até ao uso atual. É um parque urbano que é dividido em quatro partes, que recebeu intervenções dos arquitetos Sérgio Borges e Carlos Amarante, sendo premiada com o IHRU de 2011. Este, é limitado a norte pelo rio Este que juntamente com os jardins e lagos tornam o local bastante agradável.
Lá, podemos encontrar a capela de São João Batista e vários elementos decorativos do antigo convento dos Remédios que foi destruído no séc XX.
Preenchemos, como sempre, as fichas de sítio e móvel e, concluído a manhã, fizemos um projeto para melhorar / divulgar os locais anteriormente visitados nesta edição do património.
Gostei bastante desta manhã, pois a historia deste parque é bastante interessante e diferente.

Até amanhã,
Rita

8 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 5





Olá,

Hoje no quinto dia da atividade "O Nosso Património" fomos visitar o museu D. Diogo de Sousa. Lá fomos recebidos pela Carina, mas antes de iniciarmos a visita, vimos um filme sobre o trabalho que o museu realiza. Depois de vermos o filme, fomos divididos em dois grupos. Para começar a visita fomos ao laboratório do museu onde nos explicaram o trabalho feito no laboratório e a importância da conservação dos objetos encontrados. Lá, explicaram-nos um processo de conservação e de limpeza dos objetos e observamos a limpeza minuciosa de uma moeda. 
Acabada a visita ao laboratório fomos a um espaço onde vimos várias peças desde a idade da pedra até à idade do ferro. Neste espaço a Carina falou-nos de vários aspetos dos materiais utilizados nos objetos e, que os objetos em cerâmica encontram-se em melhor estado do que os objetos em ferro devido à resistência à acidez dos solos. Depois passamos para outra época onde vimos objetos provenientes do tempo dos romanos, de Bracara Augusta. Em seguida contemplámos o tesouro encontrado nas ruínas da casa romana das Carvalheiras. Depois desta parte da visita descemos para outro espaço para ver uma miniatura do que seriam as termas e outra da Domus das Carvalheiras. Também vimos uma pata de um cavalo feita em ferro que ,possivelmente, era proveniente de uma estátua e vários utensílios criados pelos romanos. De seguida vimos a coleção de marcos miliários que o museu tem. Os marcos miliários serviam para marcar as milhas, vimos dois túmulos de cremação e outro em que colocavam o corpo inteiro. Logo de seguida contemplámos as ruínas de um mosaico que foi encontrado durante a construção do museu. Possivelmente, o mosaico pertenciao ao jardim interior de uma domus ali existente. E assim terminou a visita ao Museu D. Diogo de Sousa.

Gostámos muito desta atividade e esperamos voltar lá outra vez!

Vasco Teixeira e Pedro Soares





Olá a todos,

Hoje, dia 7 de julho, o quinto dia do "nosso património", dirigímo-nos ao Museu D. Diogo de Sousa.
Em primeiro lugar, assistimos,no auditório, a um video que nos introduziu no tema que nos explorado no museu. De seguida iniciamos a visita ao museu.  A primeira sala começava na Idade da Pedra e terminava na Idade do Bronze. 
Passamos também por áreas dedicadas ao período romano.Vimos ainda a coleção de marcos miliários do museu, e algumas sepulturas juntamente com os objetos encontrados dentro das mesmas.Observando também vestígios de uma habitação que foi encontrada durante as escavações arqueológicas onde hoje se encontra o museu.
Por ultimo,seguimos viagem ate ao laboratórios, onde os artefactos encontrados nas escavações são estudados e restaurados para exposição,assistimos a um pouco do percurso que estes sofrem ao longo da sua evolução, ou seja,até serem identificados e poderem ser expostos no museu.
Com a visita terminada dirigímo-nos à junta, chegando assim ao fim de mais um dia.
Esta visita permitiu nos ter noção da vida dos nossos antepassados nomeadamente dos habitantes da antiga Bracara Augusta.

Filipa e Bia

7 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 4


Bom dia a todos,

Para nós (Rafael e João), é o nosso primeiro ano n' "O Nosso Património", no entanto esta primeira semana está a ser muito divertida.
Hoje foi o nosso 4º dia no  património.
Começamos por nos reunirmos na junta de freguesia de S. Victor, como de costume.
Quando chegaram todos saímos da junta e andamos um pouco até à Capela da Nossa Senhora de Guadalupe. 
No início, o monitor Nuno começou por nos falar sobre a história desta capela. Mais tarde, foram distribuídas tarefas para todos os grupos preencheram as suas fichas.
Após  termos terminado as fichas, fomos divididos por grupos para que cada um inventasse o seu grito de equipa.
A seguir, fizemos uma corrida de estafetas. quem ganhou foram os CR7. Para acabar o dia fizemos um jogo de bolas de papel em que consistia em que os participantes jogassem ao jogo do sério.
Depois voltámos  para a junta e fomos embora.
E assim foi mais um dia de divertimento!!!!

Rafael Machado e João Valente




O Nosso Património - Dia 3




Olá,

cá estamos nós para contar mais um dia da actividade do nosso património. Começamos o dia na Junta de Freguesia de S.Vitor e dirigimo nos à Igreja de Senhora -à-Branca. Lá abraçamos a iniciativa "São Victor de Portas Abertas" e fomos recebidos por dois guias que nos fizeram uma breve e esclarecedora apresentação sobre a Igreja anteriormente mencionada. A parte inferior da igreja obedece ao estilo neoclássico e a parte de superior ao estilo barroco, os azulejos que decoram o interior da igreja são do início do século XX. O sacrário e a tribuna foram concebidos por André Soares e em 1783, o entalhador João Bernardo da Silva executou as alterações no retábulo, concedendo-lhe um aspecto neoclássico. No tecto desta Igreja permanece o brasão do arcebispo D. Diogo de Sousa. No Largo onde se situa a Igreja, o Largo da Senhora à Branca encontra se o Palacete Matos Graça, este infelizmente é poucas vezes mencionado e conhecido pelos habitantes Bracara Augusta. Nesta cidade milenar e pela zona onde se encontra a igreja passava a via XVII que ligava Braga(Bracara Augusta) a Asturica Augusta (Astorga). Por fim, voltamos para a Junta e assim acaba mais um episódio do 'nosso património'.

Não percam o próximo episódio porque nós também não :)

Carina e joana

6 de julho de 2016

Julho o mês do Património e da Cidadania



Hoje deixamos que estas notícias falem por si e mostrem como é o mês de Julho numa freguesia que se preocupa com o património, com a sua preservação e divulgação. Hoje as portas de S. Victor mantêm-se abertas para quem quiser conhecer, quer a freguesia, quer a cidade de Braga. Sabemos que o desafio é ousado, mas faremos de tudo para estar à altura.
"O Nosso Património" - um papel de cidadania ativa é o mote da XII edição desta atividade que pretender despertar nos mais jovens consciências mais cívicas, e ativas. Pode acompanhar diariamente as atividades deste grupo de jovens, dos 10 aos 18 aqui no blog.

"As coisas só têm sentido, se dermos sentido às coisas", vamos dar sentido à nossa freguesia, protege-la, preserva-la e acima de tudo partilha-la.

O Nosso Património - Dia 2


Olá a todos,

Hoje foi o segundo dia do "O Nosso Património ". O dia começou na Junta de Freguesia de S.Victor onde nos dirigimos para o auditório e os novos participantes se apresentaram. Realizamos um jogo de mímica que foi muito divertido e engraçado. Em seguida, vimos dois episódios da websérie de S. Victor, um sobre a lenda de S.Victor e outro sobre a Igreja de São Victor. Vídeos muito interessantes porque foi uma maneira diferente de aprendermos mais sobre a vida do santo e a história da igreja! 
Depois de fazermos os grupos de trabalho, seguimos caminho para a igreja de São Victor onde o monitor Filipe nos falou um pouco sobre a história desta Igreja. Sabiam que o órgão que está na igreja tem por volta de 600 tubos? 

Realizamos as fichas de sitio e móvel e dirigimo-nos outra vez para a Junta de Freguesia. 


E assim foi o segundo dia no "O Nosso Património"

Até amanhã,

Érica


Hoje foi o nosso segundo dia no Nosso Património da Jovem Coop, os monitores dividiram os participantes em seis grupos tentando, como sempre, não juntar pessoas conhecidas com o objetivo de incentivar novas amizades.
Também vimos um vídeo sobre S. Victor e a sua igreja e de seguida visitamo-la e fizemos as nossas primeiras fichas, a móvel e a imóvel.
A igreja era muito bonita e agradável e a sua história muito comovente.


Ana Vicente Barroso

4 de julho de 2016

O Nosso Património - Dia 1

Olá a todos,

Hoje foi o primeiro dia da XII edição de “O Nosso Património” e, sendo o primeiro dia, as atividades de hoje focaram-se em conhecermo-nos uns aos outros.
Começamos por nos reunir na Junta de Freguesia de S.Vitor, onde a Gui e os restantes monitores nos deram as boas vindas e nos pediram que todos nos apresentássemos. Após isso, alguns participantes que já tinham participado no “O Nosso Património” em anos anteriores explicaram, aos novos participantes, em quê que consiste esta atividade.
Assistimos, também, a uma conferência de imprensa onde, representantes de diferentes atividades e instituições, discutiram a importância da valorização do nosso património e da cooperação entre as pessoas de forma a preservá-lo e dá-lo a conhecer aos outros.
No fim, fomos para um jardim onde nos reunimos em circulo e fizemos o Jogo da Teia, que tinha como objetivo conhecer-mo-nos melhor. Fizemos também outro jogo que consistia em dizer o nome da pessoa ao lado e o nosso, a pessoa seguinte dizia o nome das duas anteriores e o seu, e assim em diante. No fim, fomos embora.

Foi um dia bom, em que podemos conhecer-mo-nos uns aos outros enquanto nos divertia-mos.
André Lopes




Olá,

hoje foi o 1º dia da décima segunda edição da atividade "o nosso património " organizada pela JovemCoop em colaboração com a junta de freguesia de s.victor.
Primeiramente a Gui começou por nos explicar um pouco mais sobre o que é a atividade e falou também um pouco sobre a JovemCoop, depois passamos para as apresentações onde cada monitor se apresentou e em seguida cada participante também. Foi nos dito que iria ser realizada uma conferência de imprensa na junta onde ficamos todos para assistir, nessa conferência os oradores presentes falaram um pouco das atividades que se iriam realizar no mês de julho e também falaram um pouco sobre a freguesia. E para terminar a nossa manhã fomos todos para a avenida realizar algumas dinâmicas de grupo para nos conhecermos melhor e também para nos divertirmos um pouco.
Bem, foi assim o 1º dia de Património...

Bruna Araújo



21 de junho de 2016

Crónica "Um São João Cooperante"



Um S. João Cooperante

Caro Leitor,

Vivem-se, em Braga, dias de grande festa. A cor e a música popular invadiram a cidade e com elas trouxeram não só o sabor das sardinhas, mas também o cheiro dos manjericos, é S. João e a cidade está em festa.

Nas seculares festas sanjoaninas, as tradições fundem-se com os novos hábitos, sempre de braços dados com a cultura. Numa festa tão culturalmente enriquecida, mas acima de tudo tão nossa, a JovemCoop não podia ficar de fora e, por esse motivo, prontamente nos juntamos às festividades, fazendo sempre prevaler a cultura, a tradição, a sua identidade.
A nossa participação no S. João começa muito antes dos dias de festa. Como membros organizadores do Cortejo Histórico, desde cedo começamos a dar forma a este desfile que representa as mais antigas tradições das nossas festas, do medieval ao barroco, do candeleiro à serpe, sem nunca esquecer o tão característico quadro do porco preto, é no cortejo histórico que é possível encontrar parte das origens destes festejos da cidade.

Também o Concurso de Cascatas, ao qual concorremos desde a primeira (re)edição, nos faz viver as festas com muita antecipação. Para nós é um gosto participar nesta atividade, não pela competitividade, mas sim pelos momentos de educação não formal que a construção da cascata nos proporciona. Desde o estudo das tradições, passando pela planificação e pela construção da cascata, todos os momentos são propícios ao desenvolvimento de novos conhecimentos e novas apetências. Foi por esse motivo que resolvemos complementar a nossa cascata com explicações históricas das tradições nela expostas. Deste modo todos podem compreender o que está representado na nossa cascata sanjoanina, que se encontra no Largo Francisco Sanches até ao dia de S. João.

Um outro momento que o Concurso de Cascatas acabou por nos proporcionar foi a II Gala Sanjoanina que decorreu no Theatro Circo. Um momento de homenagem, não só ao S. João, mas a todo o “Cancioneiro Minhoto” do Dr. Gonçalo Sampaio. Foi no meio dos cantares mais tradicionais da nossa região, que tivemos a honra de receber o primeiro prémio do Concurso das Cascatas, um momento muito especial, em que vimos os nossos serões de trabalho serem reconhecidos.

Vivência especial e muito particular, para nós nas festas da cidade, foi a visita ao centro histórico que realizámos com o Grupo Folclórico da Camacha, Madeira. Termos a oportunidade de acolher um grupo de fora, que com muito gosto e interesse se prontificou a conhecer um pouco da nossa cidade, e que nos proporcionou um intercâmbio cultural de tradições sanjoaninas, foi um momento único. É fundamental que todos os grupos se sintam bem acolhidos para levarem não só o nome de Braga mais longe, mas também um pedacinho da nossa história com um grande desejo de cá voltar. Por esse motivo, acreditamos, que todos os grupos participantes nas festas da cidade deveriam incluir nos seus programas um passeio histórico pela cidade.


Existem na nossa festa popular inúmeras atividades, para todos os gostos, tradição, cultura, desporto, tecnologia, entre muitas outras áreas.Todas estão presentes no programa das festas, o que faz com que ninguém tenha desculpa para faltar ao S. João, que é para nós muito mais que uma festa secular. É um momento em que toda a cidade se une, todas as associações cooperam para criarem dias de festa tão únicos e tão nossos. Por esse motivo, caro leitor, convidamo-lo a vir viver o S. João na primeira pessoa e poder comprovar a quantidade de entidades, escolas e associações que estão envolvidas neste grande projeto. O S. João é de todos, é da cidade e prova disso é a cooperação que vemos nestes dias. Para nós, todos os dias deviam ser assim, cooperantes.

20 de junho de 2016

XII Edição de "O Nosso Património" - Inscrições Abertas


Já abriram as inscrição para a tão aguardada XII Edição de "O Nosso Património", que irá decorrer de 4 a 29 de Julho nas instalações da Junta de Freguesia de São Victor.
  
"O Nosso Património", é uma atividade direcionada para jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 18, que tem como objetivo dar a conhecer, de um modo divertido e informal, um pouco da história da cidade em geral, e da freguesia de S. Victor em particular. Com esta atividade pretendemos também ajudar a criar consciências e a promover uma sensibilização ativa na proteção das nossas heranças culturais. 

Durante 4 semanas, os participantes percorrerão as ruas em busca de monumentos, sítios de interesse e pessoas com relatos orais que interessem ser registados.

As inscrições poderão ser feitas na Junta de Freguesia de São Victor, ou através do nosso email info@jovemcoop.com.

6 de junho de 2016

Cascatas Sanjoaninas - Revista Rua


O Concurso de Cascatas Sanjoaninas foi uma tradição esquecida durante alguns anos, nas festas do S. João em Braga. No entanto em 2014 esta tradição foi retomada e desde aí todos os anos escolas e associações são desafiadas para participarem no concurso que anos após ano tem vindo a crescer.

Hoje orgulhamo-nos de participar nesta iniciativa, que é, para nós, muito mais que um concurso. Os momentos que a planificação e montagem da cascata nos proporcionam, fazem com que todos os anos tenhamos uma grande vontade de participar. 

As cascatas Sanjoaninas são na nossa opinião um momento pedagógico em que todos conseguem viver desde dentro as grandiosas festas da cidade. Desde a interpretação das tradições, passando pelo reaproveitamento de materiais, e pelo desafio do trabalho em equipa, as cascatas sanjoaninas dão, a todos os que nela participação, uma lição de aprendizagem não formal, que levamos connosco para toda a vida. 

E no final, no momento da inauguração, pouco importa o lugar conquistado no concurso, o mais importante é o sentimento de missão cumprida que une todos os participantes, e as partilhas das aventuras que as cascatas proporcionaram.

Este mês a Revista Rua recolheu o testemunho da JovemCoop, que já vive a construção da cascata deste ano. 

28 de maio de 2016

Património de Braga - I Encontro de Associações



Decorreu na manhã de sábado, dia 28 de Maio, enquadrado nos eventos da "Braga Romana", o I Encontro de Associações de Defesa e Divulgação do Património, organizado pela Câmara Municipal de Braga.

Este encontro é motivo de regozijo por parte das Associações de Defesa do Património, pois, na verdade, a apresentação de ideias e o debate de alguns assuntos estiveram, até a um passado recente, à margem da discussão pública e da esfera municipal.

Com este encontro, todos ficaram a ganhar, dado que ouviram-se vozes experientes, tal como a ASPA; pudemos auscultar novas sensibilidades, como a APRUPP e Braga+, ou mesmo realidades distintas, tais como as da FRAUGA e da ADDPCTV.

Este evento permitiu uma partilha de experiências muito enriquecedora e salutar ao movimento associativo, denotando vários denominadores comuns: o Grupo de Amigos que se forma, o trabalho em rede que se desenvolve, a formação de consciências e o lutar pelas causas públicas.

Tivemos presentes neste encontro, moderado pelo Vereador Miguel Bandeira, explanando a nossa história, os nossos objetivos, as nossas atividades, bem como as nossas lutas, lembrando, desde logo, o Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes.

Enaltecemos a organização deste encontro, louvando o diálogo e o estabelecimento de contactos.

Fica a promessa de dar continuidade e estes encontro das Associações de Defesa e Divulgação do Património.

Descobrir Bracara Augusta - sessões de História



Porque a Braga Romana não é somente um evento festivo, propusemo-nos a dar a conhecer o contexto histórico e científico que originou o aparecimento de uma das cidades romanas mais importantes do Noroeste Peninsular.

A sessão do dia 23, contou com a presença do Dr. Gonçalo Cruz, cujo tema versou os tempos desde a Pré-História até Bracara Augusta.

Já a sessão do dia 24, permitiu-nos perceber que Bracara Augusta foi uma das cidades mais imponentes do noroeste Peninsular. 

"Dives Bracara", segundo Ausónio, foi elevada a Província, destacando-se de Lucus e Asturica.

A importância da nossa cidade foi-nos revelada pela sessão "Descobrir Bracara Augusta", conduzida pelo Prof. Rui Morais.


Acreditamos que esta é uma das formas mais profícuas de dar a conhecer a nossa História e a nossa Identidade, promovendo um conhecimento generalizado e acessível a todos.

Quisemos, desta feita, incrementar o programa cultural da "Braga Romana", para que os participantes, bem como os visitantes pudessem melhor viver e interpretar o período representado neste grande evento.

"Descobrir Bracara Augusta" foi uma organização da JovemCoop e da Junta de Freguesia de S. Victor, com o apoio do Município de Braga.

18 de maio de 2016

Descobrir Bracara Augusta - para melhor conhecer a Braga Romana


Aproveitando a realização do evento “Braga Romana”, a JovemCoop e a Junta de Freguesia de S. Victor, com o apoio da Câmara Municipal de Braga, vão realizar duas sessões sobre história local, com o intuito de ajudar a contextualizar e informar sobre o período cronológico de Bracara Augusta.

“Descobrir Bracara Augusta” é o mote de um ciclo de sessões informativas que visa dar a conhecer as condições geográficas, sociais e políticas que permitiram a fundação desta cidade romana.
A primeira sessão, subordinada ao tema “Da Pré-História a Bracara Augusta”, realiza-se na Segunda-feira, dia 23 e será orientada pelo arqueólogo Gonçalo Cruz.

No dia 24, o tema da segunda sessão será “Bracara Augusta: Cidade Bimilenar” tendo por orador Rui Morais, docente universitário e autor do livro “Bracara Augusta”, entre outras publicações alusivas à cidade romana.

Para melhor vivenciar o evento “Braga Romana”, torna-se necessário que as pessoas possam conhecer as origens dos povos, os usos e costumes, bem como os fatores que proporcionaram a entrada dos romanos nesta região. A edificação de Bracara Augusta e o modus vivendi romano ainda hoje marcam o nosso dia-a-dia, influenciando a nossa visão de cidade.

As duas sessões “Descobrir Bracara Augusta” são de entrada livre e realizam-se no auditório da Junta de Freguesia de S. Victor, tendo início às 21h30.


13 de maio de 2016

Braga Romana 2016


A JovemCoop já está a organizar a sua participação no Cortejo Triunfal da Braga Romana, que se realizará no dia 27 de Maio. Esta é mais uma atividade onde a JovemCoop tem a honra de participar e de abrir as suas portas à participação de todos, pois sendo esta atividade um regresso às origens da cidade de Braga, só faz sentido quando partilhada com todos os bracarenses. 
Deste modo, convidamos todos os bracarenses a juntarem-se a nós para viverem de perto a nossa história. As inscrições terminam dia 20 de Maio, mas são limitadas, por isso se se quiser juntar a nós basta enviar um e-mail para info@jovemcoop.com, onde lhe serão fornecidas as devidas instruções.


26 de abril de 2016

Crónica "Os Cravos do Associativismo"



O dia 25 de Abril, mais precisamente o do ano de 1974 simboliza, de um modo intenso, o verdadeiro sentido da palavra liberdade. Liberdade, foi a grande herança que a Revolução dos Cravos deixou para todo o povo, e que quarenta e dois anos depois é vivida de forma inconsciente.
As reuniões secretas para discutir ideologias, a PIDE, os presos políticos e o “lápis azul” não passam hoje de relatos dos manuais de história onde as mais novas gerações não se reconhecem. No entanto esses relatos foram vividos e sentidos na primeira pessoa por uma grande parte da população que (re) lembra tempos em que viviam “sufocados” pelo regime. Já imaginou, hoje em dia, não poder expressar o seu ponto de vista livremente? Já pensou se o seu telemóvel fosse controlado e só algumas informações chegassem até si? Ou se as suas publicações nas redes sociais fossem censuradas? Se o acesso à internet, ou aos livros fosse condicionado? Noutros tempos, textos como este, já habitualmente escritos pela JovemCoop, seriam revistos, riscados, alterados caso necessário, porque não era permitido a nenhuma entidade expressar-se com ideologias que não fossem de encontro aos princípios do governo.
Hoje em dia, para nós, é natural expressarmo-nos e discordarmos de diversos assuntos publicamente, e quando nos criticam depressa argumentamos o nosso direito à liberdade de expressão. Contudo, nem sempre foi assim, este direito de liberdade devemo-lo a uma geração que há quarenta e dois anos atrás, não baixou os braços e “lutou” para que hoje tivéssemos essa liberdade. Essa geração, a quem muito devemos, teve uma ajuda fundamental para incrementar os ideais defendidos na revolução de Abril, o associativismo.
Nos tempos da ditadura o associativismo era oprimido. Raras foram as associações que perduraram durante o Estado Novo. Só após a queda do regime, consequência da revolução de 74, é que o associativismo floresce em massa, vindo assim reforçar todo o movimento existente na época. O associativismo surge assim como um praticante ativo da democracia. Por um lado este movimento vive a democracia desde a própria associação, como as eleições dos dirigentes ou com a tomada de decisões colectivas. Por outro, devido ao seu papel na sociedade como um agente que consciencializa e que dinamiza a vida dos cidadãos, o associativismo revelou-se uma ferramenta fundamental para a integração e a prática da democracia.
Deste modo percebemos que associativismo é hoje uma das casas da democracia, onde há uma grande liberdade para se reflectir sobre os mais diversos assuntos da sociedade. Hoje, felizmente abundam as associações, com os mais diversos objetivos e temas existindo assim inúmeras oportunidades para que qualquer pessoa tenha oportunidade de refletir e trocar ideias e experiências com pessoas que partilham os mesmos ideais. Assim, acreditamos que também o próximo dia 30 de Abril, tal como o dia 25 do mesmo mês, é um dia muito especial, pois comemora-se o Dia do Associativismo Jovem.

Deste modo, caro leitor, depois de reflectirmos sobre a importância do associativismo desafiamo-lo a juntar-se a uma associação e a dedicar uma parte do seu tempo em prol de uma cidade melhor.