Mostrar mensagens com a etiqueta Vieira do Minho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vieira do Minho. Mostrar todas as mensagens

2 de maio de 2013

Classificação das Gravuras Rupestres de Zebral

"Correio do Minho" 30/04/2013

Depois da consulta pública que decorreu em Novembro/Dezembro de 2012, foi publicado a 11 de Abril, no Diário da República, a Classificação da Laje dos Cantinhos ou Gravuras Rupestres de Zebral, como Sítio de interesse público (SIP).

Mais um sítio a visitar na freguesia de Ruivães e na Serra da Cabreira.



Descrição: Ostentando elementos arqueológicos ilustrativos de vários momentos de ocupação humana desde a mais Alta antiguidade, onde se encontram, "[...] por entre os seus frondosos bosques e nos cimos dos seus alcantilados montes de feição pré-cantábrica, muitos vestígios de vida castreja." (Guia de Portugal, p. 866), o território correspondente na actualidade ao município de Vieira do Minho encerra alguns exemplares de Arte rupestre.

É o caso do arqueossítio ao ar livre das "Gravuras Rupestres do Zebral", conhecido pelas gentes locais pela designação de "Laje dos Cantinhos", situado a meio da encosta acentuada do monte do Toco, na margem esquerda do rib.º do Soutinho, nas proximidades da localidade que lhe deu nome - Zebral.

Insculpidas na superfície de três grandes lajes de um afloramento granítico de consideráveis dimensões (ao longo de uma distância de aproximadamente trinta metros), as gravuras são predominadas por motivos geométricos e esquemáticos, com destaque para os elementos quadrangulares, recticulados ou simples, com ou sem "fossetes", para além das figurações cruciformes e composições obtidas com círculos encimados por cruciformes e interior preenchido com uma espécie de estrela de cinco pontas (pentagrama). "Na sua maioria, estas gravuras terão um significado hipoteticamente simbólico-religioso, se se atender à grande profusão e expansão dos motivos geométrico-simbólicos [...]." (BAPTISTA, A. M., 1986, p. 48), uma característica que não facilita o seu enquadramento cronológico-cultural.

As técnicas utilizadas na obtenção das gravuras foram a picotagem, o abrasão e a martelagem, com sulcos medindo entre dois centímetros de largura, por um de profundidade.

in IGESPAR



30 de julho de 2012

Arqueologia em Vieira do Minho


"Diário do Minho" 29/07/2012

A prova de que os Concelhos podem e devem apostar na arqueologia como factor de conhecimento da sua história e da evolução da apropriação territorial.

Muitas vezes pensa-se que as paisagens da Serra, pelas condições agrestes a que muitas vezes estão sujeitas nada têm a nível arqueológico.

Em Cantelães, Vieira do Minho, deu-se uma agradável surpresa e contam com a intervenção arqueológica de investigadores associados à Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

Vale a pena ler a reportagem, bastando carregar com o botão direito do rato sobre a imagem e escolher "abrir num novo separador" (dependendo da versão do browser, deve surgir a imagem num tamanho possível à leitura).