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12 de outubro de 2011

Casa do Areal: atrasos na abertura

"Diário do Minho" 10/10/11

Temos um carinho especial por esta estrtutura. Ao longos dos anos em que desenvolvemos a actividade "O Nosso Património", os vários grupos deslocaram-se até ao Lugar de Passos para registar a Capela de S. Victor-o-Mártir, ligada, lendariamente, à zona onde terá vivido o padroeiro da freguesia.

Ao longos destes anos em que efectuámos os levantamentos da Capela de S. Victor-o-Mártir, tivemos o cuidado de enquadrar o contexto envolvente, onde descrevemos a Casa do Areal desde o estado de abandono e ruína, passando pelo estado de reformulação e, finalmente, pela situação actual...recuperada e vazia!

Sabendo a valência que ali é suposto nascer, dando espaço para o apoio à terceira idade, torna-se imperioso, sobretudo em tempos de dificuldades económicas, dar dignidade às pessoas que passam um mau bocado e dignidade a um sítio com uma longa história.

Não parece admissível a estrutura estar inactiva seja devido a falta de acordo com a Segurança Social, seja por falta de agilidade da CMB.

Desejamos que no próximo ano, ao efectuarmos um novo levantamento enquadrado em "O Nosso Património", possamos descrever este imóvel como "Recuperado e em actividade de apoio social"!

17 de junho de 2010

S.João e preocupações ecológicas

retirado da edição do "Correio do Minho" 17/06/2010

Ao longo dos últimos anos, e com a crescente consciencialização ambiental, muito se tem falado nas condições de higiene e salubridade pública em torno nas barracas de S. João.
Sabendo que grande parte dos comerciantes vive de forma itinerante e que uma boa parte deles, vindo de fora, optam por dormir em carrinhas de transporte de mercadorias, é uma situação que não pode deixar de ser considerada pelas entidades públicas.
 Isto porque, além da dormida, é preciso pensar onde é que os comerciantes que têm este estilo de vida cozinham, tomam banho e fazem as suas necessidades fisiológicas. Não será de estranhar que o Rio Este seja um depósito de dejectos durante as festas.

Hoje, no Correio do Minho, sai em destaque uma roullote de farturas e churros que desenvolve a consciência ecológica e solicitou à BRAVAL contentores para depositar os óleos usados. Assim, pelo menos parece haver a garantia de não vermos estes óleos espalhados na via pública, nos jardins ou mesmo no Rio Este. É um pequeno passo que multiplicado por várias roullotes poderia contribuir para uma melhoria da vivência das Festas de S. João em Braga.

Quem sabe, no próximo ano, a Comissão de Festas de S. João poderá sensibilizar, antes do início das festas, os comerciantes e vendedores a adoptar esta prática amiga do ambiente. Não basta fazer a festa, é precsio pensar como fica a cidade depois desta.