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25 de julho de 2012

Arqueólogo por um dia - as fotos da última sessão

"5ª sessão de "Arqueólogo por um Dia"

No Sábado dia 21/07 realizámos a 5ª sessão do  "Arqueólogo por um Dia".
Esta iniciativa, para a BragaCEJ2012, visa contribuir para que os jovens participantes conheçam a profissão arqueólogo e que aprendam a respeitar as nossas heranças do passado, conhecendo, desde logo, as metodologias que são praticadas numa escavação arqueológica.

Esta 5ª sessão foi a mais participada de todas, com cerca de 27 jovens envolvidos neste simulacro de escavação.

Vale a pena relembrar esta actividade, vendo as fotos que estão no nosso facebook e no facebook dos nossos amigos:




30 de abril de 2012

Arqueólogo por um dia - a actividade

"Diário do Minho" 29/04/2012

Decorreu, no passado dia 28, a segunda sessão da actividade "Arqueólogo por um dia"!

Esta iniciativa da JovemCoop, no âmbito da BragaCEJ2012, decorreu no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa e visa recriar o ambiente de uma escavação arqueológica, apreendendo os métodos e técnicas utilizadas numa intervenção.

Os trabalhos arqueológicos, em contexto de simulação, foram conduzidos pelo arqueólogo David Mendes e pelo monitor Francisco Maia.

Esta é uma acção de sensibilização, que visa aproximar os jovens da profissão "Arqueólogo" e dar a perceber que o aproveitamento dos recursos patrimoniais arqueológicos, podem e devem ser uma mais valia no aproveitamento turístico e no combate ao desemprego juvenil, sobretudo numa cidade histórica como Braga.


27 de abril de 2012

Arqueólogo por um dia


A Arqueologia do passado ao Futuro – Arqueólogo por um dia!
Esta actividade visa realçar a importância da arqueologia como factor de conhecimento e valorização da identidade das cidades / comunidades e agente de desenvolvimento local.
Propomos aos arqueólogos por um dia que vejam conhecer a profissão de arqueólogo e, em contexto de simulação, façam uma escavação arqueológica com vista a conhecer metodologias de trabalho, complementada por visita às salas de exposição permanente;
Por isso, aos arqueólogos por um dia, além de escavar e encontrar vestígios cerâmicos e restos de muros, que entrem em contacto com a fotografia arqueológica, o registo em desenho e noções de topografia.
Proposta de actividade:
Dia 28 de Abril;
10h no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa
Tarefas:
- Escavação arqueológica (em contexto de simulação);
- Manipulação de fotografia arqueológica;
- Noções de Topografia;
- Conceitos de registo em desenho;
- Visita ao Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa;
Ter em atenção:
- Jovens entre os 12 e os 16 anos (Os adultos podem participar se acompanhados pelos filhos ou irmãos com idades inferiores a 16 anos);
- Vestuário e Calçado adequado (para sujar);
- Máquina fotográfica;
- Lanche para meio da manhã;
Esta actividade só será realizada caso as condições climatéricas o permitam!









12 de outubro de 2011

S.Frutuoso: Resultado das Escavações


"Diário do Minho" 08/10/11

Sem diálogo, nem discussão pública, o Município de Braga optou por instalar no antigo edifício do Convento de S. Francisco a nova Pousada da Juventude.
Apesar de entender que há uma clara duplicação de custo (tendo em conta que esta infraestrutura poderia ocupar parte do novo GeNeRation), parece claro que não houve a preocupação em atender às condições de mobilidade dos futuros utentes, nem tão pouco fazer parte de uma estratégia concertada para revitalizar o centro. Prefere-se, pois, privilegiar uma zona em franca expansão urbana, para justificar o investimento.

Mas inserindo-nos na temática arqueológica, parece proveitoso que tenha havido (ainda que legalmente obrigatória) uma intervenção arqueológica na zona do convento, afim de perceber a história da ocupação daquele local e perceber se a estrutura a construir não colidia com os vestígios existentes.

Com esta intervenção arqueológica, a julgar pela peça jornalística do Diário do Minho, parece possível perceber que grande parte das estrtuturas afectas ao antigo convento parecem jazer em zonas hoje ocupadas pela Igreja de S. Jerónimo, bem como, provavelmente, na zona do adro e do caminho público.

É de especial relevo que se tenham encontrado fossas, alegadamente, do período calcolítico e que se tenham posto a descoberto grande parte das estruturas associadas ao convento do período visigótico.

Do ponto de vista arqueológico e do da valorização patrimonial, sai mais enriquecido o convento de S. Francisco, onde os estudos realizados propõem a recuperação de alguns elementos encontrados.
Por exemplo, a conduta de água que atravessa o Convento, dado ao seu bom estado de conservação, poderá ser reactivada, dando ao local uma paisagem cénica, mas de um quotidiano monástico.
E foram estudos realizados sem pressões de obras e cumprindo as normas legais vigentes (ainda que haja, inerente ao processo, a pressão do prazo de abertura da Pousada a tempo da CEJ2012).

Se pegarmos neste exemplo, podemos, facilmente, transportar a ideia para o caso Sete Fontes. Se houvesse estudos prévios que qualificassem a área e, inequivocamente, divulgassem o potencial arqueológico, patrimonial e ambiental da zona, então incrementar-se-ia o valor deste sítio. Não há aqui a necessidade de repor água nas caleiras, porque nas Sete Fontes a água circula e em abundância. Aí, corre-se contra o tempo, porque a legislação parece funcionar lentamente, porque existem pressões urbanísticas e de obras que teimam em desqualificar o sítio monumental.

Mas é motivo de regozijo saber que S. Francisco terá melhor sorte. Apenas gostaríamos que as visitas abertas ao público para conhecer as intervenções arqueológicas fossem a dias mais convenientes ao público e não à Segunda-Feira, em horário de expediente. Se houvesse um a melhor concertação de horários, a divulgação e aproximação à temática arqueológica e patrimonial podia ser maior e com mais afluência.



29 de março de 2011

As origens de Bracara Augusta no centro de Braga

retirado do "Diário do Minho" de 28/03/2011

A história da cidade de Braga confunde-se com os vestígios arqueológicos e arquitectónicos. Uma das constantes batalhas que se trava na recuperação urbana é a ponderação do que é para destruir e do que é para conservar. Após isto, levantam-se, ainda, outras dúvidas, como por exemplo, quem deve suportar os encargos das escavações arqueológicas e se o estado, além de exigir, se devia comparticipar.
Folgamos em saber que há bons exemplos em Braga, que permitem unir a arqueologia à arquitectura e proporcionar um ambiente urbano de qualidade, sobretudo naquilo que somos tão defensores, que é o património para o turismo.
Se as negociações nem sempre são fáceis, louvamos a paciência dos promotores da obra pela vontade em dar um acréscimo à história da nossa cidade. É, além de uma missão social, uma responsabilização para outros promotores, para que possam seguir este exemplo.
Assim, Braga terá mais "história", mais vestígios, mais património para sustentar uma qualificação do seu centro histórico e afirmar Braga como cidade eternamente viva!


19 de julho de 2010

Escavações no castro de S.Lourenço

retirado do Diário do Minho de 18/07/2010

O mundo da arqueologia continua a fascinar vários públicos, particularmente os investigadores que assumem as escavações de jazidas arquológicas.
O castro de S. Lourenço está a ser escavado há mais de 20 anos, e com alunos do ensino superior todos os anos coloca "algo mais" à vista.
Vale a pena passar por este Castro localizado em Esposende e ver de perto uma escavação arqueológica.

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