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25 de junho de 2013

Castro de S. Lourenço em grande actividade

"Diário do Minho" 23/06/2013
"Diário do Minho" 25/06/2013

O Castro de S. Lourenço, situado na freguesia de Vila-Chã, em Esposende, é um dos mais belos castros de portugal, devido à sua localização em frente ao mar.

Do alto do monte com o mesmo nome, erguem-se os vestígios de um antigo povoado fortificado, da Idade do Ferro.

Este importante sítio arqueológico tem dado provas de grande dinâmica, inventivando a procura turística a este local, a partir da construção de um núcleo interpretativo, que recebe agora, em exposição temporária, uma Ara Votiva, encontrada em 1954 e depositada, a titulo definitivo no Museu Pio XII.

Também o Castro de S. Lourenço integra agora a Rede de Castros do Noroeste Peninsular, conferindo maior prestígio a este projecto e a este local, pois esta Rede de Castros privilegia a protecção e divulgação de vários sítios castrejos de importância histórica e científica.

Nos próximos dias 26, 27 e 28 de Julho, a JovemCoop estará presente no Castro de S.Lourenço a propósito da recriação histórica da Galaicofolia!

24 de setembro de 2012

Braga Celta e o sucesso do evento

"Diário do Minho" 21/09/2012

"Diário do Minho" 23/09/2012

"Correio do Minho" 24/09/2012
 
Há várias formas de medir o sucesso de um evento. Poder-se-á fazê-lo pelo número de visitantes, pelo tempo de realização, pela logística envolvida versus os recursos financeiros dispensados, etc.

O evento de recriação histórica Braga Celta foi um sucesso porque durante 4 dias levou milhares de pessoas a uma zona que poucos conheciam ou que já não visitavam há muitos anos; A Braga Celta foi um sucesso porque de iniciativa local, de parcos recursos, tornou-se um  evento projectado a nível nacional e com um estrondoso índice divulgativo; Foi um sucesso porque mobilizaram as pessoas da freguesia de Esporõres, onde se situa o local de Santa Marta das Cortiças, e estas foram as principais obreiras do produto final concretizado.

Além das habitações castrejas, a animação histórica foi ímpar na recriação das lutas, das cenas de caça, nos rituais de fertilidade, nos momentos de lazer e de convívio com a natureza...tudo isto inserido numa paisagem natural, de onde se destacam o coberto vegetal e os enormes blocos graníticos que conferiram uma natureza proto-histórica à recriação.

Mesmo não sendo Braga Celta a designação mais correcta para este evento, e mesmo com todas as dúvidas que foram aqui levantadas, o nosso balanço é que a Braga Celta foi um sucesso e espera-se que, de facto, tenha vindo para ficar, pois é lícito assumir que este evento muito faz pela pedagogia, pelo ensino e pela instrução de todos aqueles que visitaram o local.


17 de setembro de 2012

Santa Marta das Cortiças e a recriação histórica

"Correio do Minho" 14/09/2012
"Diário do Minho" 14/09/2012

A Cidade de Braga recuará, novamente, ao período da Idade do Ferro, recriando historicamente o quotidiano dos povos desta cronologia.

A iniciativa, sendo louvável (porque o saber não ocupa lugar e importa reforçar as nossas potencias históricas como meio de atracção e de educação), causa-nos alguma estranheza por alguns motivos:

1 - Apesar de ser positivo investir numa recriação histórica, dado que já houve uma acção semelhante em Julho, não seria mais benéfico investir o dinheiro na valorização das estruturas ali existentes, antes de haver lugar às recriações? Lembramos que a UAUM tem um projecto formulado para este local, que apesar dos valores serem superiores, este financiamento de 61.500€ poderia ser uma alavanca para se iniciar um projecto de valorização daquele sítio. (ver programa valorização UAUM).

2 - O sítio da Santa Marta das Cortiças está classificado como Imóvel de Interesse Público desde os anos 70 do século passado (ver aqui ficha descritiva no site do IGESPAR).
Para esta recriação histórica, terão sido os serviços da DRCN informados desta intenção e autorizado este evento? Haverá algum acompanhamento por parte dos técnicos da DRCN da instalação do evento, dado que este se situará numa zona classificada?
Lembramos que junto de uma zona classificada, deve haver autorização, para que não se assistam a instalações abusivas e que descaracterizem o sitio (lembramos a recente polémica dos W.C's na festa WAY junto da Sé catedral);

3 - A administração da BragaCEJ2012 que ainda há dois meses afirmava publicamente que havia escassez de dinheiro, dá-se agora oa luxo de apoiar dois eventos semelhantes, separados cronologicamente por dois meses? Qual o critério para a repicação destas iniciativas?

4 - A ser verdadeiro o valor de 61.500€ dispendidos nesta recriação, como justificar ser mais cara que a Braga Romana, evento que é cartão de visita da cidade de Braga, ou seja, uma aposta clara e assumida pelo município de Braga?

5 - Além das cronologias do periodo da Idade do Ferro, a zona da Santa Marta das Cortiças tem outras cronologias associadas às estruturas arqueológicas:

"Entretanto, as escavações arqueológicas conduzidas na estação já na década de cinquenta de novecentos permitiram localizar os alicerces de uma construção constituída por ábside semicircular e três naves, erguida entre os séculos V e VI d. C., enquanto o final dos anos setenta trouxe à luz do dia um número considerável de sepulturas romanas de incineração com bastante espólio associado, identificadas pelos investigadores nas proximidades deste mesmo edifício de tipo basilical. Uma realidade que reafirmava, no fundo, a possível reutilização deste espaço ao tempo da conquista romana, a julgar pelos materiais de construção recolhidos no local por A. Bellino, entre os quais tegulae - telhas rectangulares - e imbrex - telhas em forma de meia cana." (site igespar)

Ou seja, falamos ainda das cronologias romanas e da antiguidade tardia, onde nesta última cronologia assume relevância as "ruínas de um grande edifício de planta rectangular correspondente a um palácio suevo-visigótico e de outro edifício também de planta rectangular correspondente a uma basílica paleo-cristã, este último sobreposto pela estrada de terra batida que dá acesso à rotunda onde se ergue a estátua de Nossa Senhora da Assunção." (vide Programa Valorização UAUM).

6 - Tendo este evento a vontade de formar professores e sensibilizar jovens, terá o programa deste festival conferências, tertúlias e debates com carácter de educação e formação?
Esperemos que sim, pois há muito ainda a fazer no campo do conhecimento e educação sobre estes períodos cronológicos.


25 de julho de 2012

Pela defesa da cultura castreja

"Correio do Minho" 20/07/2012


"Diário do Minho" 20/07/2012

Ainda a propósito do evento "Povoado dos Bracaros", interessa relembrar que a cultura da Idade do Ferro, apesar de estar relativamente bem identificada, em Braga, é um período cronológico que parece não despertar grande atenção aos arqueólogos desta zona.


À margem da sessão de inauguração, foi referido, precisamente, que é necessário ter mais atenção com os sítios fortificados que se encontram em locais fora do centro da cidade, mas que são património e herança do passado.


Na maior parte das vezes, por estarem longe da vista, nem sabemos o real estado de conservação dos sítios, ou nem sempre houve capacidade para os estudar.

É um facto que parece que em Braga os vestígios arqueológicos parecem ser todos da época romana. Que valor se tem dado ao Monte de Consolação, ao Castro das Caldas, Santa Marta/Falperra, Guisande, entre outros? Porque razão o Castro Máximo foi todo arrasado, sem se preservar qualquer memória onde hoje é o Novo Estádio Municipal? E qual a relevância da cultura material? O que é que se sabe e conhece dos vestígios destes povoados?

Entre madeireiros, pedreiros, constructores e interesses imobiliários, os topos das elevações onde se encontram estes Castros estão desprotegidos e são facilmente destruídos. Basta lembrar as construções nas encostas de Sequeira/Gondizalves e Nogueiró.

Por isso se reclama maior protecção e investimento no estudo dos povoados da Idade do Ferro.


8 de julho de 2012

Braga: Recriação da Idade do Ferro

Cartaz do evento


"Diário do Minho" 06/07/2012


"Correio do Minho" 06/07/2012

As recriações históricas, ou eventos de inspiração histórica, são sempre um forte atractivo para o grande público.

Habituados a ver recriações do mundo romano, como bem a Braga Romana soube conquistar os bracarenses, ou Feiras Medievais, um pouco espalhadas por todo o país, muita vezes fechamos o nosso pensamento a duas cronologias, não perspectivando o resto da linha cronológica.

A Associação dos Artesãos do Minho propõe, durantes os dias 19 a 22 de Julho, relembrar os tempos da Idade do Ferro, na altura em que esta região seria habitada pelos Bracaros, um povo ainda não influenciado pela cultura romana.

O evento terá uma área de transacção de produtos (mercado), uma área de restauração, com tenda de comidas, uma tenda pedagógica, para os mais novos aprenderem mais sobre as vivências dos castros e contará com uma conferência sobre o Mundo da Idade do Ferro, proferida pelo arqueólogo Gonçalo Cruz.
Durante os quatro dias, haverá sempre animação musical e teatrais, com a recriação de uma cerimónia fúnebre.

O "Povoado dos Bracaros" será sitiado no Largo de S.Francisco (esquina da Arcada para a Igreja dos Terceiros), Rua do Castelo, Rua dos Janes e Largo de S.João do Souto.

A JovemCoop associa-se por esta iniciativa porque além da animação do centro histórico, poderá contribuir para mostrar outras realidades históricas e sensibilizar os bracarenses para as vivências da Idade do Ferro, tantas vezes díficeis de compreender.

Esperamos, ainda, que seja um forte impulso para mostrar Braga noutras cronologias, inspirando a, futuramente, mostrar a Braga Medieval ou a Braga do Barroco.

12 de outubro de 2011

CEJ2012: JovemCoop no Monte Redondo

 
"Correio do Minho" 12/10/11

Após um dia dedicado à Capital Europeia da Juventude, alguns elementos da JovemCoop tiveram a oportunidade de reunir com elementos da direcção da Braga CEJ2012 para definir os contornos da participação da associação no maior evento de juventude a realizar em Braga.

Dessa reunião, ficaram definidas linhas de actuação que a serem postas em prática serão um grande contributo social e pedagógico em áreas tão sensiveis como o património e o ambiente.

Temos vontade de participar activamente na revitalização do Castro do Monte Redondo, estando conscientes que não depende exclusivamente de nós realizar esta iniciativa. Mas seremos perseverantes e tentaremos fazer mostrar que estamos em linha consonante com os ensejos actuais...aliar património ao turismo e provocar uma maior fruição e sensibilização junto dos jovens.

12 de setembro de 2011

Monte Redondo - promessas leva-as o vento!

"Diário do Minho" de 07/09/2011

"Correio do Minho" de 07/09/2011

Tivemos a oportunidade de visitar o Castro do Monte Redondo, na freguesia de Guisande, no passado dia 05 de Agosto.


Vimos o estado em que se encontra aquele arqueossítio e o potencial que tem. Percebemos, ainda, que serão poucas as pessoas com vontade de "descobrir" e recuperar aquele sítio - destacamos a acção do Sr. Presidente da Junta Adelino Sá pela coragem e iniciativa que tem tido.


Agora, uma discussão que é realizada na sede da Direcção Regional de Cultura Norte (Porto) com pessoas que raramente vêm a Braga e que ainda mais raramente encontram solução para os imbróglios patrimoniais que se desenvolvem na nossa cidade, que capacidade terão para recuperar o Castro do Monte Redondo?


É notório que a DRCN tem falta de orçamento e capacidade fiscalizadora...mas sobretudo falta-lhe o mais importante...capacidade de iniciativa e de boa vontade. Se este organismo fizesse cumprir a lei, cm certeza que aquele Monte não estaria naquele estado tão miserável e que as estruturas encontradas nas escavações de Albano Belino já teriam sido recuperadas e musealizadas há muito tempo. 


23 de agosto de 2011

Monte Padrão - Nós estivemos lá!

"Diário do Minho" de 23/08/2011

JovemCoop no Castro do Monte Padrão, em Santo Tirso

É com imenso orgulho que fazemos parte destas estatísticas...não por meramente nos associarmos a um número, mas porque fazemos parte de um lote de pessoas que visitou o Castro e que ficou mais rico culturalmente.

Neste Castro, que recentemente visitámos, aprendemos muito sobre a vivência na época da Idade do Ferro, o seu cuidado com o ordenamento e controlo do território e as ocupações posteriores daquele sítio(na época romana e Idade Média).

Quando saímos com a sensação de enriquecimento, só podemos ficar felizes por termos passado pelo Castro do Monte Padrão e fazermos parte destas 3900 pessoas que visitam anualmente este local.

As intervenções na Cividade de Terroso

"Diário do Minho" de 15/08/2011


A Cividade de Terroso tem sido um dos grandes sítios de interesse arqueológico e histórico a ser intervencionado e "explorado" nos últimos anos.

As intervenções planeadas têm contribuído para a formação de novos investigadores e para o conhecimento histórico da zona da Póvoa de Varzim e da História da Idade do Ferro/Romana no Noroeste Peninsular.
Interessa, pois, realçar as intervenções que têm vindo a ser realizadas com estudantes de arqueologia e contribuidores interessados nesta área temática que todos os anos têm vindo a descobrir um pouco mais da vida daquele povoado castrejo.

É, ainda, de dar nota da feliz vontade de integrar a Cividade de Terroso na Rede de Castros do Noroeste, mas também da infeliz notícia da menor procura deste sítio por parte dos estabelecimentos de ensino.
Vale a pena conhecer a Cividade de Terroso...

8 de agosto de 2011

Castro S.Lourenço - um novo centro interpretativo



"Diário do Minho" de 08/08/2011

Ao longo das visitas que a JovemCoop tem efectuado, sobretudo no âmbito da actividade "O Nosso Património", notámos a diferença de haver Centros Interpretativos à entrada das estruturas arqueológicas (como, por exemplo, no Castro do Monte Padrão) ou nas proximidades (como a Casa de Cultura Castreja da Sociedade Martins Sarmentos, em Briteiros), ou a ausência dos mesmos (recentemente na visita ao Castro do Monte Redondo, em Guisande).

O nível de percepção arqueológica, a contextualização histórica e o envolvimento da comunidade visitante é completamente diferente e, naturalmente, só podemos louvar o facto de o Castro de S. Lourenço, em Esposende, finalmente poder ter uma estrutura de acolhimento e explicativa.

Fica o Monumento valoriza, as pessoas mais enriquecidas historicamente e dá-se um sinal claro...valorizar os nossos recursos patrimoniais, com finalidades turísticas é uma aposta séria que deve ser feita agora no presente, de forma a consolidar uma parte do tecido económico.

Como a JovemCoop passou pelo Castro de S. Lourenço, a propósito da actividade Galaicofolia, lembrámos, em fotos, alguns dos nossos momentos:






5 de agosto de 2011

“O NOSSO PATRIMÓNIO” no Castro do Monte Redondo - Guisande

"O Nosso Património" no Castro do Monte Padrão-Santo Tirso

A Jovem Cooperante Natureza/Cultura e a Junta de Freguesia de S.Victor   realizaram, durante o mês de Julho, a actividade "O Nosso  Património",  que pretendeu levar os jovens participantes a conhecer  sítios e  monumentos de interesse histórico de Braga, bem como a  apostar numa  acção de educação não formal, dotando os jovens de  consciência  avaliadora e crítica.

Ainda que a actividade “O Nosso Património” tenha sido concluída no   passado dia 29, entendemos que muito há a fazer em matéria de   conhecimento, divulgação e protecção dos nossos monumentos e sítios de   interesse histórico. Por isso, numa acção inédita, iremos levar os   membros da JovemCoop a visitar o Castro de Monte Redondo, situado na   freguesia de Guisande, mostrando-lhes aquele monumento nacional e   suscitando proposta de valorização do imóvel.

O Castro de Monte Redondo parece estar totalmente abandonado e votado   ao esquecimento, sem que haja um plano estratégico para a sua   recuperação e divulgação. Enquanto isso, por desconhecimento ou por   maldade, vão sendo encetadas ali acções lesivas às estruturas e à   estratigrafia do terreno que, até à data, vai guardando a história do   local. Assim, além de uma visita ao Castro de Monte Redondo,   lembraremos a acção no início do Séc. XX de Albano Belino, na   descoberta deste povoado da Idade do Ferro e com vestígios de vários   períodos de ocupação.

Dia 05 de Agosto, partiremos da Junta de Freguesia de S.   Victor às 10h00 e seguiremos para o Castro de Monte Redondo,   procurando dar a conhecer a sua história.

E porque o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Guisande deu um alerta para a preservação do Castro do Monte Redondo, a JovemCoop vai até lá dar uma ajuda na divulgação e ver como pode ajudar a proteger!
 "Diário do Minho" de 04/08/2011

 "Correio do Minho" de 05/08/2011

13 de julho de 2011

Castro Galaico - Monte da Consolação


"Diário do Minho" de 13/07/2011

Depois do sucesso da primeira edição, este ano retoma-se a iniciativa "Castro Galaico", que leva, até ao Monte da Consolação, Nogueiró, um festival de música tradicional.

É um convite a todos os bracarenses e amigos para disfrutarem de um dos mais bonitos e históricos locais da nossa cidade.

2 de agosto de 2010

Harmonia...Arte e Património

retirado da edição do "Correio do Minho" de 01/08/2010

Com certeza que haverá várias maneiras de celebrar datas especiais. Parece-nos interessante comemorar 25 anos de escavações arqueológicas com a realização de uma peça de teatro, contextualizando a época dos achados arqueológicos.

É uma forma de atrair públicos de uma arte a outra arte. É uma louvável maneira de mostrar os nossos actores e produtores amadores que fazem teatro. É uma excelente acção para divulgar os trabalhos arqueológicos e aproximar as pessoas do património, ajudando à sua interpretação.

Esperamos que este exemplo seja seguido e replicado por vários sítios patrimoniais que carecem de melhor divulgação e protecção.

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19 de julho de 2010

Castro galaico

retirado do Diário do Minho de 19/07/2010

E a propósito de Castros (ver post anterior), a Junta de Freguesia de Nogueiró assumiu a sua herança passada e recriou um evento cultural, com uma vertente musical muito forte denominada Castro Galaico.
Com base nas evidências arqueológicas do castro do Monte de Nossa Senhora da Consolação, os dias 16 e 17 deste mês foram ricos em animação.

defendemos que este tipo de eventos podem chamar vários públicos, que além de diversão, sempre aprendem algo mais sobre os sítios, a sua ocupação e história.
E a julgar pelas notícias publicadas, este primeiro evento foi um sucesso, pelo que se espera agora que se repita futuramente.

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Escavações no castro de S.Lourenço

retirado do Diário do Minho de 18/07/2010

O mundo da arqueologia continua a fascinar vários públicos, particularmente os investigadores que assumem as escavações de jazidas arquológicas.
O castro de S. Lourenço está a ser escavado há mais de 20 anos, e com alunos do ensino superior todos os anos coloca "algo mais" à vista.
Vale a pena passar por este Castro localizado em Esposende e ver de perto uma escavação arqueológica.

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