18 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 11



Olá!

Hoje, dia 18 de julho, como habitual, encontramo-nos na junta pelas 9:30h, para mais um dia no “Nosso Património”.
Inicialmente foi realizada a chamada, pelo monitor Filipe, e foi-nos dito quais os locais que iriamos visitar nesse dia.
Saímos da junta por volta das 10h, e dirigimo-nos para antiga fábrica “Saboaria e Perfumaria Confiança”. O monitor Antunes fez uma pequena apresentação sobre a fábrica, nomeadamente, quem a construiu, em que ano se realizou a sua abertura e o seu fecho, etc.
De seguida, cada grupo de participantes, preencheu uma ficha de sítio da fábrica, visto que esta é bastante antiga e se encontra quase destruída.
Quando todos finalizamos as fichas, seguimos para a Casa das Goladas, onde o monitor Filipe apresentou a mesma dizendo onde ficava, de onde vem o seu nome, quem é o proprietário e falou de várias características, que infelizmente não conseguimos ver, pois o estado de conservação da mesma é mau, impossibilitando-nos de entrar.
Os grupos voltaram-se a reunir e preencheram mais uma ficha de sítio desta habitação. Voltamos para a junta e aí foi proposto aos grupos que escrevessem um texto sobre um ou os dois sítios que tínhamos visitado com o objetivo de conseguirmos voltar a dar “uso” aos mesmos. Assim concluímos mais um dia do “Nosso Património”.

Carla e Catarina

15 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 10

A Maria e a Mariana foram as participantes encarregues de fazer o texto do dia de hoje, aqui ficam os seus testemunhos.

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Maria

Olá,
Hoje dia 15/07/2016 o "Nosso Património" foi visitar as Sete Fontes, um monumento que está avaliado como património nacional desde maio de 2003.

A construção das Sete Fontes deu-se quando o Arcebispo de Braga, D. José de Bragança, perguntou à Câmara sobre o funcionamento da água em Braga. E então em 1744 foram construídas as duas primeiras "mães d'água" sendo a última construída em 1752. 

Em 2014 foram feitas obras de restauro, deixando-as muito mais bonitas. 

A construção das "mães d'água" trouxe muitos benefícios para a população.

Ainda hoje há casas onde a água das 7 Fontes chega.

Eu gosto muito de visitar as Sete Fontes porque além de ser ao ar livre podemos entrar dentro das minas e ver as "nascentes". Por isso aproveitem todos para visitar as Sete Fontes com os vosso amigos ou com a vossa família.

E assim acabou mais um dia com uma excelente companhia.

Até amanhã.
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Mariana

Olá!
Hoje, dia 15 de Julho, como habitual, reunimo-nos na junta por volta das 9.30h, para mais um dia no “Nosso Património”.

Após um breve diálogo e a chamada, feita pela monitora Margarida, iniciámos a nossa caminhada com destino às Sete Fontes. 

Durante a caminhada fizemos uma pequena paragem na capela de S. Vitor-o-Mártir, da qual apenas resta a fachada. A monitora Margarida fez uma apresentação da mesma e alertou-nos para a importância da preservação do nosso património, uma vez que esta capela está praticamente toda destruída o que nos impede de a visitarmos.

Quando chegamos às Sete Fontes fomos recebidos pelo Sr. Joaquim, que nos fez uma breve introdução sobre a construção das mesmas pelo Arcebispo D. José de Bragança e nos apresentou, em primeiro lugar, as mães d’água gémeas, sendo que este nome se deve ao facto de ambas terem sido construídas no mesmo ano, em 1744.

Na primeira mãe d’água entramos em grupos pequenos, uma vez que o seu espaço também é reduzido, para ver o seu interior. Para entrar na segunda mãe d’água fomos divididos em dois grupos e enquanto um grupo seguia o Sr. Joaquim pelo túnel da direita, o outro seguia o monitor Francisco pelo túnel da esquerda. No final do túnel da direita observamos uma pequena cascata que se encontrava a 4 metros de altura, no final do túnel da esquerda foi feita uma pequena explicação sobre a função do respiradouro pelo monitor Francisco.

14 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 9


Olá!
Hoje, dia 14 de junho, reunimo-nos na Junta as 09:30, como habitual, para mais um dia na atividade "O nosso património".
Quando chegamos, a monitora Gui anunciou que íamos fazer um peddypaper pelo centro histórico de Braga, por grupos. O peddypaper começou com o grito de guerra de cada um dos grupos e seguiu em direção ao largo da Senhora-a-Branca.
Este peddypaper foi muito educativo e interessante pois permitiu-nos conhecer a cidade de Braga um pouco melhor, de uma forma diferente e única. Também nos alertou para o facto de bastantes edifícios/monumentos desta não estarem devidamente sinalizados e muitos sem placas informativas, uma coisa essencial para a boa imagem de uma cidade. Para além disto, fizemos uma análise aos monumentos visitados esta semana e refletimos sobre aqueles que necessitavam de restauros ou de cuidados extra.
No final, voltámos à Junta para concluir a manhã.
Foi um dia muito divertido, do qual gostámos muito e esperamos que se repitam mais como este.

Até à próxima,

Kika e Mariana


13 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 8

Boa tarde a todos,

Hoje, dia 13 de Julho, como de costume, todos os jovens cooperantes encontravam-se na junta pelas 09.30h.

Após a conversa inicial e a chamada, pusemos pés a caminho para o Palácio do Raio, uma estreia no "Nosso Património".
Quando chegamos, fomos recebidos por duas senhoras e fomos divididos em dois grupos e enquanto que um grupo iniciou a visita na sala 4, o outro começou na sala 1.
Sobre este monumento, restaurado recentemente e inaugurado a 28 de dezembro de 2015, ficamos a saber que se trata de um imóvel de interesse público, construído em 1754-55. Desenhado por André Soares, é do estilo barroco e inicialmente servia de habitação à família de João Paulo Faria, sendo mais tarde transformado em Hospital . Depois, fizemos a ficha de sítio sobre o monumento visitado.
Assim passamos mais um dia bem passado no "nosso património" onde tivemos a oportunidade de ir visitar um monumento interessante e nunca antes visitado.

Praça






Olá cooperantes,
Hoje, dia 13 de julho, na atividade ‘’O Nosso Património’’, fomos visitar o Palácio do Raio.
O Palácio do Raio, também conhecido como Palácio dos Granginhos ou Casa do Mexicano, é um exelente exemplo de arquitetura barroca. Foi mandado construir por João Duarte Faria e foi uma obra arquitectónica de André Soares.
Na primeira sala conhecemos a história do próprio Palácio e de todo o processo de recuperação a que foi sujeito. A partir daqui, fomos convidados a conhecer a história da Misericórdia de Braga, com ênfase no papel desempenhado no assistencialismo e no apoio aos mais necessitados. Seguidamente, conhecemos artigos ligados à botica e utensílios médicos do antigo hospital de S. Marcos, juntamente com alguns documentos que guardam o passado dos cuidados de saúde prestados neste Hospital. Depois, subimos uma imponente escadaria com painéis de azulejos e ninguém ficou indiferente ao ‘Turco’, uma escultura situado no topo da escadaria, que tanto servia para dar as boas vindas aos convidados, como também era o protetor da casa. De seguida, vimos várias salas dedicadas à liturgia, a ex-votos, às procissões, uma enorme escultura de terracota e, por último, uma sala dedicada a retratros de Provedores e Benfeitores da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
Quando a visita terminou dirigimo-nos para a junta, onde terminou mais um dia patrimonial.
Sofia Afonso

12 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 7



Boa tarde,

Hoje, dia 12 de Julho, terça-feira, visitamos a capela de Santa Tecla, cuja construção data do ano de 1720, séc. XVIII. 
Quando chegamos ao local, foi-nos apresentada uma breve introdução sobre a história desta capela pela  monitora Gui.
 Inicialmente, esta capela foi construída segundo um estilo barroco que não perdura até aos dias de hoje, visto que, em meados de séc. XIX, a capela sofreu alterações de estilo, adotando agora um traço mais simples. Apesar de ser um espaço de reduzida dimensão, é notória a sua beleza.´
  Como de costume, preenchemos as fichas de sítio e móvel e tiramos a tradicional foto de grupo no jardim.
De regresso à Junta, cantamos os parabéns ao Luís e tivemos direito a bolo.
Saudações,    
Manos Pires

11 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 6


Boa noite a todos, 

Estamos na segunda semana do património e hoje fomos ao Parque da Ponte, onde vimos e visitamos a capela de S. João da Ponte, o coreto e outros monumentos em redor da capela.
Em seguida a monitora Joana falou-nos sobre história da capela, depois fomos preencher as fichas de sítio e as fichas de móvel.
Quando acabamos de preencher as fichas, os grupos reuniram-se e debateram ideias para melhorar, promover e restaurar os monumentos da cidade de Braga.
Quando cada grupo acabou de debater as suas ideias voltamos para a Junta de Freguesia de S. Vitor.

E assim foi nosso primeiro dia da segunda semana do património.
  

Tiago Loureiro





Olá! 

Hoje dia 11 de julho fomos ao Parque da Ponte ou também conhecido como Parque de São João da Ponte.
Quando lá chegamos foi-nos contada a história do uso inicial do parque até ao uso atual. É um parque urbano que é dividido em quatro partes, que recebeu intervenções dos arquitetos Sérgio Borges e Carlos Amarante, sendo premiada com o IHRU de 2011. Este, é limitado a norte pelo rio Este que juntamente com os jardins e lagos tornam o local bastante agradável.
Lá, podemos encontrar a capela de São João Batista e vários elementos decorativos do antigo convento dos Remédios que foi destruído no séc XX.
Preenchemos, como sempre, as fichas de sítio e móvel e, concluído a manhã, fizemos um projeto para melhorar / divulgar os locais anteriormente visitados nesta edição do património.
Gostei bastante desta manhã, pois a historia deste parque é bastante interessante e diferente.

Até amanhã,
Rita

8 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 5





Olá,

Hoje no quinto dia da atividade "O Nosso Património" fomos visitar o museu D. Diogo de Sousa. Lá fomos recebidos pela Carina, mas antes de iniciarmos a visita, vimos um filme sobre o trabalho que o museu realiza. Depois de vermos o filme, fomos divididos em dois grupos. Para começar a visita fomos ao laboratório do museu onde nos explicaram o trabalho feito no laboratório e a importância da conservação dos objetos encontrados. Lá, explicaram-nos um processo de conservação e de limpeza dos objetos e observamos a limpeza minuciosa de uma moeda. 
Acabada a visita ao laboratório fomos a um espaço onde vimos várias peças desde a idade da pedra até à idade do ferro. Neste espaço a Carina falou-nos de vários aspetos dos materiais utilizados nos objetos e, que os objetos em cerâmica encontram-se em melhor estado do que os objetos em ferro devido à resistência à acidez dos solos. Depois passamos para outra época onde vimos objetos provenientes do tempo dos romanos, de Bracara Augusta. Em seguida contemplámos o tesouro encontrado nas ruínas da casa romana das Carvalheiras. Depois desta parte da visita descemos para outro espaço para ver uma miniatura do que seriam as termas e outra da Domus das Carvalheiras. Também vimos uma pata de um cavalo feita em ferro que ,possivelmente, era proveniente de uma estátua e vários utensílios criados pelos romanos. De seguida vimos a coleção de marcos miliários que o museu tem. Os marcos miliários serviam para marcar as milhas, vimos dois túmulos de cremação e outro em que colocavam o corpo inteiro. Logo de seguida contemplámos as ruínas de um mosaico que foi encontrado durante a construção do museu. Possivelmente, o mosaico pertenciao ao jardim interior de uma domus ali existente. E assim terminou a visita ao Museu D. Diogo de Sousa.

Gostámos muito desta atividade e esperamos voltar lá outra vez!

Vasco Teixeira e Pedro Soares





Olá a todos,

Hoje, dia 7 de julho, o quinto dia do "nosso património", dirigímo-nos ao Museu D. Diogo de Sousa.
Em primeiro lugar, assistimos,no auditório, a um video que nos introduziu no tema que nos explorado no museu. De seguida iniciamos a visita ao museu.  A primeira sala começava na Idade da Pedra e terminava na Idade do Bronze. 
Passamos também por áreas dedicadas ao período romano.Vimos ainda a coleção de marcos miliários do museu, e algumas sepulturas juntamente com os objetos encontrados dentro das mesmas.Observando também vestígios de uma habitação que foi encontrada durante as escavações arqueológicas onde hoje se encontra o museu.
Por ultimo,seguimos viagem ate ao laboratórios, onde os artefactos encontrados nas escavações são estudados e restaurados para exposição,assistimos a um pouco do percurso que estes sofrem ao longo da sua evolução, ou seja,até serem identificados e poderem ser expostos no museu.
Com a visita terminada dirigímo-nos à junta, chegando assim ao fim de mais um dia.
Esta visita permitiu nos ter noção da vida dos nossos antepassados nomeadamente dos habitantes da antiga Bracara Augusta.

Filipa e Bia

7 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 4


Bom dia a todos,

Para nós (Rafael e João), é o nosso primeiro ano n' "O Nosso Património", no entanto esta primeira semana está a ser muito divertida.
Hoje foi o nosso 4º dia no  património.
Começamos por nos reunirmos na junta de freguesia de S. Victor, como de costume.
Quando chegaram todos saímos da junta e andamos um pouco até à Capela da Nossa Senhora de Guadalupe. 
No início, o monitor Nuno começou por nos falar sobre a história desta capela. Mais tarde, foram distribuídas tarefas para todos os grupos preencheram as suas fichas.
Após  termos terminado as fichas, fomos divididos por grupos para que cada um inventasse o seu grito de equipa.
A seguir, fizemos uma corrida de estafetas. quem ganhou foram os CR7. Para acabar o dia fizemos um jogo de bolas de papel em que consistia em que os participantes jogassem ao jogo do sério.
Depois voltámos  para a junta e fomos embora.
E assim foi mais um dia de divertimento!!!!

Rafael Machado e João Valente




O Nosso Património - Dia 3




Olá,

cá estamos nós para contar mais um dia da actividade do nosso património. Começamos o dia na Junta de Freguesia de S.Vitor e dirigimo nos à Igreja de Senhora -à-Branca. Lá abraçamos a iniciativa "São Victor de Portas Abertas" e fomos recebidos por dois guias que nos fizeram uma breve e esclarecedora apresentação sobre a Igreja anteriormente mencionada. A parte inferior da igreja obedece ao estilo neoclássico e a parte de superior ao estilo barroco, os azulejos que decoram o interior da igreja são do início do século XX. O sacrário e a tribuna foram concebidos por André Soares e em 1783, o entalhador João Bernardo da Silva executou as alterações no retábulo, concedendo-lhe um aspecto neoclássico. No tecto desta Igreja permanece o brasão do arcebispo D. Diogo de Sousa. No Largo onde se situa a Igreja, o Largo da Senhora à Branca encontra se o Palacete Matos Graça, este infelizmente é poucas vezes mencionado e conhecido pelos habitantes Bracara Augusta. Nesta cidade milenar e pela zona onde se encontra a igreja passava a via XVII que ligava Braga(Bracara Augusta) a Asturica Augusta (Astorga). Por fim, voltamos para a Junta e assim acaba mais um episódio do 'nosso património'.

Não percam o próximo episódio porque nós também não :)

Carina e joana

6 de julho de 2016

Julho o mês do Património e da Cidadania



Hoje deixamos que estas notícias falem por si e mostrem como é o mês de Julho numa freguesia que se preocupa com o património, com a sua preservação e divulgação. Hoje as portas de S. Victor mantêm-se abertas para quem quiser conhecer, quer a freguesia, quer a cidade de Braga. Sabemos que o desafio é ousado, mas faremos de tudo para estar à altura.
"O Nosso Património" - um papel de cidadania ativa é o mote da XII edição desta atividade que pretender despertar nos mais jovens consciências mais cívicas, e ativas. Pode acompanhar diariamente as atividades deste grupo de jovens, dos 10 aos 18 aqui no blog.

"As coisas só têm sentido, se dermos sentido às coisas", vamos dar sentido à nossa freguesia, protege-la, preserva-la e acima de tudo partilha-la.

O Nosso Património - Dia 2


Olá a todos,

Hoje foi o segundo dia do "O Nosso Património ". O dia começou na Junta de Freguesia de S.Victor onde nos dirigimos para o auditório e os novos participantes se apresentaram. Realizamos um jogo de mímica que foi muito divertido e engraçado. Em seguida, vimos dois episódios da websérie de S. Victor, um sobre a lenda de S.Victor e outro sobre a Igreja de São Victor. Vídeos muito interessantes porque foi uma maneira diferente de aprendermos mais sobre a vida do santo e a história da igreja! 
Depois de fazermos os grupos de trabalho, seguimos caminho para a igreja de São Victor onde o monitor Filipe nos falou um pouco sobre a história desta Igreja. Sabiam que o órgão que está na igreja tem por volta de 600 tubos? 

Realizamos as fichas de sitio e móvel e dirigimo-nos outra vez para a Junta de Freguesia. 


E assim foi o segundo dia no "O Nosso Património"

Até amanhã,

Érica


Hoje foi o nosso segundo dia no Nosso Património da Jovem Coop, os monitores dividiram os participantes em seis grupos tentando, como sempre, não juntar pessoas conhecidas com o objetivo de incentivar novas amizades.
Também vimos um vídeo sobre S. Victor e a sua igreja e de seguida visitamo-la e fizemos as nossas primeiras fichas, a móvel e a imóvel.
A igreja era muito bonita e agradável e a sua história muito comovente.


Ana Vicente Barroso

4 de julho de 2016

O Nosso Património - Dia 1

Olá a todos,

Hoje foi o primeiro dia da XII edição de “O Nosso Património” e, sendo o primeiro dia, as atividades de hoje focaram-se em conhecermo-nos uns aos outros.
Começamos por nos reunir na Junta de Freguesia de S.Vitor, onde a Gui e os restantes monitores nos deram as boas vindas e nos pediram que todos nos apresentássemos. Após isso, alguns participantes que já tinham participado no “O Nosso Património” em anos anteriores explicaram, aos novos participantes, em quê que consiste esta atividade.
Assistimos, também, a uma conferência de imprensa onde, representantes de diferentes atividades e instituições, discutiram a importância da valorização do nosso património e da cooperação entre as pessoas de forma a preservá-lo e dá-lo a conhecer aos outros.
No fim, fomos para um jardim onde nos reunimos em circulo e fizemos o Jogo da Teia, que tinha como objetivo conhecer-mo-nos melhor. Fizemos também outro jogo que consistia em dizer o nome da pessoa ao lado e o nosso, a pessoa seguinte dizia o nome das duas anteriores e o seu, e assim em diante. No fim, fomos embora.

Foi um dia bom, em que podemos conhecer-mo-nos uns aos outros enquanto nos divertia-mos.
André Lopes




Olá,

hoje foi o 1º dia da décima segunda edição da atividade "o nosso património " organizada pela JovemCoop em colaboração com a junta de freguesia de s.victor.
Primeiramente a Gui começou por nos explicar um pouco mais sobre o que é a atividade e falou também um pouco sobre a JovemCoop, depois passamos para as apresentações onde cada monitor se apresentou e em seguida cada participante também. Foi nos dito que iria ser realizada uma conferência de imprensa na junta onde ficamos todos para assistir, nessa conferência os oradores presentes falaram um pouco das atividades que se iriam realizar no mês de julho e também falaram um pouco sobre a freguesia. E para terminar a nossa manhã fomos todos para a avenida realizar algumas dinâmicas de grupo para nos conhecermos melhor e também para nos divertirmos um pouco.
Bem, foi assim o 1º dia de Património...

Bruna Araújo



21 de junho de 2016

Crónica "Um São João Cooperante"



Um S. João Cooperante

Caro Leitor,

Vivem-se, em Braga, dias de grande festa. A cor e a música popular invadiram a cidade e com elas trouxeram não só o sabor das sardinhas, mas também o cheiro dos manjericos, é S. João e a cidade está em festa.

Nas seculares festas sanjoaninas, as tradições fundem-se com os novos hábitos, sempre de braços dados com a cultura. Numa festa tão culturalmente enriquecida, mas acima de tudo tão nossa, a JovemCoop não podia ficar de fora e, por esse motivo, prontamente nos juntamos às festividades, fazendo sempre prevaler a cultura, a tradição, a sua identidade.
A nossa participação no S. João começa muito antes dos dias de festa. Como membros organizadores do Cortejo Histórico, desde cedo começamos a dar forma a este desfile que representa as mais antigas tradições das nossas festas, do medieval ao barroco, do candeleiro à serpe, sem nunca esquecer o tão característico quadro do porco preto, é no cortejo histórico que é possível encontrar parte das origens destes festejos da cidade.

Também o Concurso de Cascatas, ao qual concorremos desde a primeira (re)edição, nos faz viver as festas com muita antecipação. Para nós é um gosto participar nesta atividade, não pela competitividade, mas sim pelos momentos de educação não formal que a construção da cascata nos proporciona. Desde o estudo das tradições, passando pela planificação e pela construção da cascata, todos os momentos são propícios ao desenvolvimento de novos conhecimentos e novas apetências. Foi por esse motivo que resolvemos complementar a nossa cascata com explicações históricas das tradições nela expostas. Deste modo todos podem compreender o que está representado na nossa cascata sanjoanina, que se encontra no Largo Francisco Sanches até ao dia de S. João.

Um outro momento que o Concurso de Cascatas acabou por nos proporcionar foi a II Gala Sanjoanina que decorreu no Theatro Circo. Um momento de homenagem, não só ao S. João, mas a todo o “Cancioneiro Minhoto” do Dr. Gonçalo Sampaio. Foi no meio dos cantares mais tradicionais da nossa região, que tivemos a honra de receber o primeiro prémio do Concurso das Cascatas, um momento muito especial, em que vimos os nossos serões de trabalho serem reconhecidos.

Vivência especial e muito particular, para nós nas festas da cidade, foi a visita ao centro histórico que realizámos com o Grupo Folclórico da Camacha, Madeira. Termos a oportunidade de acolher um grupo de fora, que com muito gosto e interesse se prontificou a conhecer um pouco da nossa cidade, e que nos proporcionou um intercâmbio cultural de tradições sanjoaninas, foi um momento único. É fundamental que todos os grupos se sintam bem acolhidos para levarem não só o nome de Braga mais longe, mas também um pedacinho da nossa história com um grande desejo de cá voltar. Por esse motivo, acreditamos, que todos os grupos participantes nas festas da cidade deveriam incluir nos seus programas um passeio histórico pela cidade.


Existem na nossa festa popular inúmeras atividades, para todos os gostos, tradição, cultura, desporto, tecnologia, entre muitas outras áreas.Todas estão presentes no programa das festas, o que faz com que ninguém tenha desculpa para faltar ao S. João, que é para nós muito mais que uma festa secular. É um momento em que toda a cidade se une, todas as associações cooperam para criarem dias de festa tão únicos e tão nossos. Por esse motivo, caro leitor, convidamo-lo a vir viver o S. João na primeira pessoa e poder comprovar a quantidade de entidades, escolas e associações que estão envolvidas neste grande projeto. O S. João é de todos, é da cidade e prova disso é a cooperação que vemos nestes dias. Para nós, todos os dias deviam ser assim, cooperantes.

20 de junho de 2016

XII Edição de "O Nosso Património" - Inscrições Abertas


Já abriram as inscrição para a tão aguardada XII Edição de "O Nosso Património", que irá decorrer de 4 a 29 de Julho nas instalações da Junta de Freguesia de São Victor.
  
"O Nosso Património", é uma atividade direcionada para jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 18, que tem como objetivo dar a conhecer, de um modo divertido e informal, um pouco da história da cidade em geral, e da freguesia de S. Victor em particular. Com esta atividade pretendemos também ajudar a criar consciências e a promover uma sensibilização ativa na proteção das nossas heranças culturais. 

Durante 4 semanas, os participantes percorrerão as ruas em busca de monumentos, sítios de interesse e pessoas com relatos orais que interessem ser registados.

As inscrições poderão ser feitas na Junta de Freguesia de São Victor, ou através do nosso email info@jovemcoop.com.

6 de junho de 2016

Cascatas Sanjoaninas - Revista Rua


O Concurso de Cascatas Sanjoaninas foi uma tradição esquecida durante alguns anos, nas festas do S. João em Braga. No entanto em 2014 esta tradição foi retomada e desde aí todos os anos escolas e associações são desafiadas para participarem no concurso que anos após ano tem vindo a crescer.

Hoje orgulhamo-nos de participar nesta iniciativa, que é, para nós, muito mais que um concurso. Os momentos que a planificação e montagem da cascata nos proporcionam, fazem com que todos os anos tenhamos uma grande vontade de participar. 

As cascatas Sanjoaninas são na nossa opinião um momento pedagógico em que todos conseguem viver desde dentro as grandiosas festas da cidade. Desde a interpretação das tradições, passando pelo reaproveitamento de materiais, e pelo desafio do trabalho em equipa, as cascatas sanjoaninas dão, a todos os que nela participação, uma lição de aprendizagem não formal, que levamos connosco para toda a vida. 

E no final, no momento da inauguração, pouco importa o lugar conquistado no concurso, o mais importante é o sentimento de missão cumprida que une todos os participantes, e as partilhas das aventuras que as cascatas proporcionaram.

Este mês a Revista Rua recolheu o testemunho da JovemCoop, que já vive a construção da cascata deste ano.