retirado da edição do "Correio do Minho" de 02/04/2010
Este edifício, no centro da nossa cidade, poderá agora conhecer novas funções, estando estrategicamente situado numa zona que pode fazer a diferença no que toca à fruição urbana.
As duas linhas estratégicas principais deste concurso são que a estrutura que lá venha a surgir seja auto-suficiente (o que até se entende, dada a vontade de se investirem rios de dinheiro em expropriações no Picoto e no Estádio Municipal de Braga, mas não haver mínima vontade de apostar na reabilitação pública do centro urbano) e que o equipamento seja de cariz artístico-cultural.
O nosso apelo é que os concorrentes a este concurso de ideias contemplem as várias áreas artístico-culturais, não privilegiando ou negligenciando algumas áreas em função de outras.
Apostar nas artes plásticas, como escultura e pintura, mas também na dança, na música, entre outras, podem ser o indicador de que ali não nascerão apenas indústrias criativas, mas sim um Centro Cultural de Braga (CCB), que a nossa cidade há tanto tempo reclama na surdina.
Esperemos que a cidade possa ganhar com este incentivo e que o projecto não fique na fase das intenções ou da discussão estética, perdendo o carácter funcional.
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