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11 de outubro de 2013

Braga Ciclável: Cidadania Activa

"Correio do Minho" 10/10/2013

A Cidadania Activa, feita de forma atenta e construtiva dá frutos. O projecto "Braga Ciclável" é prova disso mesmo.

O projecto "Braga Ciclável" foi galardoado com o Prémio Nacional de Mobilidade em Bicicleta, sendo considerado uma plataforma de informação para os utilizadores de bicicleta, bem como veículo de promoção para os benefícios da mobilidade sutentável.

Porque este projecto tem marcado a diferença em Braga, pela sensibilização que tem efectuado e porque é um trabalho meritoso, a JovemCoop congratula, publicamente, o Victor Domingos e a restante equipa do Braga Ciclável pelo trabalho que estão a efectuar.

Os nossos sinceros parabéns.


11 de junho de 2013

Pensar a cidade para todos os cidadãos

"Diário do Minho" 08/06/2013

Pensar a cidade é uma missão de todos os cidadãos, que devem ser auscultados pela entidade de gestão. Os contributos devem chegar aos executivos municipais, dando espaço de partilha e de maior conhecimento por quem anda no terreno e todos os dias se depara com as mais variadas situações.

A questão da mobilidade, para qualquer cidadão, foi alvo de discussão na 68ª edição dos Serões do Burgo, iniciativa da Rusga de S.Vicente - Grupo Etnográfico do Baixo Minho.

José Barros, cidadão tetraplégico e Baptista da Costa, especialista em mobilidade, apontaram as casos críticos de Braga, fruto de um processo de alheamento entre o Município e os cidadãos.

Ouvir os contributos dos cidadãos é, de facto, necessário e esta é a prova.

Um excelente contributo da Rusga de S.Vicente.

18 de março de 2013

Pousadas da Juventude: Novamente abertas

"Diário do Minho" 15/03/2013

Uma boa notícia para os utilizadores das Pousadas da Juventude.

Após 3 meses encerradas, aquelas unidades que tinham menor índice de procura estão novamente abertas.

A julgar pela notícia, também a Pousada da Juventude de Braga estará, de novo, aberta, já que tinha sido uma das onze pousadas a fechar.

Esperamos que agora haja um esforço em promover esta unidade hoteleira, para que possa ser factor de atracção de jovens, e outros utentes, a Braga e justifique a necessidade de se construir uma nova pousada, mais condigna.


30 de janeiro de 2013

Um bom exemplo para pensar a cidade

"Correio do Minho" 25/01/2013

Quem tem a seu cargo a responsabilidade de pensar na cidade, "carrega sobre os ombros" a difícil tarefa de pensar num sem número de variáveis na organização urbanística, que tem de ir muito mais além da simples estética.

Muitas vezes deparamo-nos com situações caricatas no desenho da cidade, que causam constrangimentos a quem é portador de alguma incapacidade ou deficiência.

A vizinha cidade de Barcelos realizou uma acção de sensibilização com os técnicos municipais, vedando-lhes a visão ou sentando-os em cadeiras de rodas, para que se apercebessem dos constrangimentos na mobilidade que os cidadãos, portadores de deficiência, vivem quotidianamente.

Em Braga dever-se-ia repetir esta acção, porque há exemplos perigosos na nossa cidade.
Por exemplo: As paragens de autocarro são, devido à sua morfologia, lateralmente erguidas do solo. Um invisual, que vá tacteando o solo com a bengala não se apercebe daquele obstáculo físico; o nivelamento dos passeios, nas obras do regenerar Braga, não permitem perceber, a um invisual, o limite de uma rua, sobretudo se houver intersecção desta com uma artéria perpendicular. Se os semáforos não tiverem ruído, o invisual não se apercebe que pode estar a atravessar uma rua com o sinal vermelho para peões;
No Largo Carlos Amarante os "vulcanos" (aquelas peças que delimitam o espaço e regulamentam os percursos), estão viradas ao contrário, com a parte mais alta na parte dos peões e a parte rebaixada virada ao trânsito automóvel.
O facto de se tornar várias artérias exclusivamente pedonais, obriga muitas pessoas que usam canadianas a fazer maiores caminhadas até farmácias, residências, clínicas de reabilitação, esforçando o que deveria ser menos sacrificado.

Enfim, todo o sujeito é passivel de errar e decidir de forma menos correcta. O que se pede é que, à medida que se identificam as situações, se solucionem os problemas, minimizando os obstáculos e melhorando a qualidade de vida de todos os cidadãos.