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11 de junho de 2013

Pensar a cidade para todos os cidadãos

"Diário do Minho" 08/06/2013

Pensar a cidade é uma missão de todos os cidadãos, que devem ser auscultados pela entidade de gestão. Os contributos devem chegar aos executivos municipais, dando espaço de partilha e de maior conhecimento por quem anda no terreno e todos os dias se depara com as mais variadas situações.

A questão da mobilidade, para qualquer cidadão, foi alvo de discussão na 68ª edição dos Serões do Burgo, iniciativa da Rusga de S.Vicente - Grupo Etnográfico do Baixo Minho.

José Barros, cidadão tetraplégico e Baptista da Costa, especialista em mobilidade, apontaram as casos críticos de Braga, fruto de um processo de alheamento entre o Município e os cidadãos.

Ouvir os contributos dos cidadãos é, de facto, necessário e esta é a prova.

Um excelente contributo da Rusga de S.Vicente.

13 de maio de 2013

CIDADANIA: comunicado a respeito das expropriações dos imóveis contíguos às Convertidas


Na sequência da decisão da Câmara Municipal de Braga de partir para uma expropriação de carácter “urgente” dos prédios contíguos ao recolhimento das Convertidas, tendo como justificação uma ideia assumida num debate público promovido pela JovemCoop e Braga + no passado dia 27 de novembro de 2012, cabe-nos fazer alguns esclarecimentos públicos a respeito da matéria acima exposta.

1. As duas associações demarcam-se totalmente da decisão votada no passado dia 9 de maio de 2013, em sede de reunião de executivo, e esclarecem que não foram contactadas a respeito desta expropriação “urgente”, ou de um futuro projecto que estivesse a ser planeado para uma futura Pousada da Juventude;

2. Efectivamente confirmamos que a ideia de tornar o antigo recolhimento das Convertidas na futura Pousada da Juventude de Braga foi comentada no debate público promovido por ambas as associações, e recordamos que o mesmo debate contou também com um compromisso tácito de entendimento entre o executivo municipal, representado pelo vereador Hugo Pires, e a oposição camarária, representada pelo vereador Ricardo Rio, não constando que tal diálogo tivesse sucedido;

3. Continuaremos a pugnar para que a sociedade civil bracarense exija dos responsáveis locais e nacionais a devida atenção para com um monumento da valia do antigo recolhimento de Santa Maria Madalena das Convertidas, exemplar barroco que está na posse legítima do Estado e se encontra em elevado e preocupante estado de degradação;

4. Porque o nosso interesse é a recuperação e valorização deste monumento e não os imóveis que lhe são contíguos, não entendemos a expropriação de carácter urgente, numa altura em que não se conhece um projecto para o local, não há financiamento garantido em sede do QREN, e nem sequer foi oficialmente cedido o edifício das Convertidas à autarquia. Acreditamos que as verbas alocadas para a expropriação seriam mais do que suficientes para recuperar as Convertidas, independentemente da ocupação que venha a deter;

5. Porque entendemos preocupante o facto, denunciado pela imprensa e por alguns agentes políticos, de existirem eventuais ligações familiares entre os agentes municipais e os detentores do direito de propriedade dos imóveis, entendemos que este negócio não deve ser validado sem antes ser devidamente esclarecido em sede judicial;

6. Até lá, as duas associações refutam qualquer envolvimento nesta decisão e repudiam, de forma veemente, a forma como a partir de ideias lançadas por cidadãos se invertem prioridades. A nossa prioridade é claramente e só o recolhimento das Convertidas!

A Coordenação da JovemCoop
A Direcção da Braga +
"Diário do Minho" 14/05/2013



4 de março de 2013

Opinião: Abrir as portas de Braga...

"Diário do Minho" 02/03/2013

No passado Sábado, veio publicado no jornal "Diário do Minho", um interessante texto da autoria de Renato Córdoba, versando sobre a necessidade de se "dar a conhecer" a cidade de Braga.

Retemos a afirmação: "(...)uma força cresce, dia após dia, para contrariar este cenário, cuja origem provém de cidadãos comuns, de todas as idades e com os mais diversos talentos, formam um movimento salutar do mais puro exercício de cidadania (...)".

Obrigado, Renato, pela partilha desta sensibilidade e necessidade de "abrir as portas de Braga para o mundo", pois, é um facto, que atracção e pontos de interesse temos muitos, só temos é de os saber divulgar e dar a conhecer.

19 de fevereiro de 2013

Debate Fábrica Confiança - uma pequena vitória

"Diário do Minho" 17/02/2013

Um dos compromissos firmados no debate "Uma Questão de Confiança", realizado pela Braga+ e JovemCoop, a 16 de Janeiro, foi precisamente o de vedar o terreno da Fábrica Confiança, numa tentativa de evitar uma degradação e expoliação, ainda mais célere, deste edifício abandonado.

Afinal, ficamos a saber pelo Diário do Minho que o compromisso foi cumprido e que Vitor Sousa terá realizado esforços para concretizar esta situação, após preocupação levantada por Luís Tarroso Gomes durante o debate.

Ficamos felizes por este acontecimento, provando que quando a sociedade se mobiliza e pressiona positivamente os gestores da cidade, estes podem corresponder favoravelmente aos anseios dos cidadãos.

Aqui fica manifestado o nosso louvor por este contributo do Luis Tarroso Gomes, do Vice-Presidente da CMB e dos cidadãos que assistiram, com interesse, ao debate da JovemCoop e Braga+.




21 de janeiro de 2013

A Casa das Convertidas e a cidadania

"Correio do Minho" 21/01/2013
"Diário do Minho" 21/01/2013

Ontem, dia 20, pela iniciativa do jovem bracarense Leonardo Rodrigues, um grupo de cidadãos teve a oportunidade de visitar o recolhimento de Santa Maria Madalena, mais conhecido como a Casa das Convertidas.

A visita foi constituída por dois grupos, que foram guiados por Rui Ferreira e Ricardo Silva.

Durante esta visita, além das contextualizações históricas, foi possível observar o abandono do local, a degradação e o avançado estado de ruína de algumas divisões da Casa.

Leonardo Rodrigues, por vontade própria e assumindo uma missão de cidadania, solicitou a visita, insistiu e persistiu até que os serviços do Ministério da Administração Interna autorizassem a visita, partilhando com os visitantes um pouco da história do local.

Queremos, pois, louvar esta atitude proactiva, garantia de que com mais cidadãos empenhados, o nosso património e a nossa identidade não desaparecerão. Esta missão de cidadania, encabeçada pelo Leonardo, merece um forte aplauso, provando que quando os cidadãos querem, as instituições abrem-se (mesmo, por vezes, a contra-gosto)! Obrigado Leonardo, por esta visita e pela atitude em prol de Braga, pois, infelizmente, como menciona hoje a última página do "Diário do Minho", na secção de "Braga por um canudo", a Casa das Convertidas, mesmo após o debate e ideia consensual que devem ser tomadas medidas de minimização de estragos, continua a ser alvo de abandono e desleixo, pondo em perigo a vida dos transeuntes. Uma chamada de atenção que merece urgente resposta.



5 de dezembro de 2012

Braga:Associações e Cidadania Activa

"Correio do Minho" 05/12/2012

Foi com agradável surpresa que hoje, folheando o jornal "Correio do Minho", encontramos, no espaço "Bom Dia", as palavras de José Paulo Silva.

Num atento comentário, em jeito de reflexão, José Paulo Silva expõe o importante papel das associações enquanto motor de uma cidadania activa, que participa na vida da cidade, que pretende mostrar outras opções e ajudar a encontrar soluções...para que o poder executivo não "trabalhe" sozinho e para que a população se sinta parte da cidade.

É com um sentimento de missão que se vai cumprindo que lemos estas honrosas palavras, é com sentimento de aprendizagem que lembramos o caso da ASPA, é com sentimento de partilha que vemos os movimentos de participação físicos e virtuais a multiplicarem-se. Há cerca de dois anos atrás, o nosso programa de actividades visava instigar a cidadania activa, dizendo que gostaríamos de ser uma "espécie de despertadores" para a mesma! É bom perceber que dois anos volvidos, vamos dando corpo a essa ideia.

Para que a cidade seja nossa e para todos. Obrigado José Paulo Silva pelas palavras que nos transmitem força e energia para continuarmos!


3 de dezembro de 2012

Participação Cívica em Braga

"Diário do Minho" 28/11/2012

Se em parte podemos concordar com estas afirmações, certo é que há outra parte que quer apontar o dedo ao porquê desta ausência de participação cívica.

Por um lado, o claro conformismo das gerações, por outro (e talvez mais pesado e grave) as instituições que em nada abonam a favor da participação, com receio que se analise, que se escrutine, em suma, que se participe!

Há que notar que esta falta de participação é notória quando os executivos, falando concretamente de Braga, nunca mostraram interesse em se abrirem aos cidadãos, não fazendo, sequer, questão de estimular o livre pensamento. Condenados à memória e à repressão, foram os casos de tantos cidadãos que emitiam opiniões e que cedo foram "silenciados" - entenda-se, aliciados por um bem imediato.

Assim é fácil fazer política, porque uma cidade sem cultura, é uma cidade sem identidade e opinião. Desincentivando a crítica e o pensamento, menos opiniões e sugestões são formuladas e a cidadania esfuma-se rapidamente.

É com este intuito de mais participação, no âmbito cultural e patrimonial que a JovemCoop e a Braga+ têm tentado despertado consciências. Queremos que a população questione, se aproxime do poder executivo e que dê as suas ideias e contribua para uma maior cidadania.

Este nosso contributo tem sido feito à margem dos partidos políticos, precisamente para que possamos actuar com maior isenção, na altura de pugnar pelas boas causas.

Ao longo deste ano, muitas foram actividades da JovemCoop que serviram para estimular a participação na vida pública e de forma activa. O número de participações foi crescendo, originando um grupo de cidadãos interessados e empenhados.

No próximo dia 07, haverá Assembleia Geral da Braga+, pelo que aqui fica o convite para quem se quiser juntar às boas causas, em prol da cidadania!



7 de novembro de 2012

Obras no Centro para regenerar o Natal

"Diário do Minho" 06/11/2012

"Correio do Minho" 06/11/2012

As intervenções ao abrigo do programa "A Regenerar Braga" estão a ficar, lentamente, concluídas.

Após meses de incómodos, poeiras, lamas, trânsito condicionado, falta de iluminação, entre outros, as obras estão a chegar ao seu término, ainda com arestas para limar (como o caso do autocarros que passam por cima dos passeios na Senhora-a-Branca, a falta de iluminação quer neste Largo, como no Largo Carlos Amarante).

Mas a Câmara Municipal de Braga veio a público garantir que as intervenções (pelo menos as da Av.Central e Rua dos Chãos) estarão concluídas até ao Natal, numa atitude de regenerar o aspecto da cidade,  numa altura em que os cidadãos andam às compras.

Convém lembrar, porque a memória é curta, que estas obras iniciaram-se quase em segredo, sem auscultação publicamente divulgada e sem projectos que estivessem visiveis a todos. Não basta remeter para uma página na internet, com desenhos a uma escala reduzida, para se afirmar que houve informação disponível.

Importa recordar que estas obras, que se afirmaram como arranjos de superfície, substituiram condutas e canalizações, tendo um enorme impacto no subsolo.
Perdeu-se uma grande oportunidade para melhor estudar o subsolo de Braga, caso as equipas de arqueologia tivessem entrado previamente às máquinas.
Perdeu-se uma bela oportunidade de dotar as praças e largos de um identidade própria, a partir de achados arqueológicos e/ou de outros factores que pudessem ser relevantes musealizar.
Perdeu-se a ocasião para informar os cidadãos e turistas do passado da cidade e dos elementos que a compuseram. O património, em Braga, não é opção para dinamziação cultural e turística.

"A Regenerar Braga" é um processo continuo, porque pelo fracos materiais empregues e pela falta de visão, provavelmente vai ser preciso regenerar Braga num futuro, em breve.

E a moda de inaugurar as obras sem elas estarem prontas é que é irresponsável...O Largo da Senhora-a-Branca, no lado nascente foi terminado em Julho e continua sem luz pública. O Largo Carlos Amarante foi inaugurado em Setembro e só no Domingo dia 04/11 foi possível ter iluminzação pública dos 4 candeeiros antigos que foram, e bem, recuperados. Mas a luz é insuficiente e falta dotar de iluminação o lado do S.Geraldo/Santa Cruz.

Se a Avenida Central e a Rua dos Chãos forem dadas por concluídas, mas tiverem as novas lajes partidas ou sujas e sem iluminação pública, a CMB deveria assumir, frontalmente, que a obra não está concluída.




22 de outubro de 2012

Braga+: uma nova geração que ama Braga

Apresentação Pública da Braga+
 
"Correio do Minho" 22/10/2012

"Diário do Minho" 22/10/2012
 
Foi ontem apresentada à cidade a Associação Braga+ (Cultura, Património e Cidadania). Do alto da Torre de Menagem emanaram grandes ideias e muitas vontades de trabalhar em prol da nossa cidade!

A apresentação pública visou dar a conhecer as linhas centrais da associação, com a constituição de um Museu da Cidade como sonho a realizar.
Além disso, esta associação pretende promover o diálogo realizando debates e tertúlias; visa instigar a cidadania, envolvendo os cidadãos em processos que tocam a cidade e merecem o nosso contributo. Pretende-se, ainda, valorizar o nosso património, promovendo acções de classificação, instituindo roteiros pelos monumentos e visitas temáticas.

Muito há  fazer pela nossa cidade e ninguém deve ficar alheio, para que a nossa história seja feita pelos homens e que perdure para as gerações vindouras.

Este é o contributo que a Braga+ pretende dar à cidade.

Qualquer contacto deve ser feito para associacaobragamais@gmail.com ou visitem a página http://bragamais.blogspot.com ou ainda no facebook.com/BragaMais



22 de junho de 2012

Quando há parque, mas não há Ponte!

"Diário do Minho" 21/06/2012
"Diário do Minho" 22/06/2012

"...pretende rebater alguns comentários relativos ao paradeiro de algumas peças escultóricas ali existentes...";

Se durante longos anos foi prática o silêncio durante a vigência das intervenções, agora Braga desperta para uma nova realidade.

Em duas semanas diferentes, a CMB tem necessidade de lançar dois comunicados diferentes, apoiados nas decisões dos técnicos, para justificar as suas intervenções e tentar calar vozes que perguntam, que querem saber, que merecem um direito de resposta.

Já tínhamos visto esta postura silenciadora nas intervenções do Largo Carlos Amarante, e voltamos a assistir à repetição da cena.

Quer em Arqueologia, que em Arquitectura, há um Plano de Trabalhos, um Projecto orientador dos procedimentos e tendo em vista alcançar o resultado final.

Admitindo surpresas e imprevistos, da qual muitas vezes a arqueologia é responsável - menos em Braga, que nunca causa qualquer celeuma na integração urbana - pode haver adaptações e reformulações que podem diferir um pouco do projecto inicial...mas isto, bem explicado às pessoas, aos cidadãos, todos percebem.

Não se percebe é a omissão de informação e esclarecimento no antes e durante as obras, porque se assumem decisões em espaço público e de cariz público, sem consultar o público.

Depois, quando se pergunta, vêm os comunicados incomodados, porque parece que alguém ofendeu e, para tal, é preciso fazer a defesa da honra.

Se começarem a explicar às Pessoas as ideias que conduzem os projectos, há diálogo, há esclarecimento, há informação...

Aquilo que temos em S. João da Ponte, tal como no Largo Carlos Amarante, é uma realidade, a que alegoricamente chamamos Parque, e uma falta de comunicação e informação, que percebemos não quererem haver Pontes de Diálogo.

Mas a cidade está a mudar e os cidadãos querem mais solidez, não só nas construções, mas nas raízes dos seus direitos. Aqui alguém cumpriu o seu dever...o de questionar!Que se faça escola!E as associações são prova de que os cidadãos mobilizados têm força!


3 de fevereiro de 2012

Fábrica Confiança: A participação

"Correio do Minho" 03/02/2012

Quando há abertura dos executivos municipais para se aproximarem da população e auscultarem as suas ideias, a participação acontece. E no caso da Fábrica Confiança aconteceu com 84 ideias.

Independentemente da solução a adoptar, fica aqui o registo desta enorme participação numa cidade que muitos acusam de ser adormecida ou acrítica.

Bom sinal da cidade e para a cidade!

11 de janeiro de 2012

D. João Peculiar:A imagem incomodativa

"Diário do Minho" 10/01/2012

Após ter sido alvo de vandalismo em finais de Dezembro, tal como demos conta no post "Braga por um Canudo: D. João Peculiar", assistimos, uma vez mais, a um ato puro e gratuito de desrespeito para com a nossa história, para com a criação do autor, para com o espaço público e para com o nosso património.

Não se percebe porque é que as pessoas que praticam atos de vandalismo marcaram a estátua de D. João Peculiar como alvo e o que as move contra esta estátua, pois não pode ser somente pelo báculo que ostenta.

Esperemos que a estátua conheça melhores dias e que a cidadania bracarense conheça um processo de amadurecimento e se possa respeitar o trabalho e a memória de outras pessoas.


27 de dezembro de 2011

Braga Por Um Canudo: D.João Peculiar

"Diário do Minho" 27/12/2011

A rubrica de "Braga por um canudo", do Diário do Minho, chama hoje à atenção de um desrespeito para com os nossos monumentos e sítios históricos.

A estátua de D. João Peculiar, arcebispo bracarense no Séc. XII, estando ligado à História de Portugal por, alegadamente, ter sido o arcebispo que terá coroado rei D. Afonso Henriques.

Esta estátua, colocada no Largo de S.Paulo, é mais conhecida não pela representação dos seus feitos, mas sim pelo báculo que ostenta.

Este báculo (cajado) era usado pelos pastores para orientar os rebanhos e, em sentido eclesiástico, é utilizado como bastão do "Bom Pastor" que conduz o "rebanho divino".

Ora, o báculo de D. João Peculiar é particularmente famoso por ter uma forma fálica na sua extremidade. Nada que seja supreendente, pois além da criatividade do artista, seguramente terá sido inspirado na virilidade deste Homem da Igreja. O falo é um simbolo de poder e de liderança, pelo que compreende-se que, numa primeira reacção, se esboce um sorriso, mas que após isso, as pessoas saibam o verdadeiro significado daquela representação.

Por isso, somos defensores de mais sinalética nos monumentos da nossa cidade, com o intuito de informar o turista, mas também para educar e informar os cidadãos bracarenses, levando-os a conhecer o seu passado e a ter orgulho nas suas heranças culturais.

O grafiti ali rabiscado, tentando conferir um motivo de chacota, representa a baixa instrução, desconhecimento histórico e desrespeito pelo espaço público de pessoas que preferem "humilhar" e gozar de forma escondida, em vez de contribuir para uma cidadania mais participada.

Que Braga possa rectificar esta situação, não retirando o báculo, que representa uma liderança, mas sim colocando informação apropriada!


7 de dezembro de 2011

Assembleia Municipal de Braga - assuntos de interesse da nossa cidade

"Correio do Minho" 07/12/11


"Diário do Minho" 07/12/11

Numa lógica daquilo que temos vindo a defender - maior participação dos cidadãos, juntos dos agentes políticos, nos assuntos da cidade, damos aqui a conhecer alguns dos assuntos que serão levados à discussão na Assembleia Municipal que se realiza hoje, no auditório do Parque de Exposições de Braga, a partir das 21h30.

A entrada é livre e qualquer cidadão pode assistir à Assembleia.


23 de agosto de 2011

Uma pertinente chamada de atenção: Escola D. Luis de Castro

"Diário do Minho" de 22/08/2011

Esta chamada de atenção, acompanhada por fotos bem ilustrativas da realidade, dispensa mais comentários.

Este edifício tão bonito estar votado ao abandono e à ruína é um desprezo pela sua História. Às portas do Santuário do Bom Jesus, merece melhor sorte e digna recuperação!

28 de junho de 2011

Um movimento em torno da preservação do Palácio D. Chica

"Correio do Minho" de 27/06/2011

"Diário do Minho" de 27/06/2011

Esta questão, em torno da preservação do Palácio D. Chica é antiga. Há muito que entidades e individualidades solicitam a salvaguarda deste fantástico imóvel e que possa também ser fruível pelas pessoas.

Este Movimento que (re)surge agora, além do seu cariz cívio e interventivo, pretende que haja quem proteja este património arquitectónico. Apesar de ter sido criado em 1997, este movimento ganha agora nova expressão.

Paralelo a esta associação de protecção, lembramos o caso das Sete Fontes, que só com o contributo de pessoas audazes e capazes, foi possível conseguir a classificação como Monumento Nacional e consequente Zona Especial de Protecção.

Se, de alguma forma, a pressão positiva que o Movimento em torno das Sete Fontes tiver contribuído para dar um maior enlevo a esta associação, então, esta escola de participação cívica vem romper com o paradigma do conformismo e do "deixa ver no que dá".

Da parte da JovemCoop, os responsáveis por esta associação de defesa do Palácio D. Chica, se entenderem que podemos ser úteis, contam com a nossa colaboração. Defender o que é de todos é uma missão de cidadania e de intervenção cultural.

8 de junho de 2011

Assim é a "VOX POPULI"

"Diário do Minho" de 08/06/2011

Parece cada vez mais necessário discutir as opções da cidade, opções que passam pelo planeamento urbanístico, pelo ordenamento do trânsito, as obras, justiça, saúde entre vários outros assuntos.
É notória alguma insatisfação de vários cidadãos que agora, em vez de esperarem pela resolução (ou não) dos problemas, optam por exprimir a sua opinião e buscam, a partir dela, uma sociedade melhor e mais participada.
Bem hajam por essa vontade, força e coragem!


19 de abril de 2011

Foi assim que demos um forte ABRAÇO às Sete Fontes



"Jornal de Notícias" 17/04/2011

"Diário do Minho" 17/04/2011
"Correio do Minho" 17/04/2011

Foi uma tarde excelente...
Música, dança, tertúlias, workshops, ateliers, visitas e muitas, muitas pessoas que usufruíram do Complexo das Sete Fontes de formas muito variadas.


Ouvia-se, com frequência, "É a primeira vez que cá venho", "não conhecia isto", "Fantástico, já tenho onde ler o meu livro", entre muitos outros testemunhos no meio de uma multidão interessada e empenhada.
Os nossos fortes agradecimentos por se terem juntado a nós em mais esta causa de todos, pois, afinal, as Sete Fontes são Monumento Nacional!


Os jornais reproduzem, cada um à sua maneira, o que lá se passou, mas não conseguem reproduzir os sons, a movimentação, a alegria e o dinamismo que lá se viveu nesta tarde tão especial do dia 16/04.
Se em 2009 se fez a Marcha das Sete Fontes, com uma adesão fora do normal na nossa cidade, este evento, o "Abraço pelas Sete Fontes" superou todas as expectativas.


Que tenhamos força e energia para continuar a proporcionar momentos bem passados ao som da água das Sete Fontes!Este foi o melhor exemplo de cidadania participada e um aviso sério a quem governa Braga...não daremos as Sete Fontes como causa perdida e continuaremos a dá-las a conhecer a todos os amigos que as queiram abraçar de muitas outras formas.






3 de março de 2011

Sete Fontes - MONUMENTO NACIONAL (Finalmente!!!)

retirado do "Correio do Minho" de 03/03/2011

retirado do "Diário do Minho" de 03/03/2011


Dia 03 de Março de 2011 será um dia histórico para a cidade de Braga e para o nosso País.
Foi aprovado em Conselho de Ministros a classificação do Complexo Monumental das Sete Fontes como Monumento Nacional!

Foi um processo penoso, mas que quase caía no esquecimento das gavetas burocráticas do Ministério da Cultura. Felizmente, e em boa hora, o Presidente da Junta de Freguesia de S. Victor, Dr. Firmino Marques, empenhou-se na defesa deste sítio e envolveu a comunidade para a protecção das Sete Fontes. Várias associações, entidades e pessoas juntaram-se a um movimento de defesa que resultou no processo de classificação das Sete Fontes como Monumento Nacional.

Hoje, além de termos um "novo" Monumento Nacional. temos também uma cidade mais alerta, consciente e participativa, no que concerne à protecção das nossas heranças culturais.

Somos, hoje, uma cidade mais empenhada em proteger o que herdamos dos nossos antepassados e temos a preocupação de legar esse património para as futuras gerações.
Um agradecimento a todos quanto se empenharam neste processo e ajudaram a alcançar esta classificação.

CONTUDO:
O estado de vigilância deve ser mantido e a participação cívica não pode acabar por aqui. Continuaremos a manifestar a vontade de ter um Parque Verde e a pugnar por uma Zona Especial de Protecção que não seja sistematicamente profanada.

9 de janeiro de 2011

Recuperação e valorização do Património

retirado do "Correio do Minho" de 07/01/2011

Quando se associa a vontade à acção, então surgem os projectos de recuperação.
É um excelente sinal que se proceda desta forma, perante conjuntos patrimoniais.
Os cidadãos e a nossa História ficam, desta forma, mais enriquecidos e valorizados.

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