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25 de junho de 2013

Debate "Salvando Bracara Augusta"

"Diário do Minho" 14/06/2013

O debate decorreu no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa - Sala dos Miliários

Era um debate há muito esperado. Foi um dos debates mais dificeis de organizar, pois sentar à mesma mesa de diálogo vários intervenientes de um só projecto, mas com atribuições distintas, estabelecendo pontos de discussão, não é tarefa fácil.

Ali houve espaço para a fundamentação histórica do projecto de "Salvamento de Bracara Augusta", por parte do Dr. Henrique Barreto Nunes, que traçou a cronologia do aparecimento da ASPA.

Em seguida, a Dr.ª Manuela Martins abordou a questão do projecto, a sua aplicabilidade no terreno e os resultados conseguidos.

A Sr.ª Vereadora da Cultura, Dr.ª Ilda Carneiro, expôs o caso da recriação histórica "Braga Romana", como um caso de sucesso que fomenta a sensilização para o património, junto dos vários público que aderem à iniciativa.

A Dr.ª Isabel Silva, directora do Museu D. Diogo de Sousa, apelou à criação de sinergias que permitam dar continuidade ao projecto, reforçando os laços de cooperação, em prol do património de Braga.

Seguiram-se algumas intervenções da parte do público.


11 de junho de 2013

Debate Salvando Bracara Augusta

O debate público decorrerá no Museu D. Diogo de Sousa

"Diário do Minho" 11/06/2013


"Correio do Minho" 23/03/2006

O processo de valorização do legado de Bracara Augusta vai dar o mote para o quinto debate público realizado pela associação Braga +. Esta iniciativa, realizada em conjunto com a JovemCoop Natureza/Cultura, vai decorrer no próximo dia 12 de Junho, a partir das 21h15, no auditório do Museu D. Diogo de Sousa.

Os intervenientes convidados para este debate são a investigadora e arqueóloga Manuela Martins, responsável máxima pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho; a vereadora Ilda Carneiro, na qualidade de responsável pelo pelouro a cultura da Câmara Municipal de Braga e mentora da iniciativa Braga Romana; Henrique Barreto Nunes, membro da ASPA e protagonista da preservação do legado romano de Braga; e Isabel Silva, diretora do Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa. O debate será moderado por Francisco de Sande Lemos.

À imagem do que aconteceu nos debates promovidos, a Braga + e a JovemCoop pretendem contribuir para a clarificação do processo de preservação e valorização, não apenas dos vestígios arqueólogicos e do trabalho exaustivo de catalogação e musealização, mas também da importância pedagógica deste legado e os projectos para o futuro.



Com Confiança

"Correio do Minho" 08/06/2013

Quando se quer falar de questões sérias, há várias formas de o fazer, inclusivé omitir parte das narrações históricas. Podem-se encontrar mil argumentos, retira-los do contexto e fazer deles novas afirmações.
Há quem pense que isso é informação.
Sobre este assunto, convém lembrar o que foi debatido pela JovemCoop e pela Braga+:

http://jovemcoop.blogspot.pt/2013/01/uma-questao-de-confianca-o-primeiro.html

http://jovemcoop.blogspot.pt/2013/01/ainda-o-debate-sobre-fabrica-confianca.html

http://jovemcoop.blogspot.pt/2013/03/uma-questao-de-confianca-ii-o-que-foi.html

Escrito por jornalistas e firmado junto de auditórios repletos. Esta é a melhor argumentação para responder a quem quer desviar as atenções!


22 de abril de 2013

Sete Fontes: CMB desiste da Construção de Variante

"Diário do Minho" 20/04/2013

A Câmara Municipal de Braga desistiu da construção de uma variante, na qual estava prevista a passagem sobre os terrenos onde assenta o complexo eco-monumental das Sete Fontes.
Esta ideia foi defendida pelo vereador responsável pelo pelouro do urbanismo, Hugo Pires, intervindo como convidado em mais um debate público promovido, na passada quinta-feira, pelas associações JovemCoop e Braga +, que tinha como tema o monumento que mais mobilizou os bracarenses no último século.
«Posso garantir que a variante de acesso à Estrada Nacional 103 não vai passar pelas Sete Fontes», afirmou este responsável, completando que «se não houver alternativa» a este traçado, o projeto poderá mesmo «ser abandonado».
 
Hugo Pires: «Se fosse hoje estaria mal permitir a construção nas Sete Fontes»
Salientando que a intenção da autarquia é «impermeabilizar o menos possível o solo das Sete Fontes», o vereador que assumiu, desde 2009, a pasta do urbanismo não conseguiu garantir que não haverá mais construções nos terrenos onde assenta as Sete Fontes.
«Estamos empenhados em reduzir ao máximo a capacidade construtiva», asseverou, perante as muitas questões que lhe foram endereçadas.
Num debate que lotou o auditório da Junta de Freguesia de S. Victor, Hugo Pires confessou ainda que a autarquia «esteve mal» ao permitir a urbanização naqueles terrenos, ocorrida aquando da revisão do Plano Director Municipal em 2001.
«Hoje, à luz do que sabemos hoje, penso que era desnecessário», admitiu, reconhecendo publicamente, pela primeira vez, o erro da autarquia na classificação dos terrenos das Sete Fontes como solo urbanizável.
Este responsável autárquico aproveitou ainda a oportunidade para anunciar a intenção da Câmara Municipal de Braga em adjudicar quatro grandes áreas verdes na zona urbana, nomeadamente criando um parque verde nas Sete Fontes e um outro, que está em estudo, «entre Lomar e Ferreiros».

Firmino Marques: «Não pode haver inocentes na questão das Sete Fontes»
Um dos nomes mais sonantes pela preservação das Sete Fontes, Firmino Marques, foi também interveniente na mesa de discussão de um debate moderado pelo coordenador-geral da JovemCoop, Ricardo Silva.
Para o presidente da Junta de Freguesia de S. Victor, o ano de 2001 «foi um momento chave para as Sete Fontes», salientando que foi«gravíssima a classificação dos terrenos das Sete Fontes como área urbanizável».
«Não pode haver inocentes na questão do desenvolvimento»,atirou, deixando no ar uma crítica implícita à ação do executivo municipal.
O autarca recordou ainda que assumiu o policiamento do monumento, «sem ter essa competência», dada a «negligência» a que estava votado.
«Não sou um extremista das Sete Fontes, como alguns dizem. Sou um extremista de Braga e dos bons costumes», referiu ainda.
Firmino Marques defendeu também a necessidade de homenagear José Moreira, «um dos rostos pela defesa das Sete Fontes», que a Câmara Municipal de Braga tem rejeitado memorar.

Miguel Bandeira: «Trocava 10 Confianças pela reabilitação das Sete Fontes»
Convidado também para este debate, Miguel Bandeira, representante da ASPA, lamentou o facto das Sete Fontes «continuarem a aguardar proteção», estando sujeitas a «poluição», «vandalismo» e «evidente degradação».
«Quem representa o interesse público deve tomar a dianteira na proteção e salvaguarda deste monumento», sublinhou, recordando que se trata de «um património que pertence a todos».
O geógrafo da Universidade do Minho fez questão de sublinhar, diversas vezes, os 18 anos passados desde o primeiro alerta dado em relação ao monumento.
«O grande problema é estarmos todos de acordo», referiu, mostrando a sua perplexidade pelo facto de as Sete Fontes estarem «cada vez pior» apesar desta unanimidade.
«Eu trocava 10 fábricas Confianças em troca da reabilitação das Sete Fontes», acrescentou.
No início do debate público, realizado no mesmo dia em que se assinalava o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, Miguel Bandeira foi agraciado com o título de sócio honorário da Braga +.

Isabel Caldeira: «As Sete Fontes não podem esperar por decisões políticas»
Na qualidade de representante do movimento cívico dos peticionários pela salvaguarda das Sete Fontes, Isabel Caldeira lamentou o facto do processo das Sete Fontes não se apresentar como «transparente» aos olhos dos cidadãos.
«Se fosse um processo transparente, não deveriam ser colocadas as questões num debate público, mas olho no olho com as entidades implicadas na proteção das Sete Fontes», referiu.
Contradizendo a ideia veiculada por Hugo Pires de que a autarquia sempre quis proteger o monumento, a representante dos peticionários, que em 2010 conseguiram reunir cerca de seis mil assinaturas pela salvaguarda do monumento, expôs um relatório no qual a Câmara Municipal de Braga admitia que «outros objetivos transcendem a importância do próprio monumento».
Para Isabel Caldeira, «as Sete Fontes não podem esperar por mais decisões políticas», sublinhando que os cidadãos já estão «fartos» de«incêndios», «abates de árvores», «poluição» e «ameaças à integridade do monumento».

Interveniente neste debate, na qualidade de participante, foi Carlos Almeida, candidato da CDU à Câmara Municipal de Braga, que recordou que «o parque verde das Sete Fontes já esteve orçamentado e nunca foi feito».
Reconhecendo que «há culpas da Administração Central» quanto ao atual estado de conservação das Sete Fontes, o deputado municipal aproveitou a sua intervenção para sublinhar que «entre 1995 e 2001 o governo era socialista e nada foi feito».
Já para a vereadora do ambiente, Ilda Carneiro, os serviços camarários «têm prestado todo o auxílio possível à limpeza e manutenção das Sete Fontes», reconhecendo que os proprietários dos terrenos já foram notificados acerca da necessidade de efetuar a limpeza periódica dos espaços.
Intervindo também como participante no debate, Ricardo Rio preferiu sublinhar a «incoerência» da autarquia quanto ao anúncio de novos espaços verdes na cidade, recordando os «largos hectares de relvados sintéticos» construídos no município, em detrimento da construção de parques.
«Se o atual executivo sempre quis proteger as Sete Fontes, como veio hoje dizer, então porque até agora tinha a pretensão de construir uma variante que iria colocar em risco o monumento?», questionou ainda o líder da oposição camarária e candidato às próximas eleições autárquicas.
 
in "bragamais.blogspot.com"

"JN 20/04/2013

"Publico 20/04/2013

RUM 19/04/2013

19 de abril de 2013

O debate do ano - as melhores notícias para as Sete Fontes

Debate "Dia Mundial das Sete Fontes" realizou-se na sede da Junta de Freguesia de S. Victor


No âmbito do compromisso de potenciar o diálogo sobre temas de importância para a cidade, a JovemCoop e a Braga+ realizaram um debate sobre as Sete Fontes. 

Celebrando o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, realizou-se, no dia 18, na sede da Junta de Freguesia de S.Victor um debate alusivo ao passado, presente e futuro das Sete Fontes!

Presentes no debate estiveram o Arq.to Hugo Pires, vereador da CMB, Dr. Firmino Marques, Presidente da Junta de Freguesia de S.Victor, Prof. Miguel Bandeira, da ASPA e Arq.ta Isabel Caldeira, representando os Peticionários. 

A Câmara Municipal de Braga desistiu da construção de uma variante, na qual estava prevista a passagem sobre os terrenos onde assenta o complexo eco-monumental das Sete Fontes.
Esta ideia foi defendida pelo vereador responsável pelo pelouro do urbanismo, Hugo Pires,
Salientando que a intenção da autarquia é «impermeabilizar o menos possível o solo das Sete Fontes», o vereador que assumiu, desde 2009, a pasta do urbanismo não conseguiu garantir que não haverá mais construções nos terrenos onde assenta as Sete Fontes
«Estamos empenhados em reduzir ao máximo a capacidade construtiva», asseverou, perante as muitas questões que lhe foram endereçadas.
Para o presidente da Junta de Freguesia de S. Victor, o ano de 2001 «foi um momento chave para as Sete Fontes», salientando que foi «gravíssima a classificação dos terrenos das Sete Fontes como área urbanizável».
«Não pode haver inocentes na questão do desenvolvimento», atirou, deixando no ar uma crítica implícita à ação do executivo municipal.

Pelo elevado grau de discussão e pelas promessas assumidas, acreditamos, cada vez mais, na importância destas conversas abertas. 

Na sequência do debate público, esta manhã vai ser promovida uma visita guiada às Sete Fontes, com início marcado para as 09h30 no largo da Senhora-a-Branca.


13 de março de 2013

Uma Questão de Confiança II - O que foi dito

"Correio do Minho" 08/03/2013

"Diário do Minho" 08/03/2013

O tema suscitou uma enorme adesão do público a este evento

Durante mais de três horas abordou-se o futuro das antigas instalações da Fábrica Confiança

Foi da Confiança e com confiança no futuro que ontem se debateu a antiga saboaria instalada na Rua Nova de Santa Cruz. O mote do 2º debate promovido pela associação Braga+ e JovemCoop estava dado e foram muitos aqueles que quiseram envolver-se na discussão de um património municipal que não tem, pelo menos para já, futuro definido.
 
No final do debate, onde a opinião da sociedade se foi revelando em alguns momentos, Vitor Sousa, vice-presidente do executivo municipal e um dos oradores, salientou a importância do imóvel para um pensamento distinto daquela zona da cidade.
 
“Só o facto de hoje termos a Confiança já nos leva a discussões laterais extremamente importantes no quadro do planeamento e do urbanismo, que é a questão de mantermos um eixo de modos suaves em termos de acesso entre a Universidade e o centro da cidade”.
 
Vitor Sousa avança o que projecto que tem pensado para o local e que irá incluir na sua candidatura.
 
“Eu tenho análises feitas, sob o ponto de vista técnico não tenho nada fechado, mas tenho o privilégio de ter alguns dados técnicos. E o que tenho é que como nós temos uma infra-estrutura na Avenida Júlio Fragata já muito rebaixada por causa do nível friático da cota do rio Este, é uma obra mais sensata, mais fácil e mais barata prolongar ligeiramente para a frente da rua Nova de Santa Cruz o túnel já existente e fazer a parte de cima toda em área de travessia pedonal”.
 
Também do lado da Coligação Juntos por Braga, a ligação à Universidade é praticamente um compromisso. Ricardo Rio fala numa solução estratégica.
 
“A solução mais estratégica do ordenamento da própria cidade, no caso concreto foi já reconhecido em diversas ocasiões, neste momento a cidade está fracionada e separada por via da Avenida Padre Júlio Fragata e aquilo que ficou aqui de certa forma consensualizado, de forma quase inesperada, é que no próximo mandato iremos tentar construir uma solução de continuidade pedonal entre a Rua Nova de Santa Cruz e a Rua D. Pedro V que volte a ligar a Universidade à malha urbana central. Parece-me que isso é algo extremamente pertinente e deve ser uma aposta do próximo executivo”.
 
O espaço de co-working será uma realidade no futuro da Confiança, tal como sucede no GNRation, mas Vitor Sousa identifica uma complementariedade entre este espaço e o do Campo da Vinha.
 
“O registo do GNRation é virado para este espaço de partilha, de ninho de empresa, de incubadora mas numa área das indústrias criativas, da arte, do design e o outro é o mesmo modelo, e aí pode haver uma complementariedade interessante, mas numa área completamente distinta, com a mesma base, mas para a ciência, tecnologia, inovação e muito direcionado àquilo que é o factor do próximo quadro comunitário da agenda 20-20”.
 
Já Ricardo Rio, parece partilhar do mesmo ideal. “São manifestamente complementares, é assim que eu os entendo. Aliás, o GNRation caso venha a preservar a traça que nós incutimos no início quando se discutiu a própria aquisição do edifício da GNR, será uma estrutura predominantemente mais cultural e ligada às indústrias criativas. Aqui há a possibilidade de compartimentação para projetos de outra natureza, mais ligado às nanotecnologias e a outros desenvolvimentos científicos ligados à Universidade do Minho. Julgo que são, claramente, estruturas complementares”.
 
Vítor Sousa avançou também que este projecto deve agora ser maturado e estar pronto até ao final do mandato para que o próximo executivo possa trabalhar no mesmo e adaptá-lo em função do quadro comunitário de apoios.
 
Da mesma opinião partilha o líder da Coligação Juntos por Braga que adiantou que a prioridade do projeto, terá obrigatoriamente de ser concretizado no próximo mandato, acautelando os financiamentos para o projeto. “Julgo que até ao início de 2014 o próximo quadro comunitário estará clarificado na suas orientações e nas prioridades em termos de investimento. Portanto, temos aqui sensivelmente nove meses que também coincidem com o encerramento deste mandato, com o arranque do próximo para podermos, inclusivamente, enquadrar nas próximas opções do plano da câmara municipal, que serão discutidas no final deste ano”.
 
Quanto ao projeto, em si, Ricardo Rio adianta que haverá sempre geração de emprego. “Qualquer financiamento comunitário de um projeto, um dos primeiros requisitos que exige é que vai ter de gerar emprego, portanto o Espaço Confiança vai ter de gerar emprego, seja ou não financiado. Acho que nesta matéria, a questão da incubação de empresas é também um veículo muito importante para a criação de oportunidades de emprego e de criação de novos negócios que Braga tem que cultivar de uma forma massificada em ligação à UMinho, ao INL e a todo o espírito empreendedor que existe neste momento na cidade e que não tem essa oportunidade de expressão”.
 
Palavras de Ricardo Rio sobre um tema que diz, estar a “apaixonar a cidade”, garantindo que as iniciativas de debates promovidas pela Braga+ e JovemCoop “são uma ajuda para melhorar a própria gestão municipal”.
 
notícia RUM retirada daqui
 
 



4 de março de 2013

Debate: Uma Questão de Confiança 2 - o futuro!

Próximo Debate é já dia 06 de Março, no auditório da Escola de Música do Carandá

"Diário do Minho" 03/03/2013

Tal como ficara acertado aquando da realização do debate no passado dia 16 de Janeiro, a recuperação para fins culturais da antiga Saboaria e Perfumaria Confiança vai dar o mote para mais um debate público realizado pela associação Braga + e JovemCoop.
 
Esta iniciativa, vai decorrer na próxima quarta‐feira, 6 de Março, a partir das 21h15, no auditório da escola de música do Mercado Cultural do Carandá.

Os intervenientes convidados para este debate são o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Vítor Sousa; Ricardo Rio, líder da coligação Juntos por Braga; Carlos Neves, vice-presidente da CCDR-Norte; Miguel Bandeira, representando a Universidade do Minho; bem como os vencedores do concurso de ideias;

O debate, novamente intitulado “Uma questão de Confiança”, vai estar aberto à participação de todos os cidadãos interessados em discutir esta temática. No local do debate vão poder ser consultadas as 84 propostas que concorreram ao concurso de ideias realizado pela autarquia, após o início do processo de aquisição do último exemplar das históricas indústrias bracarenses.

Recorde‐se que a intenção da Câmara Municipal é a instalação de valências culturais, que permitam a regeneração da zona envolvente e a preservação da memória indústrial de Braga.

Este é mais um debate que pretende discutir a cidade e fazer propostas concretas a quem tem o poder de decidir. Por isso mesmo, as ideias abordadas nesta iniciativa vão ser reencaminhadas para os partidos com assento na Assembleia Municipal de Braga.

A Perfumaria e Saboaria Confiança foi fundada a 12 de Outubro de 1894, tendo-se tornado num caso de notório sucesso entre os empreendimentos industriais da cidade de Braga ao longo do século XX. Após o desaparecimento das grandes fábricas de chapéus, o imóvel da Confiança tornou-se no último exemplar do património industrial da cidade de Braga.

19 de fevereiro de 2013

Debate Fábrica Confiança - uma pequena vitória

"Diário do Minho" 17/02/2013

Um dos compromissos firmados no debate "Uma Questão de Confiança", realizado pela Braga+ e JovemCoop, a 16 de Janeiro, foi precisamente o de vedar o terreno da Fábrica Confiança, numa tentativa de evitar uma degradação e expoliação, ainda mais célere, deste edifício abandonado.

Afinal, ficamos a saber pelo Diário do Minho que o compromisso foi cumprido e que Vitor Sousa terá realizado esforços para concretizar esta situação, após preocupação levantada por Luís Tarroso Gomes durante o debate.

Ficamos felizes por este acontecimento, provando que quando a sociedade se mobiliza e pressiona positivamente os gestores da cidade, estes podem corresponder favoravelmente aos anseios dos cidadãos.

Aqui fica manifestado o nosso louvor por este contributo do Luis Tarroso Gomes, do Vice-Presidente da CMB e dos cidadãos que assistiram, com interesse, ao debate da JovemCoop e Braga+.




5 de fevereiro de 2013

Debate sobre Políticas Municipais de Juventude

"Correio do Minho" 04/02/2013

Realizou-se, na Sexta-feira à noite, no Café Vianna, um interessantíssimo debate sobre Políticas Municipais de Juventude, promovido pelas juventudes partidárias da JSD e JP.

Foi muito importante sentar, à mesma mesa, entidades com experiências várias, capazes de contribuir para um ponto de vista alargado sobre as políticas de juventude.

Chegou-se à conclusão (que não é nova) que Juventude é um área transversal a todas as outras áreas municipais, pois os jovens não podem ser separados de qualquer outra opção da cidade.

Pedro Soares abordou as linhas europeias traçadas para a juventude, enquanto que Mário Passos, Vereador da Juventude na C.M.Famalicão, explicou o muito que tem sido feito em prol da juventude, no Município de Famalicão. Foi uma agradável surpresa perceber que lá se trabalha muito em prol da melhoria contínua dos jovens, cedendo-lhes vários benefícios e acesso a muitas informações e actividades.

Foi uma agradável surpresa conhecer o novo Director da Agência Nacional da Juventude, José Gonçalo Regalado, que fez questão de dar um cunho personalizado à Agência, vincando a igualdade de oportunidades, a tranparência e a melhor gestão dos financiamentos.

Da nossa parte, tentamos identificar alguns problemas que dificultam o trabalho das associações, sendo certo que a experiência da BragaCEJ2012, que estipulou objectivos e pôs as associações a trabalhar, foi o efeito mais benéfico de um ano cujo capital de conhecimento não se deverá perder. Ainda assim, fica a faltar um "concílio" entre as associações para que possam estar a par das actividades umas das outras e trabalhar, se possível, em cooperação. É o desafio dos próximos tempos, pois mais associativismo, implica mais cidadãos activos, opinativos e menos dispêndio financeiro para a CMB, incremento, ainda, a participação dos jovens.


21 de janeiro de 2013

Ainda o debate sobre a Fábrica Confiança



"Correio do Minho" 18/01/2013

Foi com especial motivação que ajudamos à realização do debate “Uma questão de Confiança”, no passado dia 16, na Casa dos Coimbras, numa iniciativa conjunta com a Braga+.
Entre os oradores convidados estavam Vítor Sousa, Ricardo Rio, José Cordeiro e Luís Tarroso Gomes, todos eles personalidades ligadas à intervenção política, sendo que os dois primeiros afectos a partidos e os últimos dois à visão da participação independente.
Do que ali foi explanado, apreciámos a contextualização histórica do Professor Cordeiro, que nos fez recuar ao passado, lembrando como seria Braga há quatro e cinco décadas atrás, com o tecido industrial de S. Victor a funcionar em pleno.
Após esta intervenção, Luís Tarroso, Vítor Sousa e Ricardo Rio explicaram, ao público, o processo de aquisição, via expropriação, que a Câmara de Braga fez decorrer sobre o imóvel.
Se, de um lado, Luís Tarroso procurou lembrar os valores das primeiras negociações e a forma estranha como decorreram, Vítor Sousa e Ricardo Rio transmitiram a ideia comum de que não desconfiariam, nem poriam em causa as avaliações dos técnicos peritos.
Do público surgiram intervenções mais ou menos inflamadas e damos especial destaque às intervenções de António Marques (da Associação Industrial do Minho) e de João Vieira (UMinho/ORION).
Ambos afirmaram que aquele debate, bom na explanação teórica, ficava a dever, ao público, o futuro do imóvel da Confiança – a validação dos projectos, a sua implementação, a sua sustentabilidade e desenvolvimento, bem como o retorno de um equipamento de múltiplas valências culturais para a cidade.
É certo que este debate centrou-se mais no passado do que, propriamente, no futuro. Surgiu, ali mesmo, a ideia de dar continuidade ao tema, para que na próxima edição do debate, se possa discutir os projectos vencedores e a forma como pretende o município enraizar e encorpar aquelas ideias.
Portanto, dia 21 de Fevereiro (carecendo de confirmação) reeditaremos o debate, centrando-o mais no futuro do imóvel e na sua sustentabilidade.


17 de janeiro de 2013

"Uma Questão de Confiança" - o primeiro resumo

O debate "Uma Questão de Confiança" teve muita adesão e participação

Os oradores convidados - Vitor Sousa (CMB/PS); Luis Tarroso Gomes (Projecto BragaTempo); José Cordeiro (U.Minho); Ricardo Rio (PSD)

O diálogo fez-se com várias participações, sugerindo um novo debate para, desta vez, permitir falar sobre o futuro do imóvel

Foi numa sala mais que lotada que ontem se debateu o futuro da fábrica Confiança. Esse foi o mote lançado pela Associação Braga + para mais uma noite de conversa na cidade onde se preparava para pensar Braga. Este debate funcionou também como o primeiro frente a frente público entre Vitor de Sousa e Ricardo Rio, os dois candidatos, teoricamente mais fortes, na corrida ao município nas eleições autárquicas.
Para além das propostas e do pensamento em relação ao futuro da fábrica (ainda que escassas), a conversa foi marcada pela contextualização do imóvel e tentou-se debater todo o processo que envolveu a sua compra e expropriação. Ainda assim, Vitor de Sousa, na sua intervenção final, aproveitou para criticar toda uma postura assumida por Ricardo Rio no debate. “Respeitei, na íntegra, o papel que deveria ter neste debate. Não critiquei a oposição, não fiz apelos, quase declarados, a voto, não disse que ia ganhar eleições, isto num quadro de respeito absoluto por um debate que quer fazer cidade. O que prejudica esta discussão é aparecerem pessoas que, normalmente, dizem que querem discutir cidade, mas, na verdade, não o querem. Apenas querem fazer confronto político e discutir as atitudes da Câmara”, atirou o vice-presidente da autarquia.
 
Vitor Sousa não quis, no entanto, deixar de dar alguns achegas sobre o assunto da Confiança.
 
“Temos um espaço que consideraria como multiusos, muito vocacionado para a musealização do espólio da Confiança, para exposições de temáticas variadas. Poderia servir para ser um grande espaço de exposição de arte contemporânea, uma vez que Braga não está dotada de tal. Para além disso poderia servir para um espaço comercial. Indo ao encontro daquilo que é amplamente discutido e que hoje temos de procurar incentivar, que tem a ver com a aproximação com as estruturas de ciência, poderemos ter lá um ninho de empresas e potenciar o coworking”, resumiu o socialista.
 
No debate esteve também presente Luís Tarroso Gomes que, no final, deixou algumas questões no ar: “Fico sem saber se as demolições foram ou não licenciadas pela Câmara. A Câmara autorizou, ou não, a demolição da chaminé, da torre, do teatro e dos pavilhões de trás? Fico sem saber! E fico também sem saber porque é que o espaço não está vedado. Resumindo, fico sem saber as respostas às perguntas que fiz há um ano, por isso voltei a trazê-las aqui”

Ricardo Rio acusa os que lhe fazem "ataque político" através deste negócio

Já Ricardo Rio, líder da Coligação Juntos por Braga, assumiu que não se arrepende de nada durante o período em que se envolveu no negócio da Confiança e deixa a acusação: “Há um interesse político de alguém que quis aproveitar este processo para colocar em causa a minha credibilidade e a minha seriedade. Portanto, isso é algo que tenho de refutar de uma forma taxativa. Não espero nenhuma surpresa no processo que está a ser desenvolvido, mas não me desresponsabilizo do meu envolvimento no mesmo. Não me arrependo de ter participado neste processo como participei”, sublinha o social democrata.
 
Sobre o imóvel e o seu futuro, Ricardo Rio voltou a defender publicamente a necessidade da ligação com a Universidade do Minho (UM) como forma de quebrar barreiras de mobilidade que existem na cidade. “Se temos uma área que é absolutamente colada à UM, que está degradada e não tem qualquer aproveitamento e onde podemos instalar um conjunto de valências que vão atrair os jovens da universidade e outras situações, já estamos a diminuir a proximadade... Já serão 200 metros que ultrapassamos. Se juntarmos essa solução a uma de mobilidade que ultrapasse a barreira que passa em frente ao BragaParque, estamos a cumprir um desígnio. Temos que começar por algum lado”, destacou Ricardo Rio.

Confiança voltará a ser debatida pela Braga+
 
No final do debate, Ricardo Silva da JovemCoop, um dos fundadores da associação Braga+ deixou uma certeza de realização de um novo debate sobre o tema. “Se hoje falamos do negócio, na próxima edição daremos uma sequência ao debate e faremos uma espécie de ‘Confiança 2’, onde daremos continuidade à parte do projecto. Não queremos afastar ninguém do debate, não nos deixem desistir a nós, não desistam vocês para que assim, todos juntos, possamos construir Braga, porque é isto que nós queremos”, garantiu Ricardo Silva.

Um novo debate para se pensar o futuro da Confiança foi então uma promessa deixada pela Associação Braga+ no final do debate em torno desta fábrica que muito diz ao bracarenses.

14 de janeiro de 2013

Uma questão de Confiança, com investigações da Judiciária

"Correio do Minho" 11/01/2013

"Diário do Minho" 12/01/2013

No próximo dia 16 de Janeiro, 4ª feira, às 21h15, a Braga+ e a JovemCoop irão promover um debate sobre a Fábrica Confiança.

Este debate, que contará com os principais responsáveis pela decisão de aquisição da Fábrica por parte do município de Braga, visa esclarecer o público de algumas questões que escuressem este processo.

O porquê de se adquirir o imóvel só agora (quando no passado houve a mesma hipótese e provavelmente a um preço mais fiável), os vários valores de avaliações, a necessidade de se recorrer à expropriação, as ligações a familiares do executivo municipal e as dívidas às Finanças são tópicos que poderão vir a ser respondidos no debate, sobretudo numa altura em que o Diário do Minho noticia que a Polícia Judiciária está a investigar o negócio.

Por isso, porque é preciso ter confiança que este processo não será mais um negócio ruinoso para os cofres municipais e que as ideias a lá fixar não serão "elefantes brancos", convidamos todos os bracarenses a assistir e a participar no debate, que será realizado na Casa dos Coimbras.


9 de janeiro de 2013

Debate - uma questão de Confiança

Debate promovido pela Braga+ e pela JovemCoop

No próximo dia 16 (4ª feira), a Casa dos Coimbras volta a acolher um debate sobre um assunto actual de Braga.

A Fábrica Confiança, a sua história, a vontade do Município em fazer, naquele edifício, um pólo cultural, o processo de venda e expropriação, serão alguns dos tópicos abordados neste debate público e de entrada livre.

Os convidados serão Vitor Sousa (Vice Presidente e candidato à Presidência da CMB ), Ricardo Rio (vereador não executivo e candidato à Presidência da CMB), Luis Tarroso (elemento do Projecto BragaTempo, que apresentou das primeiras propostas para a revitalização do edifício) e José Lopes Cordeiro , Professor da Universidade do Minho, especializado em história da indústria.

Todos os bracarenses estão convidados a tomar parte neste debate.



3 de janeiro de 2013

Ainda Reconverter as Convertidas (5)

"Diário do Minho" 29/12/2012

No âmbito da partilha de ideias, em prol de mais cidadania, foi publicado no Diário do Minho, um texto de opinião, assinado por Narciso Mendes, a propósito da Casa das Convertidas, analisando as várias propostas sobre a mesa, mas defendendo que este imóvel poderia estar ao serviço como um "lar para os idosos do comércio". 

Sugerimos a atenta leitura e aconselhamos os nossos leitores a passarem pelo Portal Bracarae, para analisarem o resultado da votação sobre o melhor destino a dar à "Casa das Convertidas".

Para mais informação sobre os resultados, seguir este link: http://portal.bracarae.com/?page_id=2916

Obrigado!

19 de dezembro de 2012

Ainda Reconverter as Convertidas (4)

"Diário do Minho" 18/12/2012

No âmbito da partilha de ideias, em prol de mais cidadania, foi publicado no Diário do Minho, um texto de opinião, assinado pelo Dr. Carlos Aguiar Gomes, a propósito da Casa das Convertidas, analisando as várias propostas sobre a mesa, mas defendendo a sua devolução de "casa pobre para os pobres".

Aconselhamos a atenta leitura e apelamos à participação na votação que está a decorrer no Portal Bracarae, sobre o melhor destino a dar à Casa das Convertidas.

Para participar, seguir este link: http://portal.bracarae.com/?page_id=2916

Obrigado!


14 de dezembro de 2012

Ainda Reconverter as Convertidas (3)

"Diário do Minho" 13/12/2012

Na sequência do debate sobre a Casa/Recolhimento das Convertidas, realizado no passado dia 27 de Novembro, muitas são as opiniões que têm vindo a público, referindo qual o melhor destino a dar àquele imóvel.

Se, por um lado, temos feito questão de publicar todas os artigos e sugestões, alienando-nos de as comentar, esta proposta da ASPA carece de alguma reflexão.

A ASPA refere que o destino mais realista é converter aquele espaço num núcleo museológico anexo ao Museu dos Biscaínhos. Só propõe isto quem não conhece a realidade dos museus de Portugal, afectos ao Instituto de Museus e Conservação, pois, neste momento, pouco dinheiro há para a manutenção dos espaços museológicos já instituídos, logo, fica de fora a hipótese de abrir nova dependência; O Secretário de Estado da Cultura não dispõe de verbas para novos projectos, pois está a estrangular as estruturas já existentes, pelo que esperar que a Casa das Convertidas seja uma dependência do Museu dos Biscaínhos é estar a condena-la à ruína;

O Museu dos Biscaínhos tem vindo a fazer um esforço para sobreviver à crise de visitantes, tendo em conta que o espaço é estático, não se transforma, nem seduz o público, há já vários anos.
Este tem sido o desafio da nova directora, Dr.ª Isabel Silva, abrindo o Museu a um novo paradigma, encerrado em si mesmo durante tantos anos;

As áreas do Museu dos Biscaínhos são completamente distintas das áreas da Casa das Convertidas, não se podendo antever ali um espaço expositivo, devido às reduzidas dimensões dos compartimentos. Contrariamente, no Museu dos Biscaínhos, as Salas e Salões proporcionam a exposição de vários objectos;

Olhar para as Convertidas como um espaço estático, sem interacção ou vivência, é ainda viver no século passado, onde reinava a cultura dos espaços museológicos onde se "via com os olhos"...hoje, a filosofia dos espaços museológicos é completamente diferente, tendo em conta que se pretende que o visitante interaja com o espaço e com os objectos;

Sente-se uma imensa resistência à Pousada da Juventude, como se os jovens fossem bichos-papões que entram num local para semear o caos e lançar a confusão ( e aqui, não se entenda que a JovemCoop defende a Pousada, mas sim a defesa do papel dos Jovens na sociedade). A pedagogia faz-se desde tenra idade e a sensibilização deve começar desde a infância. Querer falar só para adultos é esquecer outras etapas da vida de um ser humano, sobretudo na fase de aprendizagem. É esta visão selectiva e elitista que coloca a ASPA num fosso geracional, longe da realidade actual;

O facto de se propor um especialista concreto no período da arte do barroco quase sugere (impondo) que determinada pessoa, de créditos firmados, faça parte da equipa. Perguntamos nós, estará essa mesma pessoa disposta a trabalhar nessa equipa pluridisciplinar, completamente pro-bono, em prol da defesa isenta daquele património?

Concordamos com a ASPA na necessidade de se fazerem obras ligeiras no edificado. Havíamos afirmado, aquando do debate, precisamente  que os tectos, os chãos e paredes, apesar de já num estado crítico, ficaram ainda mais fragilizados com as obras de requalificação da Avenida Central.
Havíamos proposto que se fizessem intervenções na cobertura, por causa das infiltrações de água e se escorassem algumas divisões mais debilitadas, bem como fazer um atento levantamento das necessidade a nível dos pavimentos, para que não caiam repentinamente.

Mas reiteramos a ideia, mais do que a defesa do nosso ponto de vista, urge fazer uma intervenção nas Convertidas, requalificando-as, para que este monumento de interesse público não desapareça de vez.




11 de dezembro de 2012

Assembleia Municipal: A falta da cultura do debate e o superior interesse dos partidos

"Diário do Minho" 10/12/12

A Assembleia Municipal, realizada na passada 6ª feira, deu um sinal de ausência de abertura às discussões da cidade, para a cidade e para os cidadãos.

A recusa em discutir publicamente a localização de uma nova estrutura para a cidade reflecte os interesses partidários antes dos interesses dos cidadãos. Porque os partidos da oposição sugeriram, o partido maioritário chumbou...mas com que fundamentos e sobre que base? Sobretudo após a abertura do vereador da tutela em participar no debate e ter a vontade de rectificar algo que pode estar condenado à nascença.

Definitivamente, ou os partidos começam a olhar para os cidadãos e a desenraizar-se da péssima cultura partidária, ou então precisamos de agentes partidários novos, com outra cultura democrática.


Ainda Reconverter as Convertidas (2)

"Diário do Minho" 11/12/12

No âmbito da partilha de ideias, em prol de mais cidadania, vem hoje publicado no Diário do Minho, um texto de opinião, assinado pelo Prof. José Machado, a propósito da Casa das Convertidas e do Museu de Cultura Popular.

Aconselhamos a atenta leitura e apelamos à participação na votação que está a decorrer no Portal Bracarae, sobre o melhor destino a dar à Casa das Convertidas.

Para participar, seguir este link: http://portal.bracarae.com/?page_id=2916

Obrigado!