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8 de abril de 2013

RUM: Comentadores do Praça do Município elogiam associações


É com grande regozijo que lemos esta notícia, sobretudo por vir em destaque de comentadores políticos e de um programa de rádio já com grande tradição.

O nosso trabalho é baseado na energia e no acreditar nos temas que abordamos, sempre com paixão. Realça-se, aqui a cooperação entre estruturas, que se abrem à sociedade e complementam o panorama cultural. 

Trabalhar em equipa funciona!!!
Obrigado RUM!

13 de março de 2013

RUM: Uma boa notícia para Braga

"Diário do Minho" 08/03/2013
 
Há mais de uma semana que a Rádio Universitária do Minho (RUM) voltou a emitir em sinal estável, em plenas condições, a partir do emissor da Santa Marta das Cortiças, o mesmo que o acesso vedado por parte de uma estação de rádio concorrente.

Durante os últimos dois meses, a RUM viu-se privada de aceder às condições do seu centro emissor, que partilha com a Rádio Antena Minho e a Rádio Comercial, o que impossibilitou que a sua emissão chegasse a todos os ouvintes, que habitualmente acompanham as emissões da rádio, estando, até ontem, circunscrita ao perímetro urbano da cidade de Braga.

Assim, e após acertados os termos de negociação, os ouvintes da RUM podem voltar a contar com a sua música, programas e informação de sempre.
Parabéns RUM, pela luta, persistência e por esta "conquista"!




14 de fevereiro de 2013

Voz à RUM no Dia Mundial da Rádio


No passado dia 13 celebrou-se o Dia Mundial da Rádio, efeméride dedicada a todos os radialistas, locutores, funcionários e trabalhadores que dedicam os seus dias a partilhar, com os ouvintes, músicas, informação, entretenimento e animação.

Pouco mais de um mês após o "silenciamento" da Rádio Universitária do Minho, através de um procedimento obscuro e mal explicado, aqui fica o nosso tributo aos amigos da RUM, vozes de liberdade e independência.

Fazemos votos de que esta situação se resolva rapidamente e que, daqui a um ano, na próxima celebração do Dia Mundial da Rádio, possamos já ouvir a RUM na sua total extensão.

17 de janeiro de 2013

"Uma Questão de Confiança" - o primeiro resumo

O debate "Uma Questão de Confiança" teve muita adesão e participação

Os oradores convidados - Vitor Sousa (CMB/PS); Luis Tarroso Gomes (Projecto BragaTempo); José Cordeiro (U.Minho); Ricardo Rio (PSD)

O diálogo fez-se com várias participações, sugerindo um novo debate para, desta vez, permitir falar sobre o futuro do imóvel

Foi numa sala mais que lotada que ontem se debateu o futuro da fábrica Confiança. Esse foi o mote lançado pela Associação Braga + para mais uma noite de conversa na cidade onde se preparava para pensar Braga. Este debate funcionou também como o primeiro frente a frente público entre Vitor de Sousa e Ricardo Rio, os dois candidatos, teoricamente mais fortes, na corrida ao município nas eleições autárquicas.
Para além das propostas e do pensamento em relação ao futuro da fábrica (ainda que escassas), a conversa foi marcada pela contextualização do imóvel e tentou-se debater todo o processo que envolveu a sua compra e expropriação. Ainda assim, Vitor de Sousa, na sua intervenção final, aproveitou para criticar toda uma postura assumida por Ricardo Rio no debate. “Respeitei, na íntegra, o papel que deveria ter neste debate. Não critiquei a oposição, não fiz apelos, quase declarados, a voto, não disse que ia ganhar eleições, isto num quadro de respeito absoluto por um debate que quer fazer cidade. O que prejudica esta discussão é aparecerem pessoas que, normalmente, dizem que querem discutir cidade, mas, na verdade, não o querem. Apenas querem fazer confronto político e discutir as atitudes da Câmara”, atirou o vice-presidente da autarquia.
 
Vitor Sousa não quis, no entanto, deixar de dar alguns achegas sobre o assunto da Confiança.
 
“Temos um espaço que consideraria como multiusos, muito vocacionado para a musealização do espólio da Confiança, para exposições de temáticas variadas. Poderia servir para ser um grande espaço de exposição de arte contemporânea, uma vez que Braga não está dotada de tal. Para além disso poderia servir para um espaço comercial. Indo ao encontro daquilo que é amplamente discutido e que hoje temos de procurar incentivar, que tem a ver com a aproximação com as estruturas de ciência, poderemos ter lá um ninho de empresas e potenciar o coworking”, resumiu o socialista.
 
No debate esteve também presente Luís Tarroso Gomes que, no final, deixou algumas questões no ar: “Fico sem saber se as demolições foram ou não licenciadas pela Câmara. A Câmara autorizou, ou não, a demolição da chaminé, da torre, do teatro e dos pavilhões de trás? Fico sem saber! E fico também sem saber porque é que o espaço não está vedado. Resumindo, fico sem saber as respostas às perguntas que fiz há um ano, por isso voltei a trazê-las aqui”

Ricardo Rio acusa os que lhe fazem "ataque político" através deste negócio

Já Ricardo Rio, líder da Coligação Juntos por Braga, assumiu que não se arrepende de nada durante o período em que se envolveu no negócio da Confiança e deixa a acusação: “Há um interesse político de alguém que quis aproveitar este processo para colocar em causa a minha credibilidade e a minha seriedade. Portanto, isso é algo que tenho de refutar de uma forma taxativa. Não espero nenhuma surpresa no processo que está a ser desenvolvido, mas não me desresponsabilizo do meu envolvimento no mesmo. Não me arrependo de ter participado neste processo como participei”, sublinha o social democrata.
 
Sobre o imóvel e o seu futuro, Ricardo Rio voltou a defender publicamente a necessidade da ligação com a Universidade do Minho (UM) como forma de quebrar barreiras de mobilidade que existem na cidade. “Se temos uma área que é absolutamente colada à UM, que está degradada e não tem qualquer aproveitamento e onde podemos instalar um conjunto de valências que vão atrair os jovens da universidade e outras situações, já estamos a diminuir a proximadade... Já serão 200 metros que ultrapassamos. Se juntarmos essa solução a uma de mobilidade que ultrapasse a barreira que passa em frente ao BragaParque, estamos a cumprir um desígnio. Temos que começar por algum lado”, destacou Ricardo Rio.

Confiança voltará a ser debatida pela Braga+
 
No final do debate, Ricardo Silva da JovemCoop, um dos fundadores da associação Braga+ deixou uma certeza de realização de um novo debate sobre o tema. “Se hoje falamos do negócio, na próxima edição daremos uma sequência ao debate e faremos uma espécie de ‘Confiança 2’, onde daremos continuidade à parte do projecto. Não queremos afastar ninguém do debate, não nos deixem desistir a nós, não desistam vocês para que assim, todos juntos, possamos construir Braga, porque é isto que nós queremos”, garantiu Ricardo Silva.

Um novo debate para se pensar o futuro da Confiança foi então uma promessa deixada pela Associação Braga+ no final do debate em torno desta fábrica que muito diz ao bracarenses.

9 de janeiro de 2013

Braga sem RUMo?!


A Rádio Universitária do Minho vem por este meio informar os seus ouvintes sobre os motivos que levaram aos sucessivos cortes de emissão que iniciaram na passada sexta-feira, aproveitando para esclarecer os contornos daquilo que considera ser um evidente atentado à liberdade de programação e informação por parte da Antena Minho.

No dia 4 de Janeiro de 2013, pelas 12H00, a Rádio Universitária do Minho, RUM, deixou de poder transmitir a sua emissão, por falta de energia elétrica no emissor localizado em Santa Marta das Cortiças, concelho de Braga. (ver aqui o comunicado na íntegra)


Assim começa o comunicado que a Administração da Rádio Universitária do Minho (RUM) lançou no passado dia 07, para esclarecer, os seus ouvintes, da razão pela qual a rádio não está a emitir nas frequências normais.

Parece incrível que se proceda de uma forma agressiva e inflexível, privando os ouvintes da RUM da "sua" rádio. Havendo, ou não, dívida e partilha de emissores, custa acreditar que em vez do diálogo e da espera pela decisão judicial, parta-se logo para uma postura de insulto (chamaram "parasitas" à RUM) e se tenha cortado o abastecimento eléctrico ao emissor da RUM.

Perante esta atitude, que impede a RUM de manter as emissões na frequência rádio, estando agora a difundir via internet, está a ser convocado, no facebook, um encontro/manifestação "Não Calam a Rádio Universitária do Minho" (aderir aqui),  que visa apoiar o restabelecimento da situação normal da RUM.

No evento lê-se "Manifestação de apoio à Rádio Universitária do Minho que se encontra sem emitir! Para quem tem a RUM como rádio de eleição, como modo de ser e estar na vida. Local inicial da manifestação: Rádio Universitária do Minho em Santa Tecla!"

Prova que em Braga não há uma política construtiva para os jovens, pois se o maior canal informativo e recreativo audio, ouvido por várias faixas etárias, é silenciado e nenhuma força viva faz qualquer pergunta, qualquer pedido de informação e não toma posição para a resolução deste conflito, então os agentes da cidade não merecem esta rádio, nem a sua postura aberta e independente. 

Que seja na 6ª o movimento dos cidadãos e amigos da RUM a melhor resposta para pressionar positivamente para a reposição a emissão da RUM! Desejável seria, ainda, que o Sr. Reitor pudesse, de alguma forma, entrar em contacto com os administradores da Antena-Minho para ajudar a resolver este conflito.

14 de novembro de 2011

RUM: JovemCoop no Campus Verbal


CAMPUS VERBAL
A oralidade em formato rádio. Programa de entrevista e reportagem apresentado por Alexandre Praça

Horário: Domingo 12h-13h
Reposição: Quartas-feiras às 20h

A JovemCoop foi convidada do Programa Campus Verbal da Rádio Universitária do Minho. Ao longo de cerca de 50 minutos, os temas abordados pelo jornalista Alexandre Praça foram muitos, desde as origens da associação, passando pelas Sete Fontes, a nova Pousada da Juventude de Braga, a Capital Europeia da Juventude em 2012, entre outros.


Agradecemos ao Alexandre Praça e à RUM a oportunidade que nos possibilitaram.


20 de maio de 2011

Tertúlia 7 x 7 - PODCAST




A oralidade em formato rádio. Programa de entrevista e reportagem, apresentado por Alexandre Praça.
Horário: 12h-13h
Dia: Domingo, com reposição à Quarta-feira às 20h.


carregar no play para ouvir o podcast

Para celebrar o 8º aniversário do conhecimento da homologação das Sete Fontes como Monumento Nacional, a Junta de Freguesia de S. Victor juntou 7 amigos das Sete Fontes para falar, durante 7 minutos de 7 perspectivas diferentes sobre aquele local.


(retirado do site www.rum.pt )



Tertúlia 7x7 - 13 de Maio - Junta de Freguesia de S.Victor

4 de outubro de 2010

A propósito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social

No passado dia 28 de Setembro, o Laboratório de Jornalismo, um projecto emanado da Rádio Universitária do Minho, promoveu, no auditório FNAC uma tertúlia/mesa redonda sobre o Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social.

Para fazer parte desta tertúlia, o Laboratório de Jornalismo convidou um representante da RUM, um dirigente da JovemCoop, um dirigente da AAUM e um dirigente da Cruz Vermelha. Por motivos profissionais, o colega da Cruz Vermelha não compareceu, mas nem por isso a tertúlia foi menos produtiva.


No que toca à JovemCoop, vincou-se a ideia de que apesar de este ano se celebrar o Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, a nossa preocupação para com este tema já vem desde a génese da associação.
Referimos, ainda, que no que toca a estas áreas de intervenção, não nos dedicamos directamente ao combate à pobreza, mas sim à igualdade de oportunidade e acesso às actividades para todos os membros.
Se procurarmos e aplicarmos um conceito de igualdade de oportunidades, estaremos a formar e a incentivar toda uma geração na procura de uma sociedade mais justa e mais atenta para as questões sociais.

Dos princípios defendidos aqui mostramos, em video, a primeira intervenção do Coordenador Geral da JovemCoop a propósito da relação entre a associação e o ano temático.