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11 de julho de 2013

Diário do Património - Dia7

JovemCoop na Fonte dos Galos

JovemCoop no Parque da Ponte

No dia 11 , às 9:30, começámos  o nosso 7ª dia da actividade "O Nosso Património".

Chegámos todos à Junta e, como tinham chegado três novos jovens cooperantes para a actividade, os grupos repetiram, novamente, os seus gritos de guerra para os recém elementos se integrarem nos seus devidos grupos. Enquanto isso, esperamos por um monitor, o Rui Ferreira que foi quem nos guiou na actividade de hoje.

Saímos da Junta de S. Victor e fomos até à freguesia de S. Lázaro fazer uma visita guiada aos GALOS e ao PARQUE DA PONTE. Primeiro fomos aos Galos, onde falámos um pouco sobre a Fonte dos Galos e sobre aquela zona. Os Galos são uma zona ribeirinha, de cariz eminentemente rural, constituída por ruelas estreitas e casas de pedra, muitas delas construídas sobre o caudal do rio Este. Não se conhece a sua origem mas, provavelmente, esta relacionada com a existência de moinhos nesta zona, com registos já desde o século XIII.
Fizemos umas fichas sobre a capela e algumas residências lá situadas. 

Seguimos para o Parque da Ponte onde o Rui nos explicou um pouco da história do Parque da Ponte! 
0 que se conhece acerca dos primórdios do local onde se localiza o parque é que vem referido no mapa de Braga que remonta ao ano de 1594. No século XVI, o Arcebispo D. Diogo de sousa mandou edificar uma capela em honra de S. João Baptista, depois reconstruída em 1616. Todavia a capela não é a edificação mais antiga no parque. O cruzeiro de D. Frei Bartolomeu dos Mártires, erigido no século XVI, é uma obra em memória de um hospital para infectados pela peste e mandado construir por este prelado quando
Braga se viu afectada por esta epidemia em 1569.

A ponte, essa já deveria existir naquele local desde a Idade Média, uma vez que a estrada para Guimarães passava por ali. Esta ponte veio a dar o nome ao parque.

De seguida cada grupo fez outra ficha onde um grupo fez sobre um cruzeiro, outro sobre a capela de S. João da Ponte entre outros pontos importantes naquele local.

Ao fim das visitas guiadas pelo Rui Ferreira fomos visitar muito rapidamente uma fonte, perto da antiga casa dos arcebispos.

Até Amanhã !

Miguelinho !

13 de novembro de 2012

Fotos Y.Nature - Parque da Ponte

A actividade contou com cerca de 30 participantes
 
"Diário do Minho" 11/11/2012
 

Porque os espaços verdes são sinónimo de qualidade de vida de um cidadão e do desenvolvimento da urbe, a JovemCoop convidou os seus amigos a conhecer a zona dos Galos (uma aldeia dentro da cidade) e o Parque da Ponte, com toda a sua história e simbolismo.
 
Foi muito bom poder usufruir daquele espaço verde, sempre com as preciosas contextualizações do guia Rui Ferreira!
 
Os espaços verdes públicos são, cada vez mais defendidos por sustentarem e organizarem a malha urbana e proporcionarem um aumento da qualidade do ambiente urbano. São promotores de uma rede distribuidora de continuidade ecológica e cultural, essencial para a sustentabilidade ambiental de qualquer cidade.
 
Obrigado aos cerca de 30 participantes que não esmoreceram com a chuva e que fizeram questão de participar nesta caminhada!



7 de agosto de 2012

Diário do Património - Parque da Ponte - Um Museu a Céu Aberto

"Diário do Minho" 05/08/2012
 

Um dos objetivos da JovemCoop ao promover "O Nosso Património", é sensibilizar os jovens participantes a aprender, de forma divertida, algo mais sobre a história da nossa cidade e incutir noções de responsabilidade civil e de cidadania, amando e preservando o legado histórico comum a todos os bracarenses.
Porque o Parque da Ponte tem sido um tema atual, e porque o texto que recebemos da nossa jovem participante revela-nos que este local deve ser mais valorizado e melhor aproveitado pelos bracarenses, gostaríamos de partilhar esta reflexão com os nossos leitores.

Acreditamos que o texto da Tânia Freitas ganha maior valor por ter sido realizado ainda numa fase inicial da atividade, cumprindo desde logo um objetivo de consciencialização e pela tenra idade da participante, dando visibilidade à necessidade dos adultos pensarem na cidade que deixam para as gerações futuras.


 
O Nosso Património é uma atividade da JovemCoop e da Junta de Freguesia de S.Victor que visa aproximar os jovens da História, dos Monumentos e do Património da cidade de Braga.
Durante quatro semanas, os jovens participantes foram ao encontro dos sítios de interesse e perceberam que há muitos locais com História que estão degradados e em vias de ruína.

Perceberam, ainda, que cada local representa um pedacinho da nossa história e tem elementos que o caracterizam. Ao longo desse período de atividade, os jovens foram constituindo um dossier com ideias sobre a recuperação e valorização do património de Braga, mas também foram sensibilizados para a proteção de cada um desses lugares.

No fim de cada dia, um dos participantes fazia o resumo da atividade e o texto era publicado no site da JovemCoop, na rubrica "Diário do Património".
O texto que apresentamos de seguida, redigido por uma participante de 17 anos, reporta-se ao 4º dia de atividade e já aí se percebe como "O Nosso Património" é um gerador de consciências e uma mais valia para a cidadania.
Hoje (05/07/2012) começámos o nosso dia com as "tradicionais" dinâmicas de grupo. As dinâmicas de hoje consistiam em seguir as instruções que os monitores davam e, quem fosse lento a executar essas ordens, saía do jogo.
Quando terminadas as dinâmicas, dividimo
nos em grupo para receber o material de trabalho e seguimos caminho sem saber ao certo o destino. É sempre muito divertido porque grande parte dos participantes tenta adivinhar o local que vamos visitar.
Hoje fomos conhecer o Parque da Ponte e um pouco da sua história. Ficamos a saber que o Parque que hoje toda a gente conhece inicialmente era uma quinta e mais tarde, com as "modas", foi criado um jardim. Tivemos oportunidade de ver a capela dedicada ao S. João, datada de 1616, de ver a casa de um arcebispo, ver algumas imagens de santos que faziam parte da fachada da igreja do extinto Convento dos Remédios, uma fonte antiga e visitamos o estádio 1º de maio.
Depois dos monitores terem feito a contextualização histórica, todos os elementos os grupos começaram a trabalhar. Os primeiros monumentos a serem inventariados foram os santos da antiga fachada do Convento dos Remédios como, por exemplo, S. Francisco, a Rainha Santa Isabel de Portugal, a Rainha Santa Isabel de Hungria e alguns elementos históricos religiosos. Estes foram fotografados, medidos, descritos, desenhados ao pormenor e com todo o rigor. Em seguida, uns grupos procederam ao inventário da fonte e outros grupos ao estádio 1º de maio.
Regressámos à Junta de S.Victor e demos por terminado mais um dia do nosso património.
Eu gostei muito do dia de hoje porque só com a visita de hoje é que percebi que o Parque da Ponte pode ser considerado "um museu a céu aberto" desde que seja preservado e bem apreciado.

Tânia Freitas"


22 de junho de 2012

Quando há parque, mas não há Ponte!

"Diário do Minho" 21/06/2012
"Diário do Minho" 22/06/2012

"...pretende rebater alguns comentários relativos ao paradeiro de algumas peças escultóricas ali existentes...";

Se durante longos anos foi prática o silêncio durante a vigência das intervenções, agora Braga desperta para uma nova realidade.

Em duas semanas diferentes, a CMB tem necessidade de lançar dois comunicados diferentes, apoiados nas decisões dos técnicos, para justificar as suas intervenções e tentar calar vozes que perguntam, que querem saber, que merecem um direito de resposta.

Já tínhamos visto esta postura silenciadora nas intervenções do Largo Carlos Amarante, e voltamos a assistir à repetição da cena.

Quer em Arqueologia, que em Arquitectura, há um Plano de Trabalhos, um Projecto orientador dos procedimentos e tendo em vista alcançar o resultado final.

Admitindo surpresas e imprevistos, da qual muitas vezes a arqueologia é responsável - menos em Braga, que nunca causa qualquer celeuma na integração urbana - pode haver adaptações e reformulações que podem diferir um pouco do projecto inicial...mas isto, bem explicado às pessoas, aos cidadãos, todos percebem.

Não se percebe é a omissão de informação e esclarecimento no antes e durante as obras, porque se assumem decisões em espaço público e de cariz público, sem consultar o público.

Depois, quando se pergunta, vêm os comunicados incomodados, porque parece que alguém ofendeu e, para tal, é preciso fazer a defesa da honra.

Se começarem a explicar às Pessoas as ideias que conduzem os projectos, há diálogo, há esclarecimento, há informação...

Aquilo que temos em S. João da Ponte, tal como no Largo Carlos Amarante, é uma realidade, a que alegoricamente chamamos Parque, e uma falta de comunicação e informação, que percebemos não quererem haver Pontes de Diálogo.

Mas a cidade está a mudar e os cidadãos querem mais solidez, não só nas construções, mas nas raízes dos seus direitos. Aqui alguém cumpriu o seu dever...o de questionar!Que se faça escola!E as associações são prova de que os cidadãos mobilizados têm força!


4 de junho de 2012

Petição Unidos pelo Parque da Ponte

"Diário do Minho" 03/06/2012

As obras no Parque da Ponte visaram requalificar um dos mais bonitos e emblemáticos espaços verdes da cidade de Braga.

Ainda que o conjunto final seja agradável, há questão que ficaram menos bem conseguidas e pelas quais importa conseguir uma melhor resposta.

Surge, assim, uma petição com que propõe desde a colocação de bancos para os utentes fruirem do espaços, reivindicação de espaços de estacionamento, a recolocação dos elementos patrimoniais retirados do parque aquando da obra e mais policiamento.

Esta petição, encabeçada por Rui Ferreira e por várias associações do Parque da Ponte pretendem, pois, que o espaço seja ainda mais agradável e acolher aos frequentadores assíduos e aos novos visitantes.

Mais informações em: http://bragamaior.blogspot.pt/2012/06/cidadania-unidos-pelo-parque-da-ponte.html


13 de maio de 2012

Acções de lesa património

"Diário do Minho" 10/05/2012

Esta situação é, no mínimo escandalosa... num acto de reinvenção e interpretação arquitectónica, aquando da reformulação do Parque da Ponte, uma fonte, património de outros tempos que chega até  nós, foi ceifada no topo superior, ficando privada da cornija e dos vasos decorativos.

Porque não há explicação, vamos procura-la, indagando os serviços da Câmara Municipal de Braga.

Mais informações no blog Braga Maior: http://bragamaior.blogspot.pt/2012/05/arte-de-dar-cabo-do-patrimonio.html

17 de fevereiro de 2012

Braga Maior:O Museu da Memória de Braga...

Para conseguir ler estes textos, sugerimos que carregue no botão
direito do rato e escolha a opção "abrir hiperligação num novo separador".
Dependendo do brower e da versão do utilizador, esta sugestão pode ou não funcionar!
"Diário do Minho" 17/02/2012

O Parque de S. João da Ponte foi um lugar privilegiado para albergar, durante vários anos, os vestígios subsistentes do Antigo Convento dos Remédios.

Várias peças arquitectónicas, umas completas e outras algo amputadas, conviveram e adornaram o espaço do parque da ponte.

Ali assistiu-se a um espaço memória da nossa cidade...mas as últimas obras de requalificação fizeram desaparecer vários elementos!Para onde terão sido recambiados???


28 de junho de 2011

Um evento apetitoso...

"Correio do Minho" de 27/06/2011

É um evento que marca já o panorama de Braga. As ementas abrem o apetite e a envolvência gastronómica ganha um novo sentido. Este ano,descentralizando e apostando num outro espaço de Braga, o Festival de Gastronomia serve-se no Parque de S. João da Ponte.
Será uma bela forma de apreciar o melhor da nossa gastronomia num espaço renovado e muito bonito.

16 de setembro de 2010

Mais pão e circo...


Dando cumprimento à vontade de divulgar Braga - Capital Europeia da Juventude 2012, a CMB e o Movimento Mobs e Bebes vão realizar, para todos os jovens mais uma iniciativa de carácter lúdico.

Falta é saber quando vão começar a divulgar a CEJ2012 na integral acepção de temas mais sérios, senão aquilo que temiamos, de ser uma capital só de festas e de não aproveitar para consciencializar para outros assuntos, será uma realidade.

Pão e Circo??? Esperamos que não...

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25 de maio de 2010

Falta de respeito pelo que é de todos

extraído da edição do "Diário do Minho" 24/05/2010


O projecto de recuperação que a Câmara Municipal de Braga tem vindo a desenvolver no Parque da Ponte é meritoso. Revitalizar uma área moribunda e urbanamente estigmatizada com os estereótipos sociais de discriminação social e local de uso de estupefacientes é querer devolver à cidade um local que foi, em tempos, um local de convívio e frequência quotidiana.

Contudo, com os casos de assaltos, toxicodependência e outros casos, o Parque da ponte tornou-se um local desagradável para frequentar, desconfortável para estar e inseguro para estar com os filhos e amigos.
Louvamos o esforço de recuperar este espaço e defendemos deve ser alvo de uma contínua aposta de recuperação e revitalização, para que a cidade não perca mais um espaço. Mas defendemos, claro, que com tantas histórias do passado, mesmo recuperado no presente, pode não ter futuro, isto é, torna-se necessário dar segurança às pessoas que lá querem ir. Incentiva-las a deslocar-se ao espaço e a usufruir dele...mas para tal é necessário reforçar o policiamento naquele local e até, quem sabe, dota-lo de video-vigilância.
O facto de se destruir um jardim, que ainda por cima tinha sido uma oferta de outra entidade, revela, desde logo, a falta de segurança e o desrespeito que pode ali conviver, sem aviso prévio.

Esperamos, claro, que em breve se dote aquele espaço de melhores condições de segurança.