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17 de junho de 2010

retirado da edição do "Correio do Minho" 17/06/2010

Parecem cenas de um filme de acção, mas, infelizmente, são totalmente reais e passaram-se em Braga, muito recentemente.

A cidade de Braga tem crescido em demografia e em área construída, contudo, falta saber se os números de agentes policiais destacados para a cidade de Braga são os suficientes para agir com rapidez e eficiência.


Obviamente que não pdoe haver um polícia em cada esquina (ainda que isso fosse muito bom - claro está que depois haveria vozes que se levantariam a dizer que era um atentado à privacidade), mas, de alguma forma, tem de haver uma relação de proximidade entre os cidadãos e as forças policiais. Antigamente havia um polícia de ronda que protegia o bairro.

Hoje, força de sucessivas reformulações administrativas,  os efectivos de rua são (pelo menos parecem) cada vez menos, apesar de haver, agora, um Polícia de Proximidade por freguesia (a acreditar nos casos de S. Victor e S. Vicente) que é, nitidamente, insuficiente

Braga, sendo a terceira maior cidade do país merece adaptar-se aos novos tempos e circunstâncias. Lembramos que no último sufrágio para a cidade, a população residente nas freguesias urbanas tinha aumentado, pelo que se impõe um reforço do policiamento.

A par disto, não devem os cidadãos facilitar, tomando medidas para evitar ser alvo dos amigos do alheio.
Respeito pelo próximo e muita tolerância é aquilo que advogamos para evitar situações menos próprias para uma cidadania activa e interessada.

25 de maio de 2010

Falta de respeito pelo que é de todos

extraído da edição do "Diário do Minho" 24/05/2010


O projecto de recuperação que a Câmara Municipal de Braga tem vindo a desenvolver no Parque da Ponte é meritoso. Revitalizar uma área moribunda e urbanamente estigmatizada com os estereótipos sociais de discriminação social e local de uso de estupefacientes é querer devolver à cidade um local que foi, em tempos, um local de convívio e frequência quotidiana.

Contudo, com os casos de assaltos, toxicodependência e outros casos, o Parque da ponte tornou-se um local desagradável para frequentar, desconfortável para estar e inseguro para estar com os filhos e amigos.
Louvamos o esforço de recuperar este espaço e defendemos deve ser alvo de uma contínua aposta de recuperação e revitalização, para que a cidade não perca mais um espaço. Mas defendemos, claro, que com tantas histórias do passado, mesmo recuperado no presente, pode não ter futuro, isto é, torna-se necessário dar segurança às pessoas que lá querem ir. Incentiva-las a deslocar-se ao espaço e a usufruir dele...mas para tal é necessário reforçar o policiamento naquele local e até, quem sabe, dota-lo de video-vigilância.
O facto de se destruir um jardim, que ainda por cima tinha sido uma oferta de outra entidade, revela, desde logo, a falta de segurança e o desrespeito que pode ali conviver, sem aviso prévio.

Esperamos, claro, que em breve se dote aquele espaço de melhores condições de segurança.