Mostrar mensagens com a etiqueta Partidos Políticos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Partidos Políticos. Mostrar todas as mensagens

21 de janeiro de 2013

Sete Fontes em consenso (quase) geral

"Diário do Minho" 20/01/2013

"Diário do Minho" 21/01/2013

O Monumento Nacional das Sete Fontes pode, ainda, não estar devidamente salvaguardado, mas é excelente notícia saber que além das associações, dos peticionários, da Junta de Freguesia de S.Victor e de cidadãos "anónimos", os agentes político-partidários juntam-se, em consenso, em torno deste ex-libris patrimonial e ambiental.

Se, por um lado, a Coligação "Juntos por Braga" aponta, e bem, o laxismo da CMB, relativamente ao Plano de Pormenor e Salvaguarda das Sete Fontes, o PCP questiona, e igualmente bem, o Secretário de Estado da Cultura (e organismo dependentes) sobre o que pretendem fazer relativamente à conservação e recuperação deste monumento nacional.

Se à CMB compete ordenar o território e criar condições para que aquela área permaneça verde e livre de construções, compete ao Secretário de Estado da Cultura activar os mecanismos disponíveis para melhor conhecer o monumento, recupera-lo e valoriza-lo.

É muito bom que dois partidos, ideologicamente distintos, encontrem consenso neste tema comum e envidem esforços para que as Sete Fontes sejam salvaguardadas. Só falta mesmo a boa vontade da CMB e do Secretário de Estado da Cultura para definirem as linhas estratégias que garantam existência e subsistência das Sete Fontes.


14 de janeiro de 2013

PCP visita as Sete Fontes

"Correio do Minho" 12/01/2013

"Diário do Minho" 12/01/2013

O dirigente Carlos Almeida e a deputada à Assembleia da República Carla Cruz, ambos do PCP, estiveram, no passado Sábado nas Sete Fontes, para fazer uma avaliação da situação deste Monumento Nacional.

Para melhor interpretarem o que lá se passa, o PCP convidou a ASPA, o Grupo de Peticionários pela Defesa das Sete Fontes e a JovemCoop para darem o seu contributo.

Todos juntos, pudemos reflectir no papel da Câmara Municipal de Braga e na actuação da Direcção Geral do Património, perante o estado de abandono e ruína deste monumento.

Além do óbvio, abordou-se a questão do ordenamento do território, da necessidade de travar a construção e impedir que nasça a varianta à E.N.103, estrutura que arrasará a vertente nascente das Sete Fontes.

A JovemCoop sugere que se interpele o Secretário de Estado da Cultura, responsabilizando a sua tutela para promover acções de restauro e valorização das Sete Fontes, sem esquecer a necessidade de tornar público o estudo hidrogeológico e realizar um estudo arqueológico naquele local.


27 de dezembro de 2012

Boa sorte para uma cooperante

"Correio do Minho" 27/12/2012

As causas públicas impelem-nos a trabalhar em prol de quem mais precisa de ter voz.

A Carla Cruz foi uma cooperante activa nos inícios da década de 90 e também deixou a sua marca na JovemCoop.

Hoje, ao serviço de um partido político, abraça um novo desafio. Independentemente da cor que representa, aquilo que lhe desejamos é BOM TRABALHO e força para cooperar em benefício do nosso país e da nossa região.

3 de dezembro de 2012

Participação Cívica em Braga

"Diário do Minho" 28/11/2012

Se em parte podemos concordar com estas afirmações, certo é que há outra parte que quer apontar o dedo ao porquê desta ausência de participação cívica.

Por um lado, o claro conformismo das gerações, por outro (e talvez mais pesado e grave) as instituições que em nada abonam a favor da participação, com receio que se analise, que se escrutine, em suma, que se participe!

Há que notar que esta falta de participação é notória quando os executivos, falando concretamente de Braga, nunca mostraram interesse em se abrirem aos cidadãos, não fazendo, sequer, questão de estimular o livre pensamento. Condenados à memória e à repressão, foram os casos de tantos cidadãos que emitiam opiniões e que cedo foram "silenciados" - entenda-se, aliciados por um bem imediato.

Assim é fácil fazer política, porque uma cidade sem cultura, é uma cidade sem identidade e opinião. Desincentivando a crítica e o pensamento, menos opiniões e sugestões são formuladas e a cidadania esfuma-se rapidamente.

É com este intuito de mais participação, no âmbito cultural e patrimonial que a JovemCoop e a Braga+ têm tentado despertado consciências. Queremos que a população questione, se aproxime do poder executivo e que dê as suas ideias e contribua para uma maior cidadania.

Este nosso contributo tem sido feito à margem dos partidos políticos, precisamente para que possamos actuar com maior isenção, na altura de pugnar pelas boas causas.

Ao longo deste ano, muitas foram actividades da JovemCoop que serviram para estimular a participação na vida pública e de forma activa. O número de participações foi crescendo, originando um grupo de cidadãos interessados e empenhados.

No próximo dia 07, haverá Assembleia Geral da Braga+, pelo que aqui fica o convite para quem se quiser juntar às boas causas, em prol da cidadania!



25 de julho de 2012

2012 - O Ano do Capital Humano da JovemCoop

"Correio do Minho" 24/07/2012

Durante uma entrevista do Vereador Hugo Pires ao Programa "Campus Verbal", da Rádio Universitária do Minho, este afirmou:

«Dantes havia meia dúzia de pessoas que sabiam o que a JovemCoop fazia. Hoje são centenas e milhares de pessoas» (ouvir aqui a entrevista)

Estas afirmações causaram alguma confusão, sobretudo com alguns dos partidos políticos a pedir melhor atenção para as associações de Braga e mais respeito pelo trabalho desenvolvido pelas mesmas, antes do ano em que Braga é Capital Europeia da Juventude.

"Correio do Minho" 25/07/2012

Da nossa parte, a resposta é dada com 3 palavras chaves: trabalho, compromisso e responsabilidade.


A JovemCoop está a trabalhar bem e esforçar-se-á para continuar a honrar os seus compromissos e de forma responsável para dignificar o ano em que Braga é Capital Europeia da Juventude.

Realçamos que estando a meio do ano já cumprimos três objectivos importantes, o que nos pdoe ajudar a encontrar novo enlevo para procurar alcançar novos objectivos neste segundo semestre.


14 de novembro de 2011

Sete Fontes:agentes políticos fazem esforços para preservar o Monumento

"Diário do Minho" 11/11/2011

"Correio do Minho" 11/11/2011

Há matérias em que todos os cidadãos estão de acordo...há matérias em que grande parte dos partidos políticos, independentemente da tendência, também unem esforços para defender boas causas.


Cada vez mais se prova que as Sete Fontes são um argumento válido para as opções da qualidade de vida dos bracarenses e que interessa preservar como monumento capaz de incrementar as opções turística da nossa cidade.


Por isso, todos os esforços são úteis e válidos! Ajudemos todos a Salvar as Sete Fontes!!!


E para visualizarmos as Sete Fontes e a sua importância, recomendamos a visualização do video "Sete Fontes Sete Vidas"


Sete Fontes Sete Vidas from PauloOliveiraSousa on Vimeo.



7 de dezembro de 2010

Sobre a Discussão Pública das Sete Fontes

Discussão Pública "E depois da Petição"


retirado do "Diário do Minho" de 05/12/2010

retirado do "Diário do Minho" de 04/12/2010

Aqui ficam alguns registos sobre a visão dos peticionários e sobre a discussão pública a propósito do futuro das Sete Fontes.

Foi uma sessão produtiva, achando nós que, apesar do debate de ideias, os partidos com representação na Assembleia Municipal perderam uma boa oportunidade para concretizar/partilhar a sua ideia para aquele complexo monumental. Claro que faltou, ainda, a representação da CMB para nos ajudar a perceber, afinal, o que planeia para aquele sítio, mas iremos aguardar pelo tão desejado Plano de Pormenor.


 

Associações Académicas partidas pelos Partidos...

retirado do blog "Farricoco"

Os órgãos de comunicação social veicularam, recentemente, um original debate entre os candidatos à presidência da Associação Académica da Universidade do Minho.

Não pretendemos "meter a foice em seara alheia", mas a julgar pelos acontecimentos que levaram à interrupção do debate, parece-nos importante registar que os movimentos associativos devem ser puros na sua intenção e livre de pressão, para ajudar à construção do ser e da sociedade.
Um debate que termina em sessão de confronto físico, em nada dignifica o movimento associativo, nem tão pouco ajuda os estudantes a resolver as suas reivindicações e problemas.

E associar um partido político e uma estratégia partidária a este confronto, ainda é menos académico, mostrando que, afinal, os partidos têm claro interesses em "controlar" as associações académicas, toldando e modelando os princípios da prática estudantil.

Aos cooperantes que frequentam a Universidade do Minho recomendamos que se afastem destas práticas e que ajam sempre de livre arbítrio, sem seguir conselhos negativos de gente que não tem coragem de assumir ideias e ideais!