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14 de fevereiro de 2013

CMJ em Assembleia Municipal

"Diário do Minho" 14/02/2013

O Conselho Municipal da Juventude (CMJ) será, finalmente, discutido na próxima Assembleia Municipal, que terá lugar no dia 01 de Março.

O CMJ poderá ser um passo importante na afirmação de reais políticas de juventude e de apoio às associações, desde que seja bem orientado e dinamizado. Há quem não aceite a participação da juventudes partidárias neste fórum - nós próprios manifestámos a nossa opinião relativamente a esta hipótese - contudo, está na lei a sua inclusão, e, por isso, não há que protelar mais a sua constituição.

Há que arregaçar as mangas e criar este espaço de diálogo, de partilha e de criação, podendo, inclusivé, potenciar e exprimir as preocupações jovens e enveredar pela implementação de acções, vontades, enfim, políticas juvenis.

Sabendo que o CMJ é um conselho consultivo do Presidente da Câmara, será expectável que o Presidente saiba reunir, receber, ouvir e dialogar com as estruturas participantes, para se poder constituir uma espécie de Carta Associativa, regulando os compromissos a firmar no âmbito das políticas de juventude.


7 de novembro de 2012

CEJ sem CMJ

"Diário do Minho" 04/11/2012

Há muito que a JovemCoop vai reiterando a necessidade de colocar as associações em diálogo. Ter um ponto de encontro que servisse para partilhar ideias e traçar estratégias para a dinamização da juventude, enquanto políticas para servir melhor os jovens.

A implementação dos Conselhos Municipais de Juventude seriam uma oportunidade para associações e jovens reunirem e mostrarem rumos que auxiliassem os executivos a melhor conhecer a realidade dos jovens e a prepararem estratégias que fossem de encontro às suas necessidades.

Cedo mostrámos a nossa indignação pela lei contemplar, nos Conselhos Municipais de Juventude, a inclusão das juventudes partidárias, sob pena de estas, de alguma forma, manipularem o diálogo.

Hoje, ainda que vejamos com alguma preocupação a inclusão das juventudes partidárias, não podemos de assumir que maior preocupação é a não realização de debate algum, sobretudo neste ano em que a nossa cidade é Capital Europeia da Juventude.

Pede-se, portanto, maior atenção para este assunto e coerência nas actuações, dando dignidade ao trabalho promovido pelas associações e estruturas formais e informais que se debatem pela salutar participação dos jovens.


7 de dezembro de 2011

A propósito do Conselho Municipal da Juventude

"Diário do Minho" 07/12/11

Após reuniões e encontros com as Associações de Estudantes de vários estabelecimentos de ensino, uma juventude partidária evocou o Conselho Municipal como estrutura que devia dar voz a projectos que sejam forjados por estas entidades, bem como permitiria uma aproximação destes órgãos à vida pública da cidade e ajudaria a autarquia a reflectir em questões de superior interesse.

De facto, no ano de preparação à Capital Europeia da Juventude este orgão nunca foi convocado e nem lhe foi permitido dar um contributo válido para a realização da CEJ2012.

Não se percebe muito bem o porquê de ter sido criado um Conselho Consultivo, da tutela directa do Sr. Presidente da Câmara, que nunca foi auscultado, quando poderia ter constituido um grande activo nas políticas da cidade, no que concerne às actividades para jovens, para questões de formação e empregabilidade, questões culturais, ambientais, de lazer, desportivas e sociais...quem melhor do que os jovens para falar de problemas que são transversais à sociedade, mas que têm um peso e uma preocupação muito forte nas novas gerações?

A não ser que nunca se tneha levado a sério os problemas dos jovens e alguém achasse que o CMJ era para "entreter miúdos". Reclama-se, como é óbvio, maior poder de participação dos jovens nas questões da cidade!Que não se deposite na CEJ2012 a solução da participação juvenil, porque este evento tem uma duração limitada e está a ser pensado por um núcleo restrito de pessoas e parece-nos importante que a participação juvenil não se reduza no tempo e seja o mais alargada possível.