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22 de outubro de 2012

GCG no Festival Ser Contraste

 
 
Os nossos amigos do Grupo Coral de Guadalupe foram convidados para participarem no III Festival Contraste, organizado pelo Grupo Coral Ser...Contraste, da paróquia de Santo Adrião, em Vizela.

Num ambiente muito acolhedor e simpático, o Grupo Coral de Guadalupe realizou a sua prestação a seguir ao grupo da casa e entoou cânticos de cariz litúrgico.

O Festival Contraste é um festival de música litúrgica, organizado pelo Grupo Ser...Contraste e vai já na sua 3ª edição, tendo sido uma honra para o Grupo Coral de Guadalupe ter sido convidado a participar.


11 de setembro de 2012

Noite Branca - o balanço


"Diário do Minho" 10/09/2012


"Diário do Minho" 11/09/2012

Foi, sem dúvida, o evento mais marcante da BragaCEJ2012 até à data. Não é descabido dizer que superou o evento de abertura, porque os números falam por si.

A Noite Branca, ganhou destaque em Braga não só pela qualidade dos concertos, como pelas instalações artísticas das "Cidades Invisíveis".

Ter numa só noite, e de graça, Mafalda Arnauth, The Gift e Buraka Som Sistema em pleno centro da cidade de Braga, é um luxo que Braga e os bracarenses desconheciam.
Há muito que se reclama mais concertos e actividades musicais em Braga, apontando ao Theatro Circo incapacidade e inabilidade para atrair nomes sonantes da música. E a verdade é que não é por falta de público, é mesmo por inoperância de quem gere quer aquela casa de espectáculos, quer quem está à frente dos destinos culturais de Braga.

Após esta Noite Branca, que o Município nunca mais se queixe da falta de mobilidade dos jovens ou de atracção do público. Aqui deu-se o caso de o Município/BragaCEJ2012 desafiaram, os bracarenses compareceram e participaram...vestidos a rigor!

A instalação das "Cidades Invisíveis" foi muito elogiada por uns e criticada por outros. O facto de não se conseguir entrar ou passar em determinadas ruas ou a falta de explicação em certos troços do percurso foram alvo de críticas.
Parece-nos que este percurso, que pode ter sido considerado confuso, foi uma lufada de ar fresco na visão cultural e urbana que temos da nossa cidade. E percebeu-se que muito ainda se pode fazer para reiventar o conceito de cidade e de cultura na urbe.

Os número desta Noite Branca falam por si...mais de 80 mil pessoas no centro, várias lojas abertas à noite que foram fazendo negócio, cafés, bares e restaurantes "à pinha" e muitos destes que esgotaram os stocks de bebidas.

Nós agradecemos esta dádiva cultural, que soou a oásis num deserto, sobretudo numa noite com a competição feroz das "Feiras Novas" de Ponte Lima.

Esperamos que este seja um legado à cidade, com repetição garantida e, se possível, que tenha aberto as mentes para se apostar mais na cultura dentro da nossa cidade.

Mau foi as equipas de limpeza não estarem 100% afectas à realziação do evento e ir limpando as ruas e praças da nossa cidade. Na Rua D. Paio Mendes, às 9h da manhã, com a Catedral a abrir e os comerciantes a iniciar o dia de negócio, o estado da rua era lamentável...aqui fica um ponto a melhorar e a corrigir, pois sabemos que havia equipas de limpeza, provavelmente não eram suficientes ou entraram em acção tarde de mais.


19 de julho de 2012

As Noites Brancas da Senhora-a-Branca

"Correio do Minho" 19/07/2012

Decorreu, no passado Sábado dia 14, a X edição de música polifónica de S.Victor, que marca a agenda cultural da cidade.

As Noites Brancas da Senhora-a-Branca dão destaque à polifonia, brilhantemente interpretada por 4 grupos convidados, entre eles o Orfeão de Braga, o convidado galego "Obradoiro Vocal a Vila", o Coral Polifónico de S.Victor e a Tuna Estudantina de Braga.

Os grupos interpretaram as suas obras no renovado Largo em frente à Igreja da Senhora-a-Branca e o espaço lotou para albergar tanta assistência.

Aqui fica, ainda, a nossa lembrança à apresentadora cooperante do Festival, Flávia Silva (Fifi) que com toda a sua simpatia conduziu o espectáculo.


5 de dezembro de 2011

Com razão, a música popular devia ser património

"Diário do Minho" 04/12/2011

Agora que o Fado é Património Imaterial da Humanidade, é lícito fazer comparações com estilos de música que desde sempre acompanham a história da nossa civilização e que não detêm esse estatuto formal.
A música popular é algo que congrega várias gerações em rtimos e grupos distintos que têm, por missão, dar a conhecer os sons populares de várias canções antigas, fazendo relembrar a matriz de uma outra época e de uma sociedade diferente.

Estas considerações tiveram lugar em mais uma edição dos "Serões do Brugo" da Rusga de S. Vicente.
Agora, há que meter pés ao caminho e fazer com que a música popular possa uma dia ser considerada Património Imaterial...não basta ficar sentado a falar!Toca a perpetuar e a dignificar as nossas raízes musicais.

1 de fevereiro de 2011

A música que vai marcar a nossa geração - "Que Parva que eu Sou" (Deolinda)

Os Deolinda apresentaram, nos coliseus do Porto e de Lisboa, música nova chamada "Que Parva que eu Sou". Letra sobre geração "casinha dos pais" levou coliseus ao delírio: veja o vídeo de um espetador.
Nos concertos dos Deolinda nos coliseus do Porto e de Lisboa, uma música nova fez furor.
A música interpretada pelos Deolinda retrata (e bem, na nossa opinião) o estado actual das más condições a que os jovens estão sujeitos. Realça, ainda, um comodismo de uma geração que se prepara e que dificilmente reindivica para si o que merece.



Promete ser a música desta geração, onde assumidamente há uma mensagem a reter...



Letra:

Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar


Sou da geração "casinha dos pais"
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar


Sou da geração "vou queixar-me pra quê?"
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração "eu já não posso mais!"
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar.

2 de outubro de 2010

Porque o Património fascina...

retirado do "Correio do Minho" de 02/10/2010

Para celebrar o Dia Internacional da Música, o Museu Tesouro da Sé convidou os alunos da E.B. de S. João do Souto a apreciar o som de uma das mais belas peças do espólio daquele museu.
O órgão clássico de 1685 fez as maravilhas ao entoar os seus sons característicos que deliciaram os pequenos visitantes.
Dar a conhecer este tipo de espólio, sobretudo aos mais pequenos, no Dia Internacional da Música é sensibilizar e incentivar toda uma nova geração para as artes musicais. Quem sabe, com esta experiência, não surge o fascínio da música em algum dos visitantes e assistiremos ao surgimento de um pequeno génio musical?
E tudo isto graças a um património que estava acessivel às pessoas...de facto, o património é fascinante!!!