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18 de agosto de 2012

Parabéns JovemCoop

"Diário do Minho" 17/08/2012

Caros Amigos e leitores do blogue da JovemCoop,  de forma geral, gostaría de expressar a minha felicidade por chegarmos aos 33 anos em grande forma e com a vontade de crescer a partir de cada uma das manifestações de carinho e amizade que nos fizeram chegar no dia de aniversário e agradecer, ainda, os parabéns e as formulações de bom trabalho.


Posso garantir , em nome da JovemCoop, que continuaremos a pugnar por ser uma associação de ideais jovens, com vontade de continuar a sensibilizar e consciencializar os nossos jovens, bem como, os jovens há mais tempo, para guardarem o orgulho na nossa cidade, e no nosso património, nos seus corações e agir para engrandecer a cidade de Braga. Todos juntos faremos mais e melhor.

A todos os nossos amigos relembro que são sempre benvindos às nossas actividades e é um gosto para nós acolher cada nova participação;   Aos nossos membros, deixo um OBRIGADO GIGANTE por terem tido a coragem de serem cooperantes e de querer contribuir para a valorização da nossa cidade, de uma forma simpática, divertida, dinâmica e ritmada!Obrigado e feliz 33 anos de vida para todos nós!
Queria, ainda, deixar um forte agradecimento ao Jornal "Diário do Minho" e a toda a sua equipa por se lembrarem de nós no nosso dia especial e nos ajudarem a perpetuar a nossa missão e actividades junto do grande público. OBRIGADO!

16 de agosto de 2012

A JovemCoop de Hoje, aos 33 anos

A JovemCoop do presente


A JovemCoop, por força das circunstâncias do movimento associativo e dos imperativos da cidade de Braga teve a necessidade de redefinir as suas linhas de orientação.

Fazendo jus ao nome, decidimos, a partir de 2004, reforçar as nossas actividades tendo a Cultura e a Natureza como ponto de partida.

Quisemos que a população de Braga conhecesse o que era a JovemCoop, mas, sobretudo, pudesse orgulhar-se da nossa história e dos emblemáticos locais com forte presença natural que o nosso concelho possui.

Numa linha de abertura à cidade, quisemos prestar o nosso contributo à preservação dos nossos monumentos e propor medidas de salvaguarda.

Os processos de classificação da Sete Fontes, da Capela de Guadalupe ou da Casa das Convertidas tiveram início graças à actuação de uma outra associação de Braga, mas conhecem, aos poucos e poucos, o seu término a partir da perseverança da JovemCoop.

Esta actuação permitiu-nos estabelecer fortes parcerias com outras instituições e, sobretudo, ir criando consciências sobre a forma como o património de Braga é, frequentemente, mal tratado.

E para esta missão de sensibilizar e consciencializar, quisemos dar o nosso contributo na mudança de mentalidades, trabalhando junto de gerações mais novas, que serão os agentes de cidadania do futuro. O Património deve estar ao alcance de todas os cidadãos, independentemente da sua faixa etária.

Pretendemos, ainda, aproximar as pessoas da natureza, levando-as a conhecer locais de uma beleza singular, onde a Serra do Gerês ganha destaque.

Por isso, hoje, a JovemCoop não é só uma associação de ocupação de tempos livres, é, também, uma associação de educação não formal, que visa gerar consciências e incentivar os jovens a participar na vida activa da cidade, enfatizando a cidadania activa.

E as actividades como “O Nosso Património”, o “Arqueólogo por um dia”, “ Os Percursos do Barroco”, “Curso da História da Cidade de Braga”, os “Percursos Pedestres”, os “Peregrinos com Pedalada”, fazem-nos crer que estamos a contribuir para o maior conhecimento da Cidade de Braga e criar orgulho em ser bracarense, não permitindo que se relegue para o esquecimento as obras, o património e os homens que tanto contribuíram para a construção de Braga.


Feliz Aniversário JovemCoop

33º Aniversário JovemCoop

Breve Resenha Histórica

por Dario Falcão

A Cooperativa Novos Pioneiros fazia parte da União de Cooperativas Europeias.
Por essa via, e dada a forte ligação do sector cooperativo à organização inglesa Woodcraft Folk, enviaram em 1979 um convite para que uma delegação de jovens portugueses representasse Portugal num grande acampamento. Diga-se que o WF, fazia, de 4 em 4 anos, acampamentos internacionais, que envolviam milhares de jovens de várias partes do mundo. E 1979 era um desses anos. Estaríamos em Março ou Abril e o acampamento era para Agosto.


Admito que a Cooperativa Novos Pioneiros tenha tido uma tremenda dificuldade em conseguir criar uma delegação de 12 jovens miúdos. Lembrem-se que tínhamos todos menos de 12 anos, era necessária a autorização dos pais, vivia Portugal um período conturbado e claro, o custo monetário da viagem, era proporcionalmente mais elevado que hoje.

Uma palavra a José Manuel Barbosa, dirigente dos Novos Pioneiros, e que sempre nos incentivou. Sem ele, o apoio da Cooperativa não teria sido possível.
E lá se constitui uma delegação, salvo erro de 12 membros.


Sou franco. Nem sabíamos bem ao que íamos…

Lá chegados, fomos para um uma enorme Quinta, em redor de um Colégio em Malvern, tipicamente um ambiente britânico. Verde por todo o lado !

O Acampamento estava fabuloso. As várias aldeias, organizadas circularmente, tinham uma delegação estrangeira e uma delegação de uma cidade inglesa. Talvez na ordem de 100 pessoas cada.  Nem consigo transcrever o fantástico nível organizativo daquilo !

Interminável a quantidade de actividades disponíveis, os espectáculos que as delegações de cada país efectuavam, os palcos existentes, os campos de actividades e de jogos, etc.
Nem me recordo bem qual foi a nossa actuação. Se é que tivemos! Nos anos seguintes fomos evoluindo e melhorando a nossa representação, e acreditem que houve anos posteriores, em que deixámos os ingleses (e não só!) maravilhados com os nossos cantares e folclore (preciosa foi a colaboração do Inatel em determinada altura).


Houve algumas peripécias, claro. Lembro-me da velhinha Ford Transit que nos levava ao aeroporto tenha avariado (começou a arder o motor !!!!) e nos ter feito temer o regresso a tempo e horas. Foi por pouco…
Regressados a Portugal, não quisemos desperdiçar todo aquele convívio, aquela confraternização com jovens de tanto lado do mundo, tanta cultura díspar com que nos cruzamos. E trazíamos tantos contactos! Aquela experiência foi fantástica e só por quem por ela passou, a pode sentir.

Quisemos, desde logo, iniciar a constituição de uma Associação para dar seguimento a aquilo tudo, pelo que nos reunimos...

Desse Grupo inicial, ficou o Rui Malheiro, Henrique Malheiro, eu e a Diana Falcão, que foram à data e respectivamente, os sócios
nºs 1, 2, 3 e 4 !

Criamos um símbolo, estatutos, contactamos mais jovens e, reconhecida seja, a Cooperativa Novos Pioneiros cedeu-nos espaço e um precioso apoio financeiro (insuficiente claro, mas uma ajuda fundamental)


No ano seguinte, 1980, efectuamos o nosso 1º acampamento, talvez com 50/70 pessoas, com uma delegação Inglesa do Woodcraft Folk. Foi em Entre-Ambos-os Rios, Ponte da Barca.

Por certo, os ingleses terão ficado decepcionados com a nossa bem mais modesta organização, se a compararam com a sua (mas demos tudo o que tínhamos a sabíamos!).
Mas não terá sido assim tão má, já que nos convidaram de novo para em 1981 estarmos presentes num Acampamento (menor), julgo que no País de Gales.


E assim, se prosseguiu a história da Jovem Coop.

Fomos aumentando o ritmo dos acampamentos e Portugal, encetamos contactos com outras organizações, fomos diversificando a nossa actividade.

Quantas cartas e reuniões na CMBraga, no Governo Civil, no (então) FAOJ (onde Manuel Barros sempre nos acolheu excelentemente) a solicitar apoio…

No que a mim respeita, tive de abandonar a Jovem Coop, nomeadamente o lugar de Coordenador Geral que levava já com alguns anos, quando ingressei na Universidade. E confesso que nessa altura temi pelo futuro da Associação, pois questionava-me quem me seguiria…

Sei que o período seguinte, não terá sido fácil. Conturbado até.

Mas hoje, ver que a Jovem Coop existe, é gratificante.

Em 1990, abriu-se a associação à participação de jovens a partir dos 7 anos, um sector a que designamos de C7. Percebe-se que hoje o C7 foi uma aposta correcta, tendo em conta que a actual direcção da JovemCoop é fruto dessa geração.
Teria muitas histórias para contar, mas isto já vai longo.


Termino, dando os parabéns à Jovem Coop e seus membros (um especial ao Ricardo, que eu sei o que é ter a preocupação com tanta coisa, e que é despercebida a quem não lá passa, não é Ricardo ?) e desejando que prossiga o seu caminho. Não terá que ser igual ao passado.
Mas que justifique a sua existência, preservando algum carinho pelas bases que a criaram: a Natureza, a Cultura, intercâmbio juvenil e um espaço de ocupação SAUDÁVEL dos tempos livres.s logo após o regresso. E a data de hoje, é essa comemoração !
Fundamos a Jovem Coop. .




21 de setembro de 2011

Fotos de "Estamos Activos 2011"



Foi uma actividade em grande, cheia de actividades e muito divertida.
Uma excelente forma de conviver junto da natureza com as mais belas tradições culturais da cidade de Viana do Castelo.


30 de julho de 2011

"O Nosso Património" - do ponto de vista dos Monitores!



Bem, depois deste mês recheado de actividades dentro do nosso projecto mais acarinhado apelidado de “O Nosso Património” em parceria com a Junta de Freguesia de S. Victor, acho que também ele é merecedor de, além dos textos diários dos participantes, um texto que encerre esta actividade escrito pelo monitorado.
                
No dia que visitamos as Sete Fontes, no caminho para a Junta, já atrasados uma hora e meia (imprevisto que acontecem quando há muito ânimo e ânsia de querer ver sempre mais), surgiu-me um texto de como é ser monitor, vou ver se ainda me lembro das palavras e do texto que construi:

Ser monitor é ter o papel de conduzir as actividades e dinâmicas a bom porto.
Ser monitor é mostrar não ter medo quando por dentro estamos assustados.
Ser monitor é mostrar segurança quando alguma coisa não corre como prevemos e contornar a situação de modo a que não se falhe.
Ser monitor é às vezes não saber muito bem o que vai fazer, mas ter sempre a convicção para não o deixar transparecer.
Ser monitor é guiar os participantes mesmo que estejamos desnorteados no caminho.           
Ser monitor é não parecer que tem fome às 13.30 quando efectivamente anseia por um almoço.
Ser monitor é não parecer cansado quando efectivamente mal dormiu por estar a preparar actividades e estar a necessitar de uma sesta da tarde para à noite preparar outras actividades para o dia a seguir.
Ser monitor é manter o ânimo quando vemos que os participantes esperam mais e não o estão a receber.
Ser monitor é exigir respeito e respeitar.
Ser monitor é fazer com que os participantes se divirtam, mesmo que esteja num dia péssimo.
Ser monitor é não transparecer os problemas pessoais e dedicar-se aos dos participantes.
Ser monitor é ensinar e contribuir para parte do crescimento dos participantes.
Ser monitor é dar do nosso tempo e no fim ser retribuído com o carinho dos participantes e a sensação de missão cumprida.

Isto foram algumas palavras que me lembrei na altura e me lembrei agora. Tudo para dizer parte do que é ser monitor. Na minha opinião esta é a actividade porque temos mais carinho na JovemCoop. 
É também a actividade que temos que nos “tira” maior tempo e dedicação, algo que no fim nos é retribuído com as palavras dos participantes, os seus gestos e aquilo que nos oferecem. 

É uma actividade que vale a pena pelo valor educativo e o poder de ajudar a melhorar mentalidades que tem.

É uma actividade onde se aprende de uma forma divertida mas onde não se brinca com o que é importante. 

É uma actividade que “se aproveita” da importância que estas idades têm para a sociedade e o papel que vão ter no futuro. 
Esta geração pode não só mudar o nosso futuro como influenciar o nosso presente, por exemplo através dos pais. No fundo esta é uma actividade de mudar mentalidades que nem sempre são as melhores e isso nota-se durante todo o trabalho que temos durante o mês de Julho ao inventariar aquilo que temos e ver o risco eminente de desaparecer.
Falo na minha pessoa quando digo que adoro as Sete Fontes, que elas são as “meninas dos meus olhos” e que me dá uma satisfação enorme em ajudar a protegê-las. 
Durante esta actividade “O Nosso Património” deu-me pessoal satisfação de ver e perceber que as Sete Fontes foram acarinhadas pelos nossos participantes que estavam desejosos de lá entrar e adoraram o Monumento Nacional.

Por último é importante falar na actividade de encerramento d’ ”O Nosso Património”: o nosso acampamento. Foi realizado em Sto. Tirso, na freguesia de Monte Córdova. Temos a agradecer esta estadia ao Presidente da Junta de Monte Córdova e ao Presidente da Junta de S. Victor que, em parceria, nos proporcionaram três dias e duas noites muito divertidas e cheios de peripécias. Desde a montagem das tendas que muitos dos participantes nunca o tinham feito ao peddy-paper nocturno, houve muita diversão e momentos de reflexão. Sem contratempos maiores acho que os participantes se portaram muito bem e que todos nos divertimos bastante.

Antes de acabar este texto temos agradecimentos a fazer em nome da JovemCoop ao Presidente da Junta de Freguesia de S. Victor não só pelo acampamento mas também por esta maravilhosa parceria que tantos frutos tem dado e que já se vem repetindo há sete edições. Agradecemos o acolhimento desta actividade dentro de portas da Junta, o transporte e a disponibilidade que tem para nós. E por fim queremos agradecer aos participantes, que são cada vez mais, pelo seu empenho, dedicação, respeito e diversão com que nos brindaram todo este mês. Obrigada é por vocês e para vocês que esta actividade continua.

Inês Barbosa @k@ Né - Monitora

11 de fevereiro de 2011

Somos JovemCoop - actividade 26 e 27 de Fev.



Caros Amigos,


A JOVEMCOOP está a organizar uma actividade para a malta entre os 12 e os 17 anos, que serãoa companhados por monitores da associação. É uma actividade com a duração de dois dias, 26 e 27 de Fevereiro de 2011, na zona do Gerês-Terras de Bouro e que envolve uma caminhada espectacular pela Fenda da Calcedónia.

1º dia: saída de Braga, actividades de reconhecimento, actividades de grupo, visita a monumento arqueológico e banhos quentes nas piscinas de Lóbios;

2º dia: caminhada pela Fenda da Calcedónia e regresso a Braga.

O custo da actividade será entre os 15 e os 20€ (dependendo do número de participantes) onde estará incluído alojamento, o transporte e grande parte da alimentação.

Quem estiver interessado em participar deve preencher a ficha de inscrição e entrega-la na Junta de Freguesia de S.Victor, até ao dia 18/02.



Para reservar participação ou para qualquer informação, devem enviar mail para info@jovemcoop.com ou sms para os seguintes contactos: Tó - 910822606 ; Rico - 965356636