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30 de janeiro de 2013

Assim foi o MF24 - Braga


"Correio do Minho" 26/01/2013
 
"Correio do Minho" 27/01/2013

"Diário do Minho" 27/01/2013
 
Testemunhos
 
Durante os dias 25 e 26, um grupo de amigos, orientados por Rui Pinheiro e Sara Santos, foram desafiados a realizar um evento, gratuito, tendo por base a formação em empreendedorismo.

Durante 24h, o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa acolheu o "Meu Futuro 24", evento constituído por um ciclo de conferências, palestras e workshops, que visaram motivar os participantes a “procurar o seu lugar ao sol”, isto é, a idealizarem de si e a empreenderem para si.
 
Houve, ainda, um espaço sobre empreendedorismo social, onde os participantes eram convidados a pensar ideias para a cidade e a dar de si, de forma altruísta e abnegada em prol dos outros.
 
É excelente saber que há jovens que, de forma voluntária e gratuita, pretendem mudar o mundo, auxiliando os concidadãos a encontrar um rumo e uma hipótese de trabalho. É motivador confirmar que há jovens que não pensam somente em si e empreendem acções que tragam mais-valias à cidade e à sociedade.
 
Inspirador, motivante e com muita energia, assim foi o "meu futuro24 - Braga", talvez um dos eventos deste género mais concorridos, com excelentes oradores e melhor organizado.

19 de dezembro de 2011

Património: A importância do registo

"Correio do Minho" 19/12/2011

Em tempos de crise, há que precaver possíveis atentados contra o património cultural e o furto de objectos de valor.

Infelizmente, o agravamento das condições financeiras tem consequência directa sobre a segurança dos sítios de interesse histórico, pelo que importa fazer um bom registo dos sítios, dos elementos decorativos, de objectos móveis de interesse e, se possível, associar fotografias.

Estes casos descritos na edição do Correio do Minho de hoje, são apenas alguns entre muitos que surgirão e que poderão nunca mais ter o retorno das peças ao seu ponto de origem.

A actividade "O Nosso Património" tem, por intuito, criar consciências nos jovens participantes para o conhecimento e valorização do nosso património cultural, mas também visa a criação de uma base de dados dos elementos que temos vindo a registar.

Hoje em dia, se acontecer algum furto num dos sítios monumentais por onde a JovemCoop tenha passado, o mais certo é termos fotos e registos descritivos, que podem ajudar a Polícia a identificar e reconhecer o objecto.

Gostávamos que fossem outro tipo de notícias a fazerem-nos perceber a importância do nosso trabalho com os jovens.

12 de outubro de 2011

JovemCoop em formação de Projecto Europeus de Juventude



"Correio do Minho" 11/10/11

Foi uma excelente iniciativa da Capital Europeia da Juventude que visou dotar os representantes das associações juvenis de mais ferramentas para investir em programas europeus.
Com certeza que esta formação dará frutos e teremos, no próximo ano, actividades reforçadas no âmbito da CEJ2012.

30 de julho de 2011

"O Nosso Património" - do ponto de vista dos Monitores!



Bem, depois deste mês recheado de actividades dentro do nosso projecto mais acarinhado apelidado de “O Nosso Património” em parceria com a Junta de Freguesia de S. Victor, acho que também ele é merecedor de, além dos textos diários dos participantes, um texto que encerre esta actividade escrito pelo monitorado.
                
No dia que visitamos as Sete Fontes, no caminho para a Junta, já atrasados uma hora e meia (imprevisto que acontecem quando há muito ânimo e ânsia de querer ver sempre mais), surgiu-me um texto de como é ser monitor, vou ver se ainda me lembro das palavras e do texto que construi:

Ser monitor é ter o papel de conduzir as actividades e dinâmicas a bom porto.
Ser monitor é mostrar não ter medo quando por dentro estamos assustados.
Ser monitor é mostrar segurança quando alguma coisa não corre como prevemos e contornar a situação de modo a que não se falhe.
Ser monitor é às vezes não saber muito bem o que vai fazer, mas ter sempre a convicção para não o deixar transparecer.
Ser monitor é guiar os participantes mesmo que estejamos desnorteados no caminho.           
Ser monitor é não parecer que tem fome às 13.30 quando efectivamente anseia por um almoço.
Ser monitor é não parecer cansado quando efectivamente mal dormiu por estar a preparar actividades e estar a necessitar de uma sesta da tarde para à noite preparar outras actividades para o dia a seguir.
Ser monitor é manter o ânimo quando vemos que os participantes esperam mais e não o estão a receber.
Ser monitor é exigir respeito e respeitar.
Ser monitor é fazer com que os participantes se divirtam, mesmo que esteja num dia péssimo.
Ser monitor é não transparecer os problemas pessoais e dedicar-se aos dos participantes.
Ser monitor é ensinar e contribuir para parte do crescimento dos participantes.
Ser monitor é dar do nosso tempo e no fim ser retribuído com o carinho dos participantes e a sensação de missão cumprida.

Isto foram algumas palavras que me lembrei na altura e me lembrei agora. Tudo para dizer parte do que é ser monitor. Na minha opinião esta é a actividade porque temos mais carinho na JovemCoop. 
É também a actividade que temos que nos “tira” maior tempo e dedicação, algo que no fim nos é retribuído com as palavras dos participantes, os seus gestos e aquilo que nos oferecem. 

É uma actividade que vale a pena pelo valor educativo e o poder de ajudar a melhorar mentalidades que tem.

É uma actividade onde se aprende de uma forma divertida mas onde não se brinca com o que é importante. 

É uma actividade que “se aproveita” da importância que estas idades têm para a sociedade e o papel que vão ter no futuro. 
Esta geração pode não só mudar o nosso futuro como influenciar o nosso presente, por exemplo através dos pais. No fundo esta é uma actividade de mudar mentalidades que nem sempre são as melhores e isso nota-se durante todo o trabalho que temos durante o mês de Julho ao inventariar aquilo que temos e ver o risco eminente de desaparecer.
Falo na minha pessoa quando digo que adoro as Sete Fontes, que elas são as “meninas dos meus olhos” e que me dá uma satisfação enorme em ajudar a protegê-las. 
Durante esta actividade “O Nosso Património” deu-me pessoal satisfação de ver e perceber que as Sete Fontes foram acarinhadas pelos nossos participantes que estavam desejosos de lá entrar e adoraram o Monumento Nacional.

Por último é importante falar na actividade de encerramento d’ ”O Nosso Património”: o nosso acampamento. Foi realizado em Sto. Tirso, na freguesia de Monte Córdova. Temos a agradecer esta estadia ao Presidente da Junta de Monte Córdova e ao Presidente da Junta de S. Victor que, em parceria, nos proporcionaram três dias e duas noites muito divertidas e cheios de peripécias. Desde a montagem das tendas que muitos dos participantes nunca o tinham feito ao peddy-paper nocturno, houve muita diversão e momentos de reflexão. Sem contratempos maiores acho que os participantes se portaram muito bem e que todos nos divertimos bastante.

Antes de acabar este texto temos agradecimentos a fazer em nome da JovemCoop ao Presidente da Junta de Freguesia de S. Victor não só pelo acampamento mas também por esta maravilhosa parceria que tantos frutos tem dado e que já se vem repetindo há sete edições. Agradecemos o acolhimento desta actividade dentro de portas da Junta, o transporte e a disponibilidade que tem para nós. E por fim queremos agradecer aos participantes, que são cada vez mais, pelo seu empenho, dedicação, respeito e diversão com que nos brindaram todo este mês. Obrigada é por vocês e para vocês que esta actividade continua.

Inês Barbosa @k@ Né - Monitora

6 de julho de 2010

O Nosso Património - VI Edição

retirado da edição do "Diário do Minho" de 06/07/2010

Iniciámos ontem a 6ª edição do Campo de Trabalho "O Nosso Património". Desde 2005 que realizamos esta actividade e, quando muitos achavam que já estava esgotada, reinventamo-la e demos novo ênfase ao património.

Com orgulho, cerca de 30 jovens estão envolvidos nesta actividade como participantes e muitos dos agora monitores foram no passado participantes. Há, por isso, uma renovação natural e muito bonita que nos enche de orgulho.

Este ano, quem quiser acompanhar "O Nosso Património" pode fazê-lo, todos os dias, através da leitura do "Diário do Património", onde os jovens participantes contam as aventuras e tarefas do dia!

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11 de maio de 2010

Associativismo Juvenil - um investimento na formação dos jovens!

retirado do "Diário do Minho" 01/05/2010

No dia 30 de Abril celebrou-se o Dia do Associativismo Jovem, uma iniciativa histórica que visa a promoção do trabalho realizado pelas associações juvenis.
O Sr. Secretário de Estado da Juventude deixou claro que há, da parte do Governo da Nação, uma clara aposta no associativismo juvenil, que se traduz em apoios financeiros o que conduziu a um aumento do número de associações juvenis registadas.

Congratulámo-nos pelos números alcançados, pois as associações têm crescido em número e em objectivos, o que revela que as associações juvenis, mais do que "entreter miúdos" podem ser, de facto, um investimento sério no futuro do País e na formação dos seus cidadãos.
A JovemCoop tem defendido que a nossa participação, ainda que sem os apoios estatais (por nossa opção, ressalve-se), é um meio de contribuirmos para a educação(não formal) dos nossos membros e de lhes dar outra perspectiva sobre determinados assuntos.

Muito nos agrada que estas nossas temáticas extravasem o campo do associativismo jovem e que também elas surjam no contexto da educação formal. Temos vindo a acompanhar vários elementos da JovemCoop na disciplina de Área de Projecto, História e Geologia na realização de trabalhos que estejam relacionados com os Monumentos ou a História da Cidade de Braga. Os resultados têm sido francamento positivos e estamos, de facto, a sensibilizar uma geração para outros desafios da cidade.

Quanto ao investimento por parte do Governo, seria bom que este apostasse não só no investimento financeiro, mas sobretudo na afectação de recursos humanos e logísiticos para que as associações trabalhem melhor. E que as verbas que o estado concede sejam melhor distribuídas, porque não adianta aumenta-las se grande parte delas for para associações directamente relacionadas com os técnicos que avaliam os projectos ou para associações académicas que, além de terem outras fontes de financiamento, são desequilibradores das balanças dos financiamentos. Mas isto já se passa há muitos anos, haverá coragem para mudar?