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27 de novembro de 2012

Trilhos Bragueses (2) - D. Diogo de Sousa

"Diário do Minho" 26/11/2012

O Jornal "Diário do Minho" continua a investir na divulgação do Património Bracarense, acção louvável para quem ama a cidade de Braga.

Este segundo "Trilhos Bragueses" apresenta um percurso pela vida e obra do arcebispo D. Diogo de Sousa, personagem de enorme relevância no desenvolvimento da cidade, a nível do urbanismo, arquitectura, da cultura, da arte, entre outros.

A "nova" Braga de D. Diogo de Sousa merece ser conhecida pelos bracarenses, pela forma de pensar a cidade, mas também pelas pessoas que nos visitam, por ser uma peça incontornável da história de Braga.

Porque há pouco tempo, a JovemCoop, guiada por Rui Ferreira (o autor dos Trilhos Bragueses) ficou a conhecer esta "nova" Braga, convidamos os nossos leitores a visualizar os sítios por onde passámos.







8 de outubro de 2012

Conferência - Consórcio de Mérida, um modelo de gestão cultural para Braga?



"Diário do Minho" 05/10/2012
 
No próximo dia 12 de outubro, a Coligação Juntos por Braga e a Associação Jovem Cooperante Natureza/Cultura (JovemCoop) irão realizar uma conferência/apresentação subordinada ao tema “Consórcio de Mérida – um modelo de gestão cultural para Braga?”.
Por ocasião da “Braga Romana”, ocorrida em maio, a Coligação Juntos por Braga e a JovemCoop realizaram três eventos que visavam abordar várias perspetivas de conhecimento da herança romana de Braga Augusta.
Com vontade de dar sequência ao evento “Percorrer Braga – visitar a cidade romana ontem, hoje e amanhã”, que reuniu centenas de pessoas empenhadas em conhecer mais sobre a história e o aproveitamento do património romano de Braga, a Coligação Juntos por Braga e a JovemCoop reeditam esta iniciativa, realizando uma conferência que será proferida por D. Miguel Alba Calzado, Diretor Científico do Consórcio Ciudad Monumental de Mérida.
O Consórcio “ Ciudad Monumental, Histórico-Artística y Arqueológica de Mérida” é uma entidade de direito público, constituída pela Junta de Extremadura, pelo Ministério da Educação de Espanha, pela Deputación Provincial de Badajoz e pelo Ayuntamiento de Mérida e tem por objetivo a cooperação económica, técnica e administrativa entre as Entidades que o integram para a gestão, organização e intensificação das atuações relativas à conservação, restauro, valorização e dinamização da riqueza arqueológica e monumental de Mérida.
Numa altura em que o município investe no Programa “A Regenerar Braga”, requalificando praças e ruas, mas sem um devido estudo e aproveitamento do património arqueológico e cultural exumado nessas intervenções, queremos dar a conhecer um modelo de gestão que funciona em cooperação, que gera atração, valoriza o turismo, cria empregabilidade e dinamiza a economia. Pretendemos, ainda, proporcionar uma reflexão sobre se este modelo poderia ser adaptado e implementado na nossa cidade.
Mérida é uma evolução da cidade romana Emerita Augusta, que foi capital da província da Lusitania logo nos primeiros anos do império, estatuto que Bracara Augusta adquiriu por volta dos finais do século III, início do IV d.C.
Esta conferência será realizada dia 12 de outubro, às 21h30, no auditório da Junta de Freguesia de S.Victor e a entrada é livre.
 
 




10 de abril de 2012

Caminhada Bom Jesus e o aproveitamento do Património de Braga

"Diário do Minho" 08/04/2012
"Correio do Minho" 08/04/2012

No passado Sábado, dia 07, véspera da Páscoa, a JovemCoop convidou os participantes da inicativa Y.Nature (BragaCEJ2012) a caminhar até ao Bom Jesus e conhecer um dos sítios naturais, moldados pelo Homem, mais bonitos da região do Minho!


A este convite responderam afirmativamente cerca de 30 participantes que não se atemorizaram com o aspecto cinzento do céu. A verdade é que tivemos a felicidade de ter as condições atmosféricas ideias para a prática da caminhada, o que ajudou a alcançar o "pórtico do Bom Jesus" em pouco tempo.


Nesta actividade, decidimos dar a conhecer o vasto conjunto patrimonial que existe ao longo dos escadórios (Via Sacra/ 5 Sentidos e Virtudes) e interpretar o mesmo, contextualizando as cenas e os simbolos. Contámos com a preciosa ajuda do Rui Ferreira, que foi "levantando o véu" para a iniciativa "Percursos Barrocos" que dedicaremos ao Bom Jesus e à obra de D. Rodrigo Moura Telles, no dia 05 de Maio.


Podemos constatar, in loco, que muitas das pessoas utilizam os escadórios como ginásio ao ar-livre, e que é uma prática excelente e que louvámos. Contudo, não se deveria passar ali sem ter a curiosidade de saber o que existe dentro das "capelas" ou desmistificar os símbolos das fontes. 


Em nossa óptica, muitos dos recursos patrimoniais existentes na nossa cidade são subaproveitados e nada rentabilizados, pois não têm qualquer estratégia de dinamização ou divulgação junto do grande público. As pessoas não visitarão aquilo que não sabem que existe, nem poderão amar ou orgulhar-se daquilo que desconhecem.


Braga tem dos mais vastos recursos patrimoniais que conhecemos e que podem competir com qualquer destino turístico de referência. Temos paisagem, temos património, temos gastronomia, temos desporto, temos religião...não saber aproveitar este vasto leque de hipóteses é estar a desperdiçar conhecimento e uma panóplia de oportunidades de negócio, sobretudo numa altura em que há uma forte contracção dos mercados financeiros, mas cujo sector de turismo continua estável e mesmo a crescer.


No caso do Bom Jesus, não haver uma sinalética histórica/patrimonial interpretativa e não dinamizar ali actividades, por exemplo, em véspera da Páscoa é falta de orgulho no conjunto patrimonial ou inépcia de ideias.


Esperámos que as nossas actividades possam ajudar a sensibilizar os participantes e que as notícias que os principais jornais da região de Braga publicam (a quem agradecemos) ajudem a levar a nossa mensagem mais longe...preservar o passado, no presente, é garantir o futuro!





13 de fevereiro de 2012

Braga: Contributo para a uma cidade autêntica...

Para conseguir ler estes textos, sugerimos que carregue no botão
direito do rato e escolha a opção "abrir hiperligação num novo separador".
Dependendo do brower e da versão do utilizador, esta sugestão pode ou não funcionar!


"Diário do Minho" 11,12 e 13 de Fevereiro

Durante três dias consecutivos, o arqueólogo Luis Fontes explanou no Diário do Minho um contributo para demonstrar que Braga é uma cidade rica em hsitória e património.

Adverte, apontando vários casos, que há falta de planeamento no que concerne às estratégias de valorização e recuperação do património e que em Braga impera a falta de divulgação e que muitas vezes os arqueólogos agem a partir de denúncias, numa clara missão pontual de minimizar o que com obras de grande, médio ou pequena envergadura vão delapidando sítios com evidente interesse patrimonial (se não físico, pelo menos documental).

Recomendamos a leitura atenta dos textos, pois há citações em que nos revemos e que queremos que façam escola em Braga, através da participação. Contudo, há argumentos que nos fazem reflectir sobre a forma como é conduzido e os resultados alcançados num projecto denominado de "Salvamento de Bracara Augusta" durante mais de três décadas!




26 de setembro de 2011

Viana do Castelo: rentabilizar o património

"Correio do Minho" 22/09/2011

Na localidade de Subportela, em Viana do Castelo, a população local vai rentabilizar o seu património.
Após a descoberta de um lagar, supostamente medieval, e que foi encontrado acidentalmente aquando de um desaterro numa propriedade particular, a população encetou acções de limpeza e beneficiação, recuperando este património e pô-lo em funcionamento, devolvendo-o à sua função original...fazer vinho!

Pelo seu excelente estado de conservação e por ser um exemplar único naquela zona, poder-se-á questionar se este património deverá manter(ou reiniciar) estas funções, antes de, pelo menos, ser alvo de um estudo. Contudo, acredita-se que quem o recuperou de tão bela forma, também saberá dar-lhe o melhor uso e zelará pela sua conservação.

12 de setembro de 2011

Sete Fontes - DRCN responde sobre Plano de Pormenor

"Diário do Minho" de 12/09/2011

A criação de um Parque Urbano parece a ideia mais fácil para reabilitar toda a área das Sete Fontes.
Este Monumento Nacional, ao qual está prometido um plano de pormenor por parte da CMB, parece não conhecer melhores, tendo em conta o brutal ataque ambiental que foi executado no passado dia 07 de Setembro, com uma empresa madeireira a abater uma série de espécies arbóreas.

Após dado o primeiro argumento de limpeza do terreno, logo se conclui que é um falso argumento, porque só abateram árvores e não desmataram a vegetação rasteira e de crescimento rápido como, por exemplo, silvas, fetos, etc.

A preocupação dos deputados PSD eleitos pelo circulo de Braga é louvável, mas não se deviam deixar levar em cantigas sobre a protecção que a DRCN faz a este monumento ou sobre a sua capacidade de instigar a CMB a realizar o plano de pormenor.

Se houvesse capacidade fiscalizadora por parte da DRCN, então as Sete Fontes não seriam constantemente alvo de pressões, ataques e consequentes denúncias, realizadas por cidadãos e entidades que querem aquele local preservado.

A CMB comprometeu-se a realizar o PP há ano e meio e até agora nem elementos de referência são conhecidos. Trabalhar sem a participação de quem melhor conhece o terreno, é como trabalhar às escuras, sem estar a visualizar os condicionalismos e especificidades daquela área.

25 de julho de 2011

Desvalorizar O Nosso Património...

"Diário do Minho" de 25/07/2011

Num Estado em crise financeira, muitos podem ser os recursos utilizados para suprir e sair dessa crise.

A notícia que é hoje publicada no Diário do Minho traduz, em perfeição, as políticas de ausência, de desprezo ou de interesse pecuniário a que os Monumentos de Portugal têm sido votados.

Enquanto não interessam, são deixados ao abandono, em risco de ruína, porque são entendidos como património cultural e o património cultural é parco em verbas e recursos (prioridade última, entenda-se).

Mas o preocupante é esta espécie de teoria concertada, para despromover o interesse cultural dos sítios monumentais, para que, se necessário, possam ser vendidos a privados e estes, que o explorem os monumentos ou que os destruam ou que saibam rentabiliza-los fora da governação pública. Interessa, pois, uma venda rápida e barata, para que deixe de ser um peso ao Estado.

E estas atitudes empobrecem o nosso património, a nossa mentalidade e a nossa cultura. Naturalmente, isto reflecte-se no grau de instrução, ensino e evolução das gerações.

Quem não conhece não ama, e quem não ama não tem interesse em proteger...quem não protege, tanto pode ser português como de uma outra nacionalidade...e assim se vai espoliando as nossas heranças culturais.

É, precisamente, contra isto que a JovemCoop tem lutado, para poder ajudar a inverter esta tendência, e mostrar aos nossos jovens a nossa história e potencial patrimonial. "O Nosso Património" é uma actividade de valor que permite que os jovens se aproximem dos "seus" monumentos, que conheçam a sua história e que tenham orgulho nela e a ajudem a perpetuar pelas gerações vindouras.

JovemCoop na Capela da Casa das Convertidas - uma Capela que está fechada, mas que abriu portas para podermos conhecer o seu património, valor cultural e propor medidas de preservação para este imóvel!


12 de junho de 2011

Uma aposta séria-Braga e o turismo religioso

"Correio do Minho" de 10/06/2011

Vêm especialista de longe dizer algo que soa ao óbvio...Braga tem potencial.
Falta, claro, a aposta séria, as linhas de acção coerentes, a sensibilização local e o investimento próximo para capitalizar no futuro a prazo.
Braga, pelo seu património, independentemente da sua índole, ainda que se reconheça um grande potencial no turismo religioso, pode ser destino alvo e marcador preferencial de um sector.
Será que Braga vai acordar a tempo para aceitar estas sugestões?

25 de abril de 2011

JovemCoop em destaque na programação da CEJ2012

"Correio do Minho" de 24/04/2011

Porque pautamos as nossas actividades com planeamento e rigor...; Porque queremos contribuir para uma CEJ que marque o panorama europeu...; Porque quem quer trabalhar seriamente pode contar connosco...,

...o destaque associativo numa das acções da CEJ é, precisamente, para a JovemCoop. Pode ser um reconhecimento pelo trabalho que temos vindo a tentar implementar em Braga na defesa do património cultural, mas pode ser também pela forma apaixonada como investimos o nosso tempo...a favor de uma causa maior.
Se assim não for, podem acreditar que da JovemCoop só terão mesmo...o nome nos jornais!
A ver vamos se a aposta será séria e se a CEJ vai ser encarada como o grande desafio para Braga em 2012.



19 de maio de 2010

Braga Romana - estratégias para a cidade

retirado de "Correio do Minho" edição de 18/05/2010
(clique na imagem para ampliar)

Uma das linhas orientadoras para a cidade de Braga, que temos vindo a defender é, precisamente, o incentivo na indústria do turismo cultural.

É certo que o centro histórico da nossa cidade não tem indústria de grande porte e o comércio que se afirma não é o tradicional, mas sim o global, aquele que podemos encontrar em qualquer outra cidade do nosso país ou de outro país qualquer.

Braga precisa de uma "marca"/"actividade" que distinga a cidade pela positiva e atraia gente ao centro histórico, tornando este com mais vida e mais apelativo quer ao comércio tradicional quer à habitação.
Braga Romana é uma marca diferente, que bem divulgada não será só "pão e circo" (algo para nos encher os olhos), mas sim uma estratégia de valorização de Braga enquanto cidade e uma aposta séria nos sectores que se podem desenvolver através dela.

Aliás, é quase estranho como já numa sétima edição da Braga Romana, ainda não haja uma empresa de animação cultural sedeada na nossa cidade, tendo o Município de Braga de recorrer ao empreendedorismo espanhol.

Outro aspecto positivo da Braga Romana é a interacção de várias entidades e parceiros nesta acção. Nota-se uma agitação na cidade e nas pessoas. Umas querem participar activamente, outras querem ver os cortejos e as tendas. Isto é um sinal que as pessoas de Braga querem esta actividade, querem dinamismo e acção. E tudo isto pode colocar Braga nos órgãos de comunicação social nacional e projectar a nossa cidade noutras regiões nacionais e internacionais.

A corroborar esta nossa ideia - a da indústria do turismo cultural - aqui ficam dois registos da procura (e sucesso) das iniciativas deste género realizadas, em Braga, a propósito do Dia Internacional dos Museus.
E para provar que não só a temática "romana" capta público, também a época "barroca" é aqui destacada.

extraído de "Correio do Minho" edição de 19/05/2010
(clique nas imagens para ampliar)

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