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29 de junho de 2012

O Mimarte e a falta de cultura

"Diário do Minho" 28/06/2012

O Mimarte, Festival de Teatro de Braga, inicia-se hoje, no Theatro Circo e decorrerá até ao próximo dia 08 de Julho. A programação pode ser consulta no site da CMB, descarregando a AGENDA CULTURAL!

A propósito das afirmações da Sr.ª Vereadora da Cultura da CMB, relativamente ao Mimarte e à cultura em Portugal, foram tecidos alguns comentários no facebook que importa relembrar.
À consideração dos nossos leitores:


Nesta postura de se falar meias verdades e de demissão das responsabilidades, a Sr. Vereadora devia estar mais atenta ao panorama cultural nacional e perceber que se as actividades culturais não abundam em Braga, não é por falta de público, mas por falta de um estimulo de hábitos e quotidianos culturais.

O Município não tem que ser o único responsável pela programação cultural, mas deve ser uma ponte unificadora de várias vontades! Se Braga tem baixos índices de actividades culturais, a Sr.ª Vereadora deveria fazer um olhar com seriedade e independência para a Divisão da Cultura que tem a seu cargo!

É fácil atirar argumentações pobres para o ar e culpabilizar o resto do mundo...não vejo a CMB e a Cultura a dar algum exemplo contrário e a mostrar que faz mais e melhor do que todos os outros! Simplesmente não é pró-activa...esconde-se atrás destas declarações e justifica o injustificável...que numa cidade que se orgulha tanto do seu capital jovem, não o usa e não o estimula a produzir!

Ricardo P. Silva

Então sobre cultura, estamos conversados. A senhora Vereadora sabe mesmo muitas coisas...
Hermínio da Costa Machado

E não esqueçamos que a Câmara de Braga é das raras no país que não tem que suportar custos com Bibliotecas Públicas, verbas que poderia canalizar para outras finalidades culturais. Temos uma fundação cultural que supostamente foi criada para dinamizar a cultura, mas pouco faz. Temos uma revista municipal de história que está quase morta...menosprezando o relevo que a investigação científica pode fazer na valorização do património e da cultura! Mudanças precisam-se...
Rui Ferreira

Nós "fazemos" cultura há mais de 25 anos... NUNCA fomos contactados pela veração da Cultura para o que quer que seja... E se queremos dar-nos à cidade contamos com quem? Com o apoio incondicional da nossa J.F. JF S. Victor e com o apoio de outras associações/instituições da cidade: JovemCoop Natureza Cultura, Sinos Da Sé Braga, Museu D. Diogo de Sousa, Bragaparque, entre outros! E esse apoio não é monetário, nem tem que o ser! São desafios, convites, parcerias, partilhas lançados! Sim, somos amadores, é verdade! Amadores que amam a música e a sua cidade! E se quisemos participar e contribuir para a CEJ - Braga Capital Europeia da Juventude 2012, tivemos que ir bater à porta! No entanto, da última vez que batemos à porta não a abriram com muita pena nossa, porque poderiamos ter mostrado a BRG, ao país e ao mundo que a CEJ reconhece e apoia a nossa cultura, a nossa tradição S. Joanina...! Mas como diz o povo, e muito bem, "Siga a Rusga, minha gente!"
Grupo Coral de Guadalupe

O Teatro Circo espelha o estado paliativo da cultura em Braga....
Carla Martins

O problema de quem gere os destinos desta cidade, é o facto de apenas desenvolver actividades que tenham financiamento.Felizmente a cultura é das poucas áreas em que o essencial é existir vontade, e o actual executivo não a tem. Numa altura do país em que ainda existem menos verbas para a área cultural talvez não fosse má ideia deixar as instituições e os bracarenses contribuirem de forma voluntariosa para que haja mais cultura e mais Braga!Volto a dizer, é uma questão de existir esse vontade.
É isso mesmo Ricardo P. Silva, somos patrocinados pela determinação e co-financiados pela vontade em contribuir para uma cidade melhor!
David Mendes

Devemos olhar para exemplos como o do Grupo Coral Guadalupe Guadalupe que demonstra que não é preciso estarmos sempre a depender do estado e a atirar as culpas ao estado quando falamos de cultura. O estado não deveria existir para andarmos lá a mendigar, deveria ser simplesmente um regulador. Criava regras, estáveis, não era hoje assim e amanhã assado para criar confiança nas pessoas para avançar com projectos. Não podemos pensar que é o poder público a 'salvação'. Deixem-me só incendiar mais um bocado... Porque é que o estado financia espectáculos culturais que não têm espectadores?
João Carlos Duarte

2 de fevereiro de 2012

Quadrilátero Urbano:Cartão Cultural


"Diário do Minho" 02/02/2012

Os Municípios de Braga, Barcelos, Guimarães e Vila Nova de Famalicão apresentaram o Cartão Quadrilátero Cultural, que dará vantagens aos seus titulares, bem como permitirá uma maior facilidade na reserva, aquisição e fruição dos espectáculos culturais que decorrerem nestas cidades a partir de uma bilheteira electrónica.

É uma fantástica iniciativa que promove a cooperação inter-municipal, que traz vantagens aos cidadãos que querem assistir aos espectáculos realizados numa destas cidades. A fácil mobilidade e a atracção dos vários programas artísticos podem reforçar, assim, as plateias e as dinâmicas culturais.

Finalmente, uma aposta séria na cultura das principais cidades da região minhota!


Barcelos: Requalificação da Torre de Menagem

"Diário do Minho" 02/02/2012

"Correio do Minho" 02/02/2012

A Cidade de Barcelos vai investir 625 mil euros para requalificar a Torre de Menagem dessa cidade. Esta empreitada vai permitir albergar o Centro de Interpretação do Galo e criar um miradouro, com dois binóculos, para os visitantes poderem apreciar a cidade de outra perspectiva.

É uma excelente notícia porque permitirá preservar um património imóvel, testemunho da Cidade Medieval, bem como possibilitará uma aposta na componente do design cultural e na fruição da envolvente paisagística.

Parece-nos um bom modelo a seguir na nossa cidade. Tendo em conta que Braga possui a Torre de Menagem a coroar a Av.Central, porque não investir naquele espaço, dando-lhe vida e retirando-lhe a conotação de abandono que sobre ele paira?

Tal como em Barcelos, estar-se-ia a apostar na recuperação do Património, bem como poder-se-ia apostar num conceito inovador, para que as pessoas pudessem conhecer a Torre de Menagem por dentro, com algo que as atraísse. Hoje, a Torre de Menagem só está aberta quando há exposições e nem sempre os turistas têm a sorte de encontrar a porta aberta.

Certo que se a Torre de Menagem por dentro nada tem de especial, mais um motivo para lhe dar maior expressão com a colocação de um Centro de Artes ou um Centro Interpretativo.

A aposta mais séria seria, ainda assim, a abertura da Torre como miradouro para a Cidade. A paisagem é bonita e permite contemplar desde as cercanias montanhosas e os seus santuários até ao Centro Histórico da Cidade, afinal, tem uma perspectiva 360º sobre a cidade.

É uma ideia que deve ser aproveitada, rentabilizando a estrutura e dinamizando o património cultural, bem como potenciando o turismo.

À atenção da cidade de Braga!!!


22 de novembro de 2011

Guimarães: bons exemplos a seguir

"Correio do Minho" 20/11/2011

À medida que se aproxima a data oficial da inauguração das duas Capitais Europeias, da Juventude em Braga e Cultura, Guimarães, é normal que se olhe para o que cada um está a preparar para receber o ano 2012.

De Guimarães chega um excelente exemplo que Braga deveria seguir. Reunir com profissionais do comércio, turismo, serviços, taxistas e inseri-los na longa história do Concelho. Afinal, Guimarães é um dos Concelho que mais marca a nacionalidade e que pode incentivar os turistas a visitar outras cidades além da Capital Europeia da Cultura. E esta iniciativa prepara as pessoas para saber receber e para saber responder a perguntas que os turistas tenham, personalizando o acolhimento e o atendimento.

Na cidade de Braga, que é raro haver sinalética explicativa nos monumentos, torna-se fulcral dinamizar uma iniciativa semelhante, para que os bracarenses saibam acolher e explicar, a quem nos vier visitar, a História da Cidade de Braga, que conta com milénios de registos, aventura e monumentos.

À escala da JovemCoop temos vindo a apostar no conhecimento dos Monumentos de S. Victor e os resultados são excelentes...os jovens deixam de banalizar os sítios por onde costumam passar diariamente, começam a dar-lhe mais valor e enriquecem o seu conhecimento com a história daquele local, podendo-a partilhar com turistas e outros curiosos.

De certeza que Braga ganharia com uma iniciativa deste género.

23 de agosto de 2011

O mau tempo e as rápidas recuperações

"Diário do Minho" de 23/08/2011

Um dos maiores contribuidores para a degradação do património cultural é, sem dúvida, a exposição dos vários monumentos às condições climatéricas. Edifícios que foram construídos para durar uma vida, resistem por força da sólida construção e pelas sucessivas intervenções de restauro.

Mas nem sempre o Homem age rapidamente e nem todas as recuperações são feitas atempadamente.
A Sé de Vila Real, apesar de ter sofrido obras há relativamente pouco tempo, será novamente alvo de intervenções devido ao mau tempo que se tem feito sentir ultimamente. A estrtutura do telhado ressentiu-se e voaram telhas da cobertura.

É digna de nota a rápida intervenção da Direcção Regional de Cultura Norte, entidade que zela pelos monumentos classificados, mas que costuma tardar em dar resposta úteis.
Esperamos que a palavra da Directora Arquitecta Paula Silva se mantenha e que se proceda às intervenções necessárias.

25 de julho de 2011

Desvalorizar O Nosso Património...

"Diário do Minho" de 25/07/2011

Num Estado em crise financeira, muitos podem ser os recursos utilizados para suprir e sair dessa crise.

A notícia que é hoje publicada no Diário do Minho traduz, em perfeição, as políticas de ausência, de desprezo ou de interesse pecuniário a que os Monumentos de Portugal têm sido votados.

Enquanto não interessam, são deixados ao abandono, em risco de ruína, porque são entendidos como património cultural e o património cultural é parco em verbas e recursos (prioridade última, entenda-se).

Mas o preocupante é esta espécie de teoria concertada, para despromover o interesse cultural dos sítios monumentais, para que, se necessário, possam ser vendidos a privados e estes, que o explorem os monumentos ou que os destruam ou que saibam rentabiliza-los fora da governação pública. Interessa, pois, uma venda rápida e barata, para que deixe de ser um peso ao Estado.

E estas atitudes empobrecem o nosso património, a nossa mentalidade e a nossa cultura. Naturalmente, isto reflecte-se no grau de instrução, ensino e evolução das gerações.

Quem não conhece não ama, e quem não ama não tem interesse em proteger...quem não protege, tanto pode ser português como de uma outra nacionalidade...e assim se vai espoliando as nossas heranças culturais.

É, precisamente, contra isto que a JovemCoop tem lutado, para poder ajudar a inverter esta tendência, e mostrar aos nossos jovens a nossa história e potencial patrimonial. "O Nosso Património" é uma actividade de valor que permite que os jovens se aproximem dos "seus" monumentos, que conheçam a sua história e que tenham orgulho nela e a ajudem a perpetuar pelas gerações vindouras.

JovemCoop na Capela da Casa das Convertidas - uma Capela que está fechada, mas que abriu portas para podermos conhecer o seu património, valor cultural e propor medidas de preservação para este imóvel!


18 de julho de 2011

Um novo Castelo de Lanhoso

"Diário do Minho" de 15/07/2011

Uma excelente iniciativa da CMPL que aposta na valorização de um monumento para atrair mais turismo e melhor informar os visitantes.
O ex-libris da Póvoa de Lanhoso, agora valorizado, retoma o brilho que teve outrora.
Inauguração no próximo dia 21!


28 de junho de 2011

Vem aí o MIMARTE

 "Correio do Minho" de 28/06/2011
 "Diário do Minho" de 28/06/2011

Uma das apostas mais sérias da CMB, no panorama cultural e uma das actividades mais consolidades e bem aceites pelos cidadãos de Braga, está prestes a começar.
A partir do dia 30 de Junho e até 10 de Julho, Braga pode assistir a várias peças de teatro, com muita qualidade e interesse.
A não perder...

15 de maio de 2011

CEJ2012 - Instituição de Parcerias

"Diário do Minho" de 13/05/2011
"Correio do Minho" de 12/05/2011

Após a assinatura que institui, formalmente, as parcerias entre a Fundação Bracara Augusta e entidades relacionadas com a Juventude e Turismo, parece que há uma aposta séria na Capital Europeia da Juventude, que será realizada em Braga no próximo ano.

Dado que há linhas orientadoras e vontade de vários parceiros maiores, convém lembrar que os grandes agentes deste evento, as associações, ainda desconhecem os montantes que poderão rubricar nas suas acções. Também é de realçar que ainda não houve uma reunião geral de associações e entidades que participem na CEJ2012, com o intuito de darem a conhecer as suas propostas, pois nesta fase, desconhecemos se as nossas propostas poderão colidir em datas, objectivos, recursos e financiamentos noutra actividade de outra associação.

Esperamos, claro, que haja, em breve, esta acção e que também as associações possam rubricar a sua assinatura num protocolo de colaboração, que funcione como um contrato de responsabilidades de ambas as partes, para que, chegada a hora "H", ninguém se escape quer aos méritos como também (e sobretudo)às responsabilidades.

5 de maio de 2011

Fábrica Confiança e o nosso Património

"Correio do Minho" de 05/05/2011

Infelizmente não é a primeira vez que assistimos a problemas dentro das antigas instalações da Fábrica Confiança. Desde há muito tempo que as instalações são local preferencial para sem abrigos pernoitar e para consumo de estupefacientes.
Um local tão grande e com tão boas áreas podia (e devia) ser aproveitado para um projecto de índole cultural, sobretudo porque está às portas de servir a comunidade da Universidade do Minho e perfeitamente enquadrado com a cidade de Braga (entre o centro e a zona de expansão).
Porque não tornar as antigas instalações num pólo cultural, esse sim, que atrai espectáculos de cartaz e permita o desenvolvimento de vários movimentos.
Grande parte das Cidades de Portugal já readaptou um edifício histórico às necessidades culturais da sua comunidade. 
Relembramos alguns:

Aveiro - Centro Cultural e de Congressos
A modernidade das funções inserida na beleza e tradição da Antiga Fábrica de tijolos e telha Marselhesa : Jeronymo Pereira de Campos (fundada em 1896), fazem deste edifício um local óptimo para a realização de todo o tipo de eventos.


Cascais - A "Casa Cor-de-Rosa", antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade 
Deu lugar ao novo  Centro Cultural  de  Cascais desde Maio do ano 2000 ,  revelando-se este um espaço útil e multifuncional .
A história do Convento, até 1834, está descrita na Crónica das Carmelitas Descalças, ordem religiosa que o ocupou até essa data. Depois de passar por diversos proprietários foi adquirido pelo Visconde da Gandarinha, em finais do século XIX, que ali mandou instalar o seu palácio de veraneio, loteando os terrenos circundantes. Já em meados do século XX o edifício foi adquirido pela família Espírito Santo e, em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local.


Guimarães - “Palácio Vila Flor” 
Este Palácio, adquirido pela Autarquia Vimaranense, a que as Memórias Paroquiais de 1758 se referem como sendo de “admirável na sua arquitectura e na grandeza e fábrica do jardim”..., hoje remoçado e equipado, é onde se instala o Centro Cultural Vila Flor.
Este grandioso projecto, que Guimarães exige e merece e a que a Câmara se lançou com determinação e arrojo, cumpre dois vectores absolutamente presentes na acção municipal. Por um lado recuperar espaços e edifícios de interesse patrimonial, imprimindo-lhes novas funcionalidades e disponibilizando-os à fruição pública. Por outro lado criar condições que garantam aos cidadãos o acesso às artes e à cultura num equipamento e em condições de excelência.

São João da Madeira - Museu da Chapelaria
Dentro deste edifício, que foi um dia o da Empresa Industrial de Chapelaria (1914), uma das mais importantes unidades fabris da cidade, nasceu o Museu da Chapelaria, neste edifício onde primeiramente a indústria foi mecanizada, nesta cidade que foi um dos principais e mais importantes centros produtores de chapéus do País. 
Quis-se perante as máquinas e ferramentas, matérias-primas e chapéus, memórias e histórias de vida, intervir o mínimo possível, mantendo visíveis todos os traços de um longo percurso, e não camuflar aquelas que são as suas marcas do tempo, que as individualizam e as tornam verdadeiramente únicas.

Embora a ideia não seja nossa, merece ser partilhada:

Braga - Fábrica Confiança


Importa-se de repetir?

"Correio do Minho" de 05/05/2011

Numa sociedade que privilegia o campo das Ciências, atrevemo-nos a dizer que as Ciências Sociais não estão NADA na moda!
Se nos perguntarem se são necessárias, respondemos que SÃO EXTREMAMENTE NECESSÁRIAS! Porque faz falta perceber o indivíduo, a sua história e a sua localidade. Porque conhecer o meio ambiente de um indivíduo ajuda a clarificar o passado da sociedade, entender o presente da comunidade e planear o desenvolvimento futuro.
Mas as Ciências Sociais não estão na moda e isso vê-se pelas apostas feitas desde o ensino secundário até ao sector da empregabilidade. A área da História, da Arqueologia, da Psicologia, da Geografia e muitas mais estão hoje relegadas a um "desprezo social". Urge inverter este panorama, porque uma sociedade sem o seu aprofundamento social, não se reconhece e não se valoriza.
Não vale dizer que está na moda, só para atrair mais alunos para esses cursos, sem dar sustento a estas afirmações!É que depois, a desilusão é muito maior ...


4 de janeiro de 2011

Aposta turística...deixa de fora monumentos de Braga!

retirado do "Diário do Minho" de 03/01/2011

As opções da CMB para o fomento do turismo parecem passar, a julgar pela peça jornalística publicada ontem, essencialmente pelos contactos em rede e pela divulgação de feiras, romarias e alguns eventos festivos, como o S. João e a Semana Santa.

Se a CMB deixar de fora os seus monumentos, quer os do centro da cidade quer os da periferia, então que oferta turística única, singular e de excelência estaremos a proporcionar a quem visita a nossa cidade?

Não seria desejável incentivar a visita aos núcleos museológicos e sítios arqueológicos, como o Museu D. Diogo de Sousa ou as Termas Romanas da Cividade?

E para quando criar condições para se visitar condignamente as Sete Fontes e fruir de todo o seu potencial, enquanto local paisagístico, monumental e ambiental de alto interesse?

Apostar só em feiras, romarias e eventos pontuais demonstra a pouca articulação da CMB internamente, isto é, o Pelouro do Turismo parece não saber  planear com o Pelouro das Freguesias, com o Pelouro da Cultura e com o Pelouro do Planeamento e Urbanismo acções que englobem todos estas estruturas que fazem parte da mesma entidade. Enquanto não houver sinergias entre os pelouros/divisões, então teremos sempre uma aposta turística aos retalhos e incapaz de crescer e ser uma aposta séria em Braga.

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22 de dezembro de 2010

Iniciativas turisticas que marcam Braga

retirado do "Correio do Minho" de 20/12/2010


À parte da mensagem catequética e da história religiosa que o Presépio Vivo de Priscos transmite, dedicamos este post à iniciativa turística que marca, definitivamente, Priscos na história do nosso Concelho.
Já defendemos em ocasiões anteriores que Braga poderia viver, em grande parte, do seu espólio arqueológico, caso este estivesse devidamente preparado para a fruição turística. Tivemos, ainda, oportunidade de defender que Braga deveria apostar, com grande força, em eventos que marquem o panoramana cultural do concelho e convidem gente a visitar Braga. Por isso, defendemos uma maior aposta na Braga Romana ou numa Rampa da Falperra.

Mas o Presépio Vivo de Priscos parece ser, agora, o melhor candidato a agente mobilizador desta procura turística. E o titulo do jornal Correio do Minho é feliz ao transmitir, precisamente, que esta realização pode ser uma das soluções para enfrentar um cenário económico adverso.

É sabido que a indústria do turismo é uma das que não sofreu grandes quedas e que a mensagem de "vá para fora cá dentro" também tem grande expressão quando há um atractivo forte para visitar as localidades.
Isto, naturalmente, incentiva a economia local e mobiliza várias pessoas.

Ora isto é uma visão acertada do aproveitamento dos recursos locais e que pode minimizar os efeitos das crise.

Por esta visão inovadora no nosso concelho, deixamos aqui expresso as nossas maiores felicitações a este projecto.

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10 de setembro de 2010

Promoção dos sítios arqueológicos de Braga

retirado do "Correio do Minho" de 09/09/2010

Porque finalmente se lembraram, em Braga, que há recursos patrimoniais que devem ser geridos como apostas turísticas, consideramos uma óptima iniciativa passear por sítios arqueológicos.

B-R-A-V-O!!!

11 de agosto de 2010

Uma forma de apostar "no futuro"

retirado da edição do "Correio do Minho" de 04/08/2010

Conhecer a sua região e valorizar as gentes e os produtos locais é uma forma de "amar o que é nosso". Esta iniciativa da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tem o mérito de mostrar aos jovens o que é a terra onde vivem, o que a distingue doutros concelhos e é uma maneira dos jovens participantes se enraizarem na sua localidade. Assim, aprendem a sua história e aprendem a orgulhar-se dos feitos da sua terra.
Esta acção é realizada pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, uma aposta nas gerações futuras, que talvez se traduzam, futuramente, num baixo índice de abandono de Cabeceiras de Basto por parte dos que agora são jovens e, amanhã, procurarão condições atractivas social e profissionalmente.
Em Braga, quem tem feito este enraizar e procurar amar a sua terra é a Junta de Freguesia de S.Victor, que tem incentivado os jovens a conhecer a História da freguesia e a proporcionar-lhes bons momentos de diversão. Com tanta oferta cultural, educacional e de responsabilidade social, era bom que outros lhe seguissem o exemplo!

2 de junho de 2010

Artesanato - investir para produzir

retirado da edição do "Correio do Minho" 01/06/2010

A JovemCoop tem vindo a defender, em algumas apresentações públicas e devido às parcerias que tem estabelecidas com alguns artesãos e artistas, que o artesanato deveria ser considerado uma aposta fundamental para Portugal.

Pelo artigo apresentado, já há várias pessoas ligadas a este sector, que poderia ser uma forma de afirmação da marca "Portugal". Aquilo que muitos artesãos vão produzindo, com técnicas tradicionais e de forma única, poderia lançar Portugal num sector comercial identitário, longe das marcas sonantes que hoje se encontram em quase todos os países de vários continentes.

Esperemos que, em breve, o artesanato sofra um investimento reforçado e que projecte o comércio tradicional português a nivel internacional.

25 de maio de 2010

Braga Romana - a verdade da omissão

extraído da edição do "Diário do Minho" 25/05/2010

A vereação da Cultura da Câmara Municipal de Braga apresentou ontem, publicamente, o programa da Braga Romana 2010.

Segundo os órgãos de comunicação social, a Sr.ª Vereadora Dr.ª Ilda Carneiro afirmou ter haver uma aposta séria na vertente pedagógica da Braga Romana, traduzida pela existência de uma tenda dedicada aos serviços pedagógicos e ao lançamento de duas publicações de temática romana.

O que parece não ter sido dito aos órgãos de comunicação social foi que a vertente pedagógica foi introduzida na Braga Romana do ano passado (edição 2009) pela JovemCoop, que num espaço exíguo acolheu muitas crianças e ajudou-as a compreender melhor determinados objectos da época, bem como a sua importância e a sua manufactura.

Infelizmente, no ano passado, a nossa proposta parecia não ser séria, tanto que a localização da nossa tenda foi situada numa zona escondida e com pouca visibilidade, Mas como estamos habituados a fazer muito com pouco, pugnamos por fazer o nosso melhor. Os resultados estão à vista...os serviços pedagógicos passam a ser uma prioridade para a Braga Romana e para a CMB, mas a JovemCoop foi excluída deste processo por indefinições processuais e porque até ao final da semana passada ainda ninguém sabia como articular o funcionamento da tenda. Logicamente, o sector pedagógico é uma área séria para nós e gostamos de preparar e trabalhar atempadamente. Fazer actividades pedagógicas em cima do joelho podem ter um mau início e um péssimo resultado. Ainda assim, esperamos que esta nova aposta se traduza num bom sucesso para que os sectores infanto-juvenis de Braga sejam mais enriquecidos.




Estas são as nossas fotos que demonstram bem a actividade da tenda pedagógica da Braga Romana 2009.