7 de fevereiro de 2010

Petição Sete Fontes


Depois de ter sido lançada na internet



a petição passou para suporte em papel. Está à disposição, para todos aqueles que a queiram assinar, na sede da Junta de Freguesia de S. Victor, na JovemCoop, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, entre outros.




Objectivo: angariar 4000 assinaturas! Participe on-line ou em papel!
A JovemCoop e os nossos cooperantes já começaram a assinar!!!

4 de fevereiro de 2010

Ideias Com Jota 02/02/2010

Tema: "O estudo promovido pela AIMinho e Universidade do Minho sobre Empreendedorismo", com a participação do Pró-Reitor Professor Vasco Teixeira(U.M.) e Dr. Filipe Vale (AIMinho), além do painel de comentadores residente.

A não perder, às 3as Feiras, das 19h15 até às 20h.








(podcast extraído do site www.antena-minho.pt)

2 de fevereiro de 2010

JovemCoop no Programa "Feira das Letras"

A JovemCoop aceitou o convite feito pelo jornalista José Manuel Costa para estar presente na edição de 01/02/2010, deste programa que passa na Antena Minho.
Durante quase uma hora, a conversa versou os 30 anos da associação, o papel da JovemCoop em Braga e o Plano de Actividades para 2010.


Se não ouviu, pode agora ouvir aqui FEIRA DAS LETRAS (01/02/2010)






(podcast extraído do site www.antena-minho.pt)

28 de janeiro de 2010

Notícia Plano de Actividades

Carregar na imagem para ler a notícia
Uma peça do jornalista José Carlos Ferreira, no jornal Diário do Minho de 25/01/2010 divulga o nosso Plano de Actividades para este ano. Agradecemos a amabilidade, pois, com certeza, que desta forma poderemos alcançar melhor os nossos objectivos.
A não perder esta leitura!

25 de janeiro de 2010

Ideias com Jota

"Ideias com Jota" é um programa da Antena-Minho, moderado por Rui Sequeira e com a participação de Hugo Soares, Pedro Sousa e Ricardo Silva. Ao longo de aproximadamente 45 minutos, estes três oradores vão falando dos assuntos da actualidade, sob a perspectiva dos jovens.

A não perder, às 3as Feiras, das 19h15 até às 20h.


23 de dezembro de 2009

Boas Festas são os votos da JovemCoop




Eles que se arredem, ou então (Importante reflexão)

Tomo a liberdade de publicar, aqui, um excelente texto de opinião, do jornalista e amigo José Carlos Ferreira, que incide sobre desenvolvimento e património. Deixo para atenta leitura, pois interessa para nos ajudar reflectir.

"Há dias ficámos todos a saber que o TGV, no trajecto entre Braga e Valença, vai levar à sua frente, sem dó nem piedade, uma série de construções.
Segundo o Estudo de Impacte Ambiental das propostas para o traçado que se encontra em discussão pública, e que o Diário do Minho divulgou no passado dia 16 de Novembro, ao todo podem estar em causa 164 habitações e uma dúzia de pequenas empresas.
Contudo, sem menosprezar aqueles que estão em risco de ficar sem a casa que construíram sabe-se lá com que sacrifícios a troco do progresso e de indemnizações provavelmente mal pagas, o meu olhar pretende ser um pouco mais incisivo.
Ainda segundo o trabalho elaborado por Joaquim Fernandes, o Estudo de Impacte Ambiental identifica um conjunto de 14 impactes directos sobre o património monumental e cultural.
Os casos mais preocupantes, acrescenta, são três sítios arqueológicos, dois conjuntos com interesse etnográfico e nove monumentos construídos, entre eles, igrejas, capelas e solares.
Outro caso que também se ficou a saber há umas semanas atrás diz respeito aos acessos ao novo hospital de Braga.
Segundo consta, aquela estrada vai passar a rasar… pronto estou a exagerar,… vai passar muito perto das Sete Fontes.
Ora, perante estes exemplos não posso deixar de ampliar aqui uma frase que o meu amigo, e colega de trabalho, Francisco de Assis me disse numa conversa informal que tivemos. A bem do apregoado progresso, eles, leia-se monumentos, que se arredem.
Estamos a falar de um património construído há séculos, que engloba testemunhos de um passado preservado até aos nossos dias e que um qualquer TGV pretende agora engolir em poucos dias.
Quem hoje apresenta uma mentalidade de tamanho facilitismo em relação ao património, ou seja, se incomoda, deite-se abaixo, é muito provável que daqui a alguns dias venha por aí fora defender a eutanásia.
Mas, o que me preocupa mesmo é que, perante esta ideia do “eles que se arredem, ou então vão abaixo”, não haja reacções. As pessoas só irão despertar quando ouvirem o apito do TGV e constatarem que acordaram no meio da linha."

in rubrica Deste lado - "Diário do Minho", 24/11/2009

15 de dezembro de 2009

Missão "PÕE AZEITE" - Capela de Guadalupe

Divulgação da iniciativa do Grupo Coral de Guadalupe
e da Junta de Freguesia de S. Victor


Amigos,

Nesta época natalícia o Grupo Coral de Guadalupe associa-se à Junta de S. Victor, em Braga, na missão de compôr os cerca de 150 cabazes de Natal que a mesma distribui pelas famílias mais carenciadas da freguesia.

À semelhança dos anos anteriores lanço-vos o desafio de nos ajudarem, mas desta vez, o que vos pedimos são garrafas de AZEITE!

Sim, azeite e somente azeite, de forma a que nos 150 cabazes não falte este bem precioso...! Assim sendo, ajudem-nos a cumprir com sucesso a Missão "Põe Azeite"!
Deixem o vosso contributo na missa das 11h30 em Guadalupe nos próximos dois domingos (dias 13 e 20 de Dezembro).

Se não tiverem possibilidade de passarem em Guadalupe podem sempre contactar-nos para nós irmos ao vosso encontro!

Do nosso reportório faz parte a seguinte música: "Põe azeite Senhor e faz que brilhe! Põe azeite Senhor em minha luz...!"

Vamos todos nós ajudar a pôr o azeite nos cabazes de Natal de S. Victor para que não falte luz na noite de Natal das pessoas que mais precisam de nós...!

A todos, MUITO OBRIGADO por lerem este mail e, já agora, reencaminhem-no, por favor!!!:)

Flávia Silva
______________________________
GRUPO CORAL GUADALUPE
Animação da Eucaristia Dominical das 11h30
Capela de Guadalupe - Braga
Contacto: 965 598 591



Discussão Pública - Edital de alteração da zona de servidão da Zona Especial de Protecção das SETE FONTES.

O que é uma ZEP?
É uma zona que se cria em torno de um monumento classificado, garantindo maior protecção, pois qualquer intervenção dentro dessa área de protecção tem de merecer o avalo do IGESPAR (Instituto que tutela o património).

No caso das Sete Fontes é 100% eficaz?
Na nossa óptica não, pois a ZEP pronunciar-se-á, sobretudo, sobre a protecção do património, podendo relegar para o esquecimento o enquadramento ambiental. Logo é preciso reforçar a protecção daquela área.

O que é que a JovemCoop propõe?
Nós propomos a criação de uma área Non Aedificandi, que não permita construções ou alterações dentro do coração verde das Sete Fontes.

Qual é a vantagem dessa medida?
Cremos que a vantagem desta zona Non Aedificandi é, além de proteger o património construído do Séc. XVIII, poder salvaguardar o património que jaz no solo, provavelmente da época romana. Mas, acima de tudo, estaremos a garantir o habitat das espécies de fauna e flora que encontram nas Sete Fontes o seu meio natural. Além do mais, é uma garantia de que a água das Sete Fontes continuará a correr nas canalizações.

Porquê uma zona Non Aedificandi tão grande?
Nós assumimos, juntamente com a Junta de Freguesia de S. Victor e a ASPA a defesa do Complexo das Sete Fontes, na sua vertente mais lata (património, natureza, água). E os lençóis de água que abastecem as Sete Fontes são uma das nossas grandes preocupações, pois se se permitir construções nos maciços rochosos onde nasce a água, estar-se-á a condenar as Sete Fontes, que secarão e deixarão de cumprir a missão para a qual foram criadas. E porque água é vida, logo um património riquíssimo que temos, devemos ter orgulho nele e sabê-lo preservar.

Veja a nossa proposta:

18 de novembro de 2009

Curso de história da cidade de braga - edição 2009

Estaleiro Cultural Velha-a-Branca

OPORTINIDADE ÚNICA: Quem efectuar a inscrição na JOVEMCOOP tem um desconto de 5€.

início a 28 NOV, inscrições abertas | viagem pelos 2000 anos da cidade


O Curso de História da Cidade de Braga pretende não só colmatar a falta deste tipo de iniciativas em Braga, como também proporcionar aos seus alunos uma visão geral da história da nossa cidade. Com efeito, ao contrário do que acontece por exemplo com a cidade do Porto, não foi ainda editada uma história da cidade de Braga, das origens aos nossos dias, apesar dos inúmeros estudos (parciais) publicados. Torna-se, por isso, muito difícil ao cidadão comum ter uma visão actualizada e sistematizada da história da cidade.


OBJECTIVOS
Adquirir conhecimentos gerais sobre os 2000 anos de História da Cidade.

DESTINATÁRIOS
Todos os que queiram conhecer (melhor) a História de Braga.

SESSÕES, DURAÇÃO E HORÁRIO
6 sábados, das 10h às 13h e das 14h30 às 17h30

PREÇO

.geral - 40€
.com desconto - 35€ para os cooperantes da JovemCoop

INSCRIÇÕES
a inscrição é feita online - clicar aqui para continuar - http://www.velha-a-branca.net/historia1.asp (para usufruir do desconto da JovemCoop tem de especificar no campo COMENTÁRIOS que é um JovemCooperante - depois validaremos as inscrições juntos dos responsáveis do Estaleiro Cultural).
Pode também carregar aqui, preencher o formulário e reenviá-lo para :

info@jovemcoop.com

ou entrega-lo pessoalmente na sede da associação na Rua de S. marcos, nº 118, 3º.

as instruções de pagamento são dadas durante o processo de inscrição.



PROGRAMA
DAS ORIGENS A BRACARA AUGUSTA Francisco Sande Lemos e Rui Morais
.Os estudos sobre Braga Antiga – Perspectiva histórica
.Os mais antigos vestígios arqueológicos no perímetro urbano de Braga
.Os Bracari
.Bracara Augusta
.A urbe do Alto Império (sécs. I–III)
.Bracara Dives: capital da Callaecia (sécs. III-IV)

IDADE MÉDIA Luís Fontes
BRACARA nas encruzilhadas da Antiguidade Tardia: de capital do reino Suevo a sede metropolita cristã
.A configuração do mundo medieval: permanências e mudanças
.De Martinho a Fernando da Guerra, a construção de uma identidade: “BRAGA, CIDADE DOS ARCEBISPOS”

RENASCIMENTO Rui Maurício e Maria do Carmo Ribeiro
.A imagem da cidade na época Manuelina
.Os valores artísticos e culturais – entre o Moderno e o Romano
.Transformações urbanas de D. Diogo de Sousa
.Alterações no espaço urbano intramuros: novas ruas, largos e praças …
.O centro urbano e a periferia: linhas mestres do futuro desenvolvimento urbano de Braga

CONTRA-REFORMA E BARROCO Aurélio Oliveira e Eduardo Pires de Oliveira
Braga de 1600 a 1820 - Sociedade e Economia
. O Quadro demográfico
. Um centro urbano ruralizado
. As actividades secundárias
. O suporte económico do Barroco
. O exemplo e a importância dos centros beneditinos

SÉCULOS XIX E XX José Viriato Capela e Amadeu Sousa
O séc XIX português - o dilema entre o desenvolvimento necessário e a crise e o atraso reincidentes
Braga - do ultimatum ao final da 1ª República (1890-1926)
.para uma contextualização nacional da história bracarense (Portugal de 1890 a 1926)
.Um perfil abreviado da cidade de Braga (demografia, economia, principais instituições, pobreza de largas camadas da população, mentalidade)
.Braga no declinar da Monarquia (1890-1910)
.Braga levanta-se contra o centralismo lisboeta (grandes questões mobilizadoras da cidade)
.Braga e a 1ª República

SÉCULOS XIX E XX Miguel Bandeira e José Manuel Lopes Cordeiro
.Os ensaios do Antigo Regime ou a herança urbana da República Bracarense
.As intervenções estruturantes com origem ou idealização na primeira metade do século XIX
.As estratégias do ordenamento urbano da Regeneração à República
.A cidade entre a saúde e fraternidade e o a bem da nação
.O planeamento urbano no Estado Novo - das origens ao crepúsculo (1926-1974)

FORMADORES
FRANCISCO SANDE LEMOS, arqueólogo
RUI MORAIS, arqueólogo
LUÍS FONTES, arqueólogo
RUI MAURÍCIO, historiador de arte
MARIA DO CARMO RIBEIRO, historiadora
EDUARDO PIRES DE OLIVEIRA, investigador
AURÉLIO DE OLIVEIRA, historiador
JOSÉ VIRIATO CAPELA, historiador
AMADEU SOUSA, historiador
MIGUEL BANDEIRA, geógrafo
JOSÉ MANUEL LOPES CORDEIRO, historiador

Se quiser saber mais sobre este curso, pode fazê-lo enviando um e-mail para :

info@jovemcoop.com

10 de novembro de 2009

Missão Halloween - Part I Braga

Cá estão a tão esperadas fotos da Missão Halloween - Part I em Braga.
O tempo não ajudou às travessuras, mas agora vem aí a Part II, a decorrer já na mítica Sexta Feira 13, no meio das bruxas e feiticeiros de Montalegre.
A não perder, porque nós vamos estar lá!


4 de outubro de 2009

Património em debate



O nosso compromisso com a Junta de Freguesia de S. Victor e com os cidadãos de Braga, na área do Património, nasceu no ano 2005, aquando da primeira edição de uma actividade que é, hoje, uma referência.
"O Nosso Património" nasceu da vontade de mostrar o património da freguesia de S. Victor, aos jovens participantes, plantando a semente da consciencialização para com as heranças culturais e deixando-a crescer no que concerne à protecção e recupração do património.
Mas, o nosso sentido de responsabilidade para com o património tem sido fomentado em geral, mas particularizado relativamente às Sete Fontes.
Muito do que temos vindo a fazer, pode ser visto AQUI. Mas sentimos que tudo o que vamos fazendo é pouco e que a autarquia camarária não tem sido sensivel às nossas solicitações. Tem havido constantes "atentados" e tem competido à JovemCoop, à Junta de Freguesia de S. Victor e a alguns cidadãos interessados e empenhados a vigilância e a salvaguarda deste Complexo. E apontamos, ainda, a responsabilidade ao IGESPAR e à Direcção Regional de Cultura para o abandono a que votam as Sete Fontes.

Não deixa de ser curioso como o tema "Património" tem entrado no debate autárquico, com várias candidaturas a tecer críticas à actuação socialista que gere a Câmara, no que toca à recuperação do Centro Histórico e na valorização dos Monumentos.
Após anos e anos de delapidação de vários edifícios de interesse histórico e da ausência de projectos de intervenção em monumentos, fiquei satisfeito com esta promoção. De facto, há muito tempo que clamamos pela recuperação do nosso património, pois além da raíz histórica, pode ser um incentivo ao fomento turistico.
Tive a oportunidade de assistir ao debate entre quatro candidaturas, no Espaço Atlântico, no passado dia 01 de Outubro, promovido pela RUM. Falou-se de património e, num dado curioso, introduziu-se a questão do património mobiliário. Parece-nos pertinente, já que este é, também "uma parte de um todo".
Ouvi, com muita curiosidade, o debate da Antena1, que contou com a presença do Dr. Ricardo Rio (coligação PDS/CDS/PPM), do Dr. Dias Rodrigues (Coligação PCP/PEV) e do Dr. João Delgado(B.E.).
Fiquei satisfeito por ouvir, no debate a introdução do tema do Parque das Sete Fontes. Fico agradado por saber que temos políticos que manifestam a vontade de subverter o actual estado das coisas. Proteger os monumentos das Sete Fontes, quer os arquitectónicos, quer os arqueológicos, proteger a água, a flora e a fauna, reconvertendo o espaço num Parque Verde é algo que pode e deve ser dado à cidade. Nesta assumpção, podem contar connosco, pois a JovemCoop, com o conhecimento que tem do local, dará, com certeza ajuda na execução de uma boa intervenção.
Ao ler aqui que um entendimento entre partidos pode beneficiar as Sete Fontes, nós dizemos "APOIAMOS". Ao ler aqui divagações e contemplações futuristas de quem já teve oportunidade e ainda nada fez, nós respondemos "NÃO HÁ MAIS BENEFÍCIOS DE DÚVIDA".

Sobre o Rio Este



Este artigo do jornal "O Balcão", dedicado ao Rio Este teve o contributo da JovemCoop.
Na verdade, enquanto Coordenador Geral da JovemCoop fiquei, naturalmente, contente por termos sido procurados pelo jornalista para nos pronunciarmos sobre esta matéria.
Desde há algum tempo que temos vincado a nossa vertente ambiental, alertando para as questões relacionadas com o Rio Este. Tivemos, inclusivé, oportunidade de assistir à apresentação do Projecto de Renaturalização das Margens do Rio Este, bem como tivemos oportunidade de nos pronunciar sobre o mesmo.
Tal como podem ver AQUI, a JovemCoop teve a preocupação de se debruçar sobre vários aspectos ligados ao Rio. Contudo, ainda que a DECLARAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL mencione o nosso contributo, esperamos, para bem do rio Este e da qualidade de vida dos cidadãos bracarenses, que o projecto tome em conta as nossas indicações.
E o jornal "O Balcão" transmite a nossa posição na integra. Achamos que esta intervenção é uma operação de cosmética, pois o projecto dedica-se mais a embelezar a área envolvente do que recuperar e revitalizar o Rio. Lembramos que a intervenção, feita a partir da Av. Frei Bartolomeu dos Mártires, não contempla a área a montante, pelo que o Rio continuará a ter água poluída e muito suja.
Lamentamos que este projecto não insira medidas de despoluição da água, de controle de qualidade e que não se pratiquem coimas a quem insiste em tornar o Rio Este um esgoto a céu aberto.
Estaremos atentos às intervenções e tentaremos dar sempre um maior apoio na procura de um Rio Este verdadeiramente requalificado.