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7 de agosto de 2015

Projeto Rios

in Diário do Minho | 07/08/2015

No âmbito do "Projeto Rios", a equipa da JovemCoop esteve ontem mais uma vez a fazer a monitorização dos vários parâmetros da água do Rio Este.
Desta vez com a presença do vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, e também pelo presidente da Junta de Freguesia de São Victor, Ricardo Silva, que assistiram à atuação da nossa associação.

Fica a notícia.

13 de março de 2013

Rio Este: As constantes infracções

"Diário do Minho" 08/03/2013

O Rio Este, ao longo dos tempos, tem sido um curso de água muito mal tratado pela cidade de Braga.

As intervenções que foram feitas nas últimas décadas visavam, de alguma forma, corrigir o traçado do rio, bem como valoriza-lo.
Contudo, as intervenções nunca foram muito felizes e, apesar de tentarem valorizar fisicamente o curso de água, não tiveram em conta as ligações (i)legais de descarga por parte de habitações ou empreendimentos fabris.

O que a notícia revela confirma esta postura de se tentar corrigir aspectos físicos visíveis, não dando resposta a problemas que subsistem de forma escondida.

E pensamos que Braga volta a perder mais uma oportunidade de tentar corrigir estes problemas com o decorrer das obras de renaturalização do Rio Este que actualmente decorrem.

Achamos que esta intervenção é uma operação de cosmética, pois o projecto dedica-se mais a embelezar a área envolvente do que recuperar e revitalizar o Rio.

Lembramos que a intervenção, feita a partir da Av. Frei Bartolomeu dos Mártires, não contempla a área a montante, pelo que o Rio continuará a ter água poluída e muito suja.

Lamentamos que este projecto não insira medidas de despoluição da água, de controle de qualidade e que não se pratiquem coimas a quem insiste em tornar o Rio Este um esgoto a céu aberto.

14 de fevereiro de 2013

Entre Aspas - Rio Este

"Diário do Minho" 11/02/2013

O "Entre Aspas" desta semana, da autoria de Francisco Sande Lemos, realça a importância Histórica do Rio Este, enquanto curso de água que foi sucessivamente aproveitado pelos habitantes desta região.

Lançando paralelismos sobre as conduções de água, descobertas um pouco por toda a cidade, e lembrando a falta de estudos arqueológicos que melhor permitam conhecer a articulação do Rio Este com os terrenos adjacentes, o autor desafia a cidade a uma maior fruição deste curso de água, a partir de uma boa sinalética, que faça a interaccção do Rio com Locais ou Curiosidades Históricas de Braga.

14 de janeiro de 2013

Rio Este - o moinho e a renaturalização

"Diário do Minho" 14/01/2013

Vem hoje noticiado, no Diário do Minho, que a Câmara Municipal de Braga (CMB) poderá levar à reunião do executivo a compra de um antigo moínho, nas margens do Rio Este.

O valor da compra foi cifrado em 100 mil euros, havendo o proprietário pedido mais e a CMB avaliado em menos. Negociando, chegaram ao valor de 100 mil euros.

Este caso leva-nos a fazer duas reflexões:

1 - O moínho foi construído no tempo em que o Rio Este corria com normalidade. Só após a CMB ter iniciado um processo de artificialização do Rio, que ficou marcado pela "betonização" das margens e pela permissão de construção em leitos de cheia, é que este moínho começou a dar sinais de inundação, aquando do aumento do caudal, em alturas de cheia. Agora, o moínho é visto como um obstáculo à livre circulação das águas, pelo que a CMB decidiu compra-lo. É estranho que no âmbito do programa de Renaturalização do Rio Este, que iniciou há cerca de dois anos, não se contemplasse, à partida esta hipótese. Ainda assim, é bom saber que a CMB finalmente estuda, programa e planeia o que fazer nas margens do Rio Este;

2 - Afinal, a CMB sabe negociar com os proprietários, porque puxou de uma avaliação de 93 mil euros, quando o proprietário pedia algo como 243 mil euros. Negociando, chegaram à soma de 100 mil euros. É que aquando do processo da Fábrica Confiança, as avaliações da CMB fixaram-se em valores acima do que pedia o proprietário ou do valor da expropriação, o que pode ser considerado, no mínimo estranho, levantando suspeitas sobre a obtenção de tais valores.

Serve, pois, o presente caso, para reflexão.


11 de dezembro de 2012

Poluição no Rio Este

"Correio do Minho" 10/12/12

Recentemente, após novas descargas não controladas, as águas do Rio Este voltaram a ficar poluídas, acabando por matar um grande número de pequenos peixes.

Tendo em conta que está a ser levada a cabo a renaturalização do Rio e que uma das premissas desta obra é devolver vida às águas, a partir da despoluição das mesmas, controlando e ordenando a rede de esgotos, fica a questão..."afinal, para que servem estas obras?".

Reiteramos a questão, há muito avançada, que estas obras são mera operação cosmética, tendo em conta que o mais importante fica por fazer...despoluir e ordenar o leito do Rio desde a nascente até à zona da actual obra. De que adianta embelezar do meio do percurso para baixo, se do meio para cima continua a haver poluição, descargas não controladas, saneamento a despejar directamente para o rio?

Sobretudo, porque na zona a montante situavam-se, pelo menos antigamente, as zonas de maior índice industrial, fábricas essas responsáveis pelos despejos no Rio Este. Se estas situações não forem rectificadas, continuar-se-á a assistir a uma sistemática poluição das águas.

Importa olhar para o Rio Este como um recurso natural, importante para a cidade de Braga. Dever-se-á desenvolver um projecto de despoluição das águas e de rectificação das redes de esgotos/saneamento, para que possa haver controlo sobre descargas, de forma a não destruir a (pouca) vida existente nas águas do Rio. Mas para isso, é preciso que haja alguém na Câmara de Braga que queira rectificar as ligações ilegais, sistematizar procedimentos de controlos de descarga e que tenha reais preocupações com o meio ambiente.



24 de setembro de 2012

No Este nada de novo...não aprender com os erros!

"Diário do Minho" 22/09/2012
 
Ao longos dos anos, a cidade de Braga cresceu e desenvolveu-se nas margens do Rio Este. Inapropriadamente, permitiu-se construir nos leitos de cheia do rio, e este, quando aumenta o caudal, sobretudo após intensas intempéries, tende a invadir garagens e habitações.

Agora, no âmbito do projecto de "renaturalização" do Rio Este, volta-se a cometer um atropelo à natureza e permite-se construir uma via ciclável (?) por cima de uma zona murada, que estreita o rio, e faz ainda túnel por baixo de uma ponte na Rua Bernardo Sequeira (opção que causa algum constrangimento por criar uma zona escura e deserta).

Os moradores estão descontentes e já deram nota disso a elementos do executivo camarário, que parecem não ter vontade, nem receptividade de alterar o projecto.

Estreitar ainda mais o leito do rio é estar a pedir que aconteçam novos desastres e haja motivo para a natureza fazer valer o seu braço forte.

Aquando do período de discussão pública, a JovemCoop enviou um conjunto de sugestões à Agência Portuguesa do Ambiente, destacando a necessidade de devolver vida às duas margens e de se impedir mais construção que prejudique o curso da água. (ver aqui documento).

Este pode ser um caso (constantemente repetido) de como Braga e o executivo camarário, responsável pelas opções de desenvolvimento da cidade, não aprendem com os erros do passado.


27 de outubro de 2011

E novidades?A culpa é do fraco planeamento de Braga

"Diário do Minho" 25/10/2011

Não vale a pena escamotear ou arranjar mais desculpas para o indesculpável...é certo e sabido que assim que Braga recebe umas chuvadas mais fortes os túneis são invadidos por água, o trânsito fica caótico e as garagens ficam inundadas!É frequente dar-se escorrimentos de terra e todas as pessoas perdem a paciência e ganham uns cabelos brancos pelo tempo que perdem nas enormes filas de trânsito. 

Em vez de se culpar constantemente o S. Pedro por copiosas obras, convém lembrar que se os túneis e as garagens inundam e se o trânsito fica estagnado é porque o Planeamento e Ordenamento do Território foram mal pensados e executados.

Um bom Plano Director Municipal, com os seus instrumentos de "Planeamento", constituído, entre outras, pela Carta de Ordenamento, deveria sinalizar pontos sensíveis e de risco e evitar construções ou, pelo menos, dar-lhes meios para construir, sem provocar o ambiente envolvente.

Por isso é que defendemos que nunca se devia ter construído nos leitos de cheia do Rio Este; por isso é que insistimos, há tempos, numa requalificação dos túneis e da sua capacidade de escoamento de águas (dado que os túneis descem, em muito, a cota da superfície, e facilmente são inundáveis).

A Quinta de Cabanas era uma zona de grandes prados verdes, onde havia água...água que abastecia o...Castro Máximo, zona arqueológica destruída pela construção do Estádio AXA!

Seria bom que o próximo PDM fosse mais equilibrado e revertesse situações lesivas para a cidade, mas sobretudo lesiva para os cidadãos!


25 de julho de 2011

Entre Aspas - 25/07/2011

"Diário do Minho" de 25/07/2011

O "Entre Aspas" desta semana aborda um tema muito importante para os cidadãos...a participação de Braga na Agenda 21 Local.

Este programa compromisso, rubricado livremente pela Câmara Municipal de Braga pouco ou nada tem contribuído para a franca melhoria da qualidade de vida dos cidadãos bracarenses.

Os signatários do "Entre Aspas" desta semana focam três importantes exemplos - Monte Picoto, Rio Este e Complexo Monumental das Sete Fontes - sobre o que não tem sido feito para requalificar e rectificar locais de índole natural e que foram sendo, ao longo dos tempos, sucessivamente transformados.

Factores de risco e perigosidade estão atinentes a estes locais, onde (ainda) não se deslumbram planos de pormenor e/ou salvaguarda capazes de dar resposta à exigências dos cidadãos, na parte ambiental, em pleno Séc.XXI.

5 de maio de 2011

De novo...O Rio Este

"Correio do Minho" de 05/05/2011

Num processo que ainda faz correr muita água, continua a cidade de Braga sem perceber para quando iremos ter o Rio Este requalificado.

Mantemos a questão: - Porquê só requalificar o curso urbano, quando torna-se urgente requalificar, de igual forma, o Rio Este a montante, desde a zona da nascente até ao projecto agora em discussão.
Lançamos nova pergunta:  - Se a ACF ceder a execução dos trabalhos à empresa Refoiense, a CMB afinal vai pagar a quem? Vai pagar o montante mais baixo à Refoiense ou irá pagar mais à ACF para esta pagar o preço inicial à Refoiense e ainda ganhar com este processo sem fazer nada?

Como é óbvio, esperamos que sejam dadas boas resposta aos cidadãos e que finalmente possamos ter um Rio Este limpo...por um preço justo!

E já agora, quem assume o acompanhamento arqueológico e quem assumirá a responsabilidade se as máquinas que já lá andam já tiverem destruído algum sítio arqueológico?

11 de abril de 2011

Rio Este - haverá estudos/trabalhos arqueológicos em curso?




Diz o Ponto 22 da Declaração de Impacte Ambiental (DIA)do Projecto "Regularização, Renaturalização e Ordenamento do Rio Este entre a Av. Frei Bartolomeu dos Mártires e Ponte Pedrinha ":


22. Realizar o acompanhamento arqueológico de todos os trabalhos com implicações no subsolo, inclusive durante a remoção dos revestimentos de betão das margens e leito e a plantação de espécies vegetais. Verificando-se a detecção de vestígios arqueológicos deverão ser realizadas sondagens arqueológicas para avaliação da situação; 
ver Declaração de Impacte Ambiental em aiacirca.apambiente.pt


Pelo que pudemos aferir, as obras supra citadas já se iniciaram no leito do Rio Este, ali perto da Av. Frei Bartolomeu dos Mártires. Mas apesar dos trabalhos de remoção de cimentos das margens e dos trabalhos, supomos nós, de desmatação de solos, não conseguimos aferir a presença de qualquer arqueólogo em campo.


Refere a mesma DIA, na parte dos anexos:

• Em matéria de Património Arqueológico e Arquitectónico, e embora a área em estudo não inclua nenhuma área ou edifício classificado, em vias de classificação ou qualquer Zona de Protecção, abrange uma área classificada em PDM como conjunto arquitectónico inventariável – a zona dos Galos, uma área que ainda preserva alguns conjuntos de interesse patrimonial e etnográfico e que apresenta potencialidades, ainda mal avaliadas, do ponto de vista do património arqueológico. Assim, deveria ser realizada uma intervenção de requalificação do conjunto edificado dos Galos, o qual se apresenta como o valor patrimonial mais significativo na área em análise.


Pelo que pudemos constatar, parece nem existir um trabalho preliminar de estudo daquela zona ribeirinha, sabendo nós que já há tempos foram detectados vestígios da Idade do Bronze e do período Romano nas margens do Rio Este.


Estaremos presentes a uma situação de "entra primeiro a máquina e só bem mais tarde, após uma qualquer denúncia, os arqueólogos?




14 de março de 2011



Projecto de Regularização, Renaturalização e Ordenamento
da Zona Ribeirinha do Rio Este”

Nova vida do Rio Este começa agora!


A Câmara Municipal de Braga inicia esta terça-feira (15 de Março) os trabalhos de “Regularização, Renaturalização e Ordenamento da Zona Ribeirinha do Rio Este”, curso de água que atravessa a zona urbana de Braga.
Adjudicada à empresa “Arlindo Correia & Filhos, SA” por 2 348 960 euros, a empreitada, que tem um período de execução de 548 dias, é financiada a 80 por cento por fundos comunitários, no âmbito do programa regional “ON 2”.
O “Projecto de Regularização, Renaturalização e Ordenamento da Zona Ribeirinha do Rio Este” incide no troço mais urbano desta linha de água, entre a Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires e a Ponte Pedrinha, numa extensão aproximada de 2,9 quilómetros.
São seus objectivos a reabilitação e requalificação ambiental da bacia do Este, o que vai influenciar positivamente a qualidade da paisagem e a promoção do estabelecimento do ecossistema ribeirinho.
«Mediante o ordenamento da área de intervenção pretende-se também promover a utilização dos espaços ribeirinhos pela população e transformá-los num importante elemento estruturante e amenizador da paisagem», sublinha Ilda Carneiro.
Estão, assim, contempladas algumas intervenções para melhoria pontual das condições de escoamento, nomeadamente a limpeza e desobstrução do leito e margens e a redefinição de secções transversais.
As soluções propostas relativas ao ordenamento da zona ribeirinha compreendem, entre outras acções, a criação de uma via ciclável em percurso contínuo, o que melhora a acessibilidade, a segurança e o conforto dos utentes ao longo desta linha de água.
Compreende igualmente a substituição do revestimento do leito (fundo e margens) e a plantação de vegetação ribeirinha, requalificando o “corredor fluvial”.
Prevê-se ainda a criação de vários “planos de água”, através da construção de pequenos açudes, de forma a criar um corpo de água permanente.
No âmbito da intervenção está prevista a concessão de dois espaços destinados a café-bar, com esplanadas voltadas para o rio, localizados nas áreas verdes das ruas Machado Vilela e Armando Lira (Ponte Pedrinha).
Contemplada está igualmente a criação de percursos temáticos, de carácter pedagógico, que tirem partido da relação entre a distância percorrida a pé ao longo da via principal, para a relacionar com outras distâncias, como as do sistema solar ou as percorridas pelos navegadores portugueses.
São consideradas ainda algumas intervenções pontuais, como o tratamento e encaminhamento da descarga do colector da Avenida da Liberdade, os muros em alvenaria em Santa Tecla, e a limpeza e desobstrução de levadas na Zona dos Galos.
O projecto de execução contempla ainda um plano de monitorização, que consiste essencialmente na implementação de marcas de cheia, na medição de caudais e na monitorização contínua da qualidade da água.
O rio Este nasce na Serra do Carvalho, a uma altitude de 512 metros, na zona de transição entre os concelhos de Braga e Póvoa de Lanhoso, percorrendo cerca de 52 quilómetros desde a nascente até à sua confluência com o rio Ave, dos quais 23,9 quilómetros se localizam no concelho de Braga.
Câmara Municipal de Braga, 14 de Março de 2011
P' O Gabinete de Comunicação,

(João Paulo Mesquita)
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14 de janeiro de 2011

Um sério aviso da natureza...

retirado do "Correio do Minho" de 12/01/11

Temos vindo a alertar, com alguma frequência, para a necessidade de saber recuperar e requalificar o Rio Este, sem pôr em causa a sua força natural.

Braga conseguiu artificializar toda uma zona ribeirinha, achando sempre que controlaria os elementos da natureza. O parco caudal que o Rio Este apresenta nos meses de Estio devem ter dado a falsa segurança à CMB que poderia ali construir sem sofrer danos ou consequências.

Sempre que há um período de chuva mais longo e intenso é usual que garagens de prédios vizinhos ao Rio Este sejam inundadas. Agora, também o túnel da rotunda do Mac'Donalds ficou cheio de água, pois os lençóis freáticos estavam altíssimos e saturaram as condutas de águas pluviais.
O resultado foi este...o caos no trânsito e automobilistas furiosos.

Afinal, a Natureza e os seus elementos ainda não se deixam controlar assim com tanta facilidade.

5 de novembro de 2010

Sobre o rio Este

retirado do "Diário do Minho" de 04/11/2010

O processo de renaturalização do Rio Este já fez correr muita água e tinta.
Trazemos, novamente, aqui o tema, porque não bastava já o processo ser conturbado e atrasado, como ainda, por persistências a que somos alheios, dizem os jornais que a CMB adjudicou ilegalmente a obra, contrariando, inclusivé, ordens do tribunal.
Parece claro que a renaturalização do Rio Este terá de aguardar ainda mais, porque assim que a empresa que ganhou o terceiro concurso iniciar as obras, os concorrentes, muito provavelmente, irão submeter providências cautelares para impedir a realização da obra até melhor pronúncia esclarecida dos tribunais.

Com isto, a cidade continuará a ter um Rio Este poluído, mal tratado e indigno de ser o curso do centro da cidade de Braga!

24 de agosto de 2010

E depois fala-se na requalificação do Rio Este?!

retirado do "Diário do Minho" de 24/08/2010

É com preocupação que lemos esta notícia. As descargas ilegais e poluentes para os afluentes do Rio Este, e para o próprio rio do centro de Braga continuam a acontecer e à vista pública.

Enquanto não se sancionarem os infractores e enquanto a CMB não apostar numa fiscalização séria e numa autuação exemplar, os prevericadores, consciente ou inconscientemente, não sentem o peso da responsabilidade dos seus actos.

Também a localização destas ocorrências não deixa de ser interessante. Relembramos que o projecto de requalificação do Rio Este é da Av. Frei Bartolomeu dos Mártires (zonas das pisicnas da rodovia) até à Ponte Pedrinha.

Ora nós sempre defendemos que o projecto de requalificação deveria começar muito mais a montante, precisamente para evitar as poluições nos troços acima do que o projecto da CMB prevê. De que adiantará requalificar o centro urbano por onde passa o rio, se se esquecer a zona montante, que pode, e a julgar por estas notícias, por certo, poluirá a zona a requalificar?

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27 de julho de 2010

Rio Este - Um processo "enguiçado"

retirado da edição do "Diário do Minho" de 21/07/2010

Polémicas e processos à parte e o Rio Este continua sem ser recuperado e requalificado.
A pergunta que subsiste é..."até quando?"

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14 de junho de 2010

Rio Este e o seu papel em Braga


retirado da edição de "Diário do Minho" 12/06/2010


retirado da edição de "Correio do Minho" 04/06/2010



O Rio Este é um dos elementos naturais de que a cidade de Braga dispõe e que poderia ser uma mais valia para os cidadãos e que podia ter um maior retorno para a própria cidade.

Infelizmente, fruto de vários castigos e más decisões a que foi votado, o Rio Este tornou-se um rio escuro e lamacento e as suas margens alvos de dejectos e poluição variada.

Embora de jornais diários diferentes, ambas as peças jornalísticas abaixo apresentadas referem, na essência o mesmo - que directa ou indirectamente, o Rio Este é a casa de banho de várias pessoas.

A requalificação do Rio urge e não pode deixar de fora a zona do "Sítio dos Galos". Este lugar histórico, em muito associado às artes artesanais da moagem e do pequeno tecido industrial, onde muitas pessoas ainda hoje se lembram de nadar e de pescar, descaracterizou-se e hoje é um lugar sombrio, sujo e em vias de desertificação. Claro que nestas condições logo se associa um conjunto de más práticas, que tornam aquele local mal afamado e mal usufruido.

No último plano de requalificação do Rio Este, apresentado publicamente, uma intervenção "light" na zona dos Galos, mas já percebemos que ao intervir ali, tem de ser profundamente e dotando aquele sítio de condições de salubridade e higiene pública.

Relembramos a sempre oportuna sugestão da Junta de Freguesia de S. José de S. Lázaro em constituir ali um núcleo museológico/centro interpretativo que relate as experiências e vivências dos artesãos e dos moleiros que ali subsistiram. Poder-se-ia recuperar a prática do fabrico do papel, ainda que hoje sobre uma vertente mais ecológica e amiga do ambiente.

Concordamos com esta forma de não perder a nossa história e de dinamizar as pessoas que ali fizeram vida.
O nosso ponto de vista sobre a requalificação do Rio Este pode ser consultado AQUI!

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21 de abril de 2010

Rio Este - a nossa opinião premonitória

(imagem retirada do Blog "Farricoco")

A propósito de uma notícia recentemente divulgada no jornal Diário do Minho sobre a intempestuosidade do Rio Este e da forma como ele "atacou" a cidade e fez marcar a sua presença, gostaríamos de lembrar que há algum tempo, noutro órgão de comunicação social, expressamos o nosso respeito pelo curso de água do centro da cidade de Braga.
Deixamos aqui o testemunho para memória futura.

4 de outubro de 2009

Sobre o Rio Este



Este artigo do jornal "O Balcão", dedicado ao Rio Este teve o contributo da JovemCoop.
Na verdade, enquanto Coordenador Geral da JovemCoop fiquei, naturalmente, contente por termos sido procurados pelo jornalista para nos pronunciarmos sobre esta matéria.
Desde há algum tempo que temos vincado a nossa vertente ambiental, alertando para as questões relacionadas com o Rio Este. Tivemos, inclusivé, oportunidade de assistir à apresentação do Projecto de Renaturalização das Margens do Rio Este, bem como tivemos oportunidade de nos pronunciar sobre o mesmo.
Tal como podem ver AQUI, a JovemCoop teve a preocupação de se debruçar sobre vários aspectos ligados ao Rio. Contudo, ainda que a DECLARAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL mencione o nosso contributo, esperamos, para bem do rio Este e da qualidade de vida dos cidadãos bracarenses, que o projecto tome em conta as nossas indicações.
E o jornal "O Balcão" transmite a nossa posição na integra. Achamos que esta intervenção é uma operação de cosmética, pois o projecto dedica-se mais a embelezar a área envolvente do que recuperar e revitalizar o Rio. Lembramos que a intervenção, feita a partir da Av. Frei Bartolomeu dos Mártires, não contempla a área a montante, pelo que o Rio continuará a ter água poluída e muito suja.
Lamentamos que este projecto não insira medidas de despoluição da água, de controle de qualidade e que não se pratiquem coimas a quem insiste em tornar o Rio Este um esgoto a céu aberto.
Estaremos atentos às intervenções e tentaremos dar sempre um maior apoio na procura de um Rio Este verdadeiramente requalificado.