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11 de outubro de 2013

Monte Picoto: Uma boa notícia

 
"Diário do Minho" 08/10/2013

O Monte Picoto tem sido alvo de uma grande requalificação, cuja obra está em fase de conclusão.

O Diário do Minho dá nota da imensa procura deste local por parte dos bracarenses, os quais se têm deslocado àquele Monte para aferir as obras, mas também para usufruir da paisagem.

Não tendo sido, dentro da nossa visão, a prioridade como Parque Verde para a cidade, a bem da verdade é que após esta requalificação, Braga passa a deter um local privilegiado de lazer.

Um boa notícia para todos os bracarenses!



27 de outubro de 2011

Monte Picoto - o processo ainda vai no "adro"

"Correio do Minho" 26/10/2011


O Município de Braga está com pressa e vontade de expropriar os terrenos no Monte Picoto. De uma forma ou de outra interessa dar início a este processo.


A Arquidiocese sentiu-se lesada e interpôs uma acção judicial. Perdeu esta batalha...mas como certamente irá recorrer dela para as instâncias superiores, talvez estejamos só a assistir ao início de um longo caminho a percorrer.


Para o bem de Braga e da legitimidade das intervenções, esperamos que tudo se resolva a bem!





25 de julho de 2011

Monte Picoto - Prioridades de uns que não são prioridades de todos

"Diário do Minho" de 22/07/2011

A Câmara Municipal de Braga apronta-se para dar início ao processo de requalificação do Monte Picoto, um dos sítios mais marcantes da paisagem de Braga.

Tal como dissemos em http://jovemcoop.blogspot.com/2010/07/o-monte-picoto.html e em http://jovemcoop.blogspot.com/2010/06/entre-aspas-monte-picoto.html concordamos que o Monte necessita de um projecto de intervenção, mas acreditamos que não é um caso dramático que requeira atropelar procedimentos e fazer ouvidos moucos aos proprietários dos terrenos.

Afinal, a CMB não actua assim para casos mais graves como as Sete Fontes. A pressão urbanística nas Sete Fontes tem sido tal, que a CMB comprometeu-se a fazer um Plano de Pormenor que tarda em ser publicamente apresentado. Esse plano, que devia contemplar a negociação com os proprietários privados parece estar longe de acontecer, pois o Sr. Presidente da CMB alertou, precisamente, aquando da instalação da primeira sinalética para o Complexo Monumental, que estavam a direccionar as pessoas para terrenos particulares...como podem relembrar AQUI!!!

Posto isto, é com natural satisfação saber que há quem partilhe das nossas preocupações e entendimentos, como pode ser lido no último parágrafo da notícia.


Entre Aspas - 25/07/2011

"Diário do Minho" de 25/07/2011

O "Entre Aspas" desta semana aborda um tema muito importante para os cidadãos...a participação de Braga na Agenda 21 Local.

Este programa compromisso, rubricado livremente pela Câmara Municipal de Braga pouco ou nada tem contribuído para a franca melhoria da qualidade de vida dos cidadãos bracarenses.

Os signatários do "Entre Aspas" desta semana focam três importantes exemplos - Monte Picoto, Rio Este e Complexo Monumental das Sete Fontes - sobre o que não tem sido feito para requalificar e rectificar locais de índole natural e que foram sendo, ao longo dos tempos, sucessivamente transformados.

Factores de risco e perigosidade estão atinentes a estes locais, onde (ainda) não se deslumbram planos de pormenor e/ou salvaguarda capazes de dar resposta à exigências dos cidadãos, na parte ambiental, em pleno Séc.XXI.

21 de setembro de 2010

Jornal Público - Monte Picoto e a defesa de estudos arqueológicos



A intervenção que a Câmara de Braga prepara no Monte Picoto é uma oportunidade única para fazer um estudo arqueológico no local. Quem o defende é Francisco Sande Lemos, antigo presidente da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UM), que considera "muito provável" a existência de vestígios romanos naquela zona da cidade. A autarquia está disponível para apoiar a ideia, no âmbito do projecto de criação de um parque urbano.

Sande Lemos não tem dúvidas de que a cidade deve aproveitar as obras a realizar naquele local para ficar a conhecer melhor o seu passado. "Mais do que sondagens prévias, seria importante fazer um estudo mais alargado do local", destaca o arqueólogo, lembrando que, apesar do conhecimento produzido ao longo dos últimos anos acerca de Bracara Augusta, os seus arredores mantêm-se muito pouco estudados.

Francisco Sande Lemos lembra que o templo romano detectado durante as obras de prolongamento do túnel da Avenida da Liberdade ou os achados descobertos nas obras de construção do novo hospital de Braga mostram como Bracara Augusta era grande, pelo que nos arredores de uma cidade com a importância da capital da Galécia seria normal encontrar áreas de trabalho de artesãos, por exemplo.

Por isso, aquele especialista considera "muito provável" a existência de vestígios da época romana no Monte Picoto. "Podem surgir achados importantes, como um templo", antecipa Sande Lemos, considerando que esta hipótese ganha força, se tivermos em conta que está em causa uma encosta debruçada sobre a cidade e o rio, próxima de uma das principais saídas de Bracara Augusta, em direcção a Vizela e ao vale do Douro, e daí para Emerita Augusta, actual Mérida, em Espanha.

A Câmara Municipal de Braga está disponível para acolher a ideia de Sande Lemos. O vereador Hugo Pires garante que toda a intervenção a realizar no Monte Picoto será acompanhada pelo gabinete de arqueologia do município. "Até era bom que surgisse algum achado importante. Seria uma mais-valia para o parque urbano que queremos criar", afirma aquele responsável, abrindo a porta a ajustes no projecto que permitam, por exemplo, a musealização de eventuais achados arqueológicos.

A Câmara de Braga tem prevista a criação de uma zona de lazer naquele monte sobranceiro à Avenida da Liberdade. A ideia tem quase uma dezena de anos e o início da sua concretização chegou a estar previsto para o final do ano passado, mas voltou a sofrer atrasos. O projecto final, apresentado em Julho, prevê a criação de percursos pedonais e ciclovias, bem como de um anfiteatro, um café-bar, uma biblioteca e jardins temáticos nos quase 23 hectares de área florestal que serão, em breve, intervencionados.

Neste momento, decorre o processo de negociação para a aquisição dos terrenos envolvidos no plano de pormenor para o Monte Picoto. A autarquia deu já início ao processo de expropriação de parte desses terrenos, ao mesmo tempo que constituiu uma comissão mista com a diocese de Braga, para tentar chegar a um entendimento extrajudicial relativo à posse de parte de um conjunto de propriedades que corresponde a cerca de um quinto da área a incluir no futuro parque urbano.




Realçamos, com admiração positiva, o quinto parágrafo em que o Arquitecto Hugo Pires encara com agrado o surgimento de estruturas arqueológicas e defende um acompanhamento por parte dos serviços de arqueologia da CMB. destacamos, ainda, a vontade de musealizar as estruturas (caso apareçam) dando maior interesse ao futuro parque do Picoto.
São os sinais do tempo??? Uma gestão autárquica mais aberta, cultural e moderna, sem medo de acolher novas formas de cidadania?


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15 de setembro de 2010

Nós bem o afirmamos...

Entre Aspas de 13/09/2010, por Francisco de Sande Lemos

retirado do "Diário do Minho" de 13/09/2010

Nós bem o afirmamos no programa da rádio Antena Minho "Ideias com Jota" de 08/06/2010, de que se tornava necessário estudar melhor o potencial histórico-arqueológico do Monte Picoto.

Desde logo o seu topónimo revela um ponto sobranceiro à cidade, com potencial para acolher um povoado antigo, com vista sobre a urbe.

E também a sua localização estratégica entre locais arqueológicos já conhecidos, revelam que este Monte terá tido um papel bem mais importante do que apenas servir de local para romances tardios ou encontros com intenções menos próprias.

No artigo do Professor Sande Lemos, este refere a necessidade de se promoverem estudos arqueológicos e de se preparar com antecedência a intervenção urbanística para que não aconteça um caso de claro desrespeito pelo património como sucedeu nas obras do novo Hospital de Braga.

Parece-nos importante que haja esta preocupação e que se desmistifique quer o papel da arqueologia na sociedade, quer a verdadeira importância do Picoto na história da Cidade.

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10 de setembro de 2010

Ainda o Picoto

retirado do "Correio do Minho" de 08/09/2010

retirado do "Correio do Minho" de 08/09/2010

Há projectos de tal forma prioritária em Braga, que atabalhoadamente interessam resolver.
Já se percebeu que há vontade de recuperar e reabilitar o Monte Picoto e torna-lo fruível à população, mas será que em ano de crise, este é um investimento que compensa aos cidadãos de Braga?

E os financiamentos do QREN também vão ser utilizados para gerar hotéis financiados como a nova estrutura hoteleira de Gualtar?
Esperemos que a CMB não se volte a endividar só para satisfazer uns quantos homens de negócios. Afinal, continuamos a defender que a recuperação do Monte Picoto deveria ser algo muito mais minimalista e natural, sem tanto betão e artificialismo!

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2 de agosto de 2010

Merece reflexão

retirado da edição do "Diário do Minho" de 31/07/2010

Quem nos é querido também merece o nosso apoio, ajuda na divulgação e conjunta reflexão.
Aqui fica à leitura de cada um...

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6 de julho de 2010

O Monte Picoto

retirado da edição do "Diário do Minho" de 04/07/2010

Tivemos oportunidade de assistir à Sessão Pública de Esclarecimento sobre o Monte Picoto, bem como já manifestamos AQUI a nossa opinião sobre o mesmo.


Abandonadas várias ideias, o projecto contempla, ainda assim, uma via estruturante a meia encosta e uma zona grande de equipamentos construídos, que uma vez mais farão parte de estratégia encapotada de transformar um Parque Verde numa zona de densidade construtiva.


Há uma espécie de aversão em Braga a espaços verdes, devidamente pensados e requalificados, pensados na óptica do simples utilizador, caminhante, turista, pedestrianista, vertendo os planos para uma óptica de consumidor, ocupador, proprietário.


Esperamos que este processo, e com esta chamada de atenção da Arquidiocese que diz ainda não ter tido resposta às suas preocupações, seja uma forma de reequacionar o espaço e o projecto.

As imagens que apresentamos mostram a necessidade urgente de intervir no Monte Picoto. Requalificar e limpar os espaços, ajardina-los, dar mais segurança aos moradores e aos fruidores daquele Monte são premissas urgentes com que, por certo, todos os cidadãos de Braga se identificam e clamam intervenção.
 
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8 de junho de 2010

Entre Aspas - Monte Picoto

extraído da edição do "Diário do Minho" - 07/06/2010

O Monte Picoto volta a ser um dos temas quentes da cidade de Braga, devido à apresentação pública do projecto que está agora em período de discussão.

Todos os contributos são válidos e há um consenso em torno da necessidade de requalificação do Monte Picoto. É sabido que, apesar de ser um sítio bonito, está com aspecto de abandono e, é local privilegiado para práticas menos próprias (confiando nos relatos de habitantes próximos, enunciam-se práticas de prostituição, tráfico e consumo de droga, etc.).

Do nosso ponto de vista, apesar de não conhecermos nenhum outro parque verde que contemple uma elevação, em qualquer outra cidade, ainda assim somos receptivos à inclusão do Monte Picoto num parque verde.

Contudo subsistem algumas dúvidas quanto a este projecto. Em primeira instância, parece haver pavor em deixar espaços verdes sem obstáculos cinzentos. Qualquer projecto que se faça hoje em dia tem de contemplar edifícios ou equipamentos. Haveria algum constrangimento em libertar o Monte Picoto de construções e deixa-lo verde? 

É que os sedimentos do Monte são tão escassos que já pouca vegetação nasce ali, logo fazendo erigir mais edificado, artificializará ainda mais o Picoto.

Somos adeptos de uma intervenção mais minimalista, em que se privilegiaria a ausência de edificado massivo (referimo-nos à não construção de hóteis ou moradias, mas obviamente somos tolerantes à construção de algum equipamento necessário à fruição do Parque) e se daria enlevo à arborização do Monte, recorrendo a espécies autóctones.

Construir na meia encosta inferior é que não nos parece plausível, tendo em conta que criará uma cortina de betão para quem desce a Avenida da Liberdade (ainda que em projecto o poligono de edificação esteja mais desviado para o lado da Quinta da Capela).

Aí sim, poder-se-ia implementar uma pista de down hill, e não de snow board como outrora havia sido defendido. Abrir o Parque à cidade e dota-lo de uma rede de ciclovias ou de pedestrianismo permitiria uma maior circulação de pessoas por aquele espaço.

Basta pôr a cabeça a funcionar e pensar na qualidade de vida das pessoas em Braga. Quais são as suas necessidades e o que desejam para uma melhor fruição de um parque verde? Feito este inquérito, com certeza que os técnicos/arquitectos colheriam outras opiniões e formulariam um outro projecto.

Recomendamos a leitura do Entre Aspas de 07/06/2010 e gostávamos que nos dessem a vossa opinião, enviando-a por email para info@jovemcoop.com .


25 de maio de 2010

Sessão Esclarecimento Monte Picoto

extraído da edição do "Diário do Minho" 24/05/2010


Vão ser realizadas duas importantes sessões de esclarecimento sobre o Projecto do Monte Picoto.

A primeira realizar-se-á dia 27, pelas 19h00, no auditório da Videoteca Municipal (Rua do Raio);
A segunda será realizada no mesmo dia (27), só que às 21h30 no auditório da Junta de Freguesia de S.Victor.

Como pensar a cidade é um direito e um dever de cada cidadão, deixamos aqui o convite à participação nestas duas sessões.