Mostrar mensagens com a etiqueta PDM. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PDM. Mostrar todas as mensagens

9 de dezembro de 2013

Proibição de construções nas Sete Fontes

in Diário do Minho 7/12/2013


É já hoje que a CMB aprova em reunião camarária a suspensão preventiva do PDM para toda a zona de proteção das Sete Fontes. 

Apesar de ser uma medida cautelar que irá vigorar por dois anos, é com grande satisfação que vemos ser dado um primeiro passo para a real proteção do monumento, zelando pela qualidade de vida dos bracarenses e das gerações futuras em detrimento dos interesses individuais de enriquecimento. 

Esperamos por isso que este seja o primeiro de muitos passos, para a criação do futuro Complexo/Parque Eco-Monumental das Setes Fontes.


http://www.diariodominho.pt/conteudos/pesquisa/p/1?pesquisa=sete+fontes

3 de dezembro de 2012

Entre Aspas - PDM3

"Diário do Minho" 03/12/12

Com o processo da revisão do plano Director Municipal (PDM - instrumento de gestão do território) a decorrer, o Entre Aspas desta semana, aborda esta temática, lançado especiais alertas para a questão da mobilidade e da ocupação do solo, destacando a zona do Complexo Monumental das Sete Fontes.

Alerta, ainda, para os cuidados a ter com a abertura da Alameda Sul, tal como a JovemCoop o fez AQUI!

Todos os cidadãos devem participar activamente neste processo, para de forma atenta, perceberem as opções que irão ser tomadas para as suas freguesias e lugares destas.


22 de outubro de 2012

Entre Aspas: Propostas para o PDM

"Diário do Minho" 22/10/2012

Com o processo da revisão do plano Director Municipal (PDM - instrumento de gestão do território) a decorrer, o Entre Aspas desta semana, aborda esta temática, lançado especiais alertas para a questão da mobilidade e da ocupação do solo.

Todos os cidadãos devem participar activamente neste processo, para de forma atenta, perceberem as opções que irão ser tomadas para as suas freguesias e lugares destas.


13 de agosto de 2012

O Coração Verde de Braga - a desflorestação do Sameiro

"Diário do Minho" 09/08/2012

Fomos alertados, no passado dia 09/08 pelo Repórter Alfa, para uma acção lesa ambiental (ou pelo menos de diminuição do enquadramento paisagístico da envolvente de Braga), que ocorreu nas encostas do Sameiro.

Numa primeira instância, esta acção leva-nos a questionar o porquê de se fazer uma acção de abate de árvores tão forte naquela zona de Reserva Ecológica Nacional, sem sequer se promover uma acção de reflorestação; Parece-nos estranho que dentro de uma zona classificada como Espaço Florestal, em P.D.M., não se recorra automaticamente à renaturalização daquela zona, tendo em conta que o abate foi tão profundo que deixou visivel o maciço rochoso.

Independentemente das causas que levaram a este abate, importa lembrar que as consequências desta acção são, desde logo, o empobrecimento do enquadramento paisagístico. Hoje, quem olhar para o Sameiro, já não só verá o Santuário, como assistirá à degradação da paisagem; Além do mais, reiteramos a ideia de que em zona protegida a nivel ecológico deve-se reforçar desde já a plantação.

Importa que a CMB, no âmbito do P.D.M. perceba a importância do conjunto arbóreo e instigue o proprietário a replantar o espaço em causa, pois a reflorestação originará a normalização do espaço e dos solos.

Depois, e talvez a mais importante, seja a questão relacionada com a erosão dos solos e desertificação (perda da capacidade produtiva dos solos (empobrecimento/ perda da fertilidade); Quem olhar para aquele sítio notará, por certo, que no sopé da vertente são visíveis algumas habitações que poderão vir a ser inundadas ou soterradas em caso de algum deslizamento de inertes e lamas que ocorram em dias de chuva. A verdade é que o desgaste do solo (não havendo vegetação que vá prendendo as terras) pode originar um cenário dramático, permitindo, ainda, que aquela encosta se vá degradando e paisagistica e ambientalmente.

Não será desejável que se abra ali um regime de excepção para construção, pois a sustentação dos solos e os ecossistemas associados poderão ficar em causa, se se optar pela permissão construtiva, além de que alterará e deteriorará, de vez, a envolvente paisagística do Santuário do Sameiro. Parece-nos que é uma questão de ordenamento do território que merece reflexão e actuação célere.


4 de junho de 2012

BE visita as Sete Fontes e tece duras críticas!

"Diário do Minho" 03/06/2012


A deputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, esteve no passado Sábado nas Sete Fontes, numa visita com contornos estranhos...a deputada afirmava ter confirmação da AGERE para visitar o interior do Complexo, mas na verdade, o funcionário da AGERE não tinha recebido qualquer indicação nesse sentido. A sorte da Deputada foi conseguir apanhar a "boleia" de um outro grupo que ali fazia visita à mesma hora.

Felizmente, graças à visita dos Amigos do Areal, a Deputada lá conseguiu conhecer o interior das Sete Fontes e perceber o real estado daquele Monumento.

Afirmou aos jornais, que a CMB faz pouco do que a Lei exige e continua a afirmar que aquela zona continua a ser alvo dos interesses imobiliários.

Em suma, continua a faltar um instrumento forte como um Plano de Pormenor de Salvaguarda das Sete Fontes e é necessário inquirir o Sr. Secretário de Estado da Cultura sobre o muito que ainda há a fazer neste monumento!

Contamos com mais uma voz activa que também já conhece as Sete Fontes.

N.B. - Curiosamente, quando a Ministra da Cultura do anterior Governo esteve nas Sete Fontes com a JovemCoop, certo que em período eleitoral, fomos apelidados de manipulados e de nos associarmos a um partido que não zela pelas Sete Fontes. A nossa resposta foi que quem quer conhecer as Sete Fontes, deve ter, se possível, os melhores guias para fazer um melhor enquadramento histórico e da realidade. Independentemente da cor partidária e dos lugares que ocupam, também nos compete a nós, cidadãos ou entidades, responsabilizar os agentes políticos para melhor zelarem pelos interesses comuns de uma sociedade...e a cidade de Braga quer, cada vez mais, as Sete Fontes de usufruto público e salvaguardadas. Ainda bem que passado um ano, as mentalidades expandiram-se e optaram por fazer o mesmo, dando a conhecer o Complexo das Sete Fontes.


27 de outubro de 2011

E novidades?A culpa é do fraco planeamento de Braga

"Diário do Minho" 25/10/2011

Não vale a pena escamotear ou arranjar mais desculpas para o indesculpável...é certo e sabido que assim que Braga recebe umas chuvadas mais fortes os túneis são invadidos por água, o trânsito fica caótico e as garagens ficam inundadas!É frequente dar-se escorrimentos de terra e todas as pessoas perdem a paciência e ganham uns cabelos brancos pelo tempo que perdem nas enormes filas de trânsito. 

Em vez de se culpar constantemente o S. Pedro por copiosas obras, convém lembrar que se os túneis e as garagens inundam e se o trânsito fica estagnado é porque o Planeamento e Ordenamento do Território foram mal pensados e executados.

Um bom Plano Director Municipal, com os seus instrumentos de "Planeamento", constituído, entre outras, pela Carta de Ordenamento, deveria sinalizar pontos sensíveis e de risco e evitar construções ou, pelo menos, dar-lhes meios para construir, sem provocar o ambiente envolvente.

Por isso é que defendemos que nunca se devia ter construído nos leitos de cheia do Rio Este; por isso é que insistimos, há tempos, numa requalificação dos túneis e da sua capacidade de escoamento de águas (dado que os túneis descem, em muito, a cota da superfície, e facilmente são inundáveis).

A Quinta de Cabanas era uma zona de grandes prados verdes, onde havia água...água que abastecia o...Castro Máximo, zona arqueológica destruída pela construção do Estádio AXA!

Seria bom que o próximo PDM fosse mais equilibrado e revertesse situações lesivas para a cidade, mas sobretudo lesiva para os cidadãos!


25 de julho de 2011

Monte Picoto - Prioridades de uns que não são prioridades de todos

"Diário do Minho" de 22/07/2011

A Câmara Municipal de Braga apronta-se para dar início ao processo de requalificação do Monte Picoto, um dos sítios mais marcantes da paisagem de Braga.

Tal como dissemos em http://jovemcoop.blogspot.com/2010/07/o-monte-picoto.html e em http://jovemcoop.blogspot.com/2010/06/entre-aspas-monte-picoto.html concordamos que o Monte necessita de um projecto de intervenção, mas acreditamos que não é um caso dramático que requeira atropelar procedimentos e fazer ouvidos moucos aos proprietários dos terrenos.

Afinal, a CMB não actua assim para casos mais graves como as Sete Fontes. A pressão urbanística nas Sete Fontes tem sido tal, que a CMB comprometeu-se a fazer um Plano de Pormenor que tarda em ser publicamente apresentado. Esse plano, que devia contemplar a negociação com os proprietários privados parece estar longe de acontecer, pois o Sr. Presidente da CMB alertou, precisamente, aquando da instalação da primeira sinalética para o Complexo Monumental, que estavam a direccionar as pessoas para terrenos particulares...como podem relembrar AQUI!!!

Posto isto, é com natural satisfação saber que há quem partilhe das nossas preocupações e entendimentos, como pode ser lido no último parágrafo da notícia.


3 de dezembro de 2010

Pressão...e mais pressão!

retirado do "Correio do Minho" de 28/11/2010

retirado do "Diário do Minho" de 28/11/2010

No âmbito de uma visita ao Complexo das Sete Fontes por elementos da Assembléia Municipal, o vereador do urbanismo, Arq.to Hugo Pires mostrou e explicou aos visitantes o que será o futuro Parque Verde das Sete Fontes.

Garantiu, ainda, que a CMB não tem dinheiro para expropriar terrenos (cujos preços subiram em flecha assim que ficou definida a construção do novo hospital) e afirmou que a preocupação das pessoas é a água e não a protecção do edificado, porque isto mostra que a CMB tem defendido e preservado aquele monumento.

Isto é tão errado, que convém dizer aos nossos leitores que ao longo dos tempos foram desenhados vários projectos que aniquilariam o Complexo das Sete Fontes. Além disso, estabeleceu-se um Plano Director Municipal que arrasaria as Sete Fontes em detrimento da construção de préidos.

HOJE sobre pressão da população, e após várias diligências tomadas pela Junta de Freguesia de S. Victor, JovemCoop, ASPA, a CMB cedeu às preocupações, não desincentivando à construção, mas fazendo um malabarismo em que deixaria construir de uma forma mais ordenada (que é aquilo que Braga já necessitava há muitos anos).

Mas as Sete Fontes ainda não estão protegidas e precisam da nossa precaução e atenção, para que esta CMB actue em conformidade pelas vontades dos seus cidadãos.

.

10 de novembro de 2010

O PDM, o Parque Verde e o Centro Histórico


retirado do "Correio do Minho" de 31/10/2010

Já tivemos oportunidade de referenciar, em postagens anteriores, a necessidade de ter um bom Plano Director Municipal ao serviço da cidade de Braga. Aliás, esta notícia poderia entroncar em quase todas as postagens que temos escrito sobre construção, planeamento, serviços, acessos, em suma...sobre o que caracteriza a cidade de Braga.

Mas porque é algo que não deve ser esquecido e proque é algo que pode melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos, reiteramos a necessidade de "pressionar positivamente" o executivo camarário a idealizar e a concretizar um PDM atento e adaptado às necessidades da nossa cidade.

Além da excelente notícia de que o PDM poderá estar finalizado no próximo ano, provavelmente terminando ou condicionando este tempo/espaço em que cada um vai fazendo o que quer/pode ser sofrer consequências, o vereador que tutela o planeamento e urbanismo defendeu, ainda, uma intervenção pondera e prioritária para o Centro Histórico de Braga. Sendo verdade que o Centro de Braga perdeu habitantes fruto de uma politica expansionista do anterior PDM, será correcto que agora se inverta esta tendência, devolvendo a cidade (o seu centro) aos cidadãos.

É digno de registo a "pressão zero" das investidas imobiliárias sobre a zona das Sete Fontes, constituindo, assim, o parque Nascente da cidade. É sabido, e amplamento defendido por nós, que aquele espaço tem qualidade para albergar um Parque Verde, que servirá de tampão quer ao Hospital quer aos cidadãos que livremente ali poderão disfrutar de uma zona tranquila e cheia de história.


5 de novembro de 2010

Um novo PDM e mais Parques Verdes

retirado do "Diário do Minho" de 02/11/2010

No âmbito de uma reunião de esclarecimento sobre o Plano Director Municipal (PDM), foram abordados alguns tópicos no sentido de melhorar a qualidade de vida dos bracarenses.

A necessidade de reformar o PDM de Braga é gritante pela necessidade de travar ois impetos construtivos em áreas já, por si, densamente construídas, ou em zonas VERDES que estão classificadas como Zonas de Alta Densidade Construtiva.

Reverter o PDM é poder dar sinais aos bracarenses de uma cidade melhor planeada e atenta à qualidade de vida e à preservação do território e património.

Lembramos que se a zona das Sete Fontes estivesse classificada como Área Verde em vez de ter o rótulo de Zona de Máxima densidade construtiva, não haveria tanta pressão imobiliária sobre aquela zona e os bracarenses teriam o Parque tão desejado e proclamado pelo agora vereador Arquitecto Hugo Pires.

Mas parece que as manifestações cívicas que reclamam espaços verdes em Braga começam a dar frutos.

retirado do "Diário do Minho" de 05/11/2010

O próprio Presidente da CMB, Eng. Mesquita Machado anunciou não 4, mas 5 parques verdes na cidade de Braga, transmitindo, assim, de forma indirecta, uma vontade de reverter alguns zonamentos do PDM.
Se assim acontecer, Braga tornar-se-á uma cidade europeia do Séc. XXI, deixando para trás uma postura do século passado de dar lugares à construção desenfreada, apenas para angariar receita municipal.