26 de junho de 2012

S.João - o Manjerico

"Diário do Minho" 22/06/2012

O Manjerico é a planta que marca presença no S.João (à semelhança do que vai acontecendo noutros santos populares).

Envolto em alguma mística, a crença diz que o seu perfume não deve ser cheirado directamente pelo nariz, mas sim por via indirecta, passando a mão pelas suas folhas.

Damos aqui destaque ao manjerico, porque no suplemento do Diário do Minho sobre o S.João, apresenta-se um pouco da história do Manjerico, desde a sua simbologia para os gregos e os romanos.


22 de junho de 2012

Todos os Caminhos...Na Rota de S.João


As vias romanas foram um factor de extrema importância no desenvolvimento do Império Romano, em geral, e de Bracara Augusta, em particular;
Em vésperas da maior festa popular em Braga, convidamos os bracarenses a vir descobrir a rota de S. João, a partir dos antigos romanos e onde subsistem evidências várias da presença deste santo.


Pretendemos, com esta actividade, além de dar a conhecer os itinerários da Via romanas, dar destaque à presença de S. João Baptista, (re)conhecendo este hagiotopónimo como um marcador na paisagem urbana de Braga.

Proposta de Atividade:
Sábado, 23 de Junho

Ponto de Encontro:
09h30 na Igreja de S.Vicente;

Percurso: Igreja de S.Vicente (Cena do Baptismo de Cristo) - Percurso pela Via XVIII – Igreja de S. João do Souto  – Via XVII – Forum Romano – Via Emerita – Parque de S. João da Ponte.
* iremos passar na Praça do Município para assistirmos à sessão solene de S. João que decorrerá nesse dia, às 10h;
Extensão do percurso: 3,5 Km

Tempo estimado: 2h – 2h30*

Dificuldade: Fácil

Ter em atenção:
- Inscrição prévia;
- Levar chapéu;
- Calçado adequado;
- Levar máquina fotográfica;
- Levar água;

Esta ação faz parte integrante do tema Y.Life, apelando ao conhecimento, pelos jovens, do património arquitetónico e multicultural de Braga como parte de 2000 anos de história e da identidade de Bracara Augusta.

Rusga Noitada de S.João - Manter tradições


O Grupo Coral de Guadalupe, a Associação Cultural e Festiva "Os Sinos da Sé" e a JovemCoop dão as mãos à folia, para manter a tradição das rusgas de S. João.

Assim, convidamos todos os nosso amigos e amigos de Braga a vir dar continuidade à tradição e viver a grande noitada de forma entusiástica e divertida.

A nossa proposta é dançar um coreografia simples, que será treinada hoje, às 21h30 no Parque de Guadalupe.

Amanhã, encontramo-nos na Praça do Município às 20h30 e vamos a dançar essa nossa dança até ao Parque da Ponte, onde iremos merendar e usufruir do descanso.

Quem não quiser dançar, mas quiser vir tocar guitarra, concertina ou outro instrumento será bemvindo e quem tiver voz para cantar pode, desde já, decorar estas quadras:

A Rusga de Guadalupe
Siga Braga minha gente
Bota-me esse pé no ar
Dá vivas ao S. Joao
Bora Braga sempre em frente
A cantar e a dançar
Na terra que mais o curte
Siga Braga minha gente
Bota-me esse pé no ar
E mais lhe faz tradição
...
Bora Braga sempre em frente
A cantar e a dançar

Na folia
deste dia
a descida
da Avenida
É um dever ao S. Joao
E a noitada
bem passada
já não passa
sem a graça
o «patego olha o balão»

E a cruzar
a recruzar
a marchar
que é dançar
cada qual com o seu par
E agora salta
mas toda a malta
que faz falta
quem exalta
O arraial mais popular

Corropio
desvario
é no rio
com o brio
do baptismo do Senhor
Sempre à pinha
a capelinha
encaminha
manhãzinha
A S. João o nosso amor

Vai dar a mão
e faz cordão
da multidão
o encontrão
é condição que faz caminho
Só falta ir
tornar a vir
para sentir
e consentir
O retinir do martelinho
 
 

BragaCEJ: As boas noticias futuras e a decepção do presente

"Correio do Minho" 22/06/2012

Após as dificuldades sentidas pela BragaCEJ2012 na sua capacidade de realização, por falta de financiamento, fica o compromisso de um grupo de Eurodeputados, onde se inclui o "deputado do Minho" José Manuel Fernandes, em apoiar as futuras iniciativas.

São boas notícias para as próximas realizações, que esperamos não sentirem as mesmas dificuldades sentidas em Braga.

Ainda assim, inserido neste encontro, foi promovida uma conversa com o grupo de Eurodeputados e algumas associações juvenis.

E aqui vê-se  reduzida capacidade da BragaCEJ em apresentar o seu programa e as suas associações, fazendo crer que este "evento" ou "projecto" não é de todos nem é para todos.

Como é que no meio de uma realização, com associações de várias índoles e com áreas diversas de actividade, as associações escolhidas para falar da sua participação da CEJ são mais do mesmo.

Não é possível aceitar que se leve a AAUM e a ERASMUS Student Network, que trabalham no universo da vida académica, e é redutor que se apresente a Juventude da Cruz Vermelha e a Ágora Bracarense quando nos parece que trabalham as duas na vertente do apoio social.

E o desportivo? E as associações culturais, do património, à arte, da música e do teatro?

Quando na semana em que contabilizamos 31 iniciativas para Braga, os seus jovens e demais cidadãos, é decepcionante ser ignorado, não tendo sequer a oportunidade para defender os valores das nossas actividades e mostrar algo diferente, pois mais nenhuma associação trabalha o nosso objecto de intervenção.

E concordamos com o Sr. Vereador que "a CEJ não é, de forma alguma, organização de festa", porque a JovemCoop encarou esta missão com voluntarismo e missão e, de facto, não estamos em festa, porque esta falta de capacidade em reconhecer e valorizar não é, para nós, motivo de alegrias.


Quando há parque, mas não há Ponte!

"Diário do Minho" 21/06/2012
"Diário do Minho" 22/06/2012

"...pretende rebater alguns comentários relativos ao paradeiro de algumas peças escultóricas ali existentes...";

Se durante longos anos foi prática o silêncio durante a vigência das intervenções, agora Braga desperta para uma nova realidade.

Em duas semanas diferentes, a CMB tem necessidade de lançar dois comunicados diferentes, apoiados nas decisões dos técnicos, para justificar as suas intervenções e tentar calar vozes que perguntam, que querem saber, que merecem um direito de resposta.

Já tínhamos visto esta postura silenciadora nas intervenções do Largo Carlos Amarante, e voltamos a assistir à repetição da cena.

Quer em Arqueologia, que em Arquitectura, há um Plano de Trabalhos, um Projecto orientador dos procedimentos e tendo em vista alcançar o resultado final.

Admitindo surpresas e imprevistos, da qual muitas vezes a arqueologia é responsável - menos em Braga, que nunca causa qualquer celeuma na integração urbana - pode haver adaptações e reformulações que podem diferir um pouco do projecto inicial...mas isto, bem explicado às pessoas, aos cidadãos, todos percebem.

Não se percebe é a omissão de informação e esclarecimento no antes e durante as obras, porque se assumem decisões em espaço público e de cariz público, sem consultar o público.

Depois, quando se pergunta, vêm os comunicados incomodados, porque parece que alguém ofendeu e, para tal, é preciso fazer a defesa da honra.

Se começarem a explicar às Pessoas as ideias que conduzem os projectos, há diálogo, há esclarecimento, há informação...

Aquilo que temos em S. João da Ponte, tal como no Largo Carlos Amarante, é uma realidade, a que alegoricamente chamamos Parque, e uma falta de comunicação e informação, que percebemos não quererem haver Pontes de Diálogo.

Mas a cidade está a mudar e os cidadãos querem mais solidez, não só nas construções, mas nas raízes dos seus direitos. Aqui alguém cumpriu o seu dever...o de questionar!Que se faça escola!E as associações são prova de que os cidadãos mobilizados têm força!


S.João: As Rusgas e as Tradições



"Diário do Minho" 20/06/2012

A cidade de Braga está a viver a semana festiva do S. João de Braga.

Se, até agora, ainda não se sentiu a grande euforia da festa, devido a umas condições atmosféricas instáveis, verdade é que parece que vamos ter a grande noitada e o dia do Santo popular com bastante sol.

Por isso, além dos Cortejos, as Rusgas são uma tradição a manter, que vêm de tempos longinquos e que Rui Ferreira tão bem retrata no Caderno de Cultura, suplemento do Diário do Minho.

Vale a pena ler, pois assim poderemos viver o S. João de forma ainda mais sentida e próxima das suas origens populares.


20 de junho de 2012

Sete Fontes - Um fim de semana, Duas visitas



 
Foi um intenso fim de semana, com duas visitas ao Complexo Monumental das Sete Fontes, ambas orientadas pela JovemCoop.

Com enorme satisfação, no Sábado dia 16, a Associação "A Nossa Terra" e o "Núcleo Fotográfico S.Victor" juntaram esforços e visitaram o Complexo Monumental das Sete Fontes, ficando a conhecer a História do abastecimento de água à cidade de Braga e todo o equipamento monumental.

No Domingo de manhã, no âmbito das iniciativas JovemCoop para a BragaCEJ2012, um grupo de "caminheiros", saiu bem cedo da zona da Arcada (Praça da República) e foi em passo acelerado até às Sete Fontes, rubricando uma acção Y.Nature.

Já no Complexo Monumental apelou-se à necessidade de os cidadãos ajudarem a proteger os lençóis de água que dão expressão às Sete Fontes, mas que também são sinónimo de vida.
Após as explicações, decorreu a visita ao interior das Galerias.

Agradecemos a todos os participantes a colaboração e companhia nestas actividades.

VER AQUI FOTOS DA ACTIVIDADE DE SÁBADO DIA 16 (JovemCoop)


VER AQUI FOTOS DA ACTIVIDADE DE DOMINGO DIA 17 (Rui Pinheiro_JovemCoop)


VER AQUI FOTOS DA ACTIVIDADE DE DOMINGO DIA 17 (BragaCEJ)


Visita ao Convento dos Remédios - extinto em 1911


"Diário do Minho" 19/06/2012

Foi uma iniciativa bastante participada, pois muitos cidadãos corresponderam ao nosso apelo de vir conhecer o Convento dos Remédios, edifício extinto em 1911.

Quando uns achavam difícil, senão mesmo impossível visitar um edifício demolido há mais de cem anos, a JovemCoop, no âmbito da programação da BragaCEJ e com o atento olhar e conhecimento de Rui Ferreira, conseguimos proporcionar uma visita única.

Mais de seis dezenas de bracarenses, amigos e curiosos da História da Cidade de Braga juntaram-se na Arcada para as boas-vindas e explicação da actividade.

Após isso, seguimos para o Largo Carlos Amarante, onde Rui Ferreira contextualizou historicamente o Convento, desde a sua concepção, arquitectura, quotidiano e demolição, apoiando-se na apresentação de várias fotografias e imagens do Convento;

Os participantes seguiram de autocarro até à Falperra, onde visitaram a Santa Marta do Leão, cuja capela alberga o retábulo, sanefas e púlpito do Convento dos Remédios;
Já na Capela de S. João da Ponte, os participantes tiveram a possibilidade de conhecer os elementos arquitectónicos que estavam instalados na fachada do convento, entre outros elementos de interesse.

O percurso dos Remédios seguiu para o jardim de Santa Bárbara (Fonte), Reitoria da UMinho (Azulejos e elementos escultóricos), Salão Nobre da CMB (Gradeamento), Igreja do Pópulo (Retábulo da Nª Sr.ª das Graças)  e de depósito da CMB Pópulo (elementos pétreos da fachada que anteriormente estavam depositados no Parque de S. João da Ponte).

Esta actividade foi como que remontar um puzzle perdido, composto por várias peças dispersas pela cidade. O balanço final é extremamente positivo e recompensador.

O nosso sincero agradecimento a todos os participantes nesta aventura!





Curso da História da Cidade de Braga - 5ª e última sessão

"Diário do Minho" 10/06/2012


Ao longo de 5 meses, realizámos 5 sessões contextualizando 5 período cronológicos, com 5 diferentes e credenciados oradores.

Iniciámos a 17 de Fevereiro, no Novo Estádio Municipal, onde Gonçalo Cruz, Arqueólogo da Citânia de Briteiros, abordou a Pré-História da região;

A 16 de Março, Rui Morais, docente da Universidade do Minho, deu a conhecer Bracara Augusta, falando do período romano da cidade, na Escola Velha da Sé, onde jazem as ruínas de uma Domus;

A sessão sobre a Idade Média decorreu a 20 de Abril, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, orientada por Maria do Carmo Ribeiro, docente da Universidade do Minho, onde entre vários aspectos, se realçou a Calçada Medieval da Rua Verde que está musealizada naquela Biblioteca;

Já o Período Moderno e Barroco da cidade foi apresentado aos participantes por Rui Ferreira, investigador, jornalista e mestrando em Património e Turismo na Universidade do Minho, no dia 18 de Maio, no magnífico Salão Nobre dos Paços do Concelho (CMB);

A 5ª e última sessão, realizada no passado dia 14 de Maio, decorreu no renovado Teatro do Liceu Sá de Miranda e contou com uma visita à Braga Contemporânea, conduzida por Miguel Bandeira, Geógrafo e Docente da Universidade do Minho.

O Curso foi sendo seguido por um núcleo de pessoas que seguiram as 5 sessões, havendo uma parte dos participantes que, de sessão para sessão, se apresentava renovado.

Foi um conjunto de iniciativas de valor, que aproximou os cidadãos da sua história e cultura, permitindo um maior conhecimento sobre a realidade da cidade de Braga.

Por isso, pensamos que este Curso foi um refrescar de antigos conceitos adquiridos e uma aprendizagem fulcral para a compreensão do que é hoje a nossa cidade, permitindo-nos atingir o objectivo de reforçar a nossa participação na programação da BragaCEJ2012.



18 de junho de 2012

Braga: Regenerar Braga e o Património

"Diário do Minho" 18/06/2012


É muito interessante perceber que o património é uma matéria que permanece na ordem do dia e que, em sinal de alarme, a CMB, em vez de procurar dar conhecimento prévio, apenas socorre-se de esclarecimento tardios.

Quanto a nós, não é forma de instruir o cidadão, nem é algo que seja pedagogicamente recomendável. Ainda assim, mais vale tarde que nunca.

Continuamos a reiterar a ideia de que só após a opinião pública se ter manifestado, foi possível saber o real valor arqueológico das intervenções no Largo Carlos Amarante.

E as declarações do Sr. Vice Presidente da CMB, numa postura pouco democrática (como se só os académicos e investigadores possam e devam ser ouvidos) afirma que só têm crédito as afirmações dos especialista, realçando que "Tudo quanto seja dito sem chancela científica, sobre pretensas destruições de património, só pode ser interpretado como mero exercício de imaginação".

Posto isto, deixamos aqui as declarações escritas no facebook da JovemCoop, do Arqueólogo Francisco Sande Lemos, que talvez seja o melhor conhecedor do subsolo de Braga em geral e do Largo Carlos Amarante em particular:


De modo nenhum concordo com a metodologia aplicada no Largo Amarante. Na verdade na década de 90 a Unidade de Arqueologia teve um reunião com o Vice-Presidente da Câmara, Dr. Nuno Alpoim. Segundo este autarca pretendia-se abrir um parque subterrâneo no centro da cidade havendo duas hipóteses: o Largo Carlos Amarante e a Avenida da Liberdade. A direcção da Unidade optou pela Avenidade Central considerando o Largo Amarante como uma área de reserva que convinha estudar cuidadosamente. Ora sendo assim o projecto de renovação do Largo Amarante só deveria ter sido elaborado após uma escavação completa da área ou pelo menos um número amplo de intervenções em sítios cirúrgicos. Mudam-se os tempos mudam-se as vontades...
FSL
Agora que já temos uma opinião de alguém creditado e conhecedor, como responderá o Sr. Vice-Presidente da CMB?
À consideração dos leitores...num mero exercício de imaginação!


Agenda CEJ - semana 18-24 Jun

"Diário do Minho" 18/06/2012

Para conhecimento dos nossos leitores, publicamos a Agenda Semanal das Actividades a desenvolver no âmbito da BragaCEJ2012.

Damos destaque, naturalmente, à actividade "Todos os Caminhos Vão dar a Bracara Augusta", no próximo dia 23, cujo percurso estará relacionado com o S. João de Braga e três vias romanas!

A não perder!


Entre Aspas - A memória de Braga

"Diário do Minho" 18/06/2012


O "Entre Aspas" desta semana permite ao leitor uma reflexão conjunta sobre a propriedade das memórias de uma cidade.

A História, constantemente reescrita, carece de ser perpetuada, não por uma só pessoa ou um limitado núcleo circunscrito de pessoas, mas poderia e deveria ser tema de debate público.

Aqui fica o Entre Aspas para nos ajudar a pensar a nossa cidade.



13 de junho de 2012

Y.Nature - Caminhada às Sete Fontes




Ao longo do corrente ano temos vindo a realizar várias caminhadas e iniciativas em contexto de natureza.

As Sete Fontes afiguram-se como local privilegiado para realização destas actividades, pois além do património arquitectónico, esconde um vasto conjunto arqueológico em plena simbiose com a Natureza (Fauna, Flora e Água)...aqui o melhor do mundo natural deixa-se abraçar pela obra humana.

A questão do abastecimento de água às cidades foi objeto de especial atenção ao longo dos séculos, embora com soluções diferenciadas em função dos meios técnicos e das possibilidades de cada época.
Em Braga, esta preocupação parece ter cabido, em larga medida, aos seus Arcebispos, que se interessaram pela questão da água desde, pelo menos, o século XVI. Mas no Séc.XVIII, D. José de Bragança manda erigir o Complexo de Engenharia Hidráulica das Sete Fontes, equipamento que abasteceu com água a Cidade de Braga.

Nesta extraordinária obra, encontramos não apenas uma funcionalidade destinada a melhorar as condições de vida da cidade, mas também uma significativa obra hidráulica, e um testemunho de arquitetura barroca que importa preservar como um todo, sem esquecer que esta estrutura só faz sentido se conservar a sua funcionalidade primeira e fundamento da sua existência - a água que corre no seu interior. Nesta medida, o sistema conhecido por Sete Fontes é mais do que um bem patrimonial; ele é, igualmente, um bem ambiental.

Assim, convidamos os bracarenses a caminhar até às Sete Fontes, Monumento Nacional desde 2011 e visitar o seu interior.

Ter em atenção:

- Inscrição prévia;
- Levar chapéu;
- Vestuário e calçado adequado;
- Levar lanterna e máquina fotográfica;
- Levar água.

Inscrições aqui: http://www.bragacej2012.com/events/details.php?id=201&type=1


Curso da História Cidade de Braga - Braga Contemporânea



Por motivos de força maior, que se prendem com a disponibilidade do orador, a Sessão da Idade Contemporânea de Braga NÃO será realizada no dia 15 no MDDS.

A JovemCoop e a Capital Europeia da Juventude Braga2012 irão realizar a quinta e última sessão do Curso da História da Cidade de Braga, dedicada ao período Contemporâneo, desde os últimos 150 anos até à actualidade da cidade, no próximo dia 14 (Quinta-feira).


Esta sessão decorrerá no renovado Teatro da Escola Secundária Sá de Miranda, cuja entrada poderá também ser efectuada pela Rua de Santa Margarida ( aconselhamos a não perder esta sessão, não só pela singularidade da apresentação, mas também pela fantástica oportunidade de conhecer este espaço de arte contemporânea, tão bem recuperado).

As portas abrir-se-ão às 21h15 e a sessão iniciar-se-á às 21h30 e será conduzida pelo Professor Miguel Bandeira, da Universidade do Minho.

As inscrições para esta quinta sessão podem ser efectuadas no seguinte link:
http://www.bragacej2012.com/events/details.php?id=97&type=1

Pedimos as nossas sinceras desculpas por esta alteração de última hora, e apelamos à V/ melhor compreensão.


12 de junho de 2012

Crónica A Voz à Juventude (11) O Direito a Braga

"Correio do Minho" 12/06/2012


O DIREITO A BRAGA!
Hoje cumpre-se uma meta. Ao longo de dez meses, após convite do Sr. Diretor deste Jornal, a JovemCoop passou a ser presença mensal neste espaço de crónicas.
Aqui abordámos as esperanças que tínhamos para a Capital Europeia da Juventude e a construção da cidadania jovem, o aproveitamento do património no turismo, o planeamento urbanístico e o programa “A Regenerar Braga”, o apoio social, a Braga Romana, a Fábrica Confiança e, claro, as Sete Fontes.
Tentámos nunca repetir temas, ainda que soubéssemos que todos eles se complementam, sobretudo numa cidade que carece de maior participação dos cidadãos neste projeto chamado “Cidade” e cuja cidade merece ouvir a opinião dos cidadãos.
Quisemos, neste “nosso” espaço de ideias, partilhar com o leitor o que brota dos nossos pensamentos e o que gostaríamos de ver implementado em Braga, para melhor usufruirmos da cidade.
Hoje, graças a este espaço no Correio do Minho, e fruto da nossa maior atividade no âmbito da BragaCEJ2012, vamos sendo contactados com mensagens de apoio pelo trabalho desenvolvido, com solicitações de ajuda sobre a defesa do património e pedidos de colaboração em atividade e visitas a sítios de interesse da nossa cidade.
Em ano de Capital da Juventude, o balanço prévio das nossas atividades é muito positivo. Mesmo desconhecendo quais as expectativas criadas nos cidadãos para esta CEJ, nós já conquistamos o “nosso” espaço e alcançamos alguns dos objetivos que traçámos para este ano. Incrementámos o número e a qualidade das atividades, conseguimos despertar consciências para temas como o património (tantas vezes agora na agenda do dia) e aumentámos o número de membros da JovemCoop.
Por outro lado, fica por conseguir conquistar espaço de diálogo com os agentes decisores da nossa cidade. Os contributos que partilhamos, muitas vezes são entendidos como “forças de bloqueio” ou “fortes tomadas de posição ao serviço de causas obscuras”. Aquilo que posso garantir é que a JovemCoop tem, entre várias preocupações, uma que se eleva sobre todas as outras – o direito à cidade e à sua construção pelos cidadãos.
Queremos uma Braga opinativa e esclarecida, contribuinte e obstinada, dinâmica e reivindicativa, porque é da discussão que surge a luz e é nos momentos de crise que se criam as grandes oportunidades.
Braga é uma cidade de imensas oportunidades, das quais o património pode ser uma estratégia de distinção e competição. As Sete Fontes poderão ser um dos melhores cartões de visita para o turismo, mas também como marca de qualidade de vida.
Preocupa-nos que haja quem pense que falar ou dar ideias é um ato leviano ou injurioso. No caso do Largo Carlos Amarante essa falta de cultura democrática, com assentamento numa cultura repressiva e de silêncio, fere aquilo que defendemos – o direito ao conhecimento e à expressão pública. Há dias, numa tertúlia em que participámos, dizia-se que os Bracarenses conhecem mal a sua história! Ora, se não nos deixam aceder à informação, como é suposto conhecermos? E as manifestações públicas têm esta vantagem, onde se achava apenas haver um aqueduto, foi possível saber que haviam encontrado os alicerces do Convento dos Remédios (atividade de Sábado dia 16 em www.jovemcoop.com) e sepulturas. Missão cumprida, Braga esclarecida.
Agradecemos, pois, a oportunidade que nos foi dada, nestas páginas, para partilharmos as nossas ideias, agradecendo, uma vez mais, ao Dr. Paulo Monteiro e a toda a equipa do Correio do Minho e Antena-Minho os espaços privilegiados de opinião. A si, leitor, desejamos-lhes boas férias e esperamos encontra-lo nas atividades JovemCoop.