9 de outubro de 2010

Desporto e Natureza num só evento

retirado do "Diário do Minho" de 09/10/10

A Cooperativa de Turismo Religioso (TuRel). o Município de Terras de Bouro e a Clikoutdoor, empresa de animação aventura e parceira da JovemCoop, vão realizar, uma vez mais, uma actividade que alia o melhor do desporto de montanha e a natureza.

O Trilho do Formigueiro é um dos percursos mais bonitos e dificeis do Concelho de Terras de Bouro. Pela sua paisagem sobre o vale do Cávado e sobre o Santuário do S.Bento, as entidades vão realizar um percurso de BTT, em que por cada um dos inscritos se plantará uma árvore.

Esta é uma forma de sensibilizar para com os incêndios que devastaram aquela zona e de dar mais sentido e incentivo à participação dos bikers.

Esperamos que o número de participantes atinja um número considerável, para que se possa proceder a uma rápida e feliz reflorestação daquela zona.

8 de outubro de 2010

Petição das Sete Fontes em discussão na AR


retirado do "Diário do Minho" de 07/10/2010

retirado do "Correio do Minho" de 06/10/2010

No passado dia 06 de Outubro, foi discutido, em Assembléia da República a Petição que sugere a Protecção e Conservação das Sete Fontes de Braga.

Todos os partidos foram unânimes nas suas apresentações...preservar o Complexo das Sete Fontes e "obrigar" o Ministério da Cultura em publicar a homologação como Monumento Nacional em Diário da República, onde conste a respectiva Zona Especial de Protecção.

Apresentamos aqui, resumidamente, algumas das posturas assumidas por alguns dos grupos parlamentares:

CDS/PP -

BE -

PSD -

PCP - "Porque razão o problema (...) da classificação do monumento e da área de protecção do monumento, ZEP, se arrasta há mais de uma década? Mistério! "

PS -


PEV - Petição sobre o Complexo das Sete Fontes

Intervenção do Deputado José Luís Ferreira

- Assembleia da República, 6 de Outubro de 2010 -

Antes de mais e em nome do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, gostaria de saudar os cerca de seis mil cidadãos que subscreveram a presente petição e que, através dela, solicitam a preservação, restauro e manutenção do Complexo das Sete Fontes, bem como a proibição de construção nas suas imediações.

O Complexo das Sete Fontes constitui uma obra de Engenharia única.

Datada do Sec. XVIII e classificada como Monumento Nacional em 2003 continua, apesar de terem passado já sete anos sobre essa classificação, à espera que o Governo proceda à respectiva publicação em Diário da República, assim como continua à espera da sua Classificação como Zona Especial de Protecção.

A manifesta indiferença por parte do Governo perante um património com esta importância têm facilitado as agressões constantes à integridade do Complexo das Sete Fontes.

Situado numa zona sujeita a uma elevada pressão urbanística, o Complexo, conhece agora uma nova ameaça, com a intenção de se construírem os viadutos de acesso ao novo Hospital de Braga.

“Os Verdes” de há muito que têm vindo a acompanhar de perto este importante assunto, tendo inclusivamente formulado ao Governo duas perguntas escritas, em Maio deste ano e cujas respostas continuamos a aguardar, porque nem o Ministério da Cultura, nem o Ministério das Obras Públicas se dignaram, até hoje, responder.

Importa, pois, chamar a atenção do Governo para a necessidade de proceder:
• à publicação em Diário da República da Classificação do Complexo das Sete Fontes como Monumento Nacional.
• à conclusão do processo de Classificação do Complexo como Zona Especial de Protecção, com a inclusão da zona edificante, de forma a impedir a construção nas suas imediações, desde logo, dos viadutos de acesso ao novo hospital, procurando soluções alternativas.
Mas também se impõe que o Governo:
• respeite e faça respeitar a Lei da Agua;



O complexo das Sete Fontes é votado hoje, dia 07/10, na Assembleia da República. A generalidade dos partidos da oposição declarou-se apoiante de uma petição, assinada por cerca de seis mil pessoas, que reclamam uma maior protecção às Sete Fontes.

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Ideias com Jota 05/10/2010



Tema abordado: A Implantação da República
Convidado Especial: João Carlos Tavares, Professor de História e Colaborador da Antena Minho

A não perder, às 3as feiras, das 19h15 às 20h



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5 de outubro de 2010

As Jornadas Europeias do Património

retirado do "Diário do Minho" de 05/10/2010

Assinalamos, junto dos nossos leitores, a notícia publicada no Diário do Minho, a propósito da nossa participação nas Jornadas Europeias do Património, celebradas no Museu da Geira, Terras de Bouro.

5 de Outubro - Implantação da República




Porque celebramos hoje o 100º aniversário da Implantação da República, relembramos aos portugueses as cores da nossa bandeira republicana (encimada pelas armas de um arcebispo - que é feito do estado laico?)! :)
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Uma forma ORIGINAL de celebrar o centenário da República!!!

retirado do "Diário do Minho" de 05/10/2010

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4 de outubro de 2010

Projecto de Resolução para as Sete Fontes - BE

No âmbito da discussão parlamentar da Petição do Complexo Monumental das Sete Fontes, no próximo dia 06/10, o Bloco de Esquerda apresentou um Projecto de Resolução, para ser discutido no mesmo dia.
É importante que no que concerne este processo de protecção das Sete Fontes, todos os esforços sejam reunidos, para que Portugal não fique amputado de um dos seus monumentos.

Realçamos que, quer o Bloco de Esquerda, quer o CDS/PP, nos seus projectos de resolução abordam e defendem uma zona non aedificandi em torno do Complexo das Sete Fontes. Poderá a discussão parlamentar confirmar esta ideia? No próximo dia 06 com certeza já teremos mais novidades que serão aqui publicadas.

Deixamos aqui o Projecto de Resolução do Bloco de Esquerda para conhecimento:

A propósito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social

No passado dia 28 de Setembro, o Laboratório de Jornalismo, um projecto emanado da Rádio Universitária do Minho, promoveu, no auditório FNAC uma tertúlia/mesa redonda sobre o Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social.

Para fazer parte desta tertúlia, o Laboratório de Jornalismo convidou um representante da RUM, um dirigente da JovemCoop, um dirigente da AAUM e um dirigente da Cruz Vermelha. Por motivos profissionais, o colega da Cruz Vermelha não compareceu, mas nem por isso a tertúlia foi menos produtiva.


No que toca à JovemCoop, vincou-se a ideia de que apesar de este ano se celebrar o Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, a nossa preocupação para com este tema já vem desde a génese da associação.
Referimos, ainda, que no que toca a estas áreas de intervenção, não nos dedicamos directamente ao combate à pobreza, mas sim à igualdade de oportunidade e acesso às actividades para todos os membros.
Se procurarmos e aplicarmos um conceito de igualdade de oportunidades, estaremos a formar e a incentivar toda uma geração na procura de uma sociedade mais justa e mais atenta para as questões sociais.

Dos princípios defendidos aqui mostramos, em video, a primeira intervenção do Coordenador Geral da JovemCoop a propósito da relação entre a associação e o ano temático.


2 de outubro de 2010

Hoje é Dia Internacional do Idoso

E como tal, é com orgulho, que divulgamos a actuação do Grupo Coral de Guadalupe, na Colónia Balnear da Segurança Social, em mais uma actividade realizada pela Junta de Freguesia Social.

No passado dia 26, o Grupo Coral de Guadalupe,
encerrou as Jornadas Europeias do património, em Terras de Bouro

Sabendo que este ano celebra-se o Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social e como um dos princípios é "defender o envelhecimento activo", esta é mais uma excelente forma de promover o contacto inter-geracional.

retirado do "Diário do Minho" de 02/10/2010

O grupo Coral de Guadalupe propõe-se tocar músicas dos "bons velhos tempos" e pôr toda a gente a dançar com um repertório de música popular. Nós lá estaremos a apoiar este nosso bom parceiro que é o Grupo Coral de Guadalupe!

Por isto e tudo mais que a Junta de Freguesia de S. Victor tem realizado, os nossos parabéns!

Quem avisa...amigo da cidade de Braga é!



retirado do "Correio do Minho" de 02/10/2010

Da entrevista publicada hoje no Correio do Minho, retiramos este excerto, que é sintomático do que uma obra mal planeada pode fazer a uma cidade.

O facto de, teimosamente, se ter projectado o Novo Hospital de Braga para uma zona periférica, sem acessos, nem condições logísticas envolventes para albergar todas as pessoas que vivem e "giram" em torno do hospital, poderá levar a zona de Gualtar a um colapso urbano e, mais uma vez, à desertificação e empobrecimento do centro urbano.

Em tempos de crise...ISTO É PREOCUPANTE!!!

Projecto de Resolução para as Sete Fontes

retirado do "Diário do Minho" de 30/09/2010

Como é sabido, na próxima 4ª feira, dia 6 de Outubro, logo a seguir ao feriado da Implantação da República, a Assembleia da República irá discutir a Petição da protecção das Sete Fontes e, de alguma forma,  manifestar as tendências que vigoram no que compete ao Património Cultural.

Esperamos, claro, que nenhum grupo parlamentar defenda a destruição das Sete Fontes, mas sabemos que em jogo estão vários compromissos e avanços urbanísticos que poderão ser uma prioridade negocial e que se relegue a protecção do Complexo para um segundo plano...mesmo que todos os grupos parlamentares reiterem a necessidade de preservar aquele sítio monumental.

Certo é que, além de haver maior necessidade de reforçar os meios humanos de fiscalização, será necessário dar orientações à CMB no que respeita a um desenvolvimento urbanístico que não atropele as Sete Fontes.

Ainda assim, é louvável que o CDS/PP apanhe o comboio da discussão da Petição e tenha entregue um projecto de resolução que em tudo se coaduna às pretensões dos peticionários.

Aqui deixamos o projecto de resolução, que também será discutido no próximo dia 6. Tal como nos enviaram, e por isso agradecemos ao grupo parlamentar do CDS/PP, partilhamo-lo com todos os leitores.





Apesar do estado da nossa República...

Divulgamos as inicitivas comemorativas para o Centenário da República, em Braga


A Câmara Municipal de Braga, através do seu Pelouro da Cultura, assinala o centenário da implantação da República em Portugal com um conjunto de iniciativas que privilegia a recriação de momentos históricos conexos com a efeméride, designadamente os movimentos políticos e as contestações sociais ou as dinâmicas da vida rural e urbana nas primeiras décadas do século passado.

Embora se cumpra de forma mais enfática no preciso dia em que aconteceu a mudança de regime – 5 de Outubro –, o programa estende-se por outras datas e por outros eventos, como é o caso da exposição “Braga nos Tempos da Primeira República: Ressonâncias Socio-Culturais” e o ciclo de conferências “Política e Primeira República”.

Com um forte componente ludo-pedagógica, este programa resulta da colaboração de várias entidades locais, merecendo particular destaque o Conservatório de Música de Braga, o Departamento de História da Universidade do Minho, o “Centro de Investigação Transdiciplinar Cultura, Espaço e Memória”, e a Associação de Artesãos do Minho, entre outras.

“A Preparação para a Mudança”, intervenções e leitura de textos alusivos à Revolução de 31 de Janeiro de 1891, abre esta comemoração, às 10h00 de 5 de Outubro, no cimo da Avenida 31 de Janeiro. Meia hora depois, no cimo da Avenida da Liberdade, ouve-se falar de “Voto Responsável” e, um quarto de hora passado, na Praça da República, é a vez de os mesmos alunos do Conservatório de Música de Braga se pronunciarem sobre as “Conquistas Sociais”, com intervenções e discursos sobre as condições de trabalho à época.

O momento mais forte da manhã (11h00), que confere dimensão institucional a esta comemoração, acontece na Praça do Município. A partir da varanda da Câmara Municipal, são então recriados os discursos de José Relvas (um dos dirigentes “mais antigos” do directório do Partido Republicano e, como tal, “escolhido” para proclamar a República na varanda da Câmara Municipal de Lisboa) e de Manuel Monteiro (então Governador Civil do Distrito de Braga).

Segue-se-lhe o içar da Bandeira Nacional, com guarda-de-honra do Regimento de Cavalaria 6-Braga, e a interpretação do Hino Nacional, pela Banda Musical de Cabreiros-Braga.

A leitura de textos republicanos continua durante todo o dia por cafés e espaços públicos do centro da cidade.

Uma festa popular, na Avenida Central, começa às 14h30 e prolonga-se por toda a tarde, com a actuação da mesma Banda Musical de Cabreiros e da Rusga de São Vicente, começando esta por interpretar um quadro alusivo ao mundo rural: “Desfolhada, a Festa no Trabalho”.

Alunas do Conservatório de Música de Braga dramatizam a “República no Feminino”, enquanto o Tin.Bra - Teatro Infantil de Braga apresenta “As Alcoviteiras” e a Associação Fazer Acontecer interpreta “Os Sons e as Palavras dos 100 anos da República”.

Pelo meio misturam-se pregões da Equipa Espiral e do Tin.Bra, que reproduzem os anúncios do ardina, do padeiro, da peixeira, do azeiteiro ou da mulher da carqueja. O mesmo acontece com a figuração histórica e a animação de rua proporcionada pelos grupos folclóricos “Os Sinos da Sé” e Gonçalo Sampaio. Os participantes podem ainda entreter-se com jogos tradicionais ou num ateliê infantil, com expressão plástica dedicada a “As Cores da República” e animação do conto “O Romance da Raposa”.

Prolongando-se pelos tempos imediatos, a comemoração cumpre-se então em eventos como a exposição “Braga nos Tempos da Primeira República: Ressonâncias Socio-Culturais”, que é inaugurada a 15 de Outubro (17h30) na Escola Secundária Sá de Miranda. Esta é uma parceria do Município com o Departamento de História e com o Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”, da Universidade do Minho. Esta mostra vai itinerar pelos vários estabelecimentos de ensino do concelho, mediante inscrição na Divisão Municipal de Cultura.

Já a 28 de Outubro (21h30), no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Minho, ao Largo do Paço, acontece a primeira conferência do ciclo “Política e República”, promovido pelo Departamento de História da Universidade do Minho. Ernesto Castro Leal, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, é convidado a falar de “Partidos e Programas Políticos Republicanos”.

À margem do programa municipal de comemoração, o centenário da República é evocado igualmente por outras entidades bracarenses e noutras circunstâncias, como é o caso do programa “Na República da Música” que o Conservatório de Música de Braga desenvolve durante o mês de Outubro. Aliás, esta escola de ensino artístico programou ainda, de 4 a 16 de Outubro, a exposição “Do Fim da Monarquia ao Fim da Primeira República” e o jantar “Vivências Republicanas”.

“Um Auto à República” é dramatizado, a 1 de Outubro, pelos alunos do sexto e sétimos anos de escolaridade do Colégio Luso-Internacional de Braga.

O Centro de Estudos de Relações Internacionais da Universidade do Minho interroga-se a 5 de Outubro, na Casa do Professor (10h30), sobre a “República de Quê?”, dia em que a “Velha-a-Branca - Estaleiro Cultural” debate, às 21h30, “A Proclamação da República na Sociedade Portuguesa e Bracarense.

Já o Agrupamento de Escolas de Palmeira quis assinalar esta efeméride com a instalação de um busto da República, da autoria do artista plástico António Guladas, na Escola “EB 2,3” de Palmeira, às 10h30 de 6 de Outubro.

Por seu turno, a Associação Cultural Francisco Sá de Miranda e a “Civitas Braga” agendaram para as 18h00 de 8 de Outubro a conferência/lançamento do livro “As Mulheres na Implantação da República”, da autoria de Fina d’Armada. A publicação compreende um capítulo dedicado a três republicanas, sendo uma delas bracarense. Em sua memória, será, aliás, plantada então uma árvore, concretamente um carvalho.

Outro dos momentos altos desta comemoração é o lançamento do livro “Roteiro Republicano de Braga”, coordenado por José Viriato Capela e Henrique Barreto Nunes, uma iniciativa do Conselho Cultural da Universidade do Minho, a 13 de Outubro (21h30), no Salão Nobre da Reitoria.

A academia minhota, através do Instituto de Educação, promove também, a 22 e 23 de Outubro, no Campus de Gualtar, o colóquio “A Educação na República: Passado, Presente e Futuro”.


Câmara Municipal de Braga,

Exposição "Questões de Ser", da autoria de Kaiser




Está patente, na galeria da Junta de Freguesia de S. Victor, a exposição de pintura com o tema "Questões de Ser", da autoria de "Kaiser" - o nosso amigo Paulo César Pereira.

Esta exposição surge após "Kaiser" ter exposto algumas das suas obras aquando da celebração dos 30 anos da JovemCoop. De manifesta qualidade, o executivo da Junta de Freguesia de S. Victor convidou o "Kaiser" a expôr, novamente na Junta, mas agora a titulo individual.

O início da exposição decorreu no passado dia 24 de Setembro e vale a pena visitar, ou revisitar, simplesmente porque as obras são de muita qualidade e mostram-nos um lado reflexivo da arte.

Ao Paulo César @k@ Kaiser, os nosso parabéns e que seja a primeira de muitas outras exposições. Os amigos da JovemCoop lá estarão para apoiar!

Uma iniciativa que ganha corpo...e sabor!



retirado do "Correio do Minho" de 02/10/2010
retirado do "Diário do Minho" de 02/10/2010

A iniciativa "Braga à Mesa" será, provavelmente, a aposta mais forte e séria que a Câmara Municipal de Braga tem feito quer a nivel turístico, quer a nível comercial.

De uma forma simpática e apetitosa, os restaurantes aderentes a esta iniciativa irão dar a desgustar, aos seus clientes, várias iguarias de deixar água na boca.

Pela promoção que tem sido feita, e por esta inicitiva resistir aos tempos de crise, congratulamo-nos pela vontade e persistência da CMB em continuar a apostar na cultura gastronómica e na mobilidade das pessoas, incentivando-as a percorrer vários recantos da nossa terra.



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Porque o Património fascina...

retirado do "Correio do Minho" de 02/10/2010

Para celebrar o Dia Internacional da Música, o Museu Tesouro da Sé convidou os alunos da E.B. de S. João do Souto a apreciar o som de uma das mais belas peças do espólio daquele museu.
O órgão clássico de 1685 fez as maravilhas ao entoar os seus sons característicos que deliciaram os pequenos visitantes.
Dar a conhecer este tipo de espólio, sobretudo aos mais pequenos, no Dia Internacional da Música é sensibilizar e incentivar toda uma nova geração para as artes musicais. Quem sabe, com esta experiência, não surge o fascínio da música em algum dos visitantes e assistiremos ao surgimento de um pequeno génio musical?
E tudo isto graças a um património que estava acessivel às pessoas...de facto, o património é fascinante!!!