21 de novembro de 2014

Braga Iluminou-se

"Em Maio de 2009, foram retirados do Campo Novo (Praça Mouzinho de Albuquerque) os candeeiros de ferro que ali embelezavam aquele Largo.

Obviamente que já apresentavam insuficiente capacidade para iluminar o Campo Novo, além de que estavam já alguns desactivados, mas é certo que pelo seu estilo antigo, caracterizavam a Praça.

No âmbito de um projecto de reforço de iluminação, a Câmara Municipal de Braga mandou substituir os candeeiros antigos por uns de modelo mais recente, afirmando, após inquirição nossa, que estes novos candeeiros só estariam ali temporariamente, dado que os antigos seriam restaurados, incluindo fazer os moldes de exemplares que foram partidos ao arranca-los do solo..." Este excerto foi retirado de um texto do nosso blog de Abril de 2012.

Esta semana, durante um passeio pela cidade, a JovemCoop foi surpreendida com a (re)colocação dos antigos candeeiros de ferro no seu local de origem. Agora quem passa pela Praça Mouzinho de Albuquerque, mais conhecida como Campo Novo, pode não só admirar a praça, como também os seus magníficos candeeiros. Estes candeeiros são uma importante marca do nosso passado, que só de observa-los nos fazem recuar nos anos e imaginar como a cidade seria diferente.

Hoje estamos mais felizes por colocarem a história no seu devido lugar.


11 de novembro de 2014

Ser Voluntário


Hoje escrevemos sobre dois assuntos que andam de mão dada na sociedade atual. É verdade que são dois conceitos existentes na vida de milhares de pessoas, mas é igualmente justo acreditar que ainda têm muito para crescer e muito para dar. Afinal, quando falamos de Associativismo e de Voluntariado acreditamos que podemos sempre fazer melhor.

Associativismo é um termo que utilizamos para designar a apologia na prática de uma associação que tem como objetivo um bem comum a duas ou mais pessoas. É uma forma de encontrarmos pessoas com os mesmos ideais e de juntos defendermos aquilo em que acreditamos. Nos dias que correm existem inúmeras associações, umas mais dinâmicas que outras, sobre os mais diversos temas. Mas existe algo que é comum a todas as associações, algo que lhes dá vida, uma grande palavra que define uma grande missão à qual chamamos voluntariado.

É do voluntariado que vive uma grande parte do associativismo. É o voluntariado que faz as causas maiores continuarem a existir, mas desengane-se quem pensa que o voluntariado é apenas sinónimo de ação social. Qualquer pessoa pode tornar-se voluntário, desde que faça aquilo a que se propõe de coração aberto e sem receber compensação financeira, com intuito de um lucro. No âmago do voluntariado está a filosofia do dar sem esperar receber, mas ao receber, que seja uma aprendizagem vocacional de auxílio às pessoas ou a obtenção de competências não formais.


Hoje em dia abundam os programas de voluntariado existentes por todas as cidades.

Temos projetos apresentados a nível internacional, no âmbito da Agência Nacional da Juventude, com o agora reformulado programa ERASMUS+; de âmbito nacional, no portal da juventude.pt, existem os programas como o “Jovem para as florestas” ou o “OTL”.

Existem também projetos locais, mais concretamente em Braga, como a JovemCoop, a ABRA, o Banco Alimentar, as Juntas de Freguesia, entre muitos outros. É, para nós, um grande motivo de felicidade saber que por todo o mundo existem pessoas que dão o seu melhor por uma causa, mas é com mais orgulho que nos vemos cercados por pessoas assim, pessoas determinadas que lutam por boas causas sem esperar nada de volta. Afinal todos nós temos essa filosofia na JovemCoop. E é por esse motivo que a JovemCoop aproveita esta crónica para agradecer publicamente a todos os seus membros. A todos aqueles que dedicaram alguns minutos da sua vida à nossa causa, o nosso grande OBRIGADO! Afinal uma ajuda extra faz sempre falta e associações como a nossa só ganham voz quando outros se dedicam à sua causa.

Aqui cabe um agradecimento a um Homem que personificava o voluntariado, por paixão às tarefas de ajudar. Alberto Moreira dava de si, generosamente, para estar no apoio dos mais necessitados. Faleceu na semana passada, numa injusta luta com a doença prolongada. Deixou-nos algo que não tem preço. Além do seu sorriso e boa disposição, deixa-nos a tarefa de nos entregarmos às causas, com energia, para que o nosso tempo seja também o tempo de ajudar os outros.

Frequentemente, comentamos que vivemos numa sociedade pouco altruísta, em que o individualismo se preza mais que o coletivo. É por esse motivo, amigo leitor, que não podemos deixar de o convidar a ganhar alguns minutos do seu tempo dedicando-os a algo maior. Associe-se a uma causa, social ou não, e contribua para a mudança. Podemos dizer-lhe, por experiência própria, que a sensação de missão cumprida é uma das melhores que podemos guardar. Não espere que os outros mudem aquilo com que discorda; não espere que o mundo, a sua cidade ou a sua rua se tornem melhores se não fizer nada por isso.

A JovemCoop, tal como muitas outras associações, estão de portas abertas a todos os Bracarenses, por isso, e com o devido respeito, deixe-se de desculpas e dedique-se a algo maior. A maior recompensa é o bem de poder ajudar. E se, no final de tudo, já dedica o seu tempo livre a uma associação e já dedica o seu tempo aos outros, ou a uma missão, então sabe que contribui para mudar o mundo. Podem ser passos pequeninos, mas o mundo gira e avança. Parabéns por ser um voluntário
!

3 de novembro de 2014

Magusto JovemCoop


No próximo dia 8 de Novembro, a partir das 15 horas, no Parque de Guadalupe, a JovemCoop irá realizar o seu tradicional magusto.

Este ano com uma vertente diferente, iremos todos juntar-nos numa ação de limpeza do Parque, seguido então das castanhas.

Apareçam, juntem-se a nós!!

27 de outubro de 2014

Percurso pela Braga Assombrada


O dia 31 de outubro, o chamado Dia das Bruxas, é uma data frequentes vezes associada a superstições e vivências paranormais. Em Braga não faltam histórias que abonam a existência de fenómenos sem explicação, boatos de estranhos ruídos associados a habitações de grandes dimensões e incomensurável valia de âmbito patrimonial.

De forma a explorar os casos paradigmáticos do património bracarense desaparecido e, tomando como mote os rumores de assombração, as associações JovemCoop e
Braga + vão organizar, na próxima sexta-feira, 31 de outubro, um percurso noturno que contempla a visita a estes locais. O ponto de encontro é às 21h30, junto ao Theatro Circo.

Não vamos, naturalmente, abordar apenas essas histórias que assombraram o imaginário bracarense e que acabaram por condicionar a posterior ocupação de alguns edifícios emblemáticos, mas procuraremos recordar o trágico destino que alguns desses lugares “assombrados” acabaram por ter.

A última década e meia acabou por revelar-se nefasta para o património bracarense, particularmente para os exemplares patrimoniais que marcaram a última metade do século XIX e primeiro quartel do século XX. A denominada arquitetura romântica bracarense, muito recorrente nesta fase, deixou muitos fantasmas para a posteridade e certamente alguns amargos de consciência naqueles que patrocinaram a sua destruição.

O percurso terá a duração de cerca de 90 minutos e conta com algumas surpresas para os participantes.


Apareçam!!

20 de outubro de 2014

O Brasão tão desejado



O Brasão de Armas da Casa de Bragança volta ao topo da Mãe de Água do Dr. Alvim de Baixo

A SURPRESA  não poderia ser melhor (e maior, até).

Este fim de semana, aquando de uma visita ao Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes, deparamo-nos com a recolocação do Brasão de D. José de Bragança no topo da mãe de Água do Dr. Alvim de Baixo.

Este brasão, em excelente estado de conservação (bem esculpido e menos erosionado que o Brasão do mesmo arcebispo que encima a Mãe de Água do Dr. Amorim - a norte do Complexo Eco Monumental) terá sofrido uma tentativa de roubo/vandalismo há quase 2 décadas, segundo relatos do Agueiro, Sr. Joaquim Peixoto.

Numa 2ª feira de manhã, este funcionário da AGERE, responsável pela manutenção das Sete Fontes, chegou ao local e deparou-se com o brasão em pedra derrubado, à porta da Mãe de Água e danificado.

As peças graníticas foram recolhidas e colocadas nos depósitos de água situados em Montariol. Ficou lá guardado, resguardado de ser contemplado e privado da sua função, até ao final da semana passada.

Com as obras de recuperação e valorização do Complexo Monumental, que estão a decorrer desde Junho do corrente ano, o Brasão voltou ao seu sítio original e não passa despercebido a quem entra no Complexo pelo extremo sul, da Rua Nuno Morais.

Por ser uma reivindicação antiga que agora foi cumprida, todos os amigos das Sete Fontes ficam agradecidos e muito agradados com esta boa notícia.

Os nossos parabéns à CMB e à AGERE por darem mais este sinal de requalificação dos monumentos, que conduzam à constituição do Parque Verde das Sete Fontes.

14 de outubro de 2014

Artigo de Opinião - Dar Braga aos Bracarenses


Dar Braga aos Bracarenses

A última semana foi, para nós, uma semana de boas notícias. Certamente já ouviu falar do Orçamento Participativo (OP) 2015 ou, pelo menos, de algum dos projetos que concorreram a esta iniciativa.
Não iremos aqui abordar a qualidade ou a importância dos projetos, pois para isso existiu uma votação online realizada pelos bracarenses. Vamos antes perceber a importância que iniciativas, como o Orçamento Participativo 2015, têm na cidade.

Mais do que um fundo financeiro disponível para apoiar a cidade, o Orçamento Participativo é, na nossa opinião, uma iniciativa exemplar onde os habitantes da cidade são os principais agentes de intervenção. Através desta iniciativa os cidadãos tiveram a possibilidade de decidir como utilizar parte do Orçamento do Município, mais precisamente quinhentos mil euros, em prol de Braga.

Todos os bracarenses puderam participar de duas formas: criando os seus próprios projetos, tendo sempre um bem comum como objetivo, e/ou votando no projeto que lhe suscitasse mais interesse. Deste modo, foi delegado aos cidadãos a possibilidade de decisão, o que se refletiu em novos direitos, mas também novas responsabilidades, pois foi pedido que todos concorressem e votassem com consciência.

Para o primeiro ano desta iniciativa, os resultados foram espantosos, pois foram selecionados para votação quase cem projetos, dos quais seis conseguiram o financiamento. Esta decisão foi tomada democraticamente através de uma votação onde se registaram cerca de cinco mil votos e que, para nosso agrado, escolheu projetos de diversas áreas de intervenção, destacando-se o património (material e imaterial).

Dada a grande mobilização dos bracarenses, no que ao Orçamento Participativo diz respeito, só se pode esperar que todos os projetos corram pelo melhor e que para o OP 2016 haja ainda mais adesão por parte de todos, n
ão só na votação, mas também na elaboração de mais e melhores candidaturas.

Outra das boas notícias da semana foi a comemoração dos 120 anos da Fábrica Saboaria e Perfumaria Confiança. Fundada a 12 de outubro de 1894, esta fábrica é o único pedaço “vivo” que nos resta sobre história da indústria bracarense. A que em tempos foi a mais importante e maior fábrica bracarense, hoje não é muito mais do que quatro paredes e muitas recordações.
Recordações essas que se fizeram ouvir no último fim de semana com as duas iniciativas da Câmara Municipal na atividade ‘À Descoberta de Braga’.

A abertura das portas da fábrica simbolizou, para nós, a “abertura dos olhos” dos bracarenses, pois a grande maioria entrou ali pela primeira vez e que tomou conhecimento de mais um edifício degradado fisicamente. Mas voltou a “humanizar-se” pela narração de histórias que os antigos funcionários tiveram a amabilidade de partilhar. Prova do sucesso da indústria dos sabonetes em Braga é a ainda existente marca ‘Confiança’ comprada e comercializada pela marca ‘Ach Brito’.

No entanto, caro leitor, na nossa opinião viver de recordações não é o destino de Braga. Para a nossa cidade esperamos sempre um futuro melhor e mais promissor do que preservar quatro paredes de história, esperando a recuperação dessas quatro paredes como merecida homenagem à história que elas contam. Assim, esperamos que, mais do que a abertura temporária das portas do edifício, a CMB, atual proprietária, o preserve.

Quem sabe se edifícios como este, que infelizmente abundam na cidade, não farão parte do próximo Orçamento Participativo? Deste modo, e em jeitos de conclusão, desafio-o a si, caro leitor, a incluir a Saboaria e Perfumaria Confiança num futuro projeto para o Orçamento Participativo 2016…

22 de setembro de 2014

II Bici-Paper - Resultados




No passado dia 20, para comemorar a Semana Europeia da Mobilidade e o Dia Mundial Sem Carros, a JovemCoop realizou a 2ª Edição do Bici-Paper.
Segundo os nossos participantes esta foi uma atividade "pedalofabolásticooptarde, nek@sbikerules, fantabulástica, supercalifragilisticexpialidocious, fantástica, fantamirabolástica, bicitástica, bici-fantástica, bicilástica, bicalm, b-day, próximo...???"!!!
Para nós esta foi mais uma forma de dar a conhecer a nossa cidade com boa disposição, imaginação, e muitos SORRISOS!!
Obrigada a todos os participantes!!

Seguem os resultados do Bici.paper, que continha 37 perguntas, e onde o tempo era apenas um factor de desempate. No entanto, não esqueçam que o importante é participar.

Até breve...
 
 
RESULTADOS:
 
1º Deixem passar! – 36 respostas corretas – 17:45
2º Os Necas – 36 respostas corretas – 18:07
3º Os Maias – 35 respostas corretas – 17:55
4º Fast&Genius – 35 respostas corretas – 18:11
5º BiciBracarus – 34 respostas corretas – 18:02
6º Silvas com Pedal – 34 respostas corretas – 18:11
7º Montanela – 33 respostas corretas – 17:25
8º Insólitos – 32 respostas corretas – 17:30
9º Artistas – 31 respostas corretas – 18:23
10º Devagar se vai ao longe! – 29 respostas corretas (-1 ponto) – 18:20
11º Portuenses – 29 repostas corretas (-1 ponto) – 18:23
12º Mário – 25 respostas corretas – 17:45
13º Pedro – desistiu.
 

17 de setembro de 2014

Opinião - Os Eventos e a História

"Correio do Minho" 16/09/2014

Os Eventos e a História

No passado sábado, dia 13, Braga viveu a terceira edição da Noite Branca. Numa festa que pintou a cidade de uma só cor, foram inúmeros os pontos de animação pulverizados por todo o centro histórico. Desde desfiles de noivas, passando por danças aéreas, até aos já habituais concertos na Praça do Município, existiu animação para todos os gostos e para todas as idades.

Para nós a terceira edição da Noite Branca brilhou, tal como as anteriores, pelo acesso mais facilitado à CULTURA. Foi um enorme gosto ver museus, como o Nogueira da Silva, terem uma grande procura, quer pela oferta cultural que apresentaram durante todo o evento, quer por despertarem a curiosidade do público que desconhece os museus da sua cidade e aproveita a oportunidade graciosa para colmatar essa carência no conhecimento.

É verdade que esta edição teve inúmeros pontos positivos, no que respeita à cultura, mas, como em todos os eventos, há sempre pontos que devem ser melhorados. Na nossa opinião, a Rua de Janes, sendo uma rua central na cidade merecia uma melhor decoração do que as “cuecas de personalidades incontornáveis da história da cidade”. Para nós esta foi uma forma infeliz e, em alguns casos, mesmo enganosa e extrema, de satirizar personalidades que, de alguma forma, marcaram a cidade. A atividade “Bragas num pedestal” foi para nós, nada mais do que uma “instalação” artística sem arte, pois misturou personalidades com personagens e os textos descritivos continham uma fundamentação paupérrima e a carecer de veracidade. Para quem estava habituado a passar na Rua do Janes e a deixar-se surpreender com as instalações artísticas sempre criativas, este ano ficou, por certo, desapontado.

Apesar desta atividade menos vitoriosa, o importante é que a Noite Branca de Braga é um chamariz cultural para quem quer conhecer a cidade e, por esse motivo, deve sempre evoluir e melhorar dentro dos possíveis. Um outro evento começa já hoje, e esperemos que deixe, também, a sua marca na cultura bracarense. Falamos a Semana Europeia da Mobilidade e também do Dia Europeu Sem Carros.

Começa hoje um ciclo de atividades que pretende sensibilizar os bracarenses para a questão mobilidade. Entre debates, caminhadas e passeios de bicicleta, destacamos a segunda edição do bici-paper organizado pela JovemCoop, com o apoio da Câmara Municipal e da GobyBike. 

O bici-paper consiste num percurso de bicicleta no qual o participante passará por alguns dos pontos principais do centro histórico, como o Museu D. Diogo de Sousa, a Avenida Central, o Jardim de Santa Bárbara, entre muitos outros. Em cada local os participantes deverão realizar uma tarefa e só depois de a concluírem é que receberão o nome do próximo local a que se devem dirigir. Esta é uma atividade para todas as idades, onde familiares e amigos podem, em conjunto, conhecer um pouco mais sobre a história de Bracara Augusta, valorizar o centro histórico e refletir sobre questões como a preservação do nosso património. 

É, ainda, um modo de chamar a atenção para a mobilidade sustentável, uma vez que a bicicleta é, cada vez mais, um meio de transporte comum por toda a Europa, que não poluí.

Esta foi a melhor forma que a JovemCoop encontrou de poder contribuir para a Semana Europeia da Mobilidade e celebrar, ainda que antecipadamente, o Dia Europeu Sem Carros, sem nunca perder de vista os nossos valores no que diz respeito à consciencialização dos bracarenses para a importância da preservação e valorização do património que Braga foi herdando ao longo dos séculos.

Para participar no bici-paper basta enviar um e-mail para info@jovemcoop.com, ATÉ DIA 17, indicando o nome completo, o número de bilhete de identidade e a data de nascimento. A participação é totalmente gratuita e poderá ser individual ou em equipas até 5 elementos.

Assim, caro leitor, convidamo-lo a que no próximo sábado dia 20, pelas 16h, deixe o carro em casa e venha ter connosco de bicicleta à Praça Municipal para que possa, por si mesmo, descobrir um pouco mais sobre esta cidade que é tão nossa. Traga um amigo também, e até sábado.

11 de setembro de 2014

II Bici-paper


É já no próximo dia 20 de Setembro que se realiza o II Bici-paper JovemCooperante Natureza|Cultura, com o apoio na organização da Go By Bike e do Município de Braga. 

Este bici-paper comemora a Semana Europeia da Mobilidade, e tem as inscrições abertas até ao dia 16 de Setembro (inclusive). 

TODAS AS INSCRIÇÕES DEVERÃO SER FEITAS ATRAVÉS DO NOSSO EMAIL:
 info@jovemcoop.com

A partida terá início na Praça do Município, pelas 16 horas!

Vem comemorar a Semana Europeia da Mobilidade connosco!

Participa!!!

2 de setembro de 2014

Fnac Fan Day - Visita às Sete Fontes



Dia 6 de Setembro, Sábado, a Junta de Freguesia de S. Victor vai ajudar a celebrar o Fnac Fan Day! Um dia para todos os Fãs, com eventos para todos os gostos.

A JovemCoop juntamente com a Junta de Freguesia de S. Victor irão proporcionar uma visita guiada ao Complexo Monumental das Sete Fontes, com ponto de encontro no dia 06, às 14h30, na Arcada (em frente ao Café Vianna).

Inscrições gratuitas e mais informações em http://fnacfanday.pt .

Juntem-se a nós!

16 de agosto de 2014

35º Aniversário da JovemCoop


O dia 16 de Agosto é um dia muito especial para a nossa associação, mas o dia 16 de Agosto de 1979 é, verdadeiramente, o dia mais importante de todos, pois foi o dia em que a JovemCoop nasceu. Poderiamos contar-vos a história da associação, poderiamos falar dos testemunhos que se cruzaram e que chegaram até nós, mas deixamos isso para quem realmente viveu todos estes 35 anos da associação. A nós compete-nos hoje falar da importância que o dia 16 de Agosto de 1979 teve, não só na vida de cada cooperante, como também na vida da cidade, na vida de Braga e de muitos dos seus recantos.

Hoje faz 35 anos a associação que foi pioneira em levar Braga para o Mundo, e em receber o Mundo em Braga. Podemos assim perceber que desde cedo nos preocupamos com a nossa cidade, que desde cedo queremos mostrar Braga a todos aqueles que a desejam conhecer.

Com o passar das gerações, tendo sempre em vista a protecção da Natureza, a conservação do Património, os benefícios do Desporto e as vantagens das Relações Internacionais, a JovemCoop foi amadurecendo as suas ideias e tornando cada vez mais claros e específicos os seus ideais. Foi desse modo que começamos a perceber que para mostrar Braga era necessário conserva-la, era preciso não esconder Bracara Augusta, não esconder a cidade Medieval, mas antes valorizar os pequenos vestígios espalhados pela cidade e deixa-los contar uma história, a nossa história. Assim começa a verdadeira marca da JovemCoop na cidade, uma associação que sempre lutou pela preservação e pelo restauro do património Bracarense.

Hoje, 35 anos depois, temos o orgulho de olhar para trás e ver X edições de “O Nosso Património”, uma conferência na Fonte do Ídolo, inúmeras participações na Braga Romana, um sem número de visitas guiadas pelos recantos da cidade, a comemoração dos 500 anos da “Porta Nova”, o Curso da História da Cidade de Braga, entre muitos outros…

Evidentemente que não poderia deixar passar nesta data todo o trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos pela salvaguarda das Sete Fontes, “monumento do nosso coração”. Este é sem dúvida alguma um dos locais pelo qual sempre lutamos, e não poderíamos ter melhor prenda do que as obras de restauro que ainda estão a ocorrer.

Completados os 35 anos, olhamos para a passagem da JovemCoop por Braga e percebemos tudo o que já fizemos de bom em prol de uma cidade melhor. Prova disso foi a atribuição do Galardão Associação Cultural e Recriativa, que foi para nós como um reconhecimento de tudo o que fizemos pela cidade durante todos estes anos e um grande incentivo para continuarmos com a nossa “luta”.

Deixamos hoje um especial OBRIGADO, a todos os coordenadores que mantiveram os espírito da associação, a todos os cooperantes que mantem viva a JovemCoop, a todos os parceiros que nos permitem chegar mais longe, a TODOS OS QUE FAZEM O CORAÇÃO DA JOVEMCOOP BATER.

Esperamos que os 35 simbolizem ainda o início de uma associação que tem tudo para dar, no entanto 35 já é uma certa idade, com todo o respeito, e por isso mesmo PARABÉNS PARA A JOVEMCOOP, PARABÉNS PARA NÓS.

7 de agosto de 2014

X edição de "O Nosso Património"

É com muito orgulho que a JovemCoop vê o Diário do Minho homenagear a X edição de "O Nosso Património". Esta atividade, que é o "ex-libris" da associação, decorre em parceria com a Junta de Freguesia de S. Victor. Dez anos depois, resta-nos agradecer a todos aqueles que já passaram por esta atividade, desde os participantes da I edição até aos últimos monitores, pois sem todos eles esta atividade não chegaria tão longe. Um especial obrigado aos que voltam para repetir a experiência, vocês são a prova viva de que o nosso trabalho é bem feito, o que é para nós o motivo de continuar. Agradecemos ainda à Junta de Freguesia de S. Victor por sempre nos acolhecer, e fazer das suas instalações nossas durante todo o mês, e à Associação Cultural de Sobreposta que graciosamente nos cedeu as instalações para que terminássemos com mais um acampamento.
Obrigado Jovens Cooperantes, por serem incansáveis e dedicarem as vossas férias em prol de uma sociedade melhor.


24 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 14

Hoje, quinta-feira, permanecemos nas instalações da Junta de S. Vitor para concluir o trabalho para a  exposicão acerca da toponímia de Braga. Nesta parte do trabalho tinhamos que expor os textos sobre cada rua que pesquisamos num cartaz de cartolina.

Guilherme Faria


O dia de hoje foi passado na Junta de Freguesia de S.Victor.

As atividades de hoje consistiram em dar continuidade aos trabalhos realizados nos dias anteriores relativos à toponímia das ruas da Freguesia de S.Victor, isto é, a importância, o significado e o porquê da atribuição dos seus nomes.

Para isto, realizamos dez cartazes (dois por grupo), em que cada um possui a explicação de algumas ruas, juntamente com as respetivas fotos, e que mais tarde serão expostos na Junta de S. Victor.

Esta atividade, a meu ver, foi muito interessante, pois não só ficamos a conhecer mais sobre a freguesia e as suas ruas, como o damos a conhecer ao resto da população.

João Imperadeiro (Ivo)

23 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 13


Hoje, dia 23, quarta-feira, estivemos num dos dias especiais das atividades da Jovem Coop pois, em vez de nós aprendermos sobre o património de Braga, fomos aprender sobre o património de Guimarães.
Quando chegamos à nova cidade, notamos logo que as ruas eram mais inclinadas o que fez com que alguns se cansassem logo. A primeira atividade que nós fizemos foi um peddy-paper pela cidade que consistia em 10 passos que ia desde o Museu Alberto Sampaio, um busto de Rei D. Afonso Henriques e a estátua do famoso Gravador Molarinho. O peddy-paper não foi muito longo, mas foi muito intenso já que todos os grupos queriam fazer o melhor tempo.
Quando fomos almoçar, estivemos quase 2 horas (exagerado!!!!!) a andar, até chegarmos ao Multiusos de Guimarães, onde a carrinha nos  foi buscar, levando-nos até ao Parque da Cidade de Guimarães, onde fizemos um piquenique. Estivemos lá até serem 16:00, altura que viemos para Braga. Enquanto lá estivemos ouve um intenso jogo de futebol onde o RFC(Russian Futebol Clube) jogou contra o 1-1-1-2(3 atacantes e dois defesas), equipas constituídas por elementos da JovemCoop, e também por outros meninos que passeavam no parque e se quiseram juntar a nós. O jogo (muito) pouco renhido e por isso acabou com uma vitória da equipa 1-1-1-2 por 24-4.
No final, este foi um dia diferente, mas com a boa disposição já habitual nesta atividade.

André Ferreira

22 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 12

Boa noite,
Hoje "O Nosso Património" fez uma visita ao Recolhimento das Convertidas. Por esse motivo, vou aqui trazer-lhe o resumo da história das Convertidas, que aprendi hoje:
As Convertidas foram construídas por iniciativa do Arcebispo de Braga D.  Rodrigo de Moura Teles, para instalar "mulheres pecadoras convertidas a Deus", tendo sido inaugurado a 25 de Abril de 1722 .

É um edifício em estilo barroco, com as paredes em alvenaria de pedra caiadas e cantaria em granito nos cunhais, cornijas, pináculos e frontões. Apresenta ainda a pedra de armas de D. Rodrigo Moura Teles e um emblema do recolhimento.

O edifício divide -se em dois pisos que se desenvolvem em torno de um pátio em forma quadrangular, com as celas e as dependências de serviço. A fachada principal, onde se situam as entradas da capela e do recolhimento, é marcada pelo torreão retangular, possivelmente um acrescento de época posterior. A capela, de planta retangular, é composta por nave única, coro com oratório, capela -mor e sacristia. As paredes da nave são revestidas por azulejos de figura avulsa, e o teto, de madeira, é pintado com anjos. Ao centro da capela -mor foi erigido o retábulo barroco de talha dourada.

Em 7 de Novembro de 2012 foi publicada no Diário da República a classificação final do Recolhimento de Santa Maria Madalena/Casa das Convertidas como Imóvel de Interesse Público, o que para nós foi muito importante, pois esta é uma forma de proteção do monumento que se encontra parcialmente abandonado e em estado de degradação.

Diogo