28 de junho de 2011

Um evento apetitoso...

"Correio do Minho" de 27/06/2011

É um evento que marca já o panorama de Braga. As ementas abrem o apetite e a envolvência gastronómica ganha um novo sentido. Este ano,descentralizando e apostando num outro espaço de Braga, o Festival de Gastronomia serve-se no Parque de S. João da Ponte.
Será uma bela forma de apreciar o melhor da nossa gastronomia num espaço renovado e muito bonito.

22 de junho de 2011

O Nosso Património 2011 - Inscrições abertas


Para fazer a inscrição na actividade, podes levantar a tua FICHA DE INSCRIÇÃO na Junta de Freguesia de S. Victor ou fazer o DOWNLOAD AQUI. Depois é só entrega-la até dia 01 de Julho na Junta de Freguesia de S. Victor.

Antes de te inscreveres, faz o download e lê o REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO!

O Nosso Património é uma actividade de ocupação de tempos livres, dinamizada pela JovemCoop e pela Junta de Freguesia de S. Victor (inserida no Programa Respirar Feliz) e pretende que os jovens participantes conheçam e ajudem a proteger o património de Braga.

A actividade decorre todas as manhãs, das 9h30 às 12h30.

Início: Dia 04 de Julho na Junta de Freguesia de S.Victor!

21 de junho de 2011

Jogos Tradicionais no S.João de Braga 2011

"Correio do Minho" de 19/06/2011



A JovemCoop realizou, no passado Sábado, alguns jogos tradicionais, em plena Av. Central, fazendo relembrar os passatempos do antigamente.
A experiência foi muito boa e a adesão do público excelente.





Da pousada e do património...

"Correio do Minho" de 19/06/2011

"Diário do Minho" de 19/06/2011 

Tendo em conta as notícias de ontem dos jornais Correio do Minho e Diário do Minho, parece que uma boa parte da Assembleia Municipal foi dedicada a temas que interessam à JovemCoop tem vindo a abordar.
O aproveitamento turístico do património arqueológico da nossa cidade e a localização da Pousada da Juventude, têm sido, para nós, motivos de preocupação e de intervenção.

Não nos vamos alongar novamente nestes assuntos, até porque a nossa ideia já foi expressa neste blogue várias vezes.

Queremos, apenas, reafirmar, uma vez mais, a nossa convicção de que a Pousada da Juventude deve estar localizada no Centro Histórico; Queremos alertar que fazer a Pousada no Convento de S. Francisco, imóvel que carece de uma acentuada intervenção arqueológica, é estar a colocar os arqueólogos numa posição ingrata, porque estes vão precisar de tempo para trabalhar e não vão ter. Depois, alguém dirá que não tivemos Pousada da Juventude em 2012 por causa do trabalho dos Arqueólogos...isto é, a culpa será dos arqueólogos e não de quem planeou as coisas às três pancadas e não soube ajuizar o desenvolvimento da cidade, e valorizar o seu aproveitamento patrimonial e turístico.

Por último, uma vez que Braga é uma "cidade romana", veremos se as intervenções arqueológicas no Convento de S. Francisco não colocarão à luz do dia vestígios romanos...é que depois, a CMB vai mandar limpar o local e será uma fraude para o projecto das cidades romanas nós espoliarmo-nos a nós próprios. Seremos só cidade romana de nome?

Por isso, seria agradável haver um Consórcio de Entidades que pudesse gerir o património Bracarense, ainda que deva o modelo sugerido pelo PSD ser adaptado à realidade da nossa cidade. Na verdade, é preciso fazer uma avaliação do que é o rpojecto Bracara Augusta e do resultado do mesmo e das entidades que estão envolvidas. Porque é que antes o projecto Bracara Augusta funcionava com 3 entidades articuladas entre si e agora vivem em realidades isoladas?

Tem de ser perceber se as instituições estão obsoletas ou se os agentes actuais são bloqueadores, necessitando de um rejuvenescimento na filosofia do espirito e dos rostos.
Como é nosso entendimento, estaremos à disposição dos partidos políticos para partilhar a nossa ideia de Consórcio e de funcionamento de gestão do nosso património.





Para uma boa informação de todos...

"Diário do Minho" de 18/06/2011


"Diário do Minho" de 28/06/2011

Para que estejamos bem informados e saibamos quem ocupa os cargos ministeriais e secretarias de estado, aqui fica, para conhecimento de todos, o novo executivo do XIX Governo Constitucional.

Porque a desertificação é real...

"Correio do Minho" de 15/06/2011

"Correio do Minho" de 16/06/2011

Não fazemos a apologia dos "coitadinhos", mas importa transmitir o sentimento geral que reina no centro de Braga. Os mais desatentos, entre as festas da Braga Romana e o ambiente de S. João, podem ainda não se ter apercebido, mas começam a insurgir-se as vozes de descontentamento com a falta de estratégia da CMB relativamente ao planeamento do centro histórico.

Porque tinhamos um centro muito dependente da vivência do Hospital de S. Marcos, a bruta deslocalização do equipamento hospitalar deixou várias pessoas com decisões dificeis de tomar e com negócios dificeis de gerir.

Leiam, com calma, estes breves excertos retirados do Correio do Minho e vejam as opiniões dos entrevistados. Notarão que, uns mais perto do antigo Hospital e outros mais longe, todos sentem a diferença de ambiente, procura comercial e capacidade de negócio.

É este Centro Histórico que nós queremos para a nossa cidade? Um centro deserto, desprovido de pessoas, que se enche só em dias de festa? Que exemplo de política sustentável e sustentada estaremos a dar às gerações mais novas, sobretudo em vésperas de sermos Capital Europeia da Juventude, onde é suposto dotarmos os jovens de ferramentas de aprendizagem?

E tudo isto podia ter sido minimizado, senão mesmo evitado, se tivesse havido uma política de crescimento e ordenamento do território sustentada...





E talvez apresentar as Sete Fontes!

"Diário do Minho" de 14/06/2011
A Confraria do Bom Jesus lança o desafio de, durante o mês de Outubro, dar a conhecer especificidades do Barroco, num congresso Luso-Brasileiro.

Entre os vários temas que podem ser submetidos, e por sugestão partilhada com o amigo das Sete Fontes, Johan Benesh, fica a ideia de poder inscrever o Barroco das Sete Fontes neste Congresso.
Vamos maturar a ideia e ver se tem pernas para andar.

Obrigado Johan pela sugestão.





15 de junho de 2011

Ideias com Jota - Fora de Portas - 14/06/2011


Escola: Escola Profissional de Braga

Temas abordados:
  • O ensino profissional
  • A empregabilidade

A não perder, às 3as feiras, das 19h15 às 20h





  
"Correio do Minho" de 16/06/2011


14 de junho de 2011

Neste Parque Verde a Água também fala...


"Diário do Minho" de 13/06/2011

"Correio do Minho" de 13/06/2011

Após a visita que a Junta de Freguesia de S.Vicente promoveu ao Monumento Nacional das Sete Fontes, este foi o feedback dos principais órgãos de comunicação social de Braga.


E sim, neste Parque Verde ouve-se a Água a falar...ainda!!!


12 de junho de 2011

Caminhada Solidária - S. Vicente nas Sete Fontes




A Junta de Freguesia de S. Vicente proporcionou uma manhã de Domingo com actividade física e com tempo para conhecer o novo Monumento Nacional de Braga.
Esta caminhada/visita às Sete Fontes foi emparceirada com o Instituto D. João Novais e Sousa, que abriu a caminhada com o seu Grupo de Gaitas e Bombos e pela JovemCoop!


Estamos de acordo...descubram com quem!

"Diário do Minho" de 10/06/2011

"Correio do Minho" de 10/06/2011

Há já algum tempo e vários posts atrás que temos vindo a defender uma Pousada da Juventude em Braga, mas no Centro da Cidade. Vários motivos foram já por nós expressos, mas o executivo da CMB parece continuar a querer fazer "ouvidos moucos" e a tomar posições que em nada são vantajosas a médio prazo.
Que a Pousada pode funcionar razoavelmente bem em Real, no ano de 2012, acreditamos que sim, mas porque não pensar num investimento para além de 2012?

Aliás, a julgar pelas notícias, a Pousada vai ter pouca actividade em 2012, dado que estará, ainda, em construção. Pede-se, portanto, coerência nas actuações.

E mais, o Convento de S. Francisco precisará de intervenções arqueológicas. Quem as irá executar, a que preço e em tempo? Qual será a finalidade a dar aos achados arqueológicos e se o projecto da Nova Pousada já prevê a hipótese de incluir eventuais achados na realização arquitectónica?
É que se o projecto está feito e não se prevê a arqueologia e a eventual salvaguarda do espólio encontrado, então estão já a esconder uma acção preventiva (tantas vezes reclamada antes do período de obra) e a provocar um crime lesa património por antecipação.

Estarão as entidades da tutela atentas ou será preciso haver vigilância voluntária de pessoas e organizações?


Uma aposta séria-Braga e o turismo religioso

"Correio do Minho" de 10/06/2011

Vêm especialista de longe dizer algo que soa ao óbvio...Braga tem potencial.
Falta, claro, a aposta séria, as linhas de acção coerentes, a sensibilização local e o investimento próximo para capitalizar no futuro a prazo.
Braga, pelo seu património, independentemente da sua índole, ainda que se reconheça um grande potencial no turismo religioso, pode ser destino alvo e marcador preferencial de um sector.
Será que Braga vai acordar a tempo para aceitar estas sugestões?

Gerês procura voluntários

"Correio do Minho" de 11/06/2011

É uma iniciativa de valor...tentar conseguir voluntários para proteger a Serra do Gerês.
Tal não seria necessário se o Estado fosse um órgão mais interventivo, coerente, rigoroso, actuante e, em certa medida, punidor.

A verdade é que ao Estado falta agentes fiscalizadores e têm, de recorrer, à boa vontade dos voluntários para impedir as catástrofes que têm assolado o Gerês todos os anos.
Talvez este ano, com muitos pares de olhos, a situação seja pacífica. Ainda assim, seria expectável um Estado mais organizado e atento.

Afinal, hoje recorre-se aos voluntários, mas quantos destes voluntários não terão já sofrido na pele verdadeiras "chicotadas" psicológicas de entidades como o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, aquando da realização de passeios, caminhadas e afins?

Não havia necessidade...

"Diário do Minho" de 10/06/2011

É, no mínimo, uma situação insólita!Uma rua, paga com o dinheiro dos contribuintes, com iluminação pública e que faz a ligação entre dois lugares importantes da nossa cidade (Largo de S. Francisco e o Campo da Vinha), vai ser taxada uma vez por semana.

E não é uma medida anti-crise, é antes uma concessão que a CMB faz a uma exploração comercial por parte de privados.
Que a Rua Cardeal António Ribeiro (também conhecida por Rua do Crime) necessitava de intervenção, cremos que todos estamos de acordo, agora deixar que alguém faça negócio com isso, à custa da exploração  dos transeuntes, é, no mínimo insólito. E, claro, de referir as ligações pouco éticas de um dos promotores privados à Câmara de Braga!

Será caso para dizer: "Only in Braga!!!???"

9 de junho de 2011

Publicação da ZEP Sete Fontes...uma vitória!


Esta é a publicação que os amigos e defensores das Sete Fontes há tanto tempo (re)clamavam. Finalmente as preces foram confirmadas em Diário da República, II Série, que reveste a portaria 576/2011 como a SALVAGUARDA deste monumento.

O que é uma ZEP?

Segundo a Lei 107/2011
Art.43º
Zonas de protecção
...

2.       Os bens imóveis classificados nos termos do artigo 15.º da presente lei, ou em vias de classificação como tal, devem dispor ainda de uma zona especial de protecção, a fixar por portaria do órgão competente da administração central ou da Região Autónoma quando o bem aí se situar.

3.       Nas zonas especiais de protecção podem incluir-se zonas non aedificandi.

      
      4.       As zonas de protecção são servidões administrativas, nas quais não podem ser concedidas pelo município, nem por outra entidade, licenças para obras de construção e para quaisquer trabalhos que alterem a topografia, os alinhamentos e as cérceas e, em geral, a distribuição de volumes e coberturas ou o revestimento exterior dos edifícios sem prévio parecer favorável da administração do património cultural competente.  

Estarão agora as Sete Fontes devidamente protegidas?

Queremos acreditar no espírito da lei e na sua letra, ainda que saibamos que a letra, muitas vezes é adaptada a circunstâncias pouco favoráveis aos monumentos, dando vantagem às relações humanas paralelas.
Aquilo que dizemos é que há o espírito de pressionar os institutos da tutela para deixarem passar determinadas situações.

Os acontecimentos nos últimos dias, em torno das Minas das Verdosas, elucidam-nos de três coisas:
1 -que houve falta de vontade do IPPAR/IGESPAR em inseri-las no Processo de Classificação das Sete Fontes, quando hoje se prova que pertencem ao Complexo;
2 -que o instituto da tutela tem falta de recursos humanos para fiscalizar determinadas situações e que não conseguem fazer cumprir a lei;
3 - que há movimentações naquela zona, com muito interesse em fazer sair dali as minas para poder construir uma estrada ou um bloco de apartamentos;

Se os técnicos do IGESPAR têm inserido as Minas das Verdosas no processo classificativo quando lhes foi solicitado, a esta hora nem a Mina Um estaria a ser destruída, nem a Mina Dois mal trasladada e mal remontada.
Há tácticas montadas para construir no Vale das Sete Fontes...não é inocente a colocação do Hospital de Braga naquele sítio, nem tão pouco a construção de uma estrada para aceder ao equipamento ou de um caminho para fazer passar os camiões da obra. Tudo isto circunscreveu as Sete Fontes e tudo isso tem contribuído para degradar o ambiente naquela zona.

Há licenciamentos em curso que deveriam ser chumbados e há um projecto de Parque que estar a ser bloqueado o seu acesso aos curiosos e amigos das Sete Fontes. Afinal, esse mesmo plano diz que 1/3 da área das Sete Fontes são para construir, o que desde logo mostra a intenção clara de que haverá mais movimentações naquela zona.
Os Bracarenses perderão área verde e algum proprietário ganhará um enorme jardim. E o IGESPAR já validou este projecto, introduzindo algumas alterações (mas que nós não sabemos quais).

Não deixa de ser curioso que na introdução à portaria 576/2011 que institui a ZEP nas Sete Fontes adverte para a necessidade de proteger as colinas a Norte. por ser importante transcrevemos na integra:

Esta zona especial de Protecção visa garantir a protecção do Monumento Nacional designado "Sistema de Abastecimento de Água à Cidade de Braga no Séc. XVIII" (Sete Fontes de S. Victor) e do espaço envolvente, com destaque para a protecção do vale em que se localiza o sistema e as colinas com relação paisagística directa. A preservação das colinas, ainda pouco ocupadas por construções, é ainda indispensável para permitir a continuação de adução de águas ao sistema, garantindo a permanência da sua funcionalidade e autenticidade.

É excelente termos a ZEP finalmente instituída e publicada. Agora, compete à CMB fazer um plano para o Parque Verde das Sete Fontes que não transgrida a lei e que mantenha a funcionalidade e a autenticidade daquele sistema de água, do Vale e da sua paisagem.