16 de julho de 2013

Diário do Património - Dia10

Exercícios na Palaestra das Termas Romanas

Hoje, dia 16 de Julho, como é habitual às 9h30min encontrámo-nos todos na Junta de Freguesia de S.Victor para começar o dia em grande com “O Nosso Património”.

A primeira fase da manhã foi conhecer a Igreja da Senhora-a-Branca e preencher as fichas de sítio da mesma. A actual Igreja é do século XVlll, e antigamente era denominada por Igreja da Nossa Senhora das Neves.

Em seguida, fomos visitar as “Termas Romanas do Alto da Cividade” que se localizam em Maximinos. Estas termas serviam para o povo romano (mais propriamente para homens e mulheres do que para crianças) tomarem o seu banho de acordo com as regras prescritas pela medicina da época. Este mesmo povo romano, antes de ir para as termas, praticava alguns exercícios físicos e banhava-se com óleos.

 Depois do “aquecimento” e de passar os óleos no corpo, passavam para uma sala onde a temperatura era razoavelmente alta, para que as pessoas pudessem transpirar abundantemente. Depois passavam para o caldário, uma sala ainda quente, onde os romanos podiam lavar-se para retirar os excessos de óleos ainda no seu corpo. Mais tarde passavam no tepidário por breves minutos e logo a seguir mergulhavam na piscina, que naquela altura lhe davam o nome de frigidário, cuja água gelada lhes “renovava” o corpo.

Depois deste tratamento os romanos saíam das termas como “novos em folha”!

A senhora que nos fez a visita guiada a este local, no fim da visita, convidou-nos a fazer também aquela “espécie” de exercícios que os romanos faziam antes de ir para as termas.

Eu próprio confesso que achei estes exercícios muito estranhos, até porque nós ao mesmo tempo que fazíamos os alongamentos, dizíamos coisas tipo como:

“Olá sol, como estás?!”

“Adeus sol, prometo para o ano cá vir!”

Para terminar, digo que gostei muito deste dia e soube mais coisas sobre a Igreja da Senhora-a-Branca e das Termas do Alto da Cividade!.... E vocês?

Até amanhã! :)

João Antunes!

Diário do Património - Dia9

"O Nosso Património" esteve no Diário do Minho

Hoje, dia 15 de Julho, tivemos mais uma actividade do projeto “ O Nosso Património “.

Inicialmente estivemos na Junta à espera que todos os participantes chegassem, para nos deslocarmos ao edifício da redacção do Diário do Minho.

Chegámos ao local e fomos guiados pelo jornalista José Carlos Ferreira que nos acolheu e nos mostrou as salas de fotocomposição.

Acabámos por ficar numa sala onde nos foi dado a conhecer o Suplemento “Património”, publicado todos os domingos por este jornal com o objectivo de tratar, alertar para a prevenção de monumentos e locais de todo o nosso Minho.

Sendo assim, os jornalistas exploram o local a visitar, tiram fotografias, relatórios e informações acerca desse sítio e, numa fase seguinte é que é produzido o texto para a divulgação desse mesmo lugar. 

Com este projecto tenta-se mostrar diferentes maneiras de visualizar os monumentos e como podemos ajudar estes.

 No final da explicação deste novo conceito o  Sr. Jornalista esteve-nos a esclarecer as nossas dúvidas e acabou por nos propor um desafio, no qual cada grupo terá de fazer um texto em que retrate um monumento de Braga e o melhor será seleccionado para aparecer numa edição do jornal do Diário do Minho.

Para acabar a manhã, regressamos à junta de freguesia e começámos o desafio discutindo o monumento que iriamos escolher.

 (:

Beatriz

Diário do Património - Dia8

O 8º dia foi passado na Igreja de S.Victor

Hoje foi mais um dia da nossa jornada que tem por objectivo conhecer o património da nossa cidade.
Como sempre o ponto de encontro foi às 9:30 na Junta de Freguesia de S. Victor, onde entregámos os passaportes para serem carimbados. Ficámos a conhecer duas novas participantes que se juntaram a este desafio.

Por razões alheias à organização, não pudemos ir, tal como estipulado, à igreja da Senhora-a-Branca, impedindo-nos de realizar a normal inventariação da mesma. 

Sendo assim, ficámos na Junta a fazer uma actividade cujo objectivo era saber o nome de todos os participantes e monitores.

Feita a actividade, deslocámo-nos à Igreja de S. Victor e o monitor Chico Cunha apresentou-nos a contextualização e foi-nos dado o respectivo “trabalho”.  S. Victor era natural de Braga e viveu na época dos romanos. Professava a fé cristã e ao deparar-se com um cortejo romano, rejeitou prestar culto aos deuses Ceres e Silvano e foi degolado por isso.

A data da construção da Igreja é 1686, conforme se lê numa das lápides da fachada, na época de D. Luis de Sousa. A igreja foi sagrada pelo arcebispo D. João de Sousa (1696-1703) em 19 de março de 1698.
Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 29 de setembro de 1977.

Cada grupo fez a ficha de sítio sobre a igreja e mais uns santos ou altares. É um trabalho simples mas divertido de se realizar.

Depois de estar tudo feito regressamos à Junta de S. Victor onde a monitora Gui propôs-nos o desafio de “Pensar no objecto que levaríamos para uma ilha deserta, sabendo que só poderíamos levar um”, foi engraçado ouvir as várias respostas de cada um.

Quando o jogo acabou, era hora de ir embora. Segunda- feira espera-nos mais uma aventura.

Pedro Freitas

Entre Aspas - As praças do interior da Cidade

"Diário do Minho" 15/07/2013

O "Entre Aspas" desta semana é dedicado ao conhecimento dos espaços da cidade de Braga, a partir da análise do "Mappa da Cidade Primas", datado de 1756 e da presumível autoria de André Soares.

Recomenda-se atenta leitura.


11 de julho de 2013

Diário do Património - Dia7

JovemCoop na Fonte dos Galos

JovemCoop no Parque da Ponte

No dia 11 , às 9:30, começámos  o nosso 7ª dia da actividade "O Nosso Património".

Chegámos todos à Junta e, como tinham chegado três novos jovens cooperantes para a actividade, os grupos repetiram, novamente, os seus gritos de guerra para os recém elementos se integrarem nos seus devidos grupos. Enquanto isso, esperamos por um monitor, o Rui Ferreira que foi quem nos guiou na actividade de hoje.

Saímos da Junta de S. Victor e fomos até à freguesia de S. Lázaro fazer uma visita guiada aos GALOS e ao PARQUE DA PONTE. Primeiro fomos aos Galos, onde falámos um pouco sobre a Fonte dos Galos e sobre aquela zona. Os Galos são uma zona ribeirinha, de cariz eminentemente rural, constituída por ruelas estreitas e casas de pedra, muitas delas construídas sobre o caudal do rio Este. Não se conhece a sua origem mas, provavelmente, esta relacionada com a existência de moinhos nesta zona, com registos já desde o século XIII.
Fizemos umas fichas sobre a capela e algumas residências lá situadas. 

Seguimos para o Parque da Ponte onde o Rui nos explicou um pouco da história do Parque da Ponte! 
0 que se conhece acerca dos primórdios do local onde se localiza o parque é que vem referido no mapa de Braga que remonta ao ano de 1594. No século XVI, o Arcebispo D. Diogo de sousa mandou edificar uma capela em honra de S. João Baptista, depois reconstruída em 1616. Todavia a capela não é a edificação mais antiga no parque. O cruzeiro de D. Frei Bartolomeu dos Mártires, erigido no século XVI, é uma obra em memória de um hospital para infectados pela peste e mandado construir por este prelado quando
Braga se viu afectada por esta epidemia em 1569.

A ponte, essa já deveria existir naquele local desde a Idade Média, uma vez que a estrada para Guimarães passava por ali. Esta ponte veio a dar o nome ao parque.

De seguida cada grupo fez outra ficha onde um grupo fez sobre um cruzeiro, outro sobre a capela de S. João da Ponte entre outros pontos importantes naquele local.

Ao fim das visitas guiadas pelo Rui Ferreira fomos visitar muito rapidamente uma fonte, perto da antiga casa dos arcebispos.

Até Amanhã !

Miguelinho !

10 de julho de 2013

Diário do Património - Dia6

O 6ª dia foi um dia de grande pintura


No dia 10 de Julho, começámos às 09:30 o 6ºdia da actividade "O Nosso Património".

Chegando à Junta, sentámo-nos no auditório, mas não por grupos. As monitoras Tânia e Catarina entregaram-nos os “passaportes” e a Gui explicou o que tínhamos que fazer com eles. O passaporte será uma espécie de diário, onde registamos as iniciativas diárias e onde poderemos propor ideias/projectos sobre os locais visitados.

Em seguida, saímos da Junta e dirigimo-nos para a Capela de Guadalupe, para terminarmos o projecto de reabilitação do seu exterior.

Assim que lá chegámos, tivemos que nos sentar por grupos para que fossem distribuídas as diferentes tarefas. O dia de hoje foi mais à base da pintura dos baloiços, das restantes aduelas, e de apanhar os lixos orgânicos e não orgânicos no exterior, para que o parque ficasse mais limpo. 

Felizmente, no dia de hoje, não estava tanto calor como nos outros dias, mas mesmo assim, fizemos várias pausas para beber água. O dia de hoje foi também muito divertido e o trabalho não foi tão duro como o dos dias anteriores.

Chegámos ao fim da manhã todos pintados, porque começámos a pintar-nos uns aos outros.
O exterior da capela não ficou 100% remodelado, mas nota-se perfeitamente a diferença e o trabalho realizado nestes três dias é distinto.

Em comparação com os outros dias, regressámos à Junta mais tarde, apenas às 12:50 e foi assim que demos por terminado mais um dia da actividade "O Nosso Património".
 

Até amanhã.
Lara Azevedo


9 de julho de 2013

Diário do Património - Dia 5

Acção de limpeza e de reabilitação do Parque de Guadalupe

Começámos, então, no dia 9 de Julho o 5º dia da atividade “O Nosso Património”. 

Chegando à Junta, os monitores disseram aos grupos para treinarem o seu grito de guerra… 

Acabados os gritos de guerra, dirigimo-nos para a Capela de Guadalupe, para continuarmos o nosso “projecto” de reabilitação da envolvente exterior da capela. 

Os trabalhos voltaram a ser divididos pelos respectivos grupos e iniciámos, então, as tarefas propriamente ditas. Limparam-se e pintaram-se as aduelas/canteiros, lixaram-se os baloiços e as armações metálicas, removendo a tinta antiga, limpámos o terreno exterior, retirando galhos, pedras, lixos, etc… 

Devido ao calor, íamos sempre fazendo uma pausas para beber, comer, descansar um pouco e visualizar o trabalho realizado pelos outros grupos de maneira a aprendermos o que teríamos também de fazer numa fase posterior. 

Como habitualmente, às 12.30, regressámos à Junta, e demos por encerrado mais um dia cheio de actividade e alegria. 

Ate amanhã. 
Jonas Belo

Trilhos Bragueses (18) Santo Adrião da Corrica

"Diário do Minho" 08/07/2013

Uma Capela que passa despercebida, junto de um local de grande passagem. A sua fundação é de 1576, apesar de poder ser ainda mais antiga. Santo Adrião da Corrica ganhou maior relevo quando foi elevada a paróquia, ainda que esta capela tenha perdido relevo com a construção da actual igreja paroquial.

A par desta Capela, os "Trilhos Bragueses" dão, ainda, destaque à Fonte dos Namorados e ao oratório do Senhor do Bonfim.

A não perder!


8 de julho de 2013

Diário do Património - Dia 4



Começámos então no dia 8 de Julho o 4º dia da actividade “O Nosso Património”. Chegando à Junta, os monitores disseram para nos sentarmos por grupos de maneira a que chegássemos a um consenso relativamente ao nome e ao grito de guerra. Passado algum tempo de diálogo, começaram então as apresentações dos grupos e respectivos gritos de guerra.

Acabadas as apresentações, dirigimo-nos para a Capela de Guadalupe onde ouvimos uma breve palestra, dada pela monitora Catarina, acerca desse monumento e de seguida tivemos a surpresa de, ao invés de irmos preencher fichas, fomos “trabalhar no duro” no exterior da capela.

Os trabalhos foram divididos pelos respectivos grupos e estes trabalhos iam desde lixar baloiços, até limpar uns canteiros com flores de maneira a reconstituir minimamente o jardim desta capela.

Devido ao calor íamos sempre fazendo curtas pausas para beber água e descansar um pouco mas rapidamente voltávamos ao trabalho. Foram momentos cansativos mas ao mesmo tempo divertidos pois quando estamos com os nossos amigos tudo é mais fácil.

“Terminados” os trabalhos (terminados porque o trabalho vai continuar amanhã) fomos todos arrumar os materiais de limpeza e dirigimo-nos novamente para a Junta para uma despedida habitual, acabando assim mais um dia em cheio da atividade “O Nosso Património”.
Até amanhã.

Chiquinho.

Diário do Património - Dia 3

Altar onde dizem estar localizada a pedra manchada com o sangue de S.Victor

No dia 5 de Julho, na Junta de Freguesia de São Victor, começámos por fazer um jogo.
O jogo baseava-se em cada um ter que representar o animal que lhes tinha sido dado. Serviu também para fazermos os grupos. Havia, se não me engano, 4 animais, ou seja, 4 grupos.

Após termos acabado o jogo, fomos ao Areal, ao Lugar de Passos, visitar a Capela de S. Victor-o-Mártir.

Falaram-nos sobre a história que a capela tem, tiramos fotos, preenchemos o
inventário, etc.


Continuámos o caminho para a Capela de São Víctor-o-Velho. Conta a história que na pedra dentro do rendilhado do altar lateral, está sangue de São Víctor onde este foi degolado.

Essa razão é a mais provável para que o local onde está a Capela ter sido conhecido na Idade Moderna pela designação de Goladas, tal como o Pavilhão das Goladas (Hóquei de Braga).

Respectivamente ao meu grupo, preenchemos as fichas das imagens de S. Bento, Nossa Senhora, Jesus Cristo.

Quando acabámos, voltámos todos para a Junta de Freguesia e cada um retornou às suas adoradas casas onde não existia o calor presente na rua. E já estamos prontos para regressar para outra atividade.

Joana Gonçalves

6 de julho de 2013

Diário do Património - Dia 2


Hoje foi o 2º dia e como é normal todos nos encontrámos na Junta de Freguesia de S.Victor .

Como já é costume nesta actividade fomos ao Museu D. Diogo de Sousa onde a jovem cooperante Carina nos acolheu com a maior das bondades.

Já dentro do museu todos assistimos a um pequeno vídeo que nos dizia onde havia vestígios da época romana, que os próprios vestígios se danificavam por causa da acidez da terra e como os arqueólogos os tratavam.

Acabado o vídeo, vimos um grande friso cronológico, depois do friso começou a exposição e respectiva apresentação, onde se falou da idade da pedra e onde vimos armas criadas pelos romanos, também se falou na idade do bronze, e das respectivas armas e jóias criadas .

Logo de seguida, fomos ver uma vitrina onde tinha material de importação e onde vimos duas pequenas taças mas muito valiosas, mesmo ao lado vimos objectos de cerâmica que os romanos usavam para todo o tipo de tarefas como carregar vinho e azeite ou para simplesmente guardar cremes.

Mesmo à frente havia pedaços de mosaicos onde a jovem cooperante Carina nos  explicou o quão difícil era completar um mosaico e onde por acaso se encontrou uma nova peça recentemente colocada. Descendo as escadas fomos ter a outro nível do museu, onde vimos a pata dourada de cavalo que já tínhamos visto no vídeo , mesmo ao lado estavam duas maquetas, onde uma delas representava um “spa” onde os romanos faziam exercício e logo depois os próprios iriam para o frigidário, tepidário e caldário que seriam os lugares onde tomavam banho e se quisessem poderiam ficar por lá para serem massajados .

Na maquete seguinte era representada uma casa com jardim interior e as suas grandes magnitudes e todas as lojas e quartos que a rodeavam, pouco depois vimos os grandiosos “marcos miliários” que eram usados para medir as milhas e onde tinha o nome do imperador da época e que seria também uma homenagem ao próprio. Logo de seguida vimos onde eram postos os romanos e seus valores pessoais depois da morte.

Para terminar em grande vimos os alicerces de uma fantástica “domus” romana, onde vimos mosaicos no chão e sua canalização, depois de uma pequena palestra dada pela Carina acabou a nossa bela visita ao Museu D. Diogo de Sousa e regressamos então para a Junta, e assim acabou mais uma manhã da actividade “O Nosso Património”..

Benny Belo 
Até Amanhã

5 de julho de 2013

Percurso Indústrias de Braga - Inscrições abertas

A actividade realiza-se no dia 13 de Julho

Braga não é, nem nunca foi, uma cidade industrial, mas teve também o seu processo de industrialização. Esse processo, longo e demorado, deixou marcas significativas na economia da cidade e na sua própria fisionomia urbana.

É o caso da área nordeste da cidade, local de grande concentração populacional a partir do século XVIII, e centro manufactureiro dos tradicionais ‘sombreeiros’, os fabricantes de chapéus, cuja importância comercial se sobrepôs às restantes actividades deste sector.

O surgimento de grandes indústrias de chapelaria ao longo do século XIX vem confirmar esta tendência. Salientamos as três maiores fábricas ‘a vapor’ que conseguiram singrar no tecido económico da cidade: “Taxa”, fundada em 1851; “Social Bracarense” cuja actividade se iniciou em 1866; e finalmente “A Industrial”, fundada em 1921. Na sequência de um crescimento urbanístico acentuado ao longo das últimas três décadas, Braga viu desaparecer grande parte das suas históricas indústrias, para dar lugar a novos edifícios residenciais, que silenciaram a memória do passado. Chegou até nós, como último reduto da modernização, a Saboaria e Perfumaria Confiança, fundada em 1894, cujo processo de reabilitação se encontra actualmente em curso.

Se poderá parecer exagerado falar da existência de uma cintura industrial em Braga, é bem verdade que a concentração das quatro grandes indústrias da cidade, ao longo das actuais ruas D. Pedro V (outrora das Golladas) e Nova de Santa Cruz, condicionaram a vida dos bracarenses nesta zona da cidade, e lhe conferiram uma identidade cujas raízes continuam por decifrar.

Num espaço de pouco mais de 300 metros de comprimento, estendiam-se os principais centros produtores de chapéus e sabonetes do nosso país, totalizando na década de 20 cerca de meio milhar de funcionários, que habitariam nas redondezas das fábricas e influenciariam o ritmo social da maior freguesia da cidade.

  Por isso mesmo, a JovemCoop e a Braga + vão promover no próximo sábado dia 13 de julho mais um percurso patrimonial, neste caso para abordar a memória industrial de Braga. O ponto de encontro é às 09h30 no largo de Infias (estacionamento Pingo Doce), seguindo o percurso pelas ruas de S. Domingos, D. Pedro V, Nova de Santa Cruz, terminando o percurso nos Galos, após uma caminhada junto às águas do rio Este.

No final deste percurso haverá lugar a um almoço convívio no restaurante Expositor. Quem pretender inscrever-se pode fazê-lo para o email fernando.melo.mendes@gmail.com.


3 de julho de 2013

Diário do Património -Dia 1


Hoje foi 1º dia de "O Nosso Património - 9ª edição", basicamente o dia de apresentações entre todos os participantes e monitores ... Umas caras já bastante bem conhecidas, outras novas...


Como todos os anos, o encontro foi no auditório da Junta de Freguesia de S.Victor pelas 9h.30min. Começamos com as apresentações dos monitores, seguindo-se com a apresentação do Dr.Firmino, atual presidente da Junta de Freguesia de S.Victor, que aproveitou também para dar uma pequena palestra sobre todos os anos passados desta "colossal" atividade, falando também de todos os monumentos da cidade de Braga.

De seguida, o nosso colega Rico (ex-coordenador principal da atividade), aproveitou também para dar uma palestra dizendo que apesar de já não ter o seu ex cargo, estará sempre que possível presente como monitor.
Depois fomos para a avenida central de Braga fazer umas atividades de maneira a que estas mesmas servissem para conhecermos todos os novos participantes e esses mesmos conhecerem os mais velhos. Fizemos 3 atividades bastantes divertidas, umas mais mentais outras mais físicas.

Por volta das 11h50min, demos por encerradas as atividades e voltamos à Junta de Freguesia, a nossa monitora Gui aproveitou para dar uma última palestra sobre as regras em geral da atividade.

Sendo assim, despedimo-nos dizendo um simples mas sentido "Até amanhã!"

Esteves ;)


1 de julho de 2013

O Nosso Património 2013 - Inscrições Abertas



"O Nosso Património", actividade direccionada para o jovem público com idades compreendidas entre os 12 e os 18, visando uma aprendizagem divertida sobre a História e Monumentos, criando consciências e promovendo uma sensibilização activa na protecção das nossas heranças culturais.

Ao longo do mês de Julho, os jovens participantes serão desafiados a conhecer a História de Braga, em geral, e da freguesia de S.Victor em particular. Durante 4 semanas, os participantes percorrerão as ruas em busca de monumentos, sítios de interesse e pessoas com relatos orais que interessem ser registados. Os jovens que participarem nesta actividade andarão munidos de uma mala com instrumentos de registo, com o objectivo de fotografar, desenhar e escrever as principais características de um edifício histórico ou de um objecto patrimonial. Para tal usaram bússolas, máquinas fotográficas, fitas métricas, gravadores, entre outros equipamentos.

“O Nosso Património” funcionará de 03 a 30 de Julho, das 09h30 às 12h30 sempre com ponto de encontro na Junta de Freguesia de S.Victor.

As fichas de inscrição podem ser descarregadas no link seguinte, bem como o regulamento de participação. Após preenchimento, as fichas de inscrição devem ser entregues na secretaria da Junta de Freguesia de S.Victor.
 



 
"O Nosso Património" – IX Edição, é uma actividade realizada pela JovemCoop e pela Junta de Freguesia de S.Victor, permitindo-nos cumprir o nosso objectivo de alargar a nossa área de intervenção e conhecimento, quer na parte patrimonial, mas também na área das políticas não formais para a Juventude de Braga.
 

Um novo ciclo de cooperação


Associei-me à JovemCoop no distante ano de 1990.

A partir daí, a paixão, o compromisso, a responsabilidade, mas também a diversão aumentaram de forma galvanizadora.

O que mais me fascinou na JovemCoop foi o facto de, na distante década de 90 do século passado (ufa...parece uma eternidade histórica), poder usufruir de um espaço de convívio de jovens e para jovens. Participei em muitas das actividades que a JovemCoop proporcionava e, a dada altura, foi preciso reinventar o conceito da associação, fruto de uma adaptação aos novos tempos e às novas realidades.

Por isso mesmo, após ter assumido outras funções dentro da estrutura da JovemCoop, idealizámos um plano de actividades que se aproximasse mais dos cidadãos de Braga (independentemente da idade) e tivesse uma consequência continuada...o investimento no conhecimento da nossa região. Apelámos à maior participação dos cidadãos nas responsabilidades da cidade e reiterámos a ideia de que o poder dos cidadãos reside na sua capacidade de reflectir e opinar sobre matérias de interesse para a cidade.

No âmbito desta responsabilidade e na sequência da premissa defendida, aceitei encabeçar um novo projecto, já tornado público, de me candidatar à autarquia de S. Victor.

Ao longo dos últimos tempos, a JovemCoop foi sendo mais interventiva na política da cidade, independentemente dos ideais partidários. Manifestámos a nossa opinião, sempre trabalhando com todos aqueles que nos quisessem receber como parceiros, partilhando a nossa visão e também aprendendo mais sobre as várias correntes de gestão da cidade.

Fruto da forma de estar em cidade e na sociedade, a JovemCoop sempre manifestou a sua independência, a partir da liberdade com que aceitava os desafios que lhe eram lançados.

Para garantir que a JovemCoop mantém o seu perfil apartidário, dando continuidade ao trabalho que tem realizado sobre as questões da pólis de Braga, entendo que, no âmbito do desafio que aceitei encorpar, devo permitir que a associação continue com a sua imagem e com a sua forma de estar livre e independente.

Por isso, dei a conhecer à direcção da JovemCoop a minha resignação ao cargo de Coordenador Geral, para que a associação possa manter-se distante de qualquer imagem pré-concebida da candidatura que aceitei liderar.

O projecto JovemCoop, que este ano completa 34 anos, terá continuidade com os restantes elementos directivos, desempenhando agora a coordenação alguém que cresceu dentro da associação e que já desempenhava o cargo de Vice-Coordenadora.

Estou certo que a Margarida Pereira saberá ouvir, ajuizar e trabalhar, mantendo um espírito de cooperação, renovado pela idade de quem encabeça agora, com ideias mais actuais e renovadas, a JovemCoop. Todos os amigos da JovemCoop, da direcção ou do corpo associativo, são chamados a este novo ciclo. Um ciclo de novas ambições, de novos desafios e de novas realidades.

Obrigado a quem me acompanhou na realização de uma JovemCoop mais participada e participativa. Hoje, percorrendo as memórias do caminho que foi feito, fico com o coração cheio de orgulho por esta caminhada.

Hoje, a JovemCoop inicia uma nova etapa. Bem-vindos a um novo caminho, onde os projectos e as bandeiras hasteadas versarão os princípios basilares da JovemCoop...a Juventude, a Cultura Patrimonial e a Natureza!

Um abraço amigo,
Ricardo Silva