28 de julho de 2010

Fotografias de "O Nosso Património"

Cooperantes e amigos,

toca a aceder ao facebook e ver as fotos da VI edição de "O Nosso Património".
Para já, ficam as fotos das duas primeiras semanas de actividades!


Mais informações sobre esta actividade em www.jovemcoop.com

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27 de julho de 2010

Sete Fontes sem biodiversidade de interesse?!

retirado da edição do "Diário do Minho" de 27/07/2010

Ver AQUI o documento que o Ministério do Ambiente remeteu à Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, responsável pela análise da Petição "Pela Salvaguarda das Sete Fontes".

Relegar para o desinteresse da fauna e da flora que ali habita e esquecer os verdadeiros guardiões daquele complexo (como por exemplo, os morcegos que se encarregam de manter a qualidade da água, eliminando insectos e outros infestantes), parece-nos imprudente e irresponsável.

A propósito da protecção de morcego, extraímos do SITÍO da INTERNET do ICNB os acordos de protecção a esta espécie.

Morcegos em Portugal

Os morcegos foram, até recentemente, quase completamente ignorados pelas instituições de todo o Mundo envolvidas na conservação das espécies animais. Este facto deve-se ao muito pouco conhecimento até então disponível sobre as suas populações e à sua má imagem pública. No entanto, a óbvia regressão das populações de muitas espécies de morcegos e a consciencialização de que muitas delas estão entre os animais mais ameaçados, alterou profundamente esta situação.

Os morcegos começam a ocupar lugares de destaque nas prioridades de intervenção de muitas instituições de conservação.

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Portugal e o Acordo

Portugal aprovou a aceitação do "Acordo sobre a conservação dos morcegos na Europa" através do Decreto-lei nº 31/95, de 18 de Agosto, em 1995. Realizado à luz da Convenção de Bona e aplicando-se a todas as espécies de morcegos existentes em Portugal, este Acordo inclui algumas obrigações fundamentais, sendo esperado que cada Parte adopte e cumpra as medidas legislativas e administrativas necessárias à sua implementação.

Sobre o Acordo

O Acordo sobre a Conservação das populações de Morcegos Europeus (Eurobats) foi realizado à luz da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migradoras Pertencentes à Fauna Selvagem (Convenção de Bona) aberta para assinatura a 23 de Junho de 1979, em Bona. Na 1ª Conferência das Partes da Convenção de Bona, reunião que teve lugar em Outubro de 1985, ficou acordado incluir as espécies europeias de Chiroptera (Rhinolophidae e Vespertilionidae) no anexo II da Convenção e foram dadas instruções ao Secretariado da Convenção para tomar as medidas apropriadas para desenvolver um acordo para estas espécies. Posteriormente foi acrescentada a família Molossidae.

O Acordo sobre a Conservação das populações dos Morcegos Europeus teve lugar em Londres, a 4 de Dezembro de 1991, e baseia-se nos seguintes pressupostos:

a) no reconhecimento do estatuto de conservação desfavorável dos morcegos na Europa e nos Estados não europeus da área de distribuição, e em particular a séria ameaça que sobre eles paira decorrente da degradação do habitat, da perturbação dos abrigos e de certos pesticidas;

b) Na consciência de que as ameaças que os morcegos enfrentam na Europa e nos países não europeus da área de distribuição são comuns tanto a espécies migratórias como não migratórias e de que os abrigos são partilhados frequentemente por espécies migratórias e não migratórias;

São obrigações fundamentais deste Acordo:

1- Proibição da captura deliberada, aprisionamento e morte de morcegos,


2- Identificação dos locais importantes para o estatuto de conservação destes animais,


3- Conservação dos habitats importantes,


4- Tomada de medidas para promover a conservação destas espécies e consciencializar o público,


5- Desenvolvimento de programas de investigação.


No caso de Portugal, estas obrigações coincidem com as linhas de acção que têm vindo a ser tomadas pelo ICN, em colaboração com a Faculdade de Ciências de Lisboa.


O Acordo prevê a realização de reuniões oficiais trianuais (Reuniões das Partes) e reuniões anuais de um grupo de peritos, que têm como objectivo discutir e apresentar as resoluções que são aprovadas pelas Reuniões das Partes.


Há, ainda, outra preocupação a assinalar...o facto de o curso de água das Sete Fontes já não ser perceptível na paisagem, mostrando que as preocupações para com a secagem dos lençóis de água e para a construção massiva naquele local são fundamentadas e reais.

Contudo, há dois itens positivos a assinalar:

1 - a revisão do PDM deve ser feita em consonância com a Zona Especial de Protecção atribuída ao monumento;

2 - Reconhece-se a importância de toda aquela bacia hidrográfica e que interessa preservar - falta saber é como é que os organismos com responsabilidade pretedem fazer isso.

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O Nosso Património visita Casa/Recolhimento das Convertidas

retirado da edição do "Correio do Minho" de 24/07/2010

Foi, de facto, uma aventura...uma aventura daquelas únicas e gratificantes.
Pela primeira vez, em seis anos a realizar "O Nosso Património", a JovemCoop entrou na Casa/Recolhimento das Convertidas.

Nesta oportunidade singular e especial, aproveitamos para conhecer a arquitectura da Casa, os seus espaços públicos, os seus compartimentos privados, os jardins e a Capela.
Toda a Casa, sobretudo a Capela, é de uma riqueza artística invejável, que não se percebe porque está aquele edifício tão abandonado.

É um edifício histórico, carregado de simbolismo e que ocupa uma posição central na urbe de Braga. Recuperado e requalificado, seria, em nosso entender, um óptimo edifício para uma renovada Pousada da Juventude de Braga, sobretudo agora que a nossa Cidade será a Capital Europeia da Juventude em 2012.
Fica esta ideia, esperamos, claro, que possa ser aproveitada! Nós estaremos disponíveis para ajudar na concretização desta ideia.

Aqui ficam algumas imagens:



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Feirinha de Artesanato S. Victor 2010

retirado da edição do "Correio do Minho" de 25/07/2010


A JovemCoop esteve presente na edição de 2010 da Feirinha de Artesanato, realizada no Largo da Senhora-a-Branca e promovida pela Junta de Freguesia de S.Victor.

Foi uma bela oportunidade para mostrar alguns dos produtos que os nossos membros vão fazendo ao longo do ano e dar a conhecer mais esta faceta da JovemCoop.

Apesar do calor que se fez sentir, esta experiência foi muito divertida, sobretudo à noite, quando a Rusga de S.Vicente actuou, pois vários dos nossos elementos saltaram para a frente do palco e dançaram o Malhão e o Regadinho.

Obrigado a todos que se associaram a esta experiência.

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Projecto Aldeias SOS visita Braga

No passado Sábado, dia 24, a JovemCoop recebeu uma visita muito especial.
Vários jovens pertencentes ao Projecto Aldeias SOS vieram visitar Braga e conhecer melhor a nossa cidade.

A JovemCoop proporcionou a este grupo uma visita ao Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa e em jeito de convívio celebramos esta visita com um pequeno lanche no Parque da Capela de Guadalupe.
Aqui ficam algumas fotos deste convívio:



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Rio Este - Um processo "enguiçado"

retirado da edição do "Diário do Minho" de 21/07/2010

Polémicas e processos à parte e o Rio Este continua sem ser recuperado e requalificado.
A pergunta que subsiste é..."até quando?"

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Ter em Atenção - Campanha da ABRA


retirado do "Correio do Minho" de 27/07/2010


Este é um artigo que deve ser lido por todos, e que a todos diz respeito.
Por favor, leia e contribua para o respeito e protecção dos animais!

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Novo site sobre História da Cidade de Braga

in "Correio do Minho" de 26/07/2010

Um novo sítio na internet, que com a pesquisa fundamentada e incansável de Evandro Lopes e com o contributo de quem se quiser associar na busca da história bracarense, será, com certeza, um dos maiores e melhores repositórios virtuais da nossa cidade.

Passem por alfarrabiosdebraga.blogspot.com e naveguem pelo tempo de Braga.

Diário do Património - dia 15

23 de Julho de 2010

Hoje, se quisesse, o dia no património poderia ser resumido em poucas palavras, no entanto penso que foi um dia muito especial não só para os participantes das actividades como também para os monitores e podia-se dizer que até para a comunidade em geral.

Começámos o dia com as habituais dinâmicas, sendo que a de hoje foi no fundo a continuação de uma já feita. A dinâmica consistia em cada um “publicitar-se” como amigo de forma anónima numa folha, em seguida foi exposto o que cada um fez e ordenadamente de cada 3 em 3 pessoas fomos buscando o texto que achássemos mais apelativo. Penso que a ideia no final seria descobrir quem estava por detrás do texto que cada um escolheu, mas como estava na hora de irmos embora guardamos cada um o papel que lhe calhou e a actividade ficou para finalizar num outro dia.

Saímos então da Junta da Freguesia de S. Victor em direcção às Convertidas onde se iniciou a nossa visita. Esta visita foi tão importante para todos nós pois desde que este edifício foi encerrado este sítio passou a estar inacessível, o que significa muito para nós pois devido ao seu estado, ninguém nos garante que não seremos também os últimos a lá entrar, sendo por isso uma oportunidade única para nos sentirmos ainda mais como parte da história.

Na Casa das Convertidas tivemos então a oportunidade de ver a dita “roda” onde as mães solteiras deixavam as suas crianças quando não as podiam sustentar mantendo assim o anonimato. Vimos o grande jardim interior que existe assim como a cruz em honra do bispo, um antigo sarcófago no lugar do tanque e a fonte que lá havia. Também tivemos a oportunidade de ir à capela de um valor inquestionável e o coro menor. Tudo era de uma beleza incrível.

Como não poderia deixar de ser, e também porque temos a consciência que apesar de um valor histórico indiscutível provavelmente nunca mais ninguém lá entrará ou fará alguma coisa em prol do restauro de todo aquele espaço e objectos que lá estão, fomos fazer o que nos compete, ou seja, registar e descrever o que houvesse para registar e descrever, mas com uma especial responsabilidade uma vez que, e como já referi, provavelmente poderemos ser os únicos a ver este espaço incrível não só por ser muito difícil lá entrar, mas também pelo estado de abandono em que se encontra e que mesmo se aberto noutras ocasiões continuará a degradar-se de dia para dia.

Foi sinceramente um dia inesquecível pois é um espaço que está dado como morto para muitos, mas que é muito especial pelo seu valor histórico sendo uma pena o estado em que se encontra.

Foi uma actividade muito especial e possivelmente única, para mim foi como que um baú velho que se abriu revelando um tesouro abandonado, uma vez que a fachada apesar de muito bonita, esconde as maravilhas do seu interior infelizmente fechadas e esquecidas…

Leandra

Diário do Património - dia 14

22 de Julho de 2010

Hoje no património nós começámos por fazer uma dinâmica que consistia em ter um dois ou três “assassinos” e um beijoqueiro que ressuscitava os que tinham sido morto pelo “assassino” - o que acontece quando o assassino pisca o olho à sua vítima, e o beijoqueiro, para ressuscitar, tem de mandar um beijo discretamente para que ninguém o veja. E as outras pessoas que não eram “assassinos” ou “beijoqueiros” tinham de descobrir quem era o “assassino”.

Depois disso os nossos monitores pediram-nos para nos organizarmos em grupos, para nos explicarem o que íamos fazer a seguir.

Quando no disseram que íamos fazer uma photo-paper e vez de um peddy-paper.

Quando saímos da Junta divididos em grupos os monitores levaram cada grupo ao seu primeiro destino. Depois disso disseram-nos que podíamos começar e entregaram-nos umas folhas com pergunta sobre monumentos da freguesia de S.Victor.

O grupo das 7 Maravilhas foi visitar primeiro o Palacete de Matos Graça, Igreja da Senhora-a-Branca, Seminário Menor, Casa das Velas, Igreja de S.Victor e, por fim, fomos para a Junta. O grupo dos claustros foi à Casa das Convertidas, à Casa da Velha-a-Branca, ao Palacete Matos Graça, às Alminhas do Cemitério, à Capela de Guadalupe e à Antiga Junta de Freguesia, também conhecida por Escola D. Nuno Alvares Pereira.

Os restantes grupos percorreram os mesmos destinos, mas de forma desencontrada, para não nos cruzarmos uns com os outros.

Este photo-paper foi muito giro porque nos obrigou a estar com muita atenção aos pormenores dos sítios que tínhamos visitado anteriormente.


Ricardo "Ratinho" Lopes e Benny

Diário do Património - Dia 13

21 de Julho de 2010

Como todos os outros dias reunimo-nos no auditório da Junta, e fizemos um jogo de confiança em que dois elementos do grupo estavam de um lado e o resto do grupo formavam uma fila do outro lado do auditório. Dois elementos da fila, com os olhos tapados, iam até ao outro lado e o objectivo do jogo é confiarmos nos colegas.

Saímos da Junta e fomos visitar a capela do Nosso Senhor do Alecrim que não é usada. Quando acabamos de ver esta capela e preencher a ficha de sítio e inventario móveis fomos visitar a Igreja de Montariol, uma Igreja que está em óptimo estado, actualmente pertence aos monges Franciscanos. Ao lado da Igreja, também pertencente à mesma ordem, tem um grande edifício que já foi quartel militar.

Miguel Sanches

22 de julho de 2010

Diário do Património - Dia 12

20 de Julho de 2010

Hoje, 2º dia da terceira semana de património, começámos por fazer um jogo de dinâmica de grupo, que consistia no seguinte: Cada grupo devia inventar uma acção/actuação, que seria submetida a um júri que avaliava e dava nota do nível 1 ao 5. No fim do jogo o júri dava a pontuação e cada grupo recebia um prémio, conforme a pontuação. Ao fim do jogo fomos para a capela do Senhor dos Milagres, localizada à entrada do Bairro das Sete Fontes.

Quando já estávamos na capela, a monitora Lau fez uma breve apresentação da capela, contextualizando a sua parte histórica e descrevendo sucintamente a sua arquitectura. Ficamos a saber que a Capela terá sido inicialmente erigida em 1558 pois há uma lápide que atesta o nome da capela e a data de fundação. Posteriormente, já em 1896, um morador da zona de Lamaçães, chamado José Custódio Ferreira, tê-la-á mandado reconstruir e também gravou numa lápide esta meritosa acção.

De seguida foram distribuídas, pelos grupos participantes, tarefas para realizarem (Fichas de sítio, fichas móveis e registo de fotografias).

Quando já tínhamos terminado tudo na capela regressamos à junta, onde os monitores falaram de uma actividade que vamos realizar na última semana de património. Por fim cada um foi embora.

Andreia

21 de julho de 2010

Diário do Património - Dia 11

19 de Julho de 2010  
Começámos a semana animados. O fim-de-semana deu tempo para recuperar energias, mas faltava-nos já a animação e agitação de “O Nosso Património”.

Para iniciar bem a semana, foi-nos dado uma dinâmica de grupo, que sempre nos ajuda a conhecer melhor os parceiros e a estar mais à vontade com eles.

Após isso, deslocamo-nos até à Casa das Goladas, edifício do Séc.XVIII, que hoje se encontra em mau estado de conservação. A particularidade daquele edifício é ter o nome associado ao martírio de S.Victor, que segundo reza a lenda foi degolado ali perto. Ficámos a saber que esta casa foi reconstruída em 1871, pois há um projecto em papel que mostra os alçados e fachadas do edifício.

É pena que esta casa esteja em avançado estado de degradação e em eminente risco de colapso.

Todos os grupos fizeram a ficha de sítio e os levantamentos fotográficos desta pérola do Séc.XVIII que ainda evoca a memória do estilo construtivo emigrante, denominado de “estilo brasileiro”.

Em seguida, cada grupo teve por missão fazer levantamentos de um edifício histórico e de uma rua antiga. Assim, um grupo fez o registo da Casa das Estátuas (Largo Senhora-a-Branca) e Via Romana XVII, outro fez o levantamento da Casa estilo Manuelina (Rua de S.Victor) e a antiga rua Nova da Seara; o terceiro grupo encarregou-se de registar o Antigo Colégio Nuno Alvares Pereira e a rua da Régoa, e o quarto grupo registou o conjunto oficinal dos sombreireiros ( casas 1, 3, 5 e 7 da Rua de S.Domingos) e a antiga rua da Corredoura.

Foi muito divertido saber que a actual Rua de S.Victor já foi dividida em 2 ( Rua Nova da Seara e Rua da Régoa) e que ainda possuiu o nome de rua da Corredoura.

No fim dos levantamentos, regressamos à Junta de Freguesia de S.Victor onde nos despedimos já com vontade que chegue o dia de amanhã.

Ricardo

19 de julho de 2010

Sete Fontes - por Francisco Sande Lemos

retirado do Diário do Minho de 19/07/2010
retirado do Diário do Minho de 18/07/2010

No âmbito da petição para "Defesa e Salvaguarda das Sete Fontes" estivemos na Assembléia da República, no passado dia 14, pois fomos chamados à Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, para esclarecermos as nossas preocupações com o monumento.

O artigo publicado no Diário do Minho relata fielmente o que lá se passou, e mais novidades sobre esta comissão e sobre o processo em Assembléia da República foram remetidos para Setembro.

Esperemos que não seja tarde de mais.

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