11 de agosto de 2010

Divulgamos um excelente projecto!


Projecto "Revelações" para autores nascidos ou residentes no concelho

Pelouro da Cultura e Museu da Imagem

promovem fotógrafos de Braga



O Museu da Imagem, entidade cultural dedicada à fotografia, criada em 1999 por iniciativa do Pelouro da Cultura na Câmara Municipal de Braga, propõe-se potenciar o trabalho de autores que, no contexto local, privilegiam a fotografia como meio de expressão artística.

Fá-lo consciente do crescente número de criadores radicados na cidade e da qualidade que o seu trabalho tem granjeado a nível nacional e internacional.

Fá-lo consciente da atenção prestada ao território fotográfico, enquanto formato de mediação nos discursos da contemporaneidade, que tem sofrido um alargamento de espaços e o reconhecimento consolidado de variadas instituições ligadas à arte contemporânea.

Fá-lo no cumprimento da inerente missão de valorizar os autores locais, designadamente os emergentes, assim potenciando a sua projecção no panorama da fotografia nacional e internacional.

Assim, o projecto “Revelações”, consubstanciado na promoção anual do trabalho de dois a quatro autores, nascidos ou residentes em Braga, passa a integrar, a partir de 2010, mais um dos objectivos do Museu da Imagem, assumindo a forma de candidatura, no âmbito do qual os interessados devem sujeitar as suas propostas à apreciação de um júri reconhecido.

Além do incentivo à criatividade dos autores locais, com o projecto “Revelações”, o Museu da Imagem procura – assim a qualidade dos trabalhos concorrentes o justifique – tirar vantagem da rede de contactos que construiu ao longo desta década, promovendo a itinerância das obras apresentadas.

É com estes propósitos que – sublinha-se – o projecto se assume, não apenas como plataforma de projecção local e nacional, designadamente através de uma mostra anual no espaço de exposições do Museu da Imagem, mas procura igualmente a sua expansão internacional.


Condições de Candidatura

Os concorrentes ficam obrigados a:

1. comprovar a naturalidade ou residência no concelho de Braga há um ano ou mais;

2. enviar um ou dois portefólios, de tema livre, com um mínimo de 10 e máximo de 20 imagens, cada um;

3. entregar os trabalhos concorrentes nas instalações do Museu da Imagem (Campo das Hortas, 35 – Braga) até 3 de Setembro de 2010;

4. apresentar cada portefólio com um título de série e uma breve descrição, texto que não pode ultrapassar os mil caracteres, incluindo formatação e espaços;

5. apresentar apenas imagens em formato “JPEG”, cujo lado mais pequeno tenha exactamente 700 px;

6. entregar cada portefólio agrupado numa pasta com o título de série;

7. indicar o formato final de cada fotografia para efeitos de exposição pública;

8. em caso de selecção, assumir como implícitas todas as autorizações legais para o bom uso das respectivas imagens por iniciativa da entidade promotora – Pelouro da Cultura do Município de Braga.

Refira-se que o júri de selecção é constituído por cinco membros, concretamente um fotógrafo, dois galeristas e dois directores de instituições fotográficas de reconhecido prestígio.

O Município de Braga, através do seu Pelouro da Cultura, enquanto tutela do Museu da Imagem, assume os custos de impressão até um máximo de 300 euros por autor seleccionado.

O Museu da Imagem, através do Gabinete Municipal de Comunicação e de outros meios considerados pertinentes, tornará público, em tempo, os resultados do trabalho desenvolvido pelo júri de selecção.

Inscrições e demais informação:
Divisão de Cultura / Câmara Municipal de Braga (cultura@cm-braga.pt)
Museu da Imagem (rui.prata@gmail.com)


Sexta Feira dia 13 em Montalegre

retirado do "Correio do Minho" de 11/08/2010

Tal como acontece todas as Sextas Feiras, dia 13, o Concelho de Montalegre vota a vestir-se de negro para receber as "bruxas" e as "almas do além".

A recuperação das tradições nas Sextas-feiras 13 são um dos eventos já consagrados de Montalegre e imagem de marca das actividades culturais e, sobretudo, turísticas que se implementam naquele concelho.
É, mais do que "pão e circo", uma excelente estratégia comercial e turística que faz deslocar milhares de pessoas as Montalegre e dinamiza a economia local.

É de um (ou mais) evento(s) deste tipo, que conjuga o popular ao cultural, que dinamiza jovens e mais velhos, que do boca-a-boca passou a ser um dos mais atractivos eventos do norte, que Braga precisa.
A Braga Romana pode ser um desses eventos, tem é de querer ser uma aposta séria para Braga e não só um evento de entretenimento.

A JovemCoop lá estará em Montalegre, Sexta feira, dia 13, para ouvir os esconjuros...a caça às bruxas deixamos que outros a façam!!!

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Ainda na sequência do post anterior

retirado do "Correio do Minho" de 04/08/2010

No anterior post mencionavamos que é preciso ter cuidado ao percorrer as serras e montes do Gerês. Os incêndios são catastróficos e podem adulterar toda uma zona paisagisticamente rica e bela.
Porque todos gostamos de fruir das paisagens do Gerês, não podemos contribuir para que os fogos se propaguem, até sob o risco de estarmos a colocar em perigo os vários pedestrianistas e caminheiros que trilham aqueles locais.

Também a Junta de Freguesia de S. Victor realizou uma caminha pelo trilho dos Miradouros, em pleno concelho de Terras de Bouro, área da Serra do Gerês.
Este percurso foi realizado na sequência do Programa "Respirar Feliz em S. Victor", que também visa o desporto e o ambiente. Por isso, nada melhor que uma caminhada pelos trilhos da Serra do Gerês.

Quem ainda não teve oportunidade de conhecer qualquer um destes trilhos, que esteja atento ao site www.jovemcoop.com ou mesmo a este blog, pois em breve realizaremos mais algumas caminhadas por estes sítios.

Uma catástrofe nunca vem só!

retirado do "Diário do Minho" de 09/08/2010

Chegada a altura do Verão é frequente deflagrarem incêndios um pouco por todo o lado.
Não sendo este ano excepção, os fogos voltaram à zona da Serra do Gerês e alteraram toda a paisagem e beleza do local. Aquela que é considerada uma das mais belas zonas de Portugal, está, neste dias, reduzida a cinzas e a muito fumo.

São incansáveis os nossos bombeiros e todos equipas que zelam pelas populações e por evitar que as chamas se alastrem.

Infelizmente, há algo que devemos reter:
- o descuido das pessoas que visitam aquela zona, que continuam a fazer fogueiras ou a atirar cigarros acessos para o chão (à espera que eles se apaguem sozinhos);

- o voraz apetite dos madeireiros também tem responsabilidades em muitos destes casos;

- a inconsequência de quem voluntariamente ateia fogo por causas várias;

Além dos fogos, devemos lembrar as pessoas, as casas e os animais domésticos que ficam em perigo;
Devemos perceber que os fogos consomem hectares de floresta e flora protegida, empobrecendo uma região que vive e brilha da sua paisagem,
Os incêndios são responsáveis pelo abate e morte de muitas espécies animais, muitas delas também protegidas, o que contribuiu para o desequilíbrio de um todo ecosssistema.

Esperamos que de ano para ano esta tendência se inverta e se devolva a diginidade paisagística e ambiental de que nos orgulhamos ao ver os contornos das Serras da zona do Gerês. Nós também fazemos com muita frequência muitas actividades naquela região. Acreditem que não é bonito passar numa zona toda queimada e cinzenta, onde parece que a vida se extinguiu. Por isso, em todas as nossas actividades zelamos pelo cuidado a ter com aquela terra e apelamos a que todos tenham também muita cautela para protegermos aquela paisagem fantástica.
retirado do "Diário do Minho" de 09/08/2010

Já muito se falou da recuperação do Rio Este, já muito se abordou a necessidade de aproximar a população local das zonas ribeirinhas.

Agora, e porque também é uma intervenção há muito reclamada, é tempo de recuperar as Margens do rio Cávado, o maior curso de água que passa no concelho de Braga.

Braga, para se tornar uma cidade mais competitiva, tem de apostar num forte eixo de ligação entre a cidade e o Cávado. Esta ligação seria estratégica não só pela qualidade de vida que proporcionaria, como seria fundamental para um correcto desenvolvimento urbano. E, claro, quando falamos deste correcto desenvolvimento urbano, falamos em criar instrumentos que regulamentem e dignifiquem as áreas a afectar. Um plano de pormenor que surgisse como instrumento capaz de sugerir e ordenar toda aquela área das margens do Cávado.

Sem isso, todas as intervenções vão surgir como "ilhas", sem contexto e que em vez de dignificarem as margens, poderão estar a descaracteriza-las. E já basta as margens do Rio Este estarem descaracterizadas. É preciso saber respeitar os limites do rio, não permitir construções no leito de cheias, equipar o território com estruturas úteis e, acima de tudo, tentar requalificar a qualidade das águas.

Esperamos que estas requalificações saiam do papel e que ajudem a dignificar não só o Rio Cávado como também a Cidade de Braga. 

Caminhada nocturna...e cheia de surpresas pelo caminho!

retirado do "Diário do Minho" de 08/08/2010

Numa zona bem perto de Braga, numa das mais bonitas de Portugal, a Câmara Municipal de Terras de Bouro vai realizar uma caminhada para celebrar o aniversário do grande escritor Miguel Torga.
A particularidade desta caminhada é que, além de prestar homenagem ao célebre autor, será realizada à noite.
É uma outra forma de sentir o ar do Gerês, de vivenciar uma zona que teve uma ocupação muito antiga, com cerca de 3000 anos e de passar por um dos mais emblemáticos sítios de Terras de Bouro, o maciço rochoso da Calcedónia.
Seguramente...a não perder!

Uma boa notícia...

extraído do "Correio do Minho" de 11/08/2010

Talvez uma máquina do tempo nos fizesse recuar aos dias em que o Theatro Circo passava cinema. Antigamente era uma sala privilegiada, e mais recentemente no tempo, era aqui que muitas escolas se deslocavam para assistirem a cinema animado e às produções da Disney.
Como não existe máquina do tempo, a direcção do Theatro Circo, e bem, parece querer recuperar os momentos de cinema e arte que por ali passaram.
Afinal, do Theatro Circo, desde a sua reabretura, reclama-se mais actividade e mais oferta. esperemos que esta aposta na programação seja séria e promova a arte cinematogáfica. 
É já a partir de Outubro que o Cinema regressa à mais bela e importante sala de espectáculos de Braga...a não perder, no Theatro Circo perto de si!!!

Uma forma de apostar "no futuro"

retirado da edição do "Correio do Minho" de 04/08/2010

Conhecer a sua região e valorizar as gentes e os produtos locais é uma forma de "amar o que é nosso". Esta iniciativa da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tem o mérito de mostrar aos jovens o que é a terra onde vivem, o que a distingue doutros concelhos e é uma maneira dos jovens participantes se enraizarem na sua localidade. Assim, aprendem a sua história e aprendem a orgulhar-se dos feitos da sua terra.
Esta acção é realizada pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, uma aposta nas gerações futuras, que talvez se traduzam, futuramente, num baixo índice de abandono de Cabeceiras de Basto por parte dos que agora são jovens e, amanhã, procurarão condições atractivas social e profissionalmente.
Em Braga, quem tem feito este enraizar e procurar amar a sua terra é a Junta de Freguesia de S.Victor, que tem incentivado os jovens a conhecer a História da freguesia e a proporcionar-lhes bons momentos de diversão. Com tanta oferta cultural, educacional e de responsabilidade social, era bom que outros lhe seguissem o exemplo!

2 de agosto de 2010

Casa das Convertidas - um tesouro abandonado

retirado da edição do jornal "Correio do Minho" de 01/08/2010

A propósito da visita realizada à Casa das Convertidas, no âmbito da actividade "O Nosso Património", o jornal Correio do Minho, pela mão de José Paulo Silva e pelos olhos de Rosa Santos, mostra à cidade um "Tesouro Abandonado".

Vale a pena deliciar-nos com este tesouro e descobrir o que aquelas portas encerram.
Esperamos, pois, que as nossas palavras que sugerem uma recuperação daquele espaço para que se transforme num activo vivo da cidade tenham eco e ganhem forma.

A Cidade de Braga ficaria a ganhar... 

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O Nosso Património

retirado da edição do "Diário do Minho" de 31/07/2010

retirado da edição do "Correio do Minho" de 31/07/2010

"O Nosso Património" é uma actividade muito importante e bastante acarinhada no seio da JovemCoop.
Tudo começou em 2005, com um grupo de oito jovens e dois monitores. Actualmente, na 6ª edição, os particpantes são mais de 30 acompanhados por cerca de 10 monitores.

De ano para ano visitamos sítios com interesse histórico, fizemos centenas de levantamento e registos e tiramos milhares de fotografias.

Temos vindo, em cada edição, a "abrir" um sítio desconhecido, proporcionando sempre uma aventura inovadora e diferente.

Já passamos pela Fábrica Confiança, pela Casa das Goladas, Casa das Velas, Casas com estatuária na Senhora-a-Branca, a Capela do Senhor do Alecrim e a Casa/Recolhimento das Convertidas.
O nosso balanço tem sido muito positivo e tem servido para renovar as gerações da JovemCoop.
Este ano terminamos em beleza...3 dias em Ponte de Lima a visitar e vislumbrar vários tipos de património (arquitectónico, etnográfico, popular, etc) e a dar uma ajudinha na recuperação dos azulejos da Igreja de S.Vicente.

Se estivermos a ajudar a preparar uma geração mais consciente e sensivel para a preservação das nossas heranças culturais, então a nossa missão tem sido alcançada e há-de ser perpetuada por vários anos.
O nosso sicnero agradecimento à Junta de Freguesia de S.Victor por ter acreditado neste projecto, por nos ajudar a desenvolvê-lo e por sempre nos incentivar a fazer mais...mais e melhor! A fazer crescer os objectivos e a superá-los em cada edição. Muito obrigado ao Dr. Firmino Marques e a todo o executivo da Junta de Freguesia de S.Victor por nos dar esta força e energia.

Os frutos desse apoio ajudam-nos a preservar o património da freguesia de S.Victor. Assim, e tal como rubricado no plano de actividade para 2010, tentaremos, até ao final do ano, entregar os processos de classificação da Capela de S.Victor-o-Mártir e da Casa das Goladas, a fim de os tentarmos proteger e garantir a sua edificação e, se possivel, passível de ser fruída por todos.

Recuperação dos Azulejos da Igreja de S.Vicente

retirado da edição "Diário do Minho" de 31/07/2010

No âmbito do encerramento das actividades de "O Nosso Património", os nossos participantes tiveram a oportunidade de visitar as obras de recuperação e restauro dos painéis de azulejos da Igreja de S.Vicente.
Além da contextualização histórica da Igreja, foi explicado aos nossos participantes, pelos técnicos da Signinum, qual o problema dos azulejos, quais os factores que os levam à deterioração, qual o processo de recuperação e os procedimentos a seguir.

Foi uma experiência muito interessante, porque os nossos participantes tiveram, ainda, a oportunidade de pegar nos azulejos, limpar as superfícies vidradas, retirar os faceamentos e colar os fragmentos partidos.
Foi uma forma de perceber como se pode recuperar património e tomar parte da História.





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Voz ao Povo e menção à JovemCoop

retirado da edição do "Diário do Minho" de 28/07/2010

Na sequência da "Feirinha de Artesanato 2010", promovida pela Junta de Freguesia de S.Victor, o Largo da Senhora-a-Branca foi palco de "A Voz ao Povo".

Música animada e de cariz popular, fez as delícias de quem assistiu.
O momento alto da noite foi a interacção da Rusga de S.Vicente com a assistência, acabando num divertido convívio em palco a dançar o "Regadinho".

A noite terminou à volta de vários petiscos, gentilmente oferecidos por estabelecimentos de restauração da freguesia.

Fica, ainda, o registo da visita a Ponte de Lima, inserida na actividade "O Nosso Património". Esta fantástica iniciativa, realizada em parceria pela JovemCoop e pela Junta de Freguesia de S.Victor, foi uma experiênica inesquecível.
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Entre Aspas - Um tributo

retirado da edição do "Diário do Minho" de 02/08/2010


Da autoria de Eduardo Pires de Oliveira, um (con)tributo a José Saramago e aos Homens que dignificaram Braga ao erguer o Bom Jesus.

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Merece reflexão

retirado da edição do "Diário do Minho" de 31/07/2010

Quem nos é querido também merece o nosso apoio, ajuda na divulgação e conjunta reflexão.
Aqui fica à leitura de cada um...

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Harmonia...Arte e Património

retirado da edição do "Correio do Minho" de 01/08/2010

Com certeza que haverá várias maneiras de celebrar datas especiais. Parece-nos interessante comemorar 25 anos de escavações arqueológicas com a realização de uma peça de teatro, contextualizando a época dos achados arqueológicos.

É uma forma de atrair públicos de uma arte a outra arte. É uma louvável maneira de mostrar os nossos actores e produtores amadores que fazem teatro. É uma excelente acção para divulgar os trabalhos arqueológicos e aproximar as pessoas do património, ajudando à sua interpretação.

Esperamos que este exemplo seja seguido e replicado por vários sítios patrimoniais que carecem de melhor divulgação e protecção.

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