18 de maio de 2012

Divulgar BragaCEJ


As várias actividades da Capital Europeia da Juventude dão forma a uma publicidade muito colorida.

Ali, no pé do Y, encontramos a nossa participação na BragaCEJ, dando destaque ao Percurso Barroco - No Tempo do Arcebispo D. Rodrigo!


16 de maio de 2012

Curso de História da Cidade de Braga - Idade Moderna


Curso de História da Cidade de Braga
4ª Sessão – Idade Moderna e Barroco
Salão Nobre da Câmara Municipal de Braga
18 de Maio | 21h30

Durante a Idade Moderna, Braga conheceu um forte crescimento, graças, sobretudo, à forte acção dos arcebispos.

Foi devido à obras de nomes tão sonantes como D. Diogo de Sousa, D. Rodrigo Moura Telles ou D. José de Bragança que a cidade é moldada em termos religiosos, sociais e civis.

Essa herança é ainda hoje visível em várias obras que marcam a fisionomia da nossa cidade, sobretudo no que concerne às praças, igrejas e edifícios de assistência social.

Também nesta quarta sessão destacar-se-á a influência de André Soares, percebendo a sua importância na história da cidade de Braga e identificando as principais obras da sua autoria.

Será dado destaque, ainda, à importância das iniciativas de D. Rodrigo de Moura Telles no contexto da cidade de Braga no primeiro quartel do século XVIII, identificando os principais artistas com quem trabalhou e as características típicas das obras civis e religiosas que se faziam em Braga na sua época.

Neste contexto histórico, desenvolver-se-á a temática dos movimentos artísticos em torno do barroco, que caracteriza e influencia a vivência da cidade.

A sessão dedicada à Idade Moderna e ao Período Barroco será conduzida por Rui Ferreira, que estudou no Colégio Jesuíta durante sete anos e que actualmente é discente do Mestrado de Património e Turismo Cultural, na Universidade do Minho.

Apaixonado por Braga, é o autor responsável pelo blog Braga Maior, que se dedica à reflexão de temas da actualidade, sobretudo nos directamente ligados à cidade de Braga.

É colaborador do Jornal Diário do Minho, um dos responsáveis pelo suplemento da religião, bem como autor de vários artigos sobre o conhecimento e história de Braga.

Arqueólogo por um dia!!!


No fim-de-semana das celebrações do Dia Internacional dos Museus, propomos aos participantes conhecer a profissão “ARQUEÓLOGO”, desde a descoberta dos artefactos antigos, até à altura em que estes são conservados, protegidos e expostos nos Museus.



Esta actividade visa realçar a importância da arqueologia como factor de conhecimento e valorização da identidade das cidades / comunidades e agente de desenvolvimento local.
Propomos aos arqueólogos por um dia que vejam conhecer a profissão de arqueólogo e, em contexto de simulação, façam uma escavação arqueológica com vista a conhecer metodologias de trabalho, complementada por visita ao laboratório de restauro e práticas laboratoriais elementares;

 Por isso, aos arqueólogos por um dia, além de escavar e encontrar vestígios cerâmicos e restos de muros, que entrem em contacto com a fotografia arqueológica, o registo em desenho e noções de topografia.
Proposta de actividade:

Dia 19 de Maio;
10h no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa

Tarefas:
  • Escavação arqueológica (em contexto de simulação);
  • Manipulação de fotografia arqueológica;
  • Noções de Topografia;
  • Conceitos de registo em desenho;
  • Visita aos laboratórios do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa;
Ter em atenção:
  • Inscrição Prévia;
  • Vestuário e Calçado adequado (para sujar);
  • Máquina fotográfica;
  • Lanche para meio da manhã;
Inscrições em: http://www.bragacej2012.com/events/details.php?id=185&type=1


15 de maio de 2012

Crónica A Voz à Juventude (10) Braga (mais) Romana

"Correio do Minho" 15/05/2012


BRAGA (MAIS) ROMANA

Vem aí a semana da “Braga Romana”, evento que cada vez mais cativa as pessoas, bracarenses e não só, e promove um salutar espírito de convívio, baseado na inspiração histórica.

Os tempos de Bracara Augusta estão documentados nos vários vestígios arqueológicos que Braga timidamente ostenta, sem lhes dar um grande valor.

Quantos bracarenses saberão que as guias graníticas no Largo de S. Paulo pretendem evocar as habitações romanas que ali foram exumadas? Ou quem associa as pedras que se encontram à entrada da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva a um embasamento de um pórtico que circunscreveria uma das maiores ruas romanas de Bracara Augusta? Cremos que poucas, ainda que também tenhamos esperança que este cenário se vá invertendo com as sucessivas atividades promovidas pela JovemCoop, que visam aproximar os cidadãos ao seu património e contextualizar as heranças que nos foram legadas. Ainda assim, há proprietários de estabelecimentos que tentam extrair mais-valias do legado histórico com que foram presenteados aquando das reformulações e obras nos seus edifícios.

O atual molde da “Braga Romana” tem mérito no espaço que promove de convivência entre pessoas, escolas e associações, dando, à moda romana, um espetáculo de “pão e circo” a quem assiste de fora, isto é, 5 dias de entretenimento, com lutas de gladiadores, animação de rua, um espaço de mercado com vários produtos e tendinhas de comida romana.

Braga começa a sorver bons dividendos desta aposta, porque há mais pessoas/entidades a querer integrar este evento e há cada vez mais gente, nas ruas, a assistir aos espetáculos e a dar a sua voltinha pelo mercado romano. Este pode ser um cartão de visita de excelência, que distingue Braga de outras cidades, no panorama turístico. Afinal, uma cidade que explora a sua identidade está a criar um fator de diferenciação positiva, que as pessoas vão querer conhecer, incentivando o turismo e incrementando a economia.

A “Braga Romana” cumpre, este ano, a sua nona edição, com os mesmos cortejos, recriações históricas e espaços de mercado, numa lógica de continuidade de entretenimento.

Mas imaginemos a “Braga Romana” como um evento mais congregador, em que se mantém o espaço de recriação histórica, mas se introduzem ações de conhecimento pedagógico, se induzem as pessoas a visitar os vestígios arqueológicos e “catequizar” os habitantes para os nossos legados históricos. A partir dos vestígios arqueológicos, pode-se celebrar os 2000 anos de Bracara Augusta e pensar estratégias para os próximos dois milénios, isto é, encorpar ideias sobre a reabilitação urbana, fruição da cidade, aposta na economia local e maior enlevo turístico, baseadas na sustentabilidade do património arqueológico/cultural.

Seria importante, além dos 5 dias de Inspiração histórica, dotar a “Braga Romana” de ações de conhecimento a vários níveis, que podem ser encaradas como uma face mais séria ou pedagógica do evento, desde conferências, a visitas guiadas aos vestígios arqueológicos, passando por fórum de ideias e debate de opiniões sobre a indústria do património.

Aquilo que se pretende é dotar a cidade, que se orgulha de ter o estatuto de município há 2000 anos, de mais conhecimento a par do entretenimento. Um visitante que se desloca a Braga durante a “Braga Romana” absorve o entretenimento, mas não há ação alguma que incentive o visitante a conhecer como era Bracara Augusta. Este pode ser um contributo para que a “Braga Romana” seja um evento de maior distinção e que promova não só a cidade, bem como a cultura e o turismo de forma mais pedagógica, a partir de um programa mais globalizador e enriquecedor.

Crónica no Correio do Minho, edição de 15/05/2012 - ver aqui!



Casa das Convertidas - mais perto da discussão pública

"Diário do Minho" 14/05/2012

Numa visita promovida no passado Sábado, o grupo de deputados do PSD na Assembleia Municipal visitou a Casa das Convertidas, acedendo à Capela e às divisões do primeiro andar.

Após tantos anos esquecida, a Casa das Convertidas parece ganhar posição de destaque nas atenção dos nossos agentes políticos, que reclamam a sua recuperação.

Lembramos que há pouco tempo, a CMB manifestava vontade de colocar ali um Centro dedicado aos movimentos migratórios e culturas distintas; De seguida, o Ministério da Administração Interna afirmava a intenção de ali colocar os Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, bem como uma delegação da Protecção Civil.

Ultimamente, após as visitas que a JovemCoop tem conseguido realizar (a última aconteceu nos Percursos Barrocos - No Tempo do Arcebispo D. Rodrigo, a 21 de Abril), voltaram a despertar várias opiniões, desde o Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio, a ASPA e opiniões pessoais como a de Tiago Varanda. Realçamos aqui, ainda, o inquérito que o jornal Diário do Minho promove para aferir se a população quer uma discussão pública sobre a recuperação e finalidade a dar ao edifício.

O mais interessante é saber que se cumpre um dos nossos pressupostos - o de trazer, novamente, à discussão, a recuperação desta Casa, para que este património não cai, nem no esquecimento, nem de ruína.

Estaremos atentos no acompanhamento deste processo e só lamentamos que, ao contrário de uma outra iniciativa do género, relacionada coma Fábrica Confiança, não tenhamos sido convidados para (re)visitar este imóvel.


BragaCEJ - Agenda

"Correio do Minho" 14/05/2012

Aqui fica a agenda das actividades BragaCEJ2012 para os próximos dias!


Gerês - inovação contra incêndios

"Diário do Minho" 15/05/2012

 A JovemCoop tem privilegiado a zona do Gerês para desenvolver as actividades a ar-livre, sentindo uma maior aproximação ao contexto ambiental natural.

Temos assistido, com maior frequência do que desejávamos, a zonas com marcas de incêndio, destacando, por exemplo, a zona da Calcedónia ou a zona da Trincheira, em Campo do Gerês.

Nota-se um desconsolo nos nossos participantes, quando passamos por zonas ardidas e cinzentas, sem sinais de vida e biodiversidade.

Este projecto pioneiro, de detecção de incêndios, vai seguramente ajudar a proteger uma das paisagens mais bonitas de Portugal e que merece o nosso cuidado, para que também nós possamos usufruir dela.

Esperamos que este inovador sistema de detecção de incêndios seja uma boa forma de actuar com rapidez sobre acções que lesam o nosso património ambiental.



13 de maio de 2012

Todos os Caminhos e as actividades BragaCEJ2012

"Diário do Minho" 13/05/2012

Sabemos que é difícil implementar, realizar e cativar participantes quando as condições climatéricas não ajudam.
A promessa da Braga2012: Capital Europeia da Juventude é investir em mais actividades e animação, assim que as condições climatéricas o permitirem.
Mas convém destacar que há muitas actividade que têm vindo a ser desenvolvidas e que mesmo em espaços fechados, podem ser uma excelente forma de ocupar o tempo, seja ele livre ou formativo.


Ontem, dia 12, a JovemCoop e a BragaCEJ realizaram uma nova edição da actividade "Todos os Caminhos vão dar a Bracara Augusta", desta vez privilegiando o traçado da Via romana XVII, que seguia para Asturica Augusta, por Aquae Flaviae (Chaves).
Esta iniciativa, promovida pelo Grupo de Professores de História e de Educação Física da Escola Secundária Carlos Amarante, contou com mais de 100 pessoas e permitiu calcorrear as calçadas graníticas desta via, entre S. Mamede d'Este e o Monte Pilar (ou Castelo) na Póvoa de Lanhoso.
A todos os que participaram, aqui fica o nosso sincero agradecimento.



Inquérito Casa das Convertidas

"Diário do Minho"

No final do mês de Abril tivemos a oportunidade de visitar a Casa das Convertidas, ainda que circunscritos à área da capela.


Este edifício foi um dos visitados ao abrigo da actividade "Percursos Barrocos", dessa feita subordinado ao tema "No tempo do Arcebispo D. Rodrigo".


Ultimamente, muitas têm sido as opiniões publicadas ou expressas publicamente sobre o fim a dar a este edifício monumental, com proposta de classificação rubrica de Interesse Público em Novembro 2011.


O Diário do Minho pergunta se se deve fazer um debate público sobre um projecto para a Casa das Convertidas.


Nós já votamos...participe e manifeste a sua opinião!


Pode votar seguindo este link: http://www.diariodominho.pt/inqueritos/


Acções de lesa património

"Diário do Minho" 10/05/2012

Esta situação é, no mínimo escandalosa... num acto de reinvenção e interpretação arquitectónica, aquando da reformulação do Parque da Ponte, uma fonte, património de outros tempos que chega até  nós, foi ceifada no topo superior, ficando privada da cornija e dos vasos decorativos.

Porque não há explicação, vamos procura-la, indagando os serviços da Câmara Municipal de Braga.

Mais informações no blog Braga Maior: http://bragamaior.blogspot.pt/2012/05/arte-de-dar-cabo-do-patrimonio.html

Galardões "A Nossa Terra" - os vencedores

"Diário do Minho" 13/05/2012

O Parque de Exposições de Braga acolheu, na passada 6ª feira, a XV edição dos Galardões "A Nossa Terra", com o auditório cheio e com um espectáculo de grande qualidade.

Ao longo da noite foram distruídos 22 galardões, metade em área colectiva e outra metade distinguindo personalidades.

A JovemCoop, apesar de nomeada finalista, pelo segundo ano consecutivo, como Associação Cultural e Recreativa, ainda não foi este ano que teve o privilégio de ser agraciada com este galardão. Ainda assim, um reconhecimento a todos aqueles que, sendo personalidades ou entidades, vão contribuindo para o desenvolvimento da nossa cidade!

Sete Fontes e as incertezas de salvaguarda

"Diário do Minho" 11/05/2012

Quando se fala das Sete Fontes de Braga, falamos de vida, história, cultura, identidade, etc...
Para muitos bracarenses, este tem sido dos locais mais bonitos e emblemáticos que têm vindo a descobrir; para outros (uma minoria que parece ter um certo poder), falar deste local é falar de riqueza, negócios obscuros, contrução e destruição...

Num contexto de forte crise, o Vale das Sete Fontes continua a ser apetecível à construção, mais pela especulação apoiada na localização do Hospital, do que propriamente numa necessidade premente da cidade.

Hoje a cidade e os seus cidadãos necessitam mais de espaços verdes de descompressão, do que de bairros em betão, com forte possibilidade de ficarem eternamente devolutos.

Pede-se bom senso na forma de evolução da nossa cidade...é preciso estagnar a construção nas Sete Fontes e valorizar o que é de todos (para não virmos a valorizar apenas depois de perdermos)!

Novos Roteiros para conhecer Braga

"Diário do Minho" 10/05/2012


Uma excelente iniciativa, em ano de Capital Europeia da Juventude que poderá facilitar aos nossos visitantes o conhecimento da Cidade. 


Novos quatros roteiros, com temáticas variadas, desde a religião, a História, a Cultura e o Futuro (desenvolvido pelas passagens no INL e U.Minho).


Esperamos que os turistas possam aceder a estas novas informações e que possam usufruir correctamente da nossa cidade.

9 de maio de 2012

Todos os Caminhos...Via XVII




Todos os caminhos vão dar a Bracara Augusta

Percurso Via XVII – Este S. Pedro até Monte Pilar (Póvoa de Lanhoso)

Maio é o mês do coração e é um tempo que convida à prática do exercício físico de que as caminhadas constituem um exemplo privilegiado, conforme lembra a Fundação Portuguesa de Cardiologia.

A BragaCEJ2012 e a JovemCoop juntam-se ao grupo de professores de História e de Educação Física da Escola Secundária Carlos Amarante (ESCA), dando origem , no próximo dia 12 de Maio a uma caminhada pelo troço inicial da antiga via XVII, uma das vias do complexo sistema viário romano. Propomos, pois, fazer o troço de Este S. Pedro até ao Monte Pilar, Póvoa de Lanhoso

Trata-se de uma iniciativa aberta a toda a comunidade educativa, professores, alunos, pessoal não docente, pais e encarregados de educação.

Com efeito, as "Vias Romanas" constituem uma das mais expressivas manifestações do carácter pragmático da cultura romana e, por isso, um dos mais poderosos veículos de romanização dos espaços integrantes do seu vasto império. Ora, percorre-las é, então, reviver um passado que nos é próximo e que, por isso, dá forma ao nosso presente.


Considerado o mais importante itinerário romano do noroeste peninsular, a Via XVII ligava Bracara Augusta a Asturica Augusta (Astorga), por Aquae Flaviae (Chaves), num percurso de cerca de 380 Km que unia 18 cidades.

Proposta de Atividade: Sábado, 12 de maio
  • 8:30 – Concentração dos participantes junto à ESCA
  • 9:00 - Saída de autocarro na direção de Este S.Pedro
  • 9:30 – Início da Caminhada em Este S. Pedro
  • 11:45 – Chegada ao povoado castrejo do Monte Pilar (Póvoa de Lanhoso), com jogos e lutas greco-romanas;
  • 12:30 – Regresso a Braga;
Extensão do percurso: 8,5 Km

Tempo estimado: 2h15

Dificuldade: Fácil/moderado
O regresso até ao Centro da Cidade é assegurado por autocarro.

Ter em atenção:
  • Inscrição prévia;
  • Levar chapéu;
  • Vestuário e calçado adequado;
  • Levar máquina fotográfica;
  • Levar água;
Esta ação faz parte integrante do tema Y.Life, apelando ao conhecimento, pelos jovens, do património arquitetónico e multicultural de Braga como parte de 2000 anos de história e da identidade de Bracara Augusta.

Entre Aspas - Sete Fontes de Monumento a Ruína

"Diário do Minho" 07/05/2012

Quando falamos de um Monumento Nacional, certamente vem-nos à ideia um edifício bem tratado, conservado, sinalizado, de aproveitamento turístico e com muitos turistas interessados em visitar.
Em torno de um Monumento Nacional situado em Lisboa, realizou-se a Cimeira de Lisboa, que marcava encontro e ideias com os principais lideres europeus.

Mas falar das Sete Fontes, parece ser falar de um tesouro escondido...uns querem-no recuperado, "a brilhar" e partilha-lho com as demais pessoas; outros querem-nos para si, às escondidas, para o ir espoliando e investi-lo em proveito próprio.

É um facto que há diferenças de tratamento deste Monumento Nacional para com outros de igual classificação; é uma realidade que há uma falta de coerência por parte das entidades da tutela na aplicação das leis.

O Entre Aspas desta semana refere que as Sete Fontes continuam a degradar-se cada dia que passa, estando hoje pior do que em 2010, quando a petição subiu à Assembleia da República. Após recomendações válidas, pouco fez por este sítio; Em Maio 2011, as Sete Fontes foram finalmente classificadas como MN e até agora ainda não se percebe uma estratégia de conservação, recuperação, beneficiação e fruição pública.

É, de facto, uma pena que não se aproveite a Capital Europeia da Juventude para dar um sinal de esperança às gerações presentes com maiores responsabilidades vindouras...uma nova forma de fazer política para a cidade, dando área, espaço e tempo de qualidade aos seus cidadãos.