16 de agosto de 2014

35º Aniversário da JovemCoop


O dia 16 de Agosto é um dia muito especial para a nossa associação, mas o dia 16 de Agosto de 1979 é, verdadeiramente, o dia mais importante de todos, pois foi o dia em que a JovemCoop nasceu. Poderiamos contar-vos a história da associação, poderiamos falar dos testemunhos que se cruzaram e que chegaram até nós, mas deixamos isso para quem realmente viveu todos estes 35 anos da associação. A nós compete-nos hoje falar da importância que o dia 16 de Agosto de 1979 teve, não só na vida de cada cooperante, como também na vida da cidade, na vida de Braga e de muitos dos seus recantos.

Hoje faz 35 anos a associação que foi pioneira em levar Braga para o Mundo, e em receber o Mundo em Braga. Podemos assim perceber que desde cedo nos preocupamos com a nossa cidade, que desde cedo queremos mostrar Braga a todos aqueles que a desejam conhecer.

Com o passar das gerações, tendo sempre em vista a protecção da Natureza, a conservação do Património, os benefícios do Desporto e as vantagens das Relações Internacionais, a JovemCoop foi amadurecendo as suas ideias e tornando cada vez mais claros e específicos os seus ideais. Foi desse modo que começamos a perceber que para mostrar Braga era necessário conserva-la, era preciso não esconder Bracara Augusta, não esconder a cidade Medieval, mas antes valorizar os pequenos vestígios espalhados pela cidade e deixa-los contar uma história, a nossa história. Assim começa a verdadeira marca da JovemCoop na cidade, uma associação que sempre lutou pela preservação e pelo restauro do património Bracarense.

Hoje, 35 anos depois, temos o orgulho de olhar para trás e ver X edições de “O Nosso Património”, uma conferência na Fonte do Ídolo, inúmeras participações na Braga Romana, um sem número de visitas guiadas pelos recantos da cidade, a comemoração dos 500 anos da “Porta Nova”, o Curso da História da Cidade de Braga, entre muitos outros…

Evidentemente que não poderia deixar passar nesta data todo o trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos pela salvaguarda das Sete Fontes, “monumento do nosso coração”. Este é sem dúvida alguma um dos locais pelo qual sempre lutamos, e não poderíamos ter melhor prenda do que as obras de restauro que ainda estão a ocorrer.

Completados os 35 anos, olhamos para a passagem da JovemCoop por Braga e percebemos tudo o que já fizemos de bom em prol de uma cidade melhor. Prova disso foi a atribuição do Galardão Associação Cultural e Recriativa, que foi para nós como um reconhecimento de tudo o que fizemos pela cidade durante todos estes anos e um grande incentivo para continuarmos com a nossa “luta”.

Deixamos hoje um especial OBRIGADO, a todos os coordenadores que mantiveram os espírito da associação, a todos os cooperantes que mantem viva a JovemCoop, a todos os parceiros que nos permitem chegar mais longe, a TODOS OS QUE FAZEM O CORAÇÃO DA JOVEMCOOP BATER.

Esperamos que os 35 simbolizem ainda o início de uma associação que tem tudo para dar, no entanto 35 já é uma certa idade, com todo o respeito, e por isso mesmo PARABÉNS PARA A JOVEMCOOP, PARABÉNS PARA NÓS.

7 de agosto de 2014

X edição de "O Nosso Património"

É com muito orgulho que a JovemCoop vê o Diário do Minho homenagear a X edição de "O Nosso Património". Esta atividade, que é o "ex-libris" da associação, decorre em parceria com a Junta de Freguesia de S. Victor. Dez anos depois, resta-nos agradecer a todos aqueles que já passaram por esta atividade, desde os participantes da I edição até aos últimos monitores, pois sem todos eles esta atividade não chegaria tão longe. Um especial obrigado aos que voltam para repetir a experiência, vocês são a prova viva de que o nosso trabalho é bem feito, o que é para nós o motivo de continuar. Agradecemos ainda à Junta de Freguesia de S. Victor por sempre nos acolhecer, e fazer das suas instalações nossas durante todo o mês, e à Associação Cultural de Sobreposta que graciosamente nos cedeu as instalações para que terminássemos com mais um acampamento.
Obrigado Jovens Cooperantes, por serem incansáveis e dedicarem as vossas férias em prol de uma sociedade melhor.


24 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 14

Hoje, quinta-feira, permanecemos nas instalações da Junta de S. Vitor para concluir o trabalho para a  exposicão acerca da toponímia de Braga. Nesta parte do trabalho tinhamos que expor os textos sobre cada rua que pesquisamos num cartaz de cartolina.

Guilherme Faria


O dia de hoje foi passado na Junta de Freguesia de S.Victor.

As atividades de hoje consistiram em dar continuidade aos trabalhos realizados nos dias anteriores relativos à toponímia das ruas da Freguesia de S.Victor, isto é, a importância, o significado e o porquê da atribuição dos seus nomes.

Para isto, realizamos dez cartazes (dois por grupo), em que cada um possui a explicação de algumas ruas, juntamente com as respetivas fotos, e que mais tarde serão expostos na Junta de S. Victor.

Esta atividade, a meu ver, foi muito interessante, pois não só ficamos a conhecer mais sobre a freguesia e as suas ruas, como o damos a conhecer ao resto da população.

João Imperadeiro (Ivo)

23 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 13


Hoje, dia 23, quarta-feira, estivemos num dos dias especiais das atividades da Jovem Coop pois, em vez de nós aprendermos sobre o património de Braga, fomos aprender sobre o património de Guimarães.
Quando chegamos à nova cidade, notamos logo que as ruas eram mais inclinadas o que fez com que alguns se cansassem logo. A primeira atividade que nós fizemos foi um peddy-paper pela cidade que consistia em 10 passos que ia desde o Museu Alberto Sampaio, um busto de Rei D. Afonso Henriques e a estátua do famoso Gravador Molarinho. O peddy-paper não foi muito longo, mas foi muito intenso já que todos os grupos queriam fazer o melhor tempo.
Quando fomos almoçar, estivemos quase 2 horas (exagerado!!!!!) a andar, até chegarmos ao Multiusos de Guimarães, onde a carrinha nos  foi buscar, levando-nos até ao Parque da Cidade de Guimarães, onde fizemos um piquenique. Estivemos lá até serem 16:00, altura que viemos para Braga. Enquanto lá estivemos ouve um intenso jogo de futebol onde o RFC(Russian Futebol Clube) jogou contra o 1-1-1-2(3 atacantes e dois defesas), equipas constituídas por elementos da JovemCoop, e também por outros meninos que passeavam no parque e se quiseram juntar a nós. O jogo (muito) pouco renhido e por isso acabou com uma vitória da equipa 1-1-1-2 por 24-4.
No final, este foi um dia diferente, mas com a boa disposição já habitual nesta atividade.

André Ferreira

22 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 12

Boa noite,
Hoje "O Nosso Património" fez uma visita ao Recolhimento das Convertidas. Por esse motivo, vou aqui trazer-lhe o resumo da história das Convertidas, que aprendi hoje:
As Convertidas foram construídas por iniciativa do Arcebispo de Braga D.  Rodrigo de Moura Teles, para instalar "mulheres pecadoras convertidas a Deus", tendo sido inaugurado a 25 de Abril de 1722 .

É um edifício em estilo barroco, com as paredes em alvenaria de pedra caiadas e cantaria em granito nos cunhais, cornijas, pináculos e frontões. Apresenta ainda a pedra de armas de D. Rodrigo Moura Teles e um emblema do recolhimento.

O edifício divide -se em dois pisos que se desenvolvem em torno de um pátio em forma quadrangular, com as celas e as dependências de serviço. A fachada principal, onde se situam as entradas da capela e do recolhimento, é marcada pelo torreão retangular, possivelmente um acrescento de época posterior. A capela, de planta retangular, é composta por nave única, coro com oratório, capela -mor e sacristia. As paredes da nave são revestidas por azulejos de figura avulsa, e o teto, de madeira, é pintado com anjos. Ao centro da capela -mor foi erigido o retábulo barroco de talha dourada.

Em 7 de Novembro de 2012 foi publicada no Diário da República a classificação final do Recolhimento de Santa Maria Madalena/Casa das Convertidas como Imóvel de Interesse Público, o que para nós foi muito importante, pois esta é uma forma de proteção do monumento que se encontra parcialmente abandonado e em estado de degradação.

Diogo

21 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 11



As atividades do dia de hoje foram realizadas na Junta de Freguesia de S.Victor.

Começamos por entregar as autorizações para a visita a Guimarães que se realizará no dia 23 de Julho, quarta feira desta semana. Foram-nos apresentados dois novos monitores, o Vaz e a Tânia, e um novo cooperante, o Guilherme, que se juntou ao grupo 2, O Vale Dos 6 Caminhos.

Continuamos a realização da atividade que nos foi proposta no dia 16 de Julho que consiste em descobrirmos a importância e o significado dos nomes das ruas da Freguesia de S.Victor.  Foram atribuídas pela monitora e coordenadora geral da Jovem Coop, Margarida,  cerca de onze ruas para cada um dos cinco grupos.

Trabalhamos toda a manhã na pesquisa das ruas e no final as mesmas foram enviadas por e-mail aos monitores por cada um dos grupos.

Com o dia de hoje conseguimos adquirir um maior conhecimento sobre a toponímia das ruas da Freguesia de S.Victor.

Carla & Catarina

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 10


Na sequência das atividades realizadas anteriormente no "O Nosso Património", hoje fomos visitar as Sete Fontes.Fomos acompanhados pelos nossos monitores (Gui, Chico, Catarina e Eduardo) e pelo aguadeiro das Sete Fontes, o Sr. Joaquim, que assim como os monitores, nos acompanhou durante a visita das minas.
 
As minas já fazem parte da História de Braga desde a época dos romanos. O atual sistema foi mandado construir por um antigo Arcebispo de Braga com o nome de D. José de Bragança. O antigo Arcebispo, quando viu aquela água toda, supôs que esta daria para toda a população de Braga durante o século XVIII.

A primeira vez que todos nós atravessámos a mina que iniciou o nosso circuito, estávamos com receio, porque para a maioria de nós era a primeira vez que estávamos a 9m do solo. Quando chegámos ao fim daquela mina, reparamos que o sítio que a finalizava se assemelhava a um cilindro e se chamava respiradouro.

No cimo daquela estrutura existiam uns buracos que o monitor Chico nos explicou serviam para a entrada de oxigénio na mina para permitir que a água corra e também por onde os morcegos entram durante a noite para se alimentarem dos insectos, limpando assim os túneis.


No final desta cansativa viagem seguimos o nosso caminho para a Junta de Freguesia de S.Vitor.

Joana e Inês

17 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 9


Na atividade de hoje do “O Nosso Património” começamos por visitar as termas romanas do Alto da Cividade.
Nas termas tivemos a companhia de uma guia que nos acompanhou durante a visita. Primeiro vimos um pequeno filme sobre como funcionavam as termas no tempo dos romanos. No filme foi-nos explicado o circuito de banhos que os romanos faziam.
Depois do filme fomos visitar as ruinas romanas das termas. A guia explicou-nos os diversos locais que ainda estavam intactos. Ao lado das termas romanas há ruinas romanas de um antigo teatro.
Terminada a visita às termas dirigimo-nos para a Fonte do Ídolo na freguesia de S. Lázaro. Nesta visita também fomos acompanhados por uma guia que nos apresentou um breve filme.
A guia explicou-nos quem é que eram as esculturas gravadas na fonte e as gravações que estavam na fonte.
No final da visita voltamos para a sede da Junta de S. Victor.

Vasco Teixeira

Hoje, o nosso dia dividiu-se entre a exploração das Termas do Alto da Cividade e a visita à Fonte do Ídolo.
Nas termas, fomos recebidos pela guia Teresa Silva que, após nos mostrar e explicar um vídeo que continha uma reconstituição virtual das mesmas, nos levou a conhecer o espaço. Na altura da ocupação romana, eram utilizadas como um lugar para cuidar do corpo, sendo que o seu funcionamento envolvia uma sala onde os romanos se despiam- apodyterium-, um compartimento de banhos frios – frigidarium-, uma sala de temperatura moderada – tepidarium- e um aposento para os banhos quentes- caldarium-, existindo também um espaço ao ar livre- palestra-, destinado à prática de exercício físico. Ao longo dos séculos, as termas, originalmente do século II, sofreram uma série de reformas, às quais se seguiu o seu abandono, por volta do século V, e, finalmente, a sua descoberta em 1977.
Dirigimo-nos, depois, à Fonte do ídolo, onde, mais uma vez, vimos um vídeo e uma reconstituição virtual do monumento, apresentado pela guia do museu. Este santuário rupestre data do século I, tendo sido mandado construir por Celico Fronto, informação provida por uma inscrição no local. A versão mais recente da história por detrás deste lugar defende que a estátua esculpida na pedra representa a deusa Nabla- deusa da fortuna- e que o busto reproduz a divindade local Tongonabiagus.
As visitas de hoje acabaram por, de certo modo, complementar a visita ao Museu D. Diogo de Sousa e foi muito interessante ter a oportunidade de conhecer os lugares referidos pela monitora Carina, na manhã de terça-feira.
Mariana

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 8

Hoje, na descoberta pelo património da cidade de braga, visitamos uma das igrejas mais importantes e históricas de toda a cidade, a igreja de S. Victor-O-Velho. Esta igreja situa-se entre a rua de S. Victor O Velho e a Rua Nova de Santa Cruz. Não é possível dizer em que ano foi construída mas, supõem-se que foi restaurada no séc. XVIII, e sofreu obras de recuperação no séc. XX. É uma das mais importantes igrejas de Braga pois diz-se que, S. Victor foi degolado em cima de uma ponte onde antigamente, nesse local, passava um rio. É também muito importante pois dentro da igreja encontra-se uma réplica de S. Victor que, ao pescoço, tem um medalhão com o que se supõem ser um osso do seu corpo. Podemos também encontrar um altar onde por baixo tem a pedra onde se diz que S. Victor foi degolado, diz-se que só os mais crentes conseguem ainda ver manchas de sangue de S. Victor na pedra.

Catarina Santos

Hoje, dia 16 de julho, fomos visitar a Capela de S. Victor-o-velho, situada na Rua Nova de Santa Cruz. Nessa pequena capela, foi-nos explicada a sua história, assim como a de S. Victor. É lá que se deduz que S. Victor tenha sido degolado, devido à sua fidelidade para com o cristianismo e Deus.
Na capela encontram-se vários altares decorativos, como por exemplo o altar representativo da degolação de S. Victor.
Depois das explicações acerca da capela, em grupo, realizámos 2 fichas: uma sobre um dos altares e outra sobre a fachada da capela.
Mais tarde, voltámos à junta, onde nos foi proposto um trabalho acerca da toponímia das ruas da freguesia de S. Victor, também em grupo.
Foi uma experiência que todos consideramos construtiva para a nossa cultura geral e muito divertida. Espero que se repitam mais dias como este.
Francisca Ribeiro  

15 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 7

Hoje, dia 15 de Julho, fomos visitar o museu de arqueologia D. Diogo de Sousa cujo nome é dedicado ao arcebispo com o mesmo nome que viveu no século XVI, no início assistimos a um video que falava do tratamento dos achados arqueológicos e do seu restauro, passando depois a uma visita guiada onde vimos vestígios humanos desde a idade paleolítica que como nos foi explicado significa pedra lascada ou pedra velha, até à idade do ferro e até mesmo do tempo dos romanos, a monitora Carina explicou-nos o que eram esses objetos, como se usavam, para que serviam, etc. No fim foi-nos mostrado maquetes das "domus" romanas, que são as casas e também vimos uma sepultura da altura, a última coisa que vimos foram umas ruinas encontradas aquando da contrução do museu que estavam em mau estado devido às infiltrações. Depois da visita regressamos à junta de freguesia e assim se passou mais uma manhã n' "O Nosso Património".

António Silva


Hoje, dia 15 de julho, após recebermos mais alguns colegas, fomos visitar o Museu D. Diogo de Sousa.
Depois de vermos um vídeo que mostrava como as descobertas arqueológicas eram limpas, tratadas e restauradas no laboratório do museu, fomos ver as peças expostas.


As peças mais antigas do museu têm cerca de 250 mil anos. Há objetos do paleolítico, do neolítico, das idades do ferro e do bronze, e ainda dos tempos da ocupação romana. São principalmente objetos de cerâmica, que, como a monitora Carina explicou, resistem melhor à acidez e humidade dos solos da nossa região.


Os objetos do paleolítico são principalmente pedras que eram usadas com instrumentos e vasos de cerâmica feitos e decorados à mão. No neolítico havia já objetos de madeira, tais como machados, arcos e flechas, e o sílex era muito usado. Nas idades do bronze e do ferro apareceram os objetos de metal, tais como um capacete da idade do bronze exposto no museu. Desenvolveu-se também o trabalho da pedra, como se pode ver pela estátua de um guerreiro da idade do ferro, também lá exposta. No período romano Braga tornou-se uma importante cidade comercial, pela qual passavam 6 estradas. Há, portanto, muitos vestígios, nomeadamente as termas, perto do museu, e parte de uma casa na cave do museu.


Por fim, agradeço à monitora Carina, funcionária do museu e membro da JovemCoop, pela sua disponibilidade para nos guiar nesta visita tão enriquecedora.

Manuel Barbosa

14 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 6

Hoje na atividade “O Nosso Património”  foi-nos apresentada uma professora de arquitetura, que se chama Maria que nos explicou os diversos tipos de património : material e imaterial, o material é o tipo de património palpável, como os monumentos, e o imaterial como  por exemplo as histórias que se passam de geração em geração que nos explicam como era o passado.
Também nos explicou quais são os elementos do património como as ruas, os quarteirões, os lotes, as praças, etc, e disse-nos quais as qualidades dos patrimónios.
Depois desta apresentação  fizemos um trabalho de dispatchwork que consiste em chamar a atenção das pessoas para os monumentos, tapando as falhas e os buracos existentes nestes com tecidos ou legos. Por exemplo, neste trabalho dividimo-nos em grupos já existentes e cada grupo teve de fazer dois trabalhos, com tecido azul, amarelo e vermelho.
E assim se passou mais uma manhã na JOVEMCOOP!
Até amanhã,

Duarte Oliveira


Hoje, dia 14 de julho de 2014, reunimo-nos todos na Junta de Freguesia de S.Vitor, como é habitual.
Como já nos tinha sido avisado, hoje a manhã iria ser passada ali mesmo. Foi-nos então apresentada a arquitecta Maria, que nos fez o favor de nesta manhã partilhar algumas noções importantes acerca do Património. Também ela nos mostrou uma ideia inovadora de um designer alemão chamado Jan Vormann, que consiste em preencher espaços degradados de muros, paredes etc, com peças LEGO.
Foi-nos proposto fazer algo semelhante a isto, mas com um material diferente, uma espécie de cordões coloridos. Dividimo-nos então por grupos, e começamos a pôr em prática as ideias de cada um. Por fim, cada grupo tirou uma foto com as suas obras-primas!
Cabe-nos agradecer à arquitecta Maria que dispôs da sua manhã para nós. Assim acabou mais uma manhã desta edição do Nosso Património.

Inês Dias e Johnny

Sete Fontes - Obras de Restauro e Conservação

Depois de no dia 10 de Julho passado, e com grande alegria nossa, a CMB ter anunciado o início das obras de restauro e conservação das Mães d'Água e de alguns muros de suporte do complexo das Sete Fontes, voltamos lá hoje para fazer um ponto de situação das mesmas.

As obras de restauro seguem a todo o vapor, tendo nós verificado que até ao momento, e neste curto espaço de tempo,  já temos muros de suporte repostos na Mina do Dr. Amorim e na Mina dos Orfãos de S. Caetano, bem como retirado todo o reboco de todas as Mães de Água, à exceção da primeira "mina gêmea" do Dr. Alvim que está a ser intervencionada.

Apesar de até ao momento tudo estar a correr bem e sem problemas, achamos que deveriamos deixar uma sugestão à CMB e à AGERE. Sabendo nós que a AGERE tem na sua posse, guardada num dos seus armazéns, a pedra de armas de uma das Mães d'Água do Dr. Alvim, não seria de aproveitar esta intervenção e pensar na recolocação da mesma no seu local de origem? Fica aqui a sugestão.

Esperemos que, depois de tantos anos em que o futuro das Sete Fontes foi hipotecado, este seja sem sombra de dúvida o pontapé de saída para que o Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes seja uma realidade.

Ficam aqui as imagens:















12 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 5


 Hoje, dia 11 de Julho, voltámo-nos a encontrar na Junta de Freguesia de S.  Victor para dar início a mais um dia da actividade ‘’ O Nosso Património’’.
 Por volta das 09h30min, a monitora Gui informou-nos que certos elementos de alguns grupos iam mudar para um novo, isto porque, na próxima semana virão dois novos elementos. Foi-nos também dito que o destino de hoje seria a visita á capela de Santa Tecla.
Essa mesma capela, situada ao lado da quinta da capela, na rua Jaime Souto Maior foi construída em 1720, onde posteriormente foram encontrados vestígios humanos. Esta obra foi paga por José Pinheiro Leite, e que nos finais do século XIX e inícios do século XX foi alterada, devido há degradação que nela se fazia notar.
No topo da Capela pode-se ver um nicho e a imagem da Santa Tecla.
No fim desta visita, fomos para a junta onde ficámos a conversar um bocado sobre como seria a próxima semana.
E foi assim a nossa manhã!
João A e Filipa M
: D

10 de julho de 2014

X Edição "O Nosso Património" - Dia 4


Hoje, dia 10 de Julho, voltámo-nos a encontrar na Junta de Freguesia de S. Victor para dar início a mais um dia da actividade ‘’ O Nosso Património’’.

     Por volta das 10h, os monitores comunicaram-nos que durante a manhã íamos visitar as antigas fábricas e no caso da sua inexistência, os seus respectivos locais.

A primeira antiga fábrica que fomos visitar foi a Pachancho, que se situava no actual Pingo Doce Pachancho. Essa fábrica foi fundada pelo António Gomes do Vale Peixoto em 1920 e a sua principal fonte de produção eram peças para veículos motorizados. Mais tarde, em 1950 a fábrica começou a produzir as suas próprias motocicletas. A fábrica Pachancho foi considerada uma das mais importantes em Braga e até mesmo a nível nacional, pois chegou a construir motores para carros de Fórmula 1.

    A produção de chapéus em Braga inicia-se em 1851 com a primeira unidade industrial, chamada de Fábrica de Taxa. Começou por ser uma pequena oficina, mas ao longo do tempo alcançou o estatuto de fábrica. Mais tarde, em 1866 instala-se a Fábrica Social Bracarense que se situava na Rua Nova de Santa Cruz. Em 1921, aparece outra fábrica com o nome ‘’ A Industrial ‘’ situava-se também na rua do Taxa. As fábricas chegaram a produzir 3 mil chapéus por dia.

    A última e única fábrica que se encontra actualmente de ‘’pé’’ é a Saboaria e Perfumaria Confiança. Esta mesma fábrica que foi fundada a 12 de Outubro de 1894 por Silva Almeida e Santos Pereira. O seu objectivo era produzir sabonetes e perfumes de alta qualidade.

Os sabonetes, que eram de elevada qualidade, eram exportados para a américa, servindo vários hotéis. Neste momento, o edifício da antiga fábrica encontra-se à espera que o concurso criado pela Câmara Municipal de Braga dite o seu destino.

Antes de chegarmos á junta, voltamos à Senhora a Branca para realizarmos as fichas de sítio que por motivos que nos são alheios, ontem não tivemos tempo de concluir. 

E assim se passou mais uma manhã na JOVEMCOOP!

Até amanhã,
João e Tomás.

9 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 3


No terceiro dia da atividade "O Nosso Património", fomos à Igreja da Senhora-a-Branca onde a monitora Margarida, deu uma pequena explicação sobre a Igreja. Explicou, então, que o arcebispo D. Diogo de Sousa mandou construir uma pequena capela no séc. XVI por causa de um culto a Nossa Senhora Das Neves,a Branca. Este culto deve-se ao milagre de ter nevado no dia 5 de Agosto em Roma. É evidente que esta Igreja foi mandada construir pelo arcebispo D. Diogo de Sousa, pois no tecto da igreja, no arco da porta de entrada e nos azulejos do coro estão representadas as suas armas. Quando entramos na Igreja, o Sr. Padre Carlos, completou a explicação da Margarida, falando ainda do sacrário que foi desenhado por André Soares, sendo a sua primeira peça. Também falou dos altares que se encontram nas laterais da Igreja, por exemplo, o da Senhora do Ó, o do Presépio, o dos Três Reis Magos e o do Sagrado Coração de Jesus...
 
De seguida, fomos à Sacristia onde vimos vestígios de uma antiga Capela descobertos numa das obras sofridas pela Igreja. O Sr. Padre Carlos mostrou-nos, ainda, um mapa da antiga Braga.  Depois, passámos pela Rua de S. Victor e a de S. Domingos e fomos até à Casa das Velas onde nos ensinaram como é que estas são feitas de modo artesanal. Ficamos também a saber que esta é a única fábrica artesanal de velas existente em Braga.
 
Para finalizar, agradeço a todos que nos ajudaram a concretizar estas visitas, tendo a certeza que muitas estão para vir.

Até amanhã
Joana Oliveira